Vazamento | Poder Online

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Posts com a Tag vazamento

sexta-feira, 29 de junho de 2012 Congresso | 16:13

Policial do Congresso é acusado de vazar informações da sala-cofre da CPI

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A CPMI do Cachoeira acaba de divulgar a seguinte nota:

Vital manda polícia do Senado investigar vazamento

O presidente da CPI do Cachoeira, senador Vital do Rego (PMDB-PB), mandou a polícia do Senado abrir um inquérito para investigar o policial legislativo Yanko de Carvalho Paula Lima.

O funcionário é um dos responsáveis pela segurança da sala-cofre onde estão todas as informações sigilosas da CPI. É suspeito de vazar informações dos inquéritos Monte Carlo e Vegas para um dos investigados.

De acordo com Vital do Rego, somente se estiver comprovado o envolvimento do policial, ou de qualquer outro servidor, é que ele pedirá o afastamento dos possíveis suspeitos.

Notas relacionadas:

  1. Presidente da CPI do Cachoeira também sonha em presidir o Senado
  2. A falta que faz à CPI do Cachoeira um sistema de busca computadorizada de documentos
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Autor: Leonardo Santos Tags: , ,

quinta-feira, 22 de março de 2012 Brasil | 16:33

Presidente da Chevron mora em apartamento de R$ 30 milhões em Ipanema, no endereço mais caro do Rio

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Edifício Cap Ferrat (Foto: Luiz Antonio Ryff)

O presidente da Chevron no Brasil, George Buck III, mora no endereço mais caro do Rio de Janeiro, o edifício Cap Ferrat, na Av. Vieira Souto, praia de Ipanema.

Ele foi denunciado pelo Ministério Público Federal nesta quarta-feira (21), por crimes cuja penas podem chegar a 31 anos de prisão.

O edifício, construído em 1986, é um ícone do luxo no Rio. Um apartamento de 600 metros quadrados, com quatro suítes e quatro vagas na garagem, custa R$ 30 milhões.

Buck — que se notabilizou entre os jornalistas por sua irritação e as ameaças de abandono de entrevistas coletivas sobre o acidente — mora no apartamento 101, com vista para as praias de Ipanema e do Leblon.

O Cap Ferrat não é sinônimo de vida tranquila. Há quem fale em maus agouros.

Lá foi também endereço de outras personalidades envolvidas com problemas na Justiça, como Sérgio Naya e Vitorio Tedeschi.

O primeiro foi deputado federal cassado, morto em 2009 e dono da Sersan – construtora do edifício Palace 2, que desabou — o que levou à sua prisão.

E Vitorio Tedeschi foi preso na Operação Roupa Suja da PF sob a acusação de participar de fraudes em licitações para a compra de remédios.

Notas relacionadas:

  1. Lobão recebe amanhã presidente da Chevron
Autor: Raphael Gomide Tags: , , , , , , ,

Congresso | 12:01

Vazamento de petróleo em Campos reforça protesto da bancada do Rio contra retirada dos royalties

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Em discurso no plenário da Câmara, o deputado Alfredo Sirkis (PV-RJ) mostrou que o vazamento de petróleo provocado pela Chevron na Bacia de Campos tornou-se um argumento para a bancada do Rio de Janeiro protestar contra a retirada de royalties do petróleo do Estado.

Assista:

Notas relacionadas:

  1. Royalties do pré-sal: Bancada carioca decide sobre protesto na Cinelândia
  2. Magno Malta desafia Regimento e passa a usar camiseta no Senado contra distribuição dos royalties do petróleo
  3. Royalties: não-produtores preparam surpresa contra Rio de Janeiro e Espírito Santo
Autor: Tales Faria Tags: , , , , , ,

terça-feira, 20 de março de 2012 Economia, Governo | 16:00

Senado ouvirá Chevron sobre novo vazamento

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Os representantes da exploradora de petróleo Chevron terão que ir ao Senado, na próxima quinta-feira, para explicar as causas e o impacto do novo acidente identificado na semana passada.

A audiência pública foi convocada pelo presidente da Comissão de Meio Ambiente, Rodrigo Rollemberg (PSB-DF).

Também serão ouvidos o delegado responsável pelo caso, Fábio Scliar, representantes do Ministério Público, Ibama e Agência Nacional do Petróleo (ANP)

Notas relacionadas:

  1. Paulo Bernardo brinca com vazamento
  2. Vazamento contra Palocci: fogo amigo ou antecipação das eleições
  3. Presidente do PSDB cobra explicação da ministra do Meio Ambiente sobre acidente da Chevron
Autor: Leonardo Santos Tags: , , , ,

quarta-feira, 30 de novembro de 2011 Congresso | 10:11

Vídeos inéditos mostram falta de estrutura em empresa que recebe óleo da Chevron

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A Comissão Externa da Câmara que acompanha as investigações sobre o vazamento de petróleo na Bacia de Campos (RJ) visitou ontem a Contecom, empresa responsável por receber os resíduos do vazamento da Chevron.

Relator da comissão, o deputado Protógenes Queiroz (PCdoB-SP) filmou a visita às instalações, que ficam em Duque de Caxias. Os vídeos inéditos revelam uma série de problemas e irregularidades na Contecom.

Dificuldade em acessar a empresa, localizada em um bairro pobre do município carioca:

Reservatórios superlotados com dejetos de água misturada com óleo, o que pode ter contaminado rios da região:

Segundo os parlamentares, a Contecom é uma empresa pequena e não consegue armazenar e processar a quantidade de óleo que vazou na Bacia de Campos:

Notas relacionadas:

  1. Protógenes cobra moção de repúdio do Brasil aos ataques da Otan na Líbia
  2. PV coleta assinaturas para investigar acidente em poço da Chevron
  3. De cadeira de rodas, Protógenes dá nota zero para acessibilidade na Câmara
Autor: Ana Paula Leitão Tags: , , , ,

quarta-feira, 23 de novembro de 2011 Congresso | 15:12

PV coleta assinaturas para investigar acidente em poço da Chevron

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A bancada do PV na Câmara coleta assinaturas desde ontem para instalar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar as empresas que exploram petróleo no Brasil e possível vazamento do poço da Chevron no Campo de Frade, no Rio de Janeiro.

– A CPI não é para falar mal de governo, nem de ministro. É para avaliar se as empresas que vão atuar no pré-sal tem capacidade de explorar o petróleo com segurança, e evitar catástrofes que podem matar o nosso mar — disse ao Poder Online o deputado Dr. Aluizio (PV-RJ), que propôs a criação da CPI.

Aluizio também entrou com pedido ao presidente Marco Maia de criação de uma comissão externa  para visitar o Campo de Frade e avaliar a dimensão do acidente.

Notas relacionadas:

  1. Oposição se nega a investigar corruptores
  2. PSOL consegue assinaturas para criar frente contra voto secreto
  3. Marco Maia estuda criar comissão especial sobre royalties
Autor: Ana Paula Leitão Tags: , , , , ,

segunda-feira, 23 de maio de 2011 Governo | 13:07

Palocci tentou emplacar Rachid na Receita antes das denúncias

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O ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, vinha tentando emplacar no comando da Receita Federal o ex-secretário Jorge Rachid.

Indicado por Everdardo Marciel, que chefiou a Receita durante todo o governo Fernando Henrique Cardoso, Rachid esteve à frente do órgão quando Palocci era ministro da Fazenda, mas acabou substituído quando o atual ministro, Guido Mantega, assumiu.

Notas relacionadas:

  1. Se Mantega e Meirelles brigam, Palocci ganha força
  2. Se Mantega e Meirelles brigam, Palocci ganha força
  3. Se Mantega e Meirelles brigam, Palocci ganha força
Autor: Tales Faria Tags: , , , , ,

Governo | 11:57

Vazamento contra Palocci: fogo amigo ou antecipação das eleições

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Há duas correntes no governo sobre as denúncias contra o ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci.

Uma acredita piamente em fogo amigo: as informações teriam vazado de petistas da Receita Federal.

A outra aposta que o vazamento nasceu na Secretaria de Fazenda da Prefeitura de São Paulo, fruto da aliança Gilberto Kassab-José Serra, numa espécie de antecipação das eleições municipais de 2012.

Notas relacionadas:

  1. Serra vai à festinha de Kassab
  2. Serra vai à festinha de Kassab
  3. Serra vai à festinha de Kassab
Autor: Tales Faria Tags: , , , , ,

quarta-feira, 23 de março de 2011 Governo | 16:55

Presidente da Eletronuclear nada com os netos no lago da usina atômica

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Vieiras são criadas em torno da usina nuclear de Angra (Foto: Divulgação)

O presidente da Eletronuclear, Othon Luiz Pinheiro, depôs hoje em audiência pública do Senado sobre o programa nuclear brasileiro e a segurança das usinas de Angra dos Reis.

Othon Pinheiro revelou que acredita tanto nos processos contra o vazamento de radiatividade para o meio ambiente que costuma nadar com seus netos no lago de descarga do reator.

E alimenta-se das vieiras (coquilles saint jacques) criadas na Baía de Angra dos Reis, num raio de 1 km da usina.

Veja:

Notas relacionadas:

  1. Paulo Bernardo brinca com vazamento
  2. Marco Maia faz Dilma esperar na rampa do Congresso: “É que as mulheres me pegaram na saída”
Autor: Tales Faria Tags: , , , , , ,

quinta-feira, 18 de novembro de 2010 Governo | 14:02

Paulo Bernardo brinca com vazamento

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Do ministro Paulo Bernardo, fazendo piada no twitter sobre a reunião de ontem entre Lula, líderes e ministros no Planalto, cujo áudio vazou para a imprensa:

– Cheguei a São Paulo, @padilhando, para reunião com as centrais. Pedirei que desativem a transmissão ao vivo, desta vez.

Autor: Andréia Sadi Tags: , ,

terça-feira, 14 de setembro de 2010 Eleições | 15:58

Fazenda anunciará medidas contra vazamento de sigilo

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O ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o secretário da Receita Federal, Otacílio Cartaxo, anunciarão agora, às 16h, medidas para reforçar o controle de dados sigilosos da Receita.

A entrevista coletiva é a primeira medida determinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em reunião mais cedo, para rebater recentes acusações feitas ao governo federal.

Às 17h está marcada outra entrevista coletiva de imprensa, no Ministério da Justiça, também como resultado da reunião de Lula com ministros pela manhã.

Notas relacionadas:

  1. EJ vê “superficialidade” no inquérito da Receita sobre o rompimento de seu sigilo fiscal
  2. “O povão nem liga para essa história de sigilo fiscal”
  3. Duto de vazamento de Mauá rompeu sigilo de pelo menos 2.591 pessoas
Autor: Danilo Fariello Tags: , , , ,

sábado, 11 de setembro de 2010 Eleições | 05:01

Quebra do sigilo é o tema de maior expectativa para o debate da Rede TV!

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A grande dúvida na campanha da candidata petista à Presidência, Dilma Rousseff, é como a questão dos vazamentos de sigilos fiscais pela Receita Federal será tratada pelo seu principal adversário, o tucano José Serra,  amanhã no debate Rede TV!/Folha de S.Paulo.

Como vovó Dilma só cuidou do netinho nestes últimos dias, não deu para prepará-la para o debate. Os ensaios serão feitos hoje e amanhã. E só aí é que se vai decidir como responder às provocações sobre este assunto.

Notas relacionadas:

  1. Saúde: tema de destaque no debate da Band
  2. Acusações de Serra sobre quebra de sigilo levam eleição para Justiça Comum
  3. Para Marcos Coimbra, do Vox Populi, denúncias de quebra de sigilo não beneficiaram Serra: “A bomba virou um traque”
Autor: Tales Faria Tags: , , , ,

quinta-feira, 9 de setembro de 2010 Eleições | 11:01

Vídeo antigo já mostrava venda de informações em plena cidade de São Paulo

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Vídeo enviado pelo leitor que se assina Paulo Rick (comentário 75 do artigo de Marcos Coimbra):

Notas relacionadas:

  1. Fichas sujas ganham tempo em São Paulo
  2. Aliados de Quércia em São Paulo abandonam Serra e lançam dobradinha Quércia/Dilma
  3. Marcos Coimbra: Serra caiu além do esperado e, em SP, disputa está longe da definição
Autor: Tales Faria Tags: , , ,

quarta-feira, 8 de setembro de 2010 Eleições | 11:40

Para Marcos Coimbra, do Vox Populi, denúncias de quebra de sigilo não beneficiaram Serra: “A bomba virou um traque”

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Em seu artigo de hoje sobre as denúncias de vazamento de sigilos fiscais, no jornal “Correio Braziliense”, o sociólogo Marcos Coimbra, presidente do Instituto Vox Populi de pesquisas eleitorais,  diz :

– Passados 15 dias de quando “estourou” o “escândalo”, as pesquisas mostram que seu impacto foi nulo. A “bomba” esperada pelos que torciam pelo fato novo virou um traque. Por mais que os “grandes” jornais tenham se esforçado para fazer do “escândalo da Receita” um divisor de águas, ele acabou sendo nada. Tudo continuou igual: Dilma lá na frente, Serra lá atrás.

Veja o texto na íntegra:

O fato novo

Marcos Coimbra

Quem, nas duas últimas semanas, leu os colunistas dos “grandes jornais” (os três maiores de São Paulo e Rio) deve ter notado a insistência com que falaram (ou deixaram implícito) que as eleições presidenciais não estavam definidas. Contrariando o que as pesquisas mostravam (a avassaladora dianteira de Dilma), fizeram quase um coro de que “nada era definitivo”, pois fatos novos poderiam alterar o cenário.

Talvez imaginassem (desconfiassem, soubessem) que uma “bomba” iria explodir. Tão poderosa que mudaria tudo. De favorita inconteste, Dilma (quem sabe?) desmoronaria, viraria poeira.

Veio o fato novo: o “escândalo da Receita”. Durante dias, foi a única manchete dos três jornais. É muito? Certamente que sim, mas é pouco, em comparação ao auxílio luxuoso da principal emissora de televisão do país. Fazia tempo que um evento do mundo político não ganhava tanto destaque em seus telejornais. Houve noites em que recebeu mais de 10 minutos de cobertura (com direito a ser tratado com o tom circunspecto que seus apresentadores dedicam aos “assuntos graves”).

Hoje, passados 15 dias de quando “estourou” o “escândalo”, as pesquisas mostram que seu impacto foi nulo. A “bomba” esperada pelos que torciam pelo fato novo virou um traque.

Por mais que os “grandes” jornais tenham se esforçado para fazer do “escândalo da Receita” um divisor de águas, ele acabou sendo nada. Tudo continuou igual: Dilma lá na frente, Serra lá atrás.

Tivemos, nesses dias, uma espécie de dueto: um dia, essa imprensa publicava alguma coisa; no outro, a comunicação da campanha de Serra a amplificava, dando-lhe “tom emocional”. No terceiro, mais um “fato” era divulgado, alimentando a campanha com um novo conteúdo. E assim por diante.

Um bom exemplo: o “lado humano” da filha de Serra ser alvo dos malfeitores por trás do “escândalo”. Noticiado ontem, virou discurso de campanha no dia seguinte, com direito a tom lacrimejante: “Estão fazendo com a filha do Serra o mesmo que fizeram com a filha do Lula”.

Há várias razões para que a opinião pública tenha tratado com indiferença o “escândalo”. A primeira é que ele, simplesmente, não atingiu a imensa maioria do eleitorado, por lhe faltarem os ingredientes necessários a se tornar interessante. O mais óbvio: o que, exatamente, estava sendo imputado a Dilma na história toda? Se, há mais de ano, alguém violou o sigilo tributário de Verônica Serra e de outras pessoas ligadas ao PSDB, o que a candidata do PT tem a ver com isso? É culpa dela? Foi a seu mando? Em que sua candidatura se beneficiou?

A segunda razão tem a ver, provavelmente, com a dificuldade de convencer as pessoas que o episódio comprove o “aparelhamento do estado pelo PT” ou, nas palavras do candidato tucano, a “instrumentalização” do governo pelo partido. Será que é isso mesmo que ele revela?

Se a Receita Federal fosse “aparelhada” ou “instrumentalizada”, por que alguém, a mando do PT (ou da campanha), precisaria recorrer a um estratagema tão tosco? Por que se utilizaria dos serviços de um despachante, mancomunado com funcionários desonestos? Não seria muito mais rápido e barato acessar diretamente os dados de quem quer que seja?

Não se discute aqui se alguém quis montar um dossiê anti-Serra ou se ele chegou a existir. Sobre isso, sabemos duas coisas: 1) é prática corrente na política brasileira (e mundial) a busca de informações sobre adversários, que muitas vezes ultrapassa os limites legais; 2) o tal dossiê nunca foi usado. As vicissitudes da candidatura Serra ao longo da eleição não têm nada a ver com qualquer dossiê.

O próprio “escândalo” mostra que a Receita Federal possui sistemas que permitem constatar falhas de segurança, rastrear onde ocorrem e identificar responsáveis. É possível que, às vezes, alguém consiga driblá-los. No caso em apreço, não.

No mundo perfeito, a Receita é inexpugnável, não existem erros médicos na saúde pública, todos os professores são competentes, não há guardas de trânsito que aceitam uma “cervejinha”. Na vida real, nada disso é uma certeza.

Todos esperam que o governo faça o que deve fazer no episódio (e em todas as situações do gênero): investigue as falhas e puna os responsáveis. Ir além, fazendo dele um “escândalo eleitoral”, é outra coisa, que não convence, pelo que parece, a ninguém.

Notas relacionadas:

  1. Marcos Coimbra, do Vox Populi, fala em nova fase de crescimento de Dilma e vitória no primeiro turno
  2. Marcos Coimbra, do Vox Populi, diz que “disparada” apontada pelo Datafolha é fantasiosa, não aconteceu
  3. Acusações de Serra sobre quebra de sigilo levam eleição para Justiça Comum
Autor: Tales Faria Tags: , , ,

segunda-feira, 6 de setembro de 2010 Eleições | 17:04

Duto de vazamento de Mauá rompeu sigilo de pelo menos 2.591 pessoas

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A Receita Federal acaba de revelar que 2.591 pessoas que estavam fora do domínio fiscal do escritório de Mauá tiveram seu sigilo rompido entre 1 de agosto e 8 de dezembro de 2009.

Segundo Antônio Carlos Costa D’Ávila, corregedor geral da Receita Federal, o fato de não serem moradores da região é um indício de “acesso motivado”, ou seja alguma irregularidade.

Notas relacionadas:

  1. Everardo Maciel: caso Eduardo Jorge x Receita ainda vai sangrar muito
  2. EJ vê “superficialidade” no inquérito da Receita sobre o rompimento de seu sigilo fiscal
  3. “O povão nem liga para essa história de sigilo fiscal”
Autor: Tales Faria Tags: , , ,

Eleições | 11:04

“O povão nem liga para essa história de sigilo fiscal”

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O presidente do PSB do Rio de Janeiro, deputado federal Alexandre Cardoso, tem uma opinião sobre as denúncias de vazamento de sigilos fiscais pela  Receita Federal muito semelhante a do comando da campanha da petista Dilma Roussef à Presidência, mas que poucos se arriscam a exprimir publicamente:

– O Bolsa Família é mais forte do que qualquer quebra de sigilo. Para as classes D e E, que compõem boa parte da população brasileira, o assunto não é grave, não importa.

Notas relacionadas:

  1. EJ vê “superficialidade” no inquérito da Receita sobre o rompimento de seu sigilo fiscal
  2. Álvaro Dias defende discussão da quebra do sigilo na campanha
  3. Acusações de Serra sobre quebra de sigilo levam eleição para Justiça Comum
Autor: Ana Paula Leitão Tags: , ,

sexta-feira, 3 de setembro de 2010 Eleições | 09:33

Vacarezza acha que trazer para a campanha o vazamento de sigilos fiscais vai aumentar taxa de rejeição a Serra junto ao eleitorado

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O líder do PT na Câmara, Cândido Vaccarezza (SP), acha que a estratégia tucana de trazer para a campanha o vazamento do sigilo fiscal de Verônica Serra, a filha do candidato José Serra, e do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge Caldas, vai acabar se revertendo contra eles próprios:

– Vamos esperar as pesquisas. Mas acho que isso vai acabar aumentando a rejeição ao Serra junto ao eleitorado.

Notas relacionadas:

  1. Eduardo Jorge espera liminar para já
  2. PSDB quer colocar quebra de sigilo na campanha, mas o PT não aceita
  3. Quebra dos sigilos era informação para políticos ou para reportagem?
Autor: Tales Faria Tags: , ,

quinta-feira, 2 de setembro de 2010 Eleições | 12:57

Quebra dos sigilos era informação para políticos ou para reportagem?

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São cada vez maiores as suspeitas entre políticos, tanto do governo como da oposição, de que havia um esquema de venda de informações entre funcionários da Receita Federal.

Há suspeitas até da existência, no mercado, de empresas  e ex-integrantes de órgãos de informação do governo especializados no levantamento e na venda de dados cadastrais de pessoas físicas e jurídicas.

Também são fortes as suspeitas da Polícia Federal de que estes esquemas alimentavam jornalistas investigativos de diversos veículos de comunicação

O vazamento dos sigilos fiscais do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge Caldas, e de Verônica Serra, filha do candidato tucano à Presidência, José Serra, provavelmente teria ocorrido dentro deste esquema.

A PF investiga, neste momento:

1) Se os dados foram produzidos mesmo para serem entregues a um jornalista;

2) Se esse jornalista estava a serviço de algum político ou de algum veículo de comunicação, em setembro de 2009, quando foi quebrado o sigilo.

Procurado pelo Poder Online, o ex-deputado José Mentor (PT-SP), que foi presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito do Banestado, acrescenta um dado curioso a essa história toda: boa parte dos nomes investigados integravam um relatório parcial da CPI que ele enviou ao Ministério Público.

– Nâo sei por que isso, mas realmente os nomes coincidem.

Notas relacionadas:

  1. Eduardo Jorge espera liminar para já
  2. Álvaro Dias defende discussão da quebra do sigilo na campanha
  3. Acusações de Serra sobre quebra de sigilo levam eleição para Justiça Comum
Autor: Tales Faria Tags: , , , , ,

quarta-feira, 1 de setembro de 2010 Eleições | 18:59

Acusações de Serra sobre quebra de sigilo levam eleição para Justiça Comum

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O PT bateu o martelo: vai mesmo processar José Serra, por acusar o partido de envolvimento na quebra do sigilo fiscal de sua filha, Verônica Serra.

Um dos coordenadores da campanha de Dilma, o deputado José Eduardo Cardozo (PT-SP), informa que serão duas ações, uma criminal e outra por danos morais.

Notas relacionadas:

  1. Dossiê: PT abre processo contra Serra por danos morais
  2. PSDB quer colocar quebra de sigilo na campanha, mas o PT não aceita
  3. Álvaro Dias defende discussão da quebra do sigilo na campanha
Autor: Andréia Sadi Tags: , , , , ,

Eleições | 17:30

Sigilio da Receita: PT estuda novo processo contra Serra

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Coordenadores da campanha de Dilma Rousseff se reuniram hoje em Brasília para avaliar um novo processo contra José Serra por acusar o PT e a campanha de serem responsáveis pela quebra de sigilo de Verônica, filha do tucano.

A campanha ainda não fechou posição sobre as representações porque considera que foram muitas declarações do adversário atacando a petista – que pode resultar em mais de um processo.

Notas relacionadas:

  1. No Ceará, Pimentel copia Roriz e usa número de serviço público
  2. Everardo Maciel: caso Eduardo Jorge x Receita ainda vai sangrar muito
  3. EJ vê “superficialidade” no inquérito da Receita sobre o rompimento de seu sigilo fiscal
Autor: Andréia Sadi Tags: , , ,

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