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domingo, 7 de outubro de 2012 Eleições | 13:38

Vitórias em São Paulo, Recide e Belo Horizonte pouco influirão em 2014, diz Marcos Coimbra

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Artigo do presidente do Instituto Vox Populi de pesquisas eleitorais, o sociólogo Marcos Coimbra, publicado hoje no jornal Correio Braziliense:

Três destaques

Sem desmerecer nenhuma, nestas eleições, o interesse nacional se concentrou em apenas três cidades.

Hoje à noite, saberemos o que nelas aconteceu – bem como em todas.

As eleições dos prefeitos de São Paulo, Belo Horizonte e do Recife motivaram mais discussões, receberam maior cobertura jornalística e foram mais atentamente acompanhadas que as outras. Mas não por ser as mais importantes.

É bom para qualquer partido, grupo político ou pretendente a candidato presidencial terminar a eleição como “vitorioso” nessas cidades. O que não quer dizer que seja inequívoco o significado da expressão “vitória”.

Tampouco é óbvio o impacto que sair-se bem nas três tem na política nacional ou estadual. Já tivemos tantas combinações de resultados que não faz sentido imaginar que só uma hipótese exista.

Em Belo Horizonte, por exemplo, o PT venceu a eleição de prefeito em 1992 com Patrus Ananias e o PSDB elegeu Eduardo Azeredo para o governo mineiro dois anos depois. O mesmo se repetiu em 2004 e 2006, com Fernando Pimentel e Aécio. O fato de o PT ter o prefeito da capital não foi garantia de sucesso na disputa seguinte para o governo do estado.

Assim como ocupar o Palácio da Liberdade não levou o PSDB à prefeitura da cidade.

Quanto às eleições presidenciais, a pouca vinculação entre escolhas locais, estaduais e nacionais fica evidente se lembrarmos que, em 2010, Marina Silva venceu o primeiro turno em Belo Horizonte, apesar do tamanho que PT e PSDB têm na cidade e em Minas.

A força de Eduardo Campos em Pernambuco não aumenta se o candidato que indicou, Geraldo Julio, vencer a eleição no Recife – hoje ou no segundo turno. Nem diminui se não.

Se vier a sofrer uma derrota (o que não parece provável), o governador continuará a principal liderança do estado. Se ganhar, apenas confirmará algo que ninguém discute.

E ele, mais que qualquer pessoa, sabe que não será o resultado do Recife que o tornará um presidenciável viável.

E São Paulo?

Não há exemplo maior da desconexão entre as eleições de prefeito e as outras que a vitória de Celso Pitta em 1996. O PSDB estava no governo do estado e na presidência da República, mas foi derrotado pelo herdeiro de Paulo Maluf.

Permanece no Palácio dos Bandeirantes desde 1994, apesar das mudanças na administração da capital.

Lula perdeu e ganhou eleições presidenciais com o PT na prefeitura. E as derrotas tucanas desde 2006 nada tiveram a ver com quem lá estava.

O que as eleições nas três cidades têm é importância política e simbólica. Nas sucessões estaduais e nacionais, não são decisivas.

O “grande duelo” deste ano, que ocorreria em São Paulo, tendo Lula de um lado e o PSDB do outro, não aconteceu – pelo menos por enquanto, pois não se pode excluir um segundo turno entre os dois. Celso Russomano alterou o jogo.

Qualquer que seja o resultado final, PT e PSDB sofreram com isso. Se um dos dois não estiver no segundo turno, mais que o outro. Mas nenhum terá a vitória que desejava.

No Recife, o PSDB ganha, mesmo se Daniel Coelho não vencer. Fez a coisa certa apostando na renovação, o que, em política, costuma gerar dividendos, se não no curto, no longo prazo. E o PT errou, confundindo-se em conflitos internos que impediram a manutenção da aliança com Eduardo Campos. Só por isso não estão juntos e não por “estratégia do PSB”, como alguns, equivocadamente, interpretam.

Quanto a Belo Horizonte, em qualquer cenário, o PT sai fortalecido da eleição. Pela primeira vez em vários anos, está unificado.

Mas não é mais hora de imaginar o que pode acontecer.

Notas relacionadas:

  1. PSB sonha manter aliança com PT e PSDB em Belo Horizonte
  2. Aécio prepara xeque-mate para o PT em Belo Horizonte
  3. Ciro Gomes tentou pacificar PT e PSB em Belo Horizonte
Autor: Tales Faria Tags: , , , , , , ,

quinta-feira, 4 de outubro de 2012 Eleições | 11:44

Russomano à vontade em festa da Record

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Muito querido na Record, Celso Russomano foi um dos convidados para o chá de bebê do filho de Vildomar Batista, principal diretor do núcleo artístico da emissora. A festa aconteceu em um buffet na Av. Ibirapuera, no fim da tarde dessa quarta-feira (3).

De olho no apoio das celebridades, Russomano não perdeu a oportunidade de aparecer e circulava entre os apresentadores da casa – entre eles Britto Jr, Giane Albertoni, Ana Hickmann, Val Marchiori, a Miss Brasil 2007 Natália Guimarães e Nicole Bahls – com bastante naturalidade.

No fim, nem precisou se esforçar muito, só sorrir: o próprio Vildomar não parava de aleardar pela festa “já cumprimentou nosso novo prefeito?”, “aqui está o nosso novo prefeito!”.

Notas relacionadas:

  1. Russomano acerta programa com Record
  2. Russomano estreia quadro em programa da Rede Record
  3. PRB reclama de ausência de Russomano em pesquisa
Autor: Bia Sant'Anna Tags: , , ,

quarta-feira, 3 de outubro de 2012 Eleições | 13:30

Cesar Maia: pode haver segundo turno em Belo Horizonte

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O ex-prefeito do Rio de Janeiro Cesar Maia (DEM) é candidato a vereador e pai de um dos candidatos a prefeito, Rodrigo Maia. Portanto, uma figura diretamente interessada nas eleições e que o mais das vezes embaralha seus interesses e divergências políticas com as análises que faz.

Mas de qualquer maneira é uma figura muito inteligente e especializado em análises de pesquisas eleitorais. Não pode ser ignorado.

É curiosa sua sua análise de hoje na newsletter eletrônica “O ex-Blog do Cesar Maia”:

IBOPE COMEÇA A MOSTRAR EFEITOS DA POLARIZAÇÃO COM CONFRONTO!

1. Em S. Paulo e Belo Horizonte os efeitos das polarizações com confronto começam a desequilibrar o quadro eleitoral anterior. Em S. Paulo, Serra e Haddad duelam e ficam parados. O que Russomanno perde (tendência antecipada pelo Twitter deste Ex-Blog), quem absorve é Chalita.

2. Chalita passou o primeiro mês de TV com 5% das intenções de voto e já chega a 10%. A diferença de Serra e Haddad para Russomanno de 8 e 9 pontos é a mesma da Chalita para Serra e Haddad. Mas com uma diferença: Serra e Haddad estão parados e Chalita cresce.

3. A probabilidade de Serra e Haddad alcançarem Russomanno é menor que a de Chalita alcançar Serra e Haddad. Por isso, a imprensa deveria incluir Chalita no quadro eleitoral que destaca. O vetor de crescimento de Chalita foi percebido por ele que em seu programa, em que chama a atenção para o confronto PT-PSDB e convoca  o eleitor para um voto útil, numa terceira via de harmonia. Vem dando certo.

4. Em Belo Horizonte, a polarização com confronto entre Lacerda e Patrus aproximou a ambos, mas para uma diferença que não será alcançada por Patrus. Mas essa diferença de 9 pontos abre a possibilidade, que não existia antes, de um segundo turno. Os demais candidatos (somando intenção de voto com números fracionários) já somam 5 pontos.

5. Isso ocorre pelo voto –nem um nem outro- que no caso de Belo Horizonte, infla os nanicos. Desta forma, há dois movimentos convergentes: crescimento de Patrus e crescimento dos nanicos. A diferença então passa a ser de 4 pontos para se chegar ao segundo turno, gerando uma possibilidade que não existia duas semanas atrás.

6. As duas demais pesquisas no Rio e em Curitiba ratificam a situação anterior. O crescimento dos líderes é apenas o efeito do voto –se vai ganhar marco ele- que sempre se dilui perto das urnas.

7. O cancelamento do debate em S. Paulo deve ter sido um alívio para a TV Globo, pelo risco do debate desempatar Serra e Haddad e a “culpa” ser da emissora.

Notas relacionadas:

  1. Medo da crise entre PT e PSB leva o PR a marcar convenção em Belo Horizonte para os 45 do segundo tempo
  2. Ciro Gomes tentou pacificar PT e PSB em Belo Horizonte
  3. Campos manda declaração ao PSB de Belo Horizonte segundo a qual nada teria dito a Dilma sobre Lacerda
Autor: Tales Faria Tags: , , , , ,

terça-feira, 2 de outubro de 2012 Partidos | 20:15

As raízes do PT

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O Núcleo de Estudos d’O Capital, vinculado ao PT, armou uma pequena barraquinha para vender seus livros na sala que dá acesso ao auditório em que Fernando Haddad (PT) será apoiado por artistas e intelectuais, num hotel no centro da cidade.

Há teses de mestrado e estudos que vão desde a História do PT, de Lincoln Secco, que sai por R$ 25, até uma análise da Revolução Cubana.

Notas relacionadas:

  1. A briga de cargos entre as tendências do PT
  2. Festa do PT: discrição, Lula e raízes
  3. Dirceu: “Regulação da mídia é a bandeira mais importante”
Autor: Marcel Frota Tags: , , , , , ,

domingo, 23 de setembro de 2012 Eleições | 10:36

Por que a discussão religiosa entrou na campanha de São Paulo?

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Marcos Pereira

Edson Aparecido

Antonio Donato

Às  vésperas das eleições municipais — e já tendo entrevistado os principais candidatos a vice-prefeito da cidade de São Paulo –, palco da disputa mais importante no país, Poder Online vai aproveitar esse últimos finais de semana que antecedem o pleito para ouvir os coordenadores das três campanhas melhor colocadas nas pesquisas.

Serão postos em discussão temas que tomaram o noticiário da semana .

Neste domingo, por exemplo, o assunto é a entrada do debate religioso na campanha. Foram feitas as mesmas perguntas para Marcos Pereira, presidente nacional do PRB e um dos coordenadores da campanha de Celso Russomanno (PRB); Edson Aparecido (PSDB), coordenador-geral da campanha do tucano José Serra; e Antônio Donato, presidente municipal do PT paulistano e coordenador-geral da campanha do petista Fernando  Haddad.

Eis o que eles argumentam:

Poder Online – Quem  está puxando a discussão sobre religião nas eleições paulistanas?

Marcos Pereira – Acho  que sobretudo a mídia tem tentado vincular o PRB à Igreja Universal. Desde o início a mídia vem colocando isso. A gente diz que não é assim, mas não adianta.

Edson Aparecido – Este debate acontece porque um dos candidatos de forma explícita transforma a igreja em sua principal base eleitoral. Isso suscita o debate e é motivo de preocupação para as demais denominações, mas essa questão não está sendo colocada pelo eleitor. Ela é colocada pelo Russomanno.

Antônio Donato – Acho que as candidaturas do Serra e do Russomanno buscam de maneira formal o apoio das igrejas e isso puxou a discussão. Eles é que foram atrás das igrejas como forças políticas.

Poder Online – Por que o assunto entrou em pauta?

Marcos Pereira – Acho que isso acontece devido a um mal entendido e um tremendo preconceito de uma parcela da sociedade. Minha fé religiosa não interfere em nada nas minhas questões políticas, mas só porque sou da Universal há esse preconceito. Se não fosse, não teria esse preconceito.

Edson Aparecido – Não sei. É estratégia dele.

Antônio Donato – Não sei, eles é que têm de explicar. Acho que tem de haver um diálogo com todos os setores, inclusive com as igrejas, mas sem misturar as coisas.

Pode Online – Essa discussão é boa ou ruim para a sua campanha?

Marcos Pereira – Para minha campanha é indiferente porque o eleitor não está preocupado com o debate religioso, está preocupado com os problemas e quer saber quais serão as soluções para a cidade.

Edson Aparecido – Temos um tratamento igual para todos. Estamos discutindo os serviços públicos, queremos trabalhar pela cidade, para toda a cidade. A discussão religiosa não deve pautar a disputa embora o Serra dialogue com todas as igrejas e reconheça as parcerias importantes que são feitas entre elas e a Prefeitura e também queira discutir a maneira como poderá fazer mais parcerias e não o uso delas como currais eleitorais.

Antônio Donato –Não acho que essa discussão seja ruim para nossa campanha, essa discussão é ruim para todos, inclusive para a Igreja.

Poder Online – E para o país?

Marcos Pereira – Ela é péssima porque o país é laico, o Estado é laico e precisamos manter a  laicidade do estado. Não se discutem os problemas. Não levantei essa bandeira de religião, discutimos política. Porque alguns membros (do PRB) são da Igreja a maioria de vocês (jornalistas) quer tornar o partido religioso.

Edson Aparecido – Não contribui. Não nos ajuda para que possamos esclarecer o cidadão sobre quem é o mais preparado e quem tem as melhores propostas.

Antônio Donato – Se é ruim para a sociedade, é ruim para todos.

Notas relacionadas:

  1. Aníbal chama de factóide o escritório eleitoral de Serra
  2. Coordenador tucano vai a Cingapura para congresso de cidades sustentáveis
  3. Edson Aparecido afirma que permanecerá na coordenação da campanha de Serra
Autor: Marcel Frota Tags: , , , , , , , ,

quinta-feira, 20 de setembro de 2012 Eleições | 08:58

A contabilidade da nomeação de Marta Suplicy

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Noves fora, o PT fez a conta e concluiu que a nomeação de Marta Suplicy para o Ministério da Cultura só fez diminuir a participação física da senadora e ex-prefeita paulistana na campanha de Fernando Haddad para a Prefeitura de São Paulo.

Se debitar dessa conta o noticiário segundo o qual a nomeação teria sido pagamento pelo apoio a Haddad, há quem diga que o resultado foi negativo.

A contabilidade agora está sendo utilizada como argumento de que Marta não foi tomeada em troca do apoio, pois seria burrice da grossa de quem apressou a posse.

Notas relacionadas:

  1. Haddad vai a apartamento de Marta Suplicy
  2. Marta Suplicy volta à cena eleitoral paulistana em encontro petista
  3. Paulinho diz que nomeação de Brizola Neto é pagamento de dívida passada e não o obriga a apoiar Haddad
Autor: Tales Faria Tags: , , , , ,

Eleições | 05:01

“Campanha é assim, a gente acredita até o fim”, diz aliado de Chalita e Mario Kertész

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O deputado Lúcio Vieira Lima divide com seu irmão Geddel Vieira Lima o controle do PMDB da Bahia.

Por obra e graça dos dois, o partido lançou a candidatura de Mario Kertész a prefeito de Salvador. Mas o candidato não emplacou, segundo as pesquisas eleitorais.

Abordado no Salão Verde da Câmara sobre as chances de Kertész, Lúcio vaticinou: “Vai ganhar.”

Ante os protestos do interlocutor , ele replicou:

“Ouvi agora do Gabriel Chalita (PMDB) no plenário, que o José Serra (PSDB) já está fora do segundo turno e que ele, Chalita, é que vai disputar com o Celso Russomano (PP). Campanha é assim, amigo, a gente acredita até o final.”

Pano rápido.

Chalita, assim como Kertész, circula ali pelos 6% nas pesquisas.

Notas relacionadas:

  1. Kertész é multado por propaganda antecipada em Salvador
  2. O principal aliado de Chalita
  3. Comunicação da campanha de Chalita acha que é hora de atuar sobre eleitor de Serra
Autor: Tales Faria Tags: , , , , ,

domingo, 16 de setembro de 2012 Eleições | 12:06

Eleição em São Paulo não deve mudar relação do PSD com o governo federal, diz vice de José Serra

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Secretário de Educação do município de São Paulo, Alexandre Schneider (PSD) foi pinçado pelo tucano José Serra como o candidato a vice-prefeito de sua chapa para se contrapor ao jovem ex-ministro da Educação Fernando Haddad, escolhido pelo ex-presidente Lula como candidato do PT à Prefeitura da capital paulista.

Último entrevistado da série que o Poder Online realizou com os candidatos a vice de São paulo (já foram postadas entrevistas com os vices de Soninha, Fernando Haddad, Gabriel Chalita, Celso Russomano, Carlos Gianazzi e Paulinho da Força) Schneider não aceita discutir a quem o PSD apoiará, caso sua chapa não vá para o segundo turno. Mas ele admite que o partido, em qualquer situação, continuará aliado do governo federal.

Alexandre Schneider abre as baterias contra a herança que Kassab receu da administração da petista Marta Suplicy na cidade, especialmente na área de Educação.

Poder Online – Como foi a conversa para decidir pelo seu nome na vice?
Alexandre Schneider –
O Serra me procurou na noite anterior ao anúncio. Ele me disse que tinha de finalizar algumas conversas. Disse que estava falando com o Kassab, Alckmin, Aloysio Nunes Ferreira, com os partidos da base e que a tendência era pelo meu nome. Mas ele disse que tinha de fazer algumas reuniões e que não tomaria uma decisão sem a aprovação desses principais personagens, especialmente o governador Geraldo Alckmin, que era uma pessoa que ele fez questão de consultar antes de bater o martelo. Ao longo do período, o prefeito sempre colocou o seguinte: o PSD estará com o Serra de qualquer jeito. A relação entre os dois é muito forte, uma relação política, mas também uma relação pessoal, de confiança mútua. Então o Kassab nunca se sentiu à vontade para exigir alguma posição na chapa. Ele aceitaria nomes de outros partidos. E agradeci ao Alckmin no dia seguinte ao anúncio, por telefone.

Poder Online – Por que o Serra caiu nas pesquisas?
Alexandre Schneider –
Acho que é um movimento natural das pesquisas. A eleição está começando agora. O que posso dizer é que temos muita confiança de que vamos para o segundo turno e vamos ganhar a eleição.

Poder Online – Por que tem tanto eleitor tucano declarando voto no Russomanno?
Alexandre Schneider –
Russomanno está pegando votos de todo mundo. É natural. Ele é uma pessoa conhecida, tem um perfil de comunicador. Não é um voto ideológico. Não é um voto de direita ou de esquerda, tanto que ele pega votos dos dois lados. É o voto de alguém que pega um papel olha e diz: “Vou votar neste aqui porque o conheço”.

Poder Online – Surpreendeu esse fenômeno Russomanno?
Alexandre Schneider –
Todo mundo sempre imagina que uma eleição em São Paulo se dará entre o PT e o PSDB. Sob esse ponto de vista, ele ter se desgarrado é algo novo. Mas 2008 também o Kassab acabou rompendo esta polarização histórica.

Poder Online – A área da Educação em São Paulo está boa?
Alexandre Schneider –
É infinitamente melhor do que o que o PT nos legou e acho que a colocamos num caminho virtuoso e só tende a ficar melhor.

Poder Online – Precisa melhorar mais?
Alexandre Schneider –
Tudo precisa melhorar em São Paulo. A Saúde, os transportes, a Educação. Veja, tudo está numa situação muito melhor do que recebemos, mas a cidade hoje quer e nós também queremos melhorar ainda mais. Gestor público não pode se acomodar e achar que está tudo bem.

Poder Online – O senhor é contra a política dos CEUs? O PT o acusa de não ter feito nenhum CEU além dos que já haviam sido licitados durante a gestão Marta?
Alexandre Schneider –
Não, de jeito nenhum. O PT leva tão a sério essa função de ser oposição que tem dificuldade para reconhecer o mérito de uma gestão que manteve e melhorou um projeto que era deles. Essa acusação do PT é pífia. Encontramos os CEUs com problemas de infraestrutura, piscinas quebradas, materiais sumiram, câmeras de vídeo, gravadores… Os funcionários estavam em greve porque estavam sem receber havia seis meses. Então não havia aulas nas atividades culturais. Esses eram os CEUs. Essa história de que estavam licitados é uma balela. Os terrenos não tinham sido comprados. Tivemos que comprar os terrenos. Colocamos os CEUs antigos e novos para funcionar. Acho os CEUs importantes, mas não dá para descuidar, como o PT descuidou, da educação como um todo.

Poder Online – Se não for para o segundo turno, o senhor acha que o PSD procuraria apoiar alguém em separado dos atuais aliados?
Alexandre Schneider –
Dependerá de muita coisa. Isso é uma hipótese com a qual não trabalhamos nesse momento. Essa questão não está colocada para nós. Temos certeza de que vamos para o segundo turno.

Poder Online – Independente do resultado da eleição, o senhor acha que algo muda na relação do PSD com o PT depois desta disputa?
Alexandre Schneider –
Ainda é muito cedo para pensarmos no futuro. Temos de estar focados nesta eleição e nas eleições em que o partido disputa em outros lugares do Brasil.

Poder Online – Uma vitória na eleição em São Paulo promoveria alguma mudança na relação do PSD com o governo federal?
Alexandre Schneider –
Acredito que não. O Kassab é um político muito correto e muito sincero. Ele não rompe com acordos que eventualmente tenha feito. No plano nacional não acredito que mude muito.

Poder Online – O senhor acha que o PSD deve lançar candidatura própria para o governo do estado?
Alexandre Schneider –
Não sei, não sei. O jogo de 2014 está muito distante. Não dá para pensar nisso quando estamos tão envolvidos nas eleições municipais. Hoje o principal objetivo do PSD é se fortalecer em todos os estados nesta que é a primeira eleição dele.

Poder Online – O senhor se sente a vontade para matricular o seu filho numa escola pública hoje?
Alexandre Schneider –
Meu filho mais novo está na educação infantil. Sinto-me à vontade, mas acho que essa é uma questão de foro íntimo, vamos dizer assim. A qualidade das escolas da cidade melhorou absurdamente. Colocaria meu filho numa unidade de educação da Prefeitura com tranquilidade. Por outro lado, talvez se meu filho tivesse vaga na educação infantil com 6 mil crianças para fora, essas mães não entendessem que o secretário de Educação não teve uma prioridade por ser secretário.

Notas relacionadas:

  1. Coordenador da campanha petista diz que escolha feita por Serra para vice o aproxima ainda mais de “gestão mal avaliada”
  2. Escalada para responder a vice de Serra, Nádia Campeão sugere que PSDB tem de resolver crise interna antes de criticar
  3. Vice de Serra diz que adversários erraram ao citar dados de Educação
Autor: Marcel Frota Tags: , , , , , ,

quinta-feira, 13 de setembro de 2012 Eleições | 05:01

Suplicy defende acordo de troca de apoios com o PSDB no segundo turno

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O senador petista Eduardo Suplicy (SP) não pensa como o colega tucano Aloysio Nunes Ferreira (SP), que considera inviável um acordo de apoio mútuo entre PT e PSDB, caso somente um dos dois partidos vá para o segundo turno nas eleições em São Paulo.

– Acho difícil, mas não é impossível – disse Suplicy ao Poder Online.

Ele lembra que em 2000 participou da conversa em que o então governador Mario Covas (PSDB) apoiou Marta Suplicy (PT)  para prefeita:

– É verdade que Covas estava mais próximo do PT do que o Serra hoje está. Mas temos um passado em comum. Eu mesmo votei no Serra para presidente da UNE (União Nacional dos Estudantes) em 1963, e concorri a deputado estadual, em 1988, por sugestão dele. Para um eventual acordo no segundo turno, basta que discutamos um programa mínimo conjunto. Isto não é impossível.

Notas relacionadas:

  1. PT e PSDB acham que JN determina realização de segundo turno
  2. O que fazer no segundo turno de São Paulo?
  3. Cacique tucano não aceita acordo com o PT no segundo turno de São Paulo
Autor: Tales Faria Tags: , , , ,

quarta-feira, 12 de setembro de 2012 Eleições | 06:19

Cacique tucano não aceita acordo com o PT no segundo turno de São Paulo

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Amigo do peito de José Serra e Fernando Henrique Cardoso, o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) é considerado hoje como talvez a mais perfeita tradução do alto tucanato paulista no Congresso.

Poder Online perguntou-lhe sobre a possibilidade de um pacto de apoio mútuo entre o PSDB e o PT, caso somente o candidato de um dos dois partidos a prefeito de São Paulo vá para o segundo turno.

Eis sua resposta:

– Não cogito na hipótese de não irmos para o segundo turno. Além disso, um acordo desses seria impossível. É como falar de habitantes em Marte. Temos diferenças fundamentais, inconciliáveis com o PT. Trata-se de um partido que se avacalhou, sem ideologia, que busca o poder pelo poder. Fora de qualquer possibilidade!

Notas relacionadas:

  1. Temer: apoio ao PT em São Paulo só no segundo turno
  2. PT e PSB no Ceará: possibilidade de aliança no segundo turno evita rompimento definitivo
  3. O que fazer no segundo turno de São Paulo?
Autor: Tales Faria Tags: , , , ,

terça-feira, 11 de setembro de 2012 Eleições | 18:31

Ônibus da Prefeitura em evento de Haddad

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Militantes do PT chegam para evento de Fernando Haddad em ônibus da Prefeitura.

Segundo afirmam, o veículo foi fretado para o ato. Veja:

Notas relacionadas:

  1. Petistas de SP perderam o melhor da festa
  2. Por que Haddad pediu para sair mais cedo
  3. Vice de Haddad, Nádia Campeão promete pressionar por maior participação das mulheres na Prefeitura
Autor: Marcel Frota Tags: , ,

quinta-feira, 6 de setembro de 2012 Eleições | 13:01

O que fazer no segundo turno de São Paulo?

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No caso de Celso Russomanno ir mesmo para o segundo turno, PT e PSDB estarão em apuros.

Nos dois partidos já se começa a discutir, em caso de derrota, o que é pior: apoiar Russomanno ou o arquiinimigo PT/PSDB?

No PSDB, uma ala não tem dúvidas: os aliados do governador Geraldo Alckmin já trocam figurinhas há muito tempo com o PTB, que cedeu o vice para Russomano.

Notas relacionadas:

  1. Temer: apoio ao PT em São Paulo só no segundo turno
  2. Chalita não pensa em compor com Russomanno
  3. Em São Paulo, Alckmin também vence com Celso Russomanno ou Chalita
Autor: Tales Faria Tags: , , , , , , ,

terça-feira, 4 de setembro de 2012 Eleições | 20:02

Comitê poupa Serra e responde Marta com nota assinada pelo vice

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O comitê de José Serra (PSDB)  divulgou nota assinada pelo vice na chapa, Alexandre Schneider (PSD), para responder aos ataques que a ex-prefeita Marta Suplicy (PT) fez no twitter dela.

A nota, que procura poupar Serra da discussão, diz que “Marta entra na campanha municipal pela porta dos fundos. Postou, hoje, diversos tweets mentirosos a respeito da sua administração na cidade”.

Sobre o foco da motivação que levou Marta a chamar Serra de mentiroso, a dívida deixada pela Prefeitura paulistana, a nota diz que a petista deixou “cerca de 10 milhões de reais em cheques sem fundo”.

O documento destila ironia ao dizer que Marta foi rejeitada três vezes.

“Marta acha que fez um governo razoável. A população acha o contrário. Mandou-a para casa em 2004. Mandou-a para casa, de novo, em 2008, quando ela perdeu, de lavada, para Kassab; o PT também parece não ter acreditado que a gestão da ex-prefeita foi, minimamente, razoável. Nem deixou ela concorrer agora, em 2012″, diz a nota.

Notas relacionadas:

  1. Marta poupa tucano de olho no voto martysio
  2. Mercadante responde ao jingle de Marta
  3. Marta Suplicy: “Serra é o candidato a prefeito do PSDB”
Autor: Marcel Frota Tags: , , ,

Eleições | 13:25

Alckmin, a esfinge, ficou ao celular

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O governador Geraldo Alckmin (PSDB) ficou no seu iPhone durante boa parte do debate de ontem na Rede TV entre os candidatos a prefeito de São Paulo.

Checou e respondeu emails, entrou no Instagram e em sites de notícias. Na tela de fundo, uma foto de Dona Lu.

Não esboçou muitas reações.

Só riu quando a Soninha (PPS) perguntou a Fernando Haddad (PT) sobre a aliança com o ex-prefeito Paulo Maluf (PP).

E soltava um sorrisinho enigmatico a cada vez que o amigo Gabriel  Chalita (PMDB) batia no tucano José Serra…

Notas relacionadas:

  1. Eduardo Campos culpa PT de São Paulo pelas dificuldades em levar o PSB para Haddad
  2. Haddad: um candidato à procura da vice
  3. Eduardo Campos corre para São Paulo para tentar convencer Erundina a voltar atrás
Autor: Bia Sant'Anna Tags: , , , ,

Eleições | 08:37

Kassab cochila durante debate dos candidatos em São Paulo

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Esse aí de cabeça pendente é o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, assistindo nos estúdios da Rede TV ao debate de ontem entre os candidatos à sua sucessão.

Quer dizer, assistindo mais ou menos.

Bem em frente ao governador Geraldo Alckmin(PSDB), Kassab dormiu e acordou pelo menos três vezes. Uma das quais ajudado pelo assessor, com uma pequena cotovelada.

O prefeito não aguentou ficar até o final. Por volta da meia noite bateu em retirada. Junto com Alckmin.

(Colaboração de Bia Sant’Anna)

Notas relacionadas:

  1. Serra e Kassab deixam o debate em São Paulo
  2. Kassab faz campanha durante o expediente
  3. Kassab vence debate entre pré-candidatos tucanos
Autor: Bia Sant'Anna Tags: , , , ,

quinta-feira, 30 de agosto de 2012 Eleições | 09:33

Em São Paulo, Alckmin também vence com Celso Russomanno ou Chalita

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A queda do tucano José Serra nas pesquisas eleitorais para a prefeito de São Paulo reacendeu velhas desconfianças dos serristas em relação ao governador Geraldo Alckmin (PSDB).

Os aliados de Serra lembram que Celso Russomanno (PRB) só é candidato graças à força que recebeu do PTB, comandado em São Paulo por Campos Machado, um fiel escudeiro de Alckmin.

De quebra, lembram que o governador também é muito ligado a outro candidato a prefeito, Gabriel Chalita (PMDB).

Notas relacionadas:

  1. Alckmin fecha apoio do PSB em São Paulo
  2. Chalita e Serra disputam apoio de Maluf
  3. Chalita destaca boa relação com Alckmin, mas lembra: “não sou parte do projeto político dele”
Autor: Tales Faria Tags: , , , , ,

segunda-feira, 27 de agosto de 2012 Eleições | 07:01

Campanha de Temer para Chalita liberará Dilma em favor de Fernando Haddad

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Está nas mãos do vice-presidente da República, o peemedebista Michel Temer,  a participação da presidenta Dilma Rousseff no primeiro turno da campanha eleitoral em São Paulo.

Se Temer entrar fundo na campanha a prefeito de seu correligionário no PMDB, Gabriel Chalita, Dilma se sentirá liberada para também enfiar o pé na campanha do petista Fernando Haddad.

Notas relacionadas:

  1. Para peemedebista, “não há hipótese” de Chalita desistir da candidatura
  2. Haddad afirma que apoiaria Chalita no segundo turno se não participar de disputa
  3. Haddad e Chalita cancelam participação que fariam em seminário em São Paulo
Autor: Tales Faria Tags: , , , , , , ,

domingo, 26 de agosto de 2012 Eleições | 12:54

Vice de Soninha critica suas declarações a favor da liberação da maconha

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Em 2010, o PMN apoiou o tucano José Serra para presidente da República. Agora, rompeu com o PSDB e indicou Lucas Albano como candidato para vice na chapa de Soninha Francine (PPS) a prefeita de São Paulo.

Entrevistado da semana na série que Poder Online está fazendo com os candidatos a vice das eleições paulistanas, Albano afirma que desistiu da aliança com o PSDB porque os tucanos se juntaram ao PSD do prefeito Gilberto Kassab, que levou três deputados do partido e 50% do fundo partidário.

“Seríamos  mulher de malandro se aceitássemos” ficar numa mesma chapa que o PSD, afirma Albano. Ele insinua haver corrupção na gestão Kassab, “mas não tenho provas”.

Sobre Soninha, o vice critica as declarações de sua candidata a favor da liberação da maconha: “Ela não deve dar corda para esse tema.”

Poder Online – O PMN apoiou o Serra para presidente em 2010, mas agora não está com ele para prefeito. Não é incoerente?
Lucas Albano –
Nossa  primeira opção era continuar com a aliança de 2010, mas o PSDB se ligou PSD. O prefeito Gilberto Kassab tinha o direito de fundar um partido, mas entendemos que ele usou de todos os meios para isso. Tínhamos cinco deputados federais e ficamos com dois. E ele entrou na Justiça alegando que esses deputados teriam direito a carregar o fundo partidário. Perdemos praticamente 50% desse fundo.  O PSDB nos procurou, mas seríamos mulher de malandro se aceitássemos. Por isso formamos essa chapa com o PPS para apoiar a Soninha.

Poder Online – Com somente 5% das intenções de voto, como a candidatura chega ao segundo turno?
Lucas Albano –
Não temos muito tempo pela frente. Apostamos que pelo menos a Soninha consiga derrubar esses concorrentes mais polpudos, mas não será tarefa fácil. Temos de acreditar, senão já teríamos desistido. Eleição às vezes se decide na reta final.

Poder Online – A Soninha tem uma posição polêmica em relação à maconha. Ela já admitiu ter sido usuária e defende a legalização. O senhor concorda com ela sobre esse tema?
Lucas Albano –
Isso não deveria ser debatido nessa campanha. A mídia normalmente insiste nesse ponto. Isso é uma questão federal, não é de âmbito municipal. Para ser sincero, não tenho uma posição. Para mim isso é até uma questão mundial, envolve governos que estão comprometidos com isso.

Poder Online – Mas o senhor concorda com a opinião dela?
Lucas Albano –
Respeito a opinião dela.

Poder Online – Mas não concorda?
Lucas Albano –
Não é que não concordo. Respeito a opinião. Sinceramente não tenho posição. Ela deu essa declaração, eu respeito.

Poder Online – Não cria um desconforto isso?
Lucas Albano –
Não para mim não. A única coisa que acho é que ela não deve dar corda para esse tema. Ela devia dizer que o dia que for presidente ela responde sobre isso porque é um assunto de âmbito federal. Não adianta um candidato a prefeito ficar discutindo isso.

Poder Online – O que o senhor achou da ação da PM na Cracolândia?
Lucas Albano –
Não me inteirei muito sobre a questão, mas acho que isso não resolve. É a mesma coisa você ter um ninho de baratas na sua casa e meter a vassoura em algumas, mas não ir à causa, vai combater o efeito. O que eu vejo é que esse tipo de ação não resolve.

Poder Online – Aqui em frente ao prédio do PMN tem um prédio ocupado por moradores sem teto. Há outros na mesma situação aqui no centro, como tratar esse problema?
Lucas Albano –
Não acho que o governo tem de doar, mas vender num valor justo, de forma que o cidadão de baixa renda tenha condição de adquirir aquele imóvel num valor que ele possa pagar. Não um valor de marcado. Tem de ter um plano de habitação coerente com as condições dessas pessoas.

Poder Online – Qual o senhor acha que é o maior problema hoje em São Paulo por culpa da atual gestão?
Lucas Albano –
A questão da iluminação. Têm muitos locais que estão em completa escuridão. O Ilume só entra em ação quando as pessoas colocam a boca no trombone. As subprefeituras não atuam de forma eficiente. O problema de celeridade nas obras é crucial. Isso tem de ser revisto. Algo está acontecendo.

Poder Online – O quê? Corrupção?
Lucas Albano –
Corrupção tem, mas não posso provar.

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quinta-feira, 23 de agosto de 2012 Eleições | 05:01

Freixo e Russomano são surpresas que nasceram em erros no Rio e em São Paulo

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Assim como o bom desempenho de Celso Russomano (PRB) está sendo a novidade na disputa pela Prefeitura de São Paulo, nas eleições para prefeito do Rio de Janeiro a surpresa é o segundo lugar nas pesquisas para Marcelo Freixo (PSol).

Freixo ocupa um espaço no eleitorado carioca que era do PV, admite o deputado federal Alfredo Sirkis, ex-presidente nacional dos verdes, mas agora apenas filiado à legenda.

“O PV teve a chance de se tornar um grande partido depois das últimas eleições, quando a Marina Silva teve 20 milhões de votos. Mas o partido não quis, tratou mal a Marina. E ela se foi. Eu não voto no Freixo, e entendo que não é ele quem está acertando. O PV é que errou.”

Talvez esta seja uma boa lição para José Serra (PSDB) e Fernando Haddad (PT) em São Paulo.

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quarta-feira, 22 de agosto de 2012 Eleições | 08:29

Eleições em São Paulo: até tucanos admitem estarem surpreendidos

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De um deputado do PSDB da Bahia sobre a possibilidade de um segundo turno entre Celso Russomano (PP) e Fernando Haddad (PT) na eleição para prefeito de São Paulo:

– Veja como eleição é uma coisa surpreendente. Até um mês atrás, era inimaginável pensar o Serra fora do segundo turno.

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