Rose De Freitas | Poder Online

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Posts com a Tag Rose de Freitas

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013 Congresso | 15:24

Júlio Delgado canta ‘Esse cara sou eu’ para Rose de Freitas

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Os deputados Júlio Delgado (PSB-MG) e Rose de Freitas (PMDB-ES) saíram derrotados da eleição para a presidência da Câmara nesta segunda-feira, mas guardarão boas memórias de sua campanha em oposição ao agora eleito Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN).

Rose de Freitas: ‘Mau uso do recurso público tem que ter consequências’

Júlio Delgado:  ‘Não sou o Severino Cavalcanti da disputa’

Uma dessas cenas foi flagrada pela reportagem do iG, durante a gravação de uma entrevista com Rose, veiculada no último sábado. Delgado e Rose estavam reunidos para discutir a eleição logo antes da data e horário marcados pela deputada para receber a equipe do iG. Entre uma brincadeira e outra sobre a eleição na Câmara, o deputado do PSB até se arriscou na cantoria e interpretou Roberto Carlos para a colega.

Assista:

*Com imagens de Alan Sampaio, iG Brasília

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Autor: Luciana Lima Tags: , ,

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013 Congresso | 17:30

Rose de Freitas quer ser primeira a registrar candidatura à presidência da Câmara

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Rose de Freitas (PMDB-ES) não quer saber de perder tempo. A deputada pretende ser a primeira a registrar na tarde desta sexta-feira oficialmente sua candidatura à presidência da Câmara dos Deputados.

Relembre: Deputada do PMDB promete candidatura alternativa ao comando da Câmara

Ela passou a manhã em reuniões individuais com parlamentares e dedicará o fim de semana a pedir votos aos colegas deputados. Ela tem dito a aliados que pelos apoios que vem recebendo, acredita na realização de segundo turno na eleição na Casa, marcada para esta segunda-feira.

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Autor: Marcel Frota Tags: , ,

terça-feira, 15 de janeiro de 2013 Congresso | 09:00

Cobrando a fatura

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Apontado como favorito na disputa pela presidência da Câmara, o deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) está usando uma arma infalível para atrapalhar as pretensões do concorrente Júlio Delgado, do PSB.

Em setembro do ano passado ele ignorou o correligionário, Átila Lins (AM), e apoiou a indicação da então deputada Ana Arraes para a vaga de ministro do Tribunal de Contas da União.

Com o apoio do líder do PMDB, a mãe do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, venceu a disputa, deixando para trás inclusive um adversário de peso, o hoje ministro do Esporte, Aldo Rebelo (PC do B-SP).

Alves agora está cobrando a fatura.

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Autor: Vasconcelo Quadros Tags: , , , ,

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012 Congresso | 20:02

Deputada lança candidatura e desafia líder

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A deputada Rose de Freitas (PMDB) aproveitou o vazio do recesso e usou a estrutura da TV Câmara para lançar oficialmente, numa sessão extraordinária transmitida ao vivo, sua candidatura a presidência da Câmara nesta sexta-feira.

Em tom de fustigação ao correligionário Henrique Eduardo Alves (RN), o favorito cacifado pelas cúpulas do Congresso e do Palácio do Planalto, apostou na insatisfação.

Disse que não tem nada contra Alves apenas para lembrar que foi ela que o lançou como líder do PMDB na Câmara para o “eterno” mandato de sete anos ainda em vigor.

E pontuou as promessas assumidas e não cumpridas pelo líder: as reformas política e tributária e mudanças na estrutura de funcionamento da Casa.

De quebra, como cereja de sua plataforma, tocou no assunto que Alves mais tem evitado para não perder votos: o desgaste do legislativo diante das sucessivas interferências dos outros dois poderes.

Disse que a predominante insatisfação do plenário estimula a sensação de angústia, ineficiência e vazio, enquanto o legislativo “rasteja” diante da liberação de emendas, os deputados são monitorados (pelo governo) e o orçamento se transforma em balcão de negócios.

Lembrou que um dos sintomas do esvaziamento da atividade legislativa é ausência de interlocutores diante da crise institucional.

A Câmara, segundo ela, ficou à margem dos debates jurídicos que resultaram na cassação dos mandatos dos deputados condenados no mensalão.

“Quem denigre a imagem da Casa não é a imprensa, somos nós”, reconhece a deputada de seis mandatos. É um discurso dirigido ao mesmo baixo clero que elegeu Severino Cavalcanti.

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Autor: Vasconcelo Quadros Tags: , , ,

Sem categoria | 19:55

A salvação dos royalties

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O tempo agora conspira a favor das bancadas do Rio de Janeiro e Espírito Santo.

Animados com a liminar do ministro Luiz Fux, os deputados e senadores dos estados produtores montarão um esquema especial de vigilância para que cada veto seja analisado em separado, cumprindo rigorosamente o rito.

Como o tempo gasto para análise e votação de cada uma das matérias não ficará por menos de duas horas, a derrubada do veto dos royalties, o último dos 3.060, só ocorreria numa sessão em setembro do ano que vem.

Isso se o Congresso realizar sessão todos os dias e mantiver o plenário funcionando sem interrupção até a conclusão de todas as votações.

Se tiver que seguir o ritmo normal de cada veto, que são 30 dias até a definição, a conclusão só seria possível depois de cumpridos os prazos dos contratos de distribuição dos royalties em vigor.

“Estou feliz. Mas vamos permanecer vigiando”, diz o deputado Alessandro Molon.

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Autor: Vasconcelo Quadros Tags: , , , ,

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012 Congresso | 22:15

Apreciação do veto dos royalties fica para 2013

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A presidente Dilma Rousseff (PT) pediu e foi atendida: as sessões do Congresso para derrubar o veto ao projeto do royalties do petróleo só devem começar depois do recesso parlamentar, ou seja, no início de fevereiro, já com as novas Mesas da Câmara e do Senado.

A quarta-feira foi mais um dia de confusão no Congresso, mas acabou prevalecendo a determinação do ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, de obedecer a cronologia de análise e votação dos 3.060 vetos acumulados na fila.

Depois de abrir a sessão, a primeira vice-presidente da Câmara, Rose de Freitas (PMDB-ES), suspendeu novamente, para reabri-la no início da noite, quando boa parte dos deputados e senadores já havia deixado Brasília em direção às bases.

Ela chegou a conclusão que, para esvaziar a pauta dos vetos, seria necessário virar o ano, comendo e dormindo no plenário e, assim mesmo, correndo o risco de produzir uma confusão generalizada no país em função da polêmica que ronda muitas matérias.

Rose sinalizou que falta de tempo para analisar cada um dos vetos, poderia gerar resultados catastróficos.

– Há risco para tudo. Seria um tiro no escuro, uma balbúrdia – disse a deputada.

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Autor: Vasconcelo Quadros Tags: , , , , , ,

Congresso | 11:00

Henrique Eduardo Alves fará giro pelo Brasil em busca de apoio contra correligionária

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A atuação da deputada Rose de Freitas (PMDB-ES) na condução da sessão que aprovou a urgência para a votação do veto à distribuição de royalties ascendeu a luz amarela na campanha do líder do PMDB, Henrique Eduardo Alves (RN), à Presidência da Casa.

A avaliação interna é de que Rose perdeu votos em seu estado, mas se cacifou na disputa para a Presidência da Casa, agradando a maioria dos deputados que são de estados não produtores.

Diante da sensação de crescimento do nome de Rose, após a sessão, principalmente entre os deputados do chamado “baixo clero”, o líder do PMDB decidiu viajar a todos os estados no mês de janeiro.

Ele não terá recesso. O líder vai almoçar em um estado e jantar em outro.

A ideia é visitar todos os estados em pelo menos quatro viagens no fim de semana, fazendo reuniões políticas em busca de apoio.

Alves é o candidato do acordo entre PT e PMDB, firmado com apoio da presidenta Dilma Rousseff.

Esse acordo garante ao PMDB a presidência das duas casas no próximo ano.

Já Rose lançou sua própria candidatura sem apoio da cúpula do partido.

Na semana passada, ela foi acusada pela bancada do Espírito Santo de ter traído o interesse dos capixabas na questão dos royalties ao não suspender a tumultuada sessão.

Antes da atuação de Rose na tumultuada sessão dos royalties, uma pesquisa feita pelo também candidato Júlio Delgado (PSB-MG) ouviu 401 deputados e apontou Henrique Eduardo Alves em primeiro lugar com 160 votos.

Segundo esse levantamento, Delgado ficou em segundo, com 90 votos, e Rose em terceiro, com 70 votos.

Os que ainda não haviam decidido somavam 81 votos.

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Autor: Luciana Lima Tags: , , ,

Congresso | 09:00

“Decisão do Supremo Tribunal Federal tem de ser cumprida”, diz deputada do PMDB

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Candidata a presidência da Câmara dos Deputados em oposição ao líder de seu partido, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) – o favorito na disputa – a deputada Rose de Freitas (PMDB-ES) já definiu um dos itens da plataforma para a campanha que ganhará força em janeiro.

– A decisão do Supremo Tribunal Federal tem de ser cumprida. Depois vamos ver onde falhamos – diz a deputada, destoando do discurso bélico do atual presidente da Casa, Marco Maia (PT-RS) e do silêncio de Alves sobre o tema.

Ela afirma que a cassação é uma prerrogativa da Câmara, mas pondera que, diante da decisão, não há mais o que fazer a não ser encontrar uma saída política que supere a crise.

– A crise institucional existe, está instalada. Não é só um impasse – afirma.

Rose observa que o STF está legislando no vácuo de poder e reconhece que a decisão que retirou a prerrogativa é desgastante para a Câmara.

Para a deputada, a Câmara deveria ter tomado providências antes que o STF o tivesse feito.

– Temos de cortar na própria carne – reclama.

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Autor: Vasconcelo Quadros Tags: , , , , ,

domingo, 16 de dezembro de 2012 Congresso | 11:00

Entregando o ouro

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A irritação das bancadas do Rio de Janeiro e do Espírito Santo com a deputada Rose de Freitas (PMDB-ES) não é só pela maneira com que ela conduziu a tumultuada sessão do Congresso que resultou na aprovação da urgência para votar a derrubada do veto sobre a proposta dos royalties.

Os deputados se ressentem de terem confiado à vice-presidenta da Câmara seu principal argumento jurídico para derrubarem a sessão: o veto não estava oficialmente na pauta. O argumento chegou à Mesa do Congresso logo após a reunião com Rose. Depois disso, uma nova pauta, com a devida inclusão foi divulgada.

“Não tínhamos maioria, então nossa argumentação era jurídica”, reclamou o deputado Lelo Coimbra (PMDB-ES).

“Essa nova pauta não tem validade alguma”, ponderou o deputado Alessandro Molon que questiona esse ponto em um mandado de segurança apresentado ao Supremo Tribunal Federal (STF)

Já Rose de Freitas se defendeu: “Só fiz o que estava no regimento”.

Notas relacionadas:

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  3. Rose de Freitas quer adiar exame do veto
Autor: Luciana Lima Tags: ,

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012 Congresso | 18:43

Rose de Freitas quer adiar exame do veto

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Primeira vice-presidente da Câmara, a deputada Rose de Freitas (PMDB-ES) vai pedir ao presidente do Congresso, senador José Sarney (PMDB-AP), que transfira para o próximo ano a análise dos vetos de Dilma Rousseff ao projeto de redistribuição dos royalties do petróleo.

A votação dos vetos foi marcada para a próxima terça-feira numa sessão do Congresso presidida por Rose – a atuação dela foi muito criticada pelos colegas do Rio e do Espírito Santo, que a acusam de ter desrespeitado o regimento para beneficiar os estados não produtores de petróleo. Ela é coordenadora da bancada cabixaba.

Rose afirmou que irá ainda hoje encontrar-se com Sarney no Palácio do Planalto (o senador está no exercício da Presidência da República) para fazer o pedido.

Segundo ela, o assunto precisa ser mais discutido.

A derrubada do veto ainda em 2012 permitiria a redistribuição dos royalties já no próximo ano.

Notas relacionadas:

  1. Rose de Freitas, candidata a vice-presidente da Câmara
  2. Primeira mulher a presidir o Congresso, Rose de Freitas prepara-se para disputar a Presidência da Câmara
  3. Royalties: deputado protocola ação no STF contra análise de vetos
Autor: Luciana Lima Tags: , ,

Brasil | 12:00

Royalties: os argumentos do governo do Rio

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Do ‘Informe do Dia’ de hoje:

Argumentos do Rio

A Procuradoria Geral do Estado do Rio de Janeiro concluiu a ação que será levada ao Supremo Tribunal Federal assim que for sacramentada a redistribuição dos royalties do petróleo. O Palácio Guanabara  sustenta que a mudança é inconstitucional.

A argumentação a ser levada ao STF se baseia em três pontos: 1. Simetria — estados afetados pela exploração de petróleo têm que receber parcela diferenciada dos royalties; 2. Quebra de contrato — a alteração desrespeita direitos adquiridos; 3. Intromissão indevida de estados em outros integrantes da federação.

Raiva de Rose 1

Deputados federais do Rio e do Espírito Santo estão irritadíssimos com a colega capixaba Rose de Freitas (PMDB). Apesar de ser de um estado produtor de petróleo, ela, na presidência da sessão de ontem do Congresso, favoreceu os não-produtores.

Raiva de Rose 2

Eles acusam Rose de desrespeitar o regimento e de ter revelado a estratégia definida em reunião de bancada para impedir a votação desta quarta-feira. Para os parlamentares, ela agiu de olho em sua candidatura à Presidência da Câmara.

Notas relacionadas:

  1. Maia confirma votação de projeto dos royalties
  2. Royalties da mineração
  3. A nova-velha proposta dos royalties
Autor: Fernando Molica Tags: , ,

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012 Brasil, Congresso | 10:00

Impasse sobre cassação alimenta disputa na Câmara

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A prerrogativa sobre o destino dos deputados condenados no mensalão alimenta a disputa de bastidor entre os deputados Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), Rose de Freitas (PMDB-ES) e Júlio Delgado (PSB-MG), os três pretendentes a sucessão de Marco Maia (PT-RS) na presidência da Câmara.

Um único ponto une os três candidatos: a necessidade de a Câmara se impor como poder independente, refutando a cassação automática de mandatos de parlamentares.

Os três falam em aguardar uma posição do STF, mas é o favorito, Henrique Eduardo Alves, quem mais se desvia de análises sobre o mérito ou o rito que daria ao caso. Não quer se incompatibilizar com os partidos dos condenados.

O PT de João Paulo Cunha (SP), o PP de Pedro Henry (MT) e o PR de Valdemar da Costa Neto (SP) têm somados 168 votos.

Como não se pode esperar que o STF decrete a perda imediata dos mandatos – a menos que, numa remotíssima hipótese, decida decretar a prisão dos condenados -, os candidatos fazem campanha apostando na lentidão do próprio Judiciário.

Ao contrário dos juízes de primeira instância, que podem mandar réus para cadeia enquanto julgam os recursos, o STF só executará medidas de restrição de liberdade depois do trânsito em julgado das sentenças. Assim, a decisão definitiva talvez nem seja conhecida no ano que vem.

Cunha, Henry e Costa Neto ainda votarão a derrubada do veto de Dilma no projeto dos royalties e ainda exercerão peso significativo na disputa pela presidência da Câmara, que será decidida em janeiro, logo depois do recesso parlamentar.

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Autor: Vasconcelo Quadros Tags: , , ,

Congresso | 06:30

Júlio aposta em Rose para derrotar Henrique

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Candidato à presidência da Câmara, o deputado federal Júlio Delgado (PSB-MG) vê com ótimos olhos a decisão de Rose de Freitas (PMDB-ES) de disputar o cargo.

A lógica é simples: a candidatura de Rose, atual primeira-vice presidente da Casa, aumenta as chances de realização de um segundo turno.

Uma segunda eleição, em tese, aumentaria as chances de Delgado.

O favorito para o cargo é o atual líder do PMDB, Henrique Eduardo Alves (RN), que conta com o apoio do Palácio do Planalto.

A disputa poderá contar com um quarto candidato, que seria lançado pelo chamado baixo clero da Câmara, deputados de menor visibilidade.

Em 2005, o azarão Severino Cavalcanti (PP-PE), lançado por deputados de pouco prestígio, aproveitou-se de um impasse entre os favoritos para conquistar a presidência.

Notas relacionadas:

  1. Julio Delgado diz que Bloco PSB-PDT-PCdoB agora tem mais chances de disputar a presidência da Câmara
  2. Rose de Freitas, candidata a vice-presidente da Câmara
  3. Julio Delgado: um candidato do PSB e do PSD contra o nome oficial do PMDB e do PT na Câmara
Autor: Fernando Molica Tags: , , ,

quarta-feira, 19 de setembro de 2012 Partidos | 05:01

Aberta temporada de disputa pela liderança do PMDB na Câmara

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No Congresso já é dado como certo que o líder do PMDB, deputado Henrique Eduardo Alves (RN), será o futuro presidente da Câmara.

Com isso, abriu-se uma disputa dentro de seu partido pelo cargo de líder.

Estão no páreo a vice-presidente da Câmara, Rose de Freitas (ES), o ex-líder do PR Sandro Mabel (GO), e os deputados Eduardo Cunha (RJ), Lúcio Vieira Lima (BA) , Danilo Forte (CE), Marcelo Castro (PI) e Manoel Junior (PB).

Ou seja, muita gente para um cargo só. O que mostra que essa é uma guerra ainda longe de se definir.

O que se diz é que o vencedor será aquele a quem Henrique Eduardo Alves preferir. O nome mais ligado ao atual líder é o de Eduardo Cunha. No entanto, é o que sofre maiores resistências do Palácio do Planalto.

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Autor: Tales Faria Tags: , , , , , , , , , ,

domingo, 22 de abril de 2012 Congresso | 11:58

Primeira mulher a presidir o Congresso, Rose de Freitas prepara-se para disputar a Presidência da Câmara

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O presidente do Senado exerce também o posto de presidente do Congresso Nacional. Seu vice, no entanto, não é o presidente mas quem esteja na Vice-Presidência da Câmara.

E a vice-presidenta da Câmara é a deputada Rose de Freitas (PMDB-ES).

Portanto, por força da licença médica do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), coube a uma mulher assumir pela primeira vez o cargo de presidenta do Congresso.

A deputada Rose de Freitas também acabou presidindo, na última quinta-feira, a sessão de criação da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) da Câmara e do Senado que investigará o envolvimento do banqueiro do bicho Carlinhos Cachoeira com o senador Demóstenes Torres (sem partido-GO).

Mas como pensa a primeira presidenta do Congresso Nacional? Poder Online foi ouvi-la.

Ficou claro que Rose de Freitas já elaborou até seu programa de gestão, caso seja eleita presidenta da Câmara, em vez do líder do PMDB, Henrique Eduardo Alves (RN).

Ela reclama da falta de discussão interna no seu partido e mostra-se como uma forte aliada da presidenta Dilma Rousseff.

Classifica a primeira mulher a assumir a Presidência da República como “uma presidenta feminina com olhar feminista”.

Poder Online – Como a senhora está vendo essa CPI?

Rose de Freitas – A primeiro movimento, que muito me agradou, foi o de os partidos terem indicado, como seus representantes na comissão, gente muito séria,  em condições de trabalhar fundo nas investigações. Isso é muito importante para o país num momento desses.

Poder Online – Mas a deputada Íris de Araújo (PMDB-GO), indicada pelo seu partido para a comissão, fez um discurso forte de ataque ao governador tucano Goiás, Marconi Perillo, a quem ela faz oposição e que é  um dos alvos da CPI. Isso não indica que o critério usado pelo PMDB pode ser o de transformar a comissão num palco de vinganças regionais?

Rose de Freitas – Realmente isso é complicado.  A CPI é uma oportunidade de a classe política retomar o bom convívio com a opinião pública, num momento em que o povo anda desacreditado dos políticos. Então nenhum de nós pode chegar lá com posições pré-determinadas.

Poder Online –Mas a CPI também não pode se transformar em pizza…

Rose de Freitas – Se seus membros tiverem uma postura séria, investigativa, de magistrados, sem posições pré-determinadas, ela não acabará em pizza. O povo não aguenta mais corrupção, assim como não aguenta mais essas artimanhas políticas. A CPI é uma grande oportunidade de fazer o povo acreditar novamente nos políticos, pois estamos todos, todas as autoridades  em xeque. No Executivo, houve as denúncias contra os ministros, que a presidenta Dilma soube enfrentar com prontidão e isso aumentou sua popularidade. O Judiciário também tem sido alvo de denúncias. Aqui no Espírito Santo foi descoberta uma corrupção avassaladora no Tribunal de Justiça. Então essa é a hora de virar o jogo, e a CPI será importantíssima para isso.

Poder Online – E como a senhora se sente sendo a primeira mulher a presidir o Congresso?

Rose de Freitas – Já presidi em outras sessões, mas como vice-presidente do Congresso, já que o presidente, o senador José Sarney, estava no exercício do cargo. Agora estou no exercício da Presidência, pois o senador está sob licença médica. Mas, respondendo à sua pergunta, sinto-me muito orgulhosa. Sempre que uma mulher assume uma posição dessas aumenta a confiança da população nas mulheres para qualquer outro cargo.

Poder Online – É o caso da presidenta Dilma?

Rose de Freitas – A presidenta Dilma foi mais importante ainda, porque ela assumiu sem se esquecer da questão de gênero. Eu diria que, além de ser uma presidenta feminina, ela é a primeira feminista a assumir o cargo. Dilma foi buscar outras mulheres para postos de importância em seu governo, fortalecendo a luta das mulheres. A verdade é que, infelizmente, ainda temos muito poucas mulheres na política e em cargos de relevância.

Poder Online – Quando a senhora dirige sessões da Cãmara ou do Congresso sente algum preconceito dos homens no plenário?

Rose de Freitas – As sessões do Congresso são muito objetivas, não dão margem a isso. Na Câmara, no início, senti algumas vezes. Mas acho que eu soube me impor. Também tive muito apoio das demais mulheres do Parlamento. Sempre que houve alguma atitude preconceituosa, todas nós nos juntamos, contei muito com o apoio das minhas companheiras. Hoje, acho que praticamente não há mais isso. Tenho visto inclusive muitos deputados assumindo essa questão como uma luta deles também.

Poder Online – Mas houve o episódio recente do líder do governo na Câmara, o Arlindo Chinaglia (PT-SP), que a desafiou. Disse para a senhora descer da Mesa Diretora para o plenário, e que não medisse o comportamento dele pela sua régua.

Rose de Freitas – É… Foi um episódio desrespeitoso. Eu até pensei em entrar com uma representação contra ele, mas estou segurando. Tenho a fita da sessão, mas resolvi esperar para ver se o Arlindo reflete sobre o assunto e volta atrás. Ele, inclusive, foi procurado por algumas de nossas colegas. Acho que o deputado é uma figura de rompantes, mas gosto dele.  Até votei no Arlindo para presidente da Câmara, quando ele acabou vitorioso. Não guardo mágoas. Apenas reflito sobre a representação porque acho que este tipo de atitude não pode ocorrer. Menos ainda com um líder do governo e com um ex-presidente da Câmara.

Poder Online – Por falar em Presidência da Câmara, a senhora é candidata?

Rose de Freitas – Na data de hoje, não. Tenho ouvido de vários partidos conversas nessa direção, mas sinceramente não estou candidata. Acho que hoje, qualquer candidatura terá que passar por uma ampla discussão de um programa de trabalho diferenciado para a Câmara.

Poder Online – Como assim?

Rose de Freitas – É preciso que a Câmara traga a população para discutir mais o país aqui dentro. Já até apresentei algumas propostas. Temos, por exemplo, as sextas-feiras sem votações no plenário. Devíamos usá-las para  sessões em que os diversos setores da sociedade viessem aqui debater  temas na ordem do dia do país como, por exemplo, o Código Florestal, que vai ser votado agora a toque de caixa. Tem também o problema dos projetos serem votados sem que o plenário tenha tempo para avaliá-los melhor. O relator entrega seu parecer quando quer. Os líderes se reúnem à tarde e a votação inicia à noite, varando a madrugada, com todo mundo cansado e com pressa. Não dá. E há matérias aqui que tramitam há anos sem necessidade dessa demora. Houve, há pouco, o caso do projeto que deu às avós o direito de visitar os netos. Tramitou durante 20 anos.

Poder Online –  E a candidatura do líder do PMDB, Henrique Eduardo Alves (RN), a presidente da Câmara?

Rose de Freitas – Não tenho condições de falar sobre isso. A vaga é do PMDB e o Henrique é o líder. Mas acho que o partido carece de maiores debates. As coisas do partido não podem ficar como dadas, sem discussões. Por exemplo: quais as posições políticas do PMDB? Que posições firmes temos tomado sobre assuntos importantes? Poderíamos, por exemplo, ser o partido da construção do pacto federativo, num momento em que os governos estaduais estão endividados e o Congresso está tratando da reforma tributária em fatias, em que temos a grande polêmica dos royalties. Mas o PMDB fica, apara a opinião pública, na discussão do fisiologismo. Isso não é bandeira de partido. Não me sinto à vontade nisso. Se o partido decidir pelo Henrique Eduardo Alves, teremos então que discutir com ele nosso programa. Mas ninguém faz isso. Daí acaba que até o Henrique fica com sua candidatuta questionada e marcada pelo fisiologismo.

Notas relacionadas:

  1. Rose de Freitas, candidata a vice-presidente da Câmara
  2. Dilma acena para uma mulher na Presidência da Câmara
  3. Vice-presidenta da Câmara promete ação contra líder do governo
Autor: Tales Faria Tags: , , , ,

quarta-feira, 11 de abril de 2012 Congresso | 06:01

Vice-presidenta da Câmara promete ação contra líder do governo

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A vice-presidenta da Câmara, Rose de Freitas (PMDB-ES), disse ao Poder Online que está preparando uma representação contra o líder do governo Arlindo chinaglia (PT-SP) na Corregedoria da Casa.

O motivo é o bate-boca ocorrido na sessão do dia 29 de março, quando Chinaglia — irritado com a colocação em pauta de um projeto de criação de estrutura permanente para as turmas recursais dos Juizados Especiais Federais e os respectivos cargos de juízes — atacou:

– A senhora pode ter o método que quiser, mas não queira usar da sua régua para dar a metragem para outros parlamentares.

Rose de Freitas afirma que reuniu as notas taquigráficas da sessão e teria provas de que , “isso foi o mínimo de que ele me xingou”.

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  2. Dilma acena para uma mulher na Presidência da Câmara
  3. Diário Oficial da União troca o mandato do líder do governo na Câmara pelo cargo de senador
Autor: Tales Faria Tags: ,

quarta-feira, 14 de março de 2012 Congresso | 11:01

Dilma acena para uma mulher na Presidência da Câmara

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Rose de Freitas e Dilma (Foto: Arthur Monteiro/ Agência Senado)

Não passou despercebida da cúpula do PMDB a atenção que a presidenta Dilma Rousseff deu ontem, na solenidade em homenagem às mulheres no Senado, ao discurso da vice-presidente da Câmara, Rose de Freitas (PMDB-ES).

Rose é considerada o nome mais forte no partido para se opor ao líder da bancada, Henrique Eduardo Alves (RN), numa eventual disputa pela Presidência da Câmara.

Depois de ouvir o discurso, a presidenta Dilma Rousseff se levantou e deu um longo abraço na deputada.

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  1. Rose de Freitas, candidata a vice-presidente da Câmara
  2. Outra presidenta com pneumonia
  3. União PSD e PSB na disputa da Câmara fortalece Rose de Freitas
Autor: Tales Faria Tags: , , ,

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012 Congresso | 19:04

Royalties entra em votação na semana que vem

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O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), reuniu em seu gabinetes líderes e governadores de estados não produtores para articular a votação, na semana que vem, do projeto que define a redistribuição dos royalties de petróleo.
A reunião que definiu a votação na semana que vem não estava agendada e pegou de surpresa a vice-presidente da Câmara, Rose de Freitas (PMDB-ES).

Notas relacionadas:

  1. Renan marca votação do pré-sal e adia a decisão dos royalties
  2. Outra presidenta com pneumonia
  3. Produtores e não-produtores unificam discurso para brigar por royalties do petróleo
Autor: Tales Faria Tags: , ,

segunda-feira, 17 de outubro de 2011 Congresso | 17:05

Produtores e não-produtores unificam discurso para brigar por royalties do petróleo

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Os senadores Francisco Dornelles (PP-RJ) e Lindberg Farias (PT-RJ) estão reunidos neste momento na Câmara com o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e a vice-presidente da Casa, Rose de Freitas (PMDB-ES), para unificar o discurso e estudar estratégias na batalha final em torno da nova distribuição dos royalties do petróleo.

O grupo sinaliza que vai até o fim na briga para preservar os contratos de áreas de exploração já licitadas.

Antes da reunião dos produtores, parlamentares dos estados não-produtores também se encontraram hoje, por volta das 14h30, na Câmara.

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Autor: Ana Paula Leitão Tags: , , , , ,

segunda-feira, 19 de setembro de 2011 Congresso | 15:00

As nove mulheres mais influentes do Congresso

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Manuela D´Ávila: influência (Foto: AE)

Na lista do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar com os 100 mais influentes do Congresso Nacional aparecem apenas nove mulheres.

Proporcionalmente, o número de mulheres com influência está abaixo dos 15% da participação delas no Parlamento. Eis a lista das top 9:

Deputadas: Alice Portugal (PCdoB-BA), Ana Arraes (PSB-PE), Luiza Erundina (PSB-SP) Manuela D’Ávila (PCdoB-RS), Rose de Freitas (PMDB-ES).

Senadoras:  Kátia Abreu (DEM-TO), Lúcia Vânia (PSDB-GO), Marta Suplicy (PT-SP) e Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM).

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Autor: Jorge Félix Tags: , , , , , , , , , ,

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