Reforma Ministerial | Poder Online - Part 3

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Posts com a Tag reforma ministerial

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012 Governo | 19:23

Dilma sinaliza que não deve diminuir número de ministros

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A decisão da presidenta Dilma Rousseff de divulgar o nome da nova ministra da Secretaria Especial de Políticas para Mulheres, Eleonora Menicucci de Oliveira, na mesma nota em que anunciou a saída de Iriny Lopes teve dois objetivos:

O primeiro foi evitar dar chances ao apetite dos partidos por cargos no governo.

O segundo foi mostrar que não há interesse da presidenta em diminuir o número de pastas na Esplanada com a reforma ministerial que está em andamento.

Notas relacionadas:

  1. Dilma e as contas da revolução ministerial
  2. Bezerra sente esfriar a crise e encontra Dilma
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Autor: Tales Faria Tags: , , ,

Governo | 08:03

Líderes do PR vão ao Planalto discutir retorno à base aliada

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Os líderes do PR na Câmara, Lincoln Portela (MG), e no Senado, Blairo Maggi (MT), vão ao Palácio do Planalto nesta semana discutir um possível retorno do partido à base aliada do governo.

Internamente, a bancada articula a indicação do deputado Luciano Castro (PR-RR) para assumir um ministério.

O partido defende que aconteça nos Transportes o mesmo que ocorreu no Ministério da Justiça, quando o ex-ministro Tarso Genro deixou a pasta para disputar o governo do Rio Grande do Sul.

Na ocasião o secretário-executivo, Luiz Paulo Barreto, assumiu o ministério até o fim do governo Lula. Quando montou o novo governo, a presidente Dilma Rousseff deu posse a José Eduardo Cardozo como ministro e Barreto voltou para a secretaria-executiva.

Mas o PR está disposto a ouvir o que o governo da presidenta Dilma Rousseff “espera do partido” para só depois discutir internamente se retorna a base aliada.

Notas relacionadas:

  1. Efeito PR contamina base governista
  2. Palácio excluiu PR da primeira reunião com líderes da base aliada em 2012
  3. PR deve sugerir Luciano Castro para o ministério dos Transporte
Autor: Leonardo Santos Tags: , ,

domingo, 5 de fevereiro de 2012 Governo | 06:01

Carlos Lupi revela a Brizola Neto os cinco nomes do PDT para comandar o Ministério do Trabalho

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Brizola Neto (Foto: Antônio Cruz/ABr)

Divulgado o novo ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro — que irá representar o PP na Esplanada dos Ministérios –, Dilma Rousseff deve começar a fechar esta semana os seus escolhidos no PDT e no PR.

A princípio, o PDT deve continuar com o comando do Ministério do Trabalho, pasta antes ocupada pelo presidente licenciado do partido, Carlos Lupi.

Sob o fogo cruzado de denúncias, Lupi deixou o governo e reassumiu o comando do partido — também em meio a uma crise, especialmente com a ala fluminense da legenda, tendo à frente o deputado federal Brizola Neto.

Os dois conversaram na quinta-feira. Segundo Brizola Neto relata em entrevista ao Poder Online, parece que começaram a se entender.

Tanto que Lupi revelou ao correligionário-adversário a lista de nomes para ministro que chegou a discutir com a presidenta Dilma Rousseff.

São eles: o próprio Brizola Neto; o recém-eleito líder na Câmara, André Figueiredo (CE); o deputado federal Vieira da Cunha (RS); o secretário-geral do PDT, Manoel Dias; e o líder no Senado, Acir Gurgacz (RO).

Mas Brizola Neto admite que nenhum desses nomes unirá o PDT por si só. Segundo ele, antes o partido precisa de um pacto de unidade interna.

Poder Online –  O senhor protagonizou um racha no PDT contra o ex-ministro Carlos Lupi. Mas ele voltou a presidir o partido. Qual sua expectativa agora?
Brizola Neto –
Nós protestamos foi com relação aos mecanismos de organização e de decisões dentro do partido. Nada pessoal. Tanto que nos solidarizamos a ele em relação às denúncias contra sua gestão no Ministério.  Acreditamos terem partido de setores atrasados da sociedade. Agora, do ponto de vista do futuro imediato, havia duas questões a serem resolvidas: a escolha do líder na Câmara e a definição do novo ministro do PDT. O líder já foi escolhido. É o André Figueiredo. Então só falta a questão do Ministério.

Poder Online –  Pois é. Parece que o Lupi saiu ganhando na votação do líder.
Brizola Neto –
A princípio, sim. Mas também houve uma conjunção de interesses. O André é ligado a ele, mas recebeu os votos, por exemplo, dos deputados Reguffe (DF) e Miro Teixeira (RJ) que não são alinhados com o Lupi, são independentes.

Poder Online –  Mas ele também ganhou força na medida em que reassumiu a presidência do PDT.
Brizola Neto –
O Lupi tinha se licenciado por um ato pessoal. Então, do ponto de vista formal, reconheço que sua volta também dependia apenas de um ato pessoal. E foi o que houve. O que eu argumentei é que, para ter mais legitimidade, ele deveria ter discutido esse seu retorno, dentro do partido, de uma forma mais aprofundada e democrática.

Poder Online –  E agora? O Lupi tem legitimidade como presidente do PDT?
Brizola Neto –
Tudo depende de como será a gestão daqui para a frente. Se vai haver uma democratização da organização e das decisões partidárias.

Poder Online –  E vai haver?
Brizola Neto –
Olha, eu diria que o Lupi parece disposto a mudar a forma de se relacionar. Eu e ele tivemos uma reunião na quinta-feira em que começamos a discutir isso.

Poder Online –  Então vocês estão se entendendo?
Brizola Neto –
Eu não sou obstáculo ao entendimento. A conversa foi boa.

Poder Online –  Falaram de ministérios? Nomes?
Brizola Neto –
Ele relatou que, no domingo que antecedeu a sua saída do Ministério, teve uma conversa informal com a presidenta Dilma Rousseff. E que, ali, ela perguntou sobre nomes do partido. E o próprio Lupi citou cinco, acrescentando que não há vetos a qualquer um desses.

Poder Online –  E quais foram os nomes citados?
Brizola Neto –
O André Figueiredo, o Vieira da Cunha, o Manoel Dias, o Acir Gurgacz e eu.

Poder Online –  E, entre vocês cinco, qual o nome que une o partido?
Brizola Neto –
Sinceramente, neste momento não dá para dizer. É evidente que o partido viveu uma crise. Não só pelas denúncias contra o Lupi quando ministro, como por toda essa discussão acerca da falta de democracia interna. Então, mais importante do que o nome, o PDT precisa construir um pacto de unidade interna. Sem esse pacto, nenhum dos nomes unirá o partido.

Notas relacionadas:

  1. Brizola Neto: Serra divulga mentiras em seu blog
  2. Lupi expõe sua gestão no Ministério do Trabalho
  3. Antes, Carlos Lupi gabava-se de ter uma memória prodigiosa
Autor: Tales Faria Tags: , , , , , , , , ,

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012 Governo | 18:26

PR deve sugerir Luciano Castro para o ministério dos Transporte

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O PR, que pretende dar um ultimato ao Planalto na semana que vem para continuar na base aliada, vai indicar o deputado Luciano Castro (PR-RR) para ocupar o ministério dos Transportes.

Embora o atual ministro, Paulo Sérgio Passos, seja filiado ao partido, aumentou a pressão da bancada na Câmara e no Senado para que um parlamentar assuma a pasta.

A bancada concorda que Passos volte a assumir a secretaria-executiva do ministério, já que ele tem mais afinidade com o Planalto, mas quer Castro com o poder da caneta em mãos.

Notas relacionadas:

  1. Novo ministro dos Transportes não terá cerimônia de posse
  2. Marta e a pressão por um Ministério
  3. PR quer parlamentar da bancada no ministério dos Transportes
Autor: Leonardo Santos Tags: , , ,

Governo | 11:01

PR quer parlamentar da bancada no ministério dos Transportes

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O ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos (Foto: André Dusek/AE)

Os parlamentares do PR ainda nem voltaram oficialmente para a base governista e já pressionam por uma troca no Ministério dos Transportes.

Embora publicamente o partido se dê por satisfeito com a permanência de Paulo Sérgio Passos à frente do ministério, nos bastidores deputados e senadores articulam para que um parlamentar da bancada assuma a pasta.

Notas relacionadas:

  1. Novo ministro dos Transportes não terá cerimônia de posse
  2. “Confio muito no meu marido”, diz mulher do ministro dos Transportes
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Autor: Leonardo Santos Tags: , , ,

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012 Governo | 12:03

Dilma quer revolucionar mais além do segundo escalão do governo

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Devagarzinho, a presidenta Dilma Rousseff parece estar interessada em mexer em tudo no governo. Muito além da reforma ministerial.

Semana passada, foram mudados nada menos do que 12 diretores estatutários do Banco do Brasil e preenchido o cargo de diretor em São Paulo.

Na Petrobras, como se sabe, todos os diretores estão pendurados, de uma forma ou de outra.

No Ministério da Integração, o ministro Fernando Bezerra anunciou ontem que, por ordem de Dilma, trocará o comando do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs), da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) e da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene).

– A presidenta recomendou que houvesse a renovação e que se buscasse perfis técnicos para os cargos de direção das instituições vinculadas ao Ministério da Integração — revelou.

Também há expectativa de mudanças próximas na diretoria da Caixa Econômica Federal.

Isso pelo que se sabe até agora…

Notas relacionadas:

  1. PCdoB quer pelo menos um ministério no governo de Dilma
  2. Dirceu quer reduzir ministérios de Dilma
  3. Dilma quer Maria das Graças Foster com mão de ferro sobre toda a diretoria da Petrobras
Autor: Tales Faria Tags: , , , ,

terça-feira, 31 de janeiro de 2012 Governo | 18:13

Negromonte falta a reunião no Planalto

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O ministro das Cidades, Mário Negromonte, faltou a uma reunião que teria com a ministra chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann e outros ministros do grupo executivo do PAC.

Negromonte não perdeu tempo, já que está de saída do governo Dilma Rousseff e o encontro trataria da prevenção de desastres naturais.

Notas relacionadas:

  1. Para sobreviver, Negromonte quer secretário afinado com Planalto
  2. Dilma deve afastar Negromonte na volta do Caribe
  3. De saída, Negromonte manda assessores devolverem celulares
Autor: Adriano Ceolin Tags: , ,

Governo | 15:01

De saída, Negromonte manda assessores devolverem celulares

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O ministro Mário Negromonte(PP-BA) já deu início a transição no Ministério das Cidades apesar de o nome do seu substituto ainda não ter sido definido.

Hoje pela manhã, ele determinou que assessores devolvessem os telefones celulares que utilizam da pasta. Ressaltou ainda que todos quitassem os gastos acima do valor de R$ 300 autorizado por lei.

Como o Poder Online adiantou ontem, Dilma Rousseff acertou a demissão de Negromonte com o governador da Bahia, Jaques Wagner (PT). E a saída deve ser oficializada quando ela voltar da viagem que fará ao Caribe.

Notas relacionadas:

  1. Dilma afaga Jaques Wagner para compensar saída de Negromonte
  2. Negromonte ainda pode ficar no ministério
  3. Dilma deve afastar Negromonte na volta do Caribe
Autor: Tales Faria Tags: , , ,

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012 Governo | 07:06

Dirceu quer reduzir ministérios de Dilma

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José Dirceu (Foto: Leandro Taques/AE)

Para o ex-ministro José Dirceu, a presidenta Dilma Rousseff deve eliminar alguns de seus 38 ministérios na reforma ministerial.

Em seu blog, o ex-ministro defende que a Secretaria-Geral da Presidência volte à função que exercia no governo FHC, coordenando “as relações com o Congresso Nacional, os partidos e os entes federados”. Assim, segundo ele, desapareceria, o Ministério de Relações Institucionais, da ministra Ideli Salvatti.

Dirceu diz também que o Ministério da Pesca, comandado por Luiz Sérgio, poderia voltar a ser uma autarquia e que a Secretaria de Assuntos Estratégicos, do ministro Moreira Franco, deveria ir para a Casa Civil.

– Como o PAC foi para o Planejamento – afirmou ele.

As secretarias de recursos humanos e gestão, para Dirceu, poderiam ser vinculadas à Presidência da República ou à Casa Civil.

Ele ainda defendeu que as secretarias de Aviação e dos Portos, além do DNIT e da VALEC, órgãos que estiveram no centro da crise no Ministério dos Transportes, poderiam se reunir em um possível Ministério da Infraestrutura e Logística, que reuniria também as políticas e administração das ferrovias e hidrovias.

Notas relacionadas:

  1. Dirceu culpa mercado por notícias de briga entre Mantega e Palocci
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  3. Dirceu está em cena
Autor: Thais Arbex Tags: , ,

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012 Governo | 15:02

Márcio Fortes diz não pensar em assumir Ministério das Cidades

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Do presidente da Autoridade Pública Olímpica (APO), Márcio Fortes, ao Poder Online, a propósito da nota Planalto se irrita com Márcio Fortes:

- Não tenho nenhum interesse em sair da APO para qualquer ministério. Estou muito satisfeito por aqui, onde tenho mandato de quatro anos prorrogáveis por mais três.

Notas relacionadas:

  1. Márcio Fortes deve permanecer com Dilma
  2. Marcio Fortes será o presidente da APO
  3. Planalto se irrita com Márcio Fortes
Autor: Tales Faria Tags: , , ,

Governo | 05:30

Planalto se irrita com Márcio Fortes

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Márcio Fortes (Foto: AE)

Setores do Palácio do Planalto não gostaram dos movimentos do atual presidente da Autoridade Pública Olímpica, Márcio Fortes, para tentar voltar ao Ministério das Cidades, pasta que ocupou entre 2005 e 2010.

Apesar de ele ter tido a gestão bem avaliada, interlocutores da presidenta Dilma Rousseff disseram que encontraram a sua digital por trás das últimas denúncias contra o atual ministro Mário Negromonte.

Como se sabe, Fortes não queria sair do governo federal no começo do ano passado e mostrou-se chateado no dia da posse do seu sucessor.

A bancada do PP na Câmara foi a grande responsável por sua saída, apesar de ele contar com o apoio do presidente nacional da sigla, senador Francisco Dornelles (PP-RJ).

Depois que Negromonte também brigou com parte da bancada, Fortes passou a aventar a possibilidade de retornar para a pasta das Cidades.

Notas relacionadas:

  1. PP entrega cabeça de Fortes, mas quer manter cargos
  2. Márcio Fortes deve permanecer com Dilma
  3. Marcio Fortes será o presidente da APO
Autor: Adriano Ceolin Tags: , , ,

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012 Governo | 06:02

Negromonte ainda pode ficar no ministério

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A presidenta Dilma Rousseff e o ministro Mário Negromonte (Foto: Dida Sampaio/AE)

A queda do ministro das Cidades, Mário Negromonte, já não é mais uma barbada na bolsa de apostas da reforma ministeral.

A presidenta Dilma Rousseff disse a um líder governista que não pretende tirar Negromonte agora.

Dilma deixou claro que não está satisfeita com o auxiliar. Mas usou o exemplo para mostrar que não deseja “fazer muita marola” com a reforma.

Notas relacionadas:

  1. PP vê Negromonte imune à “faxina” de Dilma
  2. Como Dilma salvou Mário Negromonte
  3. Dilma afaga Jaques Wagner para compensar saída de Negromonte
Autor: Tales Faria Tags: , , , , ,

terça-feira, 24 de janeiro de 2012 Partidos | 10:01

PT na posse de Mercadante: mata dois coelhos numa só cajadada

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A ordem no comando nacional do PT é o comparecimento em massa à posse hoje do novo ministro da Educação, Aloizio Mercadante, no lugar de Fernando Haddad.

Não só para prestigiar Haddad como candidato a prefeito de São Paulo.

Também para tentar desfazer a imagem de que o partido está irritado com seu ex-senador por ter indicado um técnico — Marco Antônio Raupp — para substitui-lo no comando do Ministério da Ciência e Tecnologia.

Notas relacionadas:

  1. Mercadante vai para a pasta do “onde couber”
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Autor: Tales Faria Tags: ,

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012 Governo | 19:02

Reforma ministerial: o que que a Bahia tem?

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Com a saída de José Sérgio Gabrielli do comando da Petrobras, se a reforma ministerial também tirar do governo, como é esperado, o ministro das Cidades, Mario Negromonte, o governador da Bahia, Jaques Wagner, terá perdido dois dos seus afilhados mais fortes na gestão Dilma Rousseff.

Seus aliados no PT do Estado estão rezando a todos os orixás para que a presidenta da República não abone a Bahia de Todos os Santos.

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  1. Reforma ministerial será em janeiro
  2. A reforma ministerial segundo Temer
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Governo | 11:01

Dilma conta com Lula para domar o PT

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As conversas recentes da presidenta da República com o ex-presidente Lula e a desenvoltura com que Dilma Rousseff saiu mexendo em postos chaves do PT na reforma ministerial — como as substituições do ministro da Ciência e Tecnologia e do presidente da Petrobras por nomes técnicos — sinalizam que o Palácio do Planalto conta com Lula para domar as insatisfações petistas.

Dilma até agora não consultou o presidente do PT, Rui Falcão, sobre nenhuma dessas mudanças.

Nem o ex-presidente do partido José Dirceu, que este ano terá menos tempo para se dedicar a brigas com o Palácio do que a cuidar da própria vida, pela proximidade  da votação do processo do Mensalão no Supremo Tribunal Federal (STF).

Notas relacionadas:

  1. Lula é a chave para o ministério de Dilma
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Autor: Tales Faria Tags: , , , , ,

Eleições | 06:02

Lula: “O PT precisa aprender a dividir mais”

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Lula com o médico João Luis Fernandes: tratamento e política (Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula)

Vários assessores do ex-presidente Lula, no fim de seu governo, garantiram que a retomada do trabalho no instituto rebatizado com seu nome teria como foco as questões nobres, como o combate à fome na África. Em um ano, pouco se soube da atuação de Lula neste campo.

Poder Online conversou com muitos interlocutores do ex-presidente neste período. Com todos, a conversa de Lula era, em rápidas palavras, sobre seu tratamento de saúde e, em prosa detalhada, a candidatura de Fernando Haddad.

Nenhuma palavra sobre a África.

No amplo mosaico de interlocutores, percebe-se, com clareza, que, por Lula, a reforma ministerial de Dilma Rousseff deveria atender a alguns interesses partidários da eleição de 2012 na capital paulista.

No entanto, pelo menos até agora, esbarrou numa certa resistência de Dilma (que ainda está para ser confirmada com as próximas mudanças no ministério) e, sobretudo, no PT que recusa abrir mão de espaço político para os potenciais aliados de Haddad:

- O PT precisa  aprender a dividir mais – disse o ex-presidente a um dos interlocutores ao ouvir reclamações sobre espaço no governo federal.

Não se sabe, é claro, se a frase faz parte da estratégia de Lula de demonstrar solidariedade ao aliado choroso, mas a ter em conta o Lula de 2010, que fez o PT sair das disputas estaduais em boa parte do país, o desabafo soa verdadeiro.

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Autor: Jorge Félix Tags: , , ,

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012 Governo | 18:19

Dilma muda porta-voz da Presidência da República

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O jornalista Thomas Traumann é o novo porta-voz da Presidência a República.

Com passagens em veículos como Folha de S.Paulo e revistas Época e Veja, ele foi assessor especial de comunicação do ex-ministro Antonio Palocci na Casa Civil.

Após a saída de Palocci do governo, Traumman tornou-se assessor especial da Secretaria de Imprensa e Divulgação.

Traumann vai ocupar o lugar do diplomata Rodrigo Baena, que vinha exercendo a função de porta-voz.

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  1. A reinauguração do governo Dilma Rousseff
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Autor: Adriano Ceolin Tags: , ,

Governo | 13:01

Dilma afaga Jaques Wagner para compensar saída de Negromonte

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desgastado com seu partido, o PP, o ministro das Cidades, Mario Negromonte, conseguiu se sustentar até agora no cargo na cota da Bahia, ou melhor do governador petista Jaques Wagner.

A vista da presidenta Dilma Rousseff a Salvador antes da viagem a Cuba, no dia 31, é uma deferência especial ao governador às vésperas da reforma ministerial em que está praticamente certa a saída de Negromonte.

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  1. Jaques Wagner é convidado para encontro com Obama
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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012 Governo | 18:01

A festa de despedida de Haddad

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O serviço de cerimonial do Palácio do Planalto deu a ordem para que as obras de reforma do Salão Nobre do prédio fossem aceleradas.

Funcionários estão trabalhando em tempo integral.

A meta é deixar o espaço pronto até a próxima segunda-feira, quando está prevista cerimônia em comemoração aos um milhão de beneficiários do Prouni.

Será, na prática, a festa de despedida do ministro da Educação, Fernando Haddad, rumo à campanha eleitoral em São Paulo.

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Governo | 15:55

Presidente do PMDB lamenta “parentesco distante” com novo ministro

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Aviso aos navegantes: não adianta colocar na cota do PMDB a nomeação de Marco Antônio Raupp para o comando do Ministério da Ciência e Tecnologia.

O presidente nacional do PMDB, senador Valdir Raupp (RO), declarou ao Poder Online que seu parentesco com o novo ministro “é muito distante”.

– Infelizmente não somos parentes e ele nem é do PMDB — brincou o senador.

Raupp explicou a origem do sobrenome no Brasil:

– Foram três irmãos que vieram da Alemanha, em 1828, para o Rio Grande do Sul. Alguns de seus filhos e netos foram para o Paraná e para Santa Catarina. Sou do ramo gaúcho da família. O Marco Antônio, com quem já até conversei sobre isso, é do ramo de Santa Catarina.

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