Jantar do PMDB com Dilma é pausa na brigalhada do partido
Acabou o jantar da presidenta Dilma Rousseff com o PMDB, organizado pelo vice-presidente Michel Temer no Palácio Jaburu a fim de acalmar os ânimos entre o novo e o velho clero do partido, especialmente na bancada da Câmara.
Estavam lá a vice-presidenta da Câmara, Rose de Freitas, e o ministro do Turismo, Pedro Novais, cuja cabeça a deputada pediu.
Assim como aquele de quem a bancada cobra democracia interna na legenda, o líder Henrique Eduardo Alves, que indicou Novais e o 2º no Ministério, Frederico Costa — preso pela Polícia Federal.
Também estava lá o deputado indicado por Henrique Alves para relator do Código do Processo Civil: Eduardo Cunha, criticado publicamente pelo deputado Danilo Fortes, outro presente ao jantar feliz da vida.
Assim como o presidente do Senado, José Sarney — que foi alvo de denúncias por usar um helicóptero oficial do governo do Maranhão para passear –, acompanhado de sua filha, a governadora do Maranhão, Roseana, que tinha tomado um chá de sumiço das rodas políticas de Brasília.
Temer fez um breve discurso. Dilma também.
Mas a presidenta deixou os peemedebistas satisfeitos com uma singela declaração de que ficava muito satisfeita em ter o PMDB em sua base de apoio parlamentar.
Tão empolgados que eles não pararam de cercá-la com pedidos para tirar fotos. Os celulares espocaram incensantemente.
E ficaram todos felizes para sempre.
Ah! Temer pagou o jantar do próprio bolso para evitar novas denúncias na imprensa…
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