Lúcio Vieira Lima | Poder Online

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Posts com a Tag Lúcio Vieira Lima

sexta-feira, 14 de junho de 2013 Congresso | 19:10

Peemedebista que recolheu apoio para convocar executiva diz que ideia era ajudar

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O deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) justifica como um reforço de “convencimento” a coleta de assinaturas feita por ele para convocar a executiva nacional do PMDB, a revelia do presidente do partido, senador Valdir Raupp (RO). “Eu peguei as assinaturas para ajudar no convencimento de que era necessário reunir a executiva”, afirma.

Leia também: Deputado colhe assinaturas para convocar Executiva do PMDB e causa desconforto na cúpula partidária

A coleta vai na contramão do projeto de Raupp, que já estava articulando a convocação para o próximo dia 26. “A executiva foi eleita em janeiro e desde lá não se reuniu”, justifica Lima. “É preciso reunir a Executiva para dar legitimidade ao rumo do partido”, diz, referindo-se a necessidade de diálogo interno sobre a relação do PMDB com o Palácio do Planalto.

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Autor: Nivaldo Souza Tags: , ,

quinta-feira, 13 de junho de 2013 Partidos | 07:00

Deputado colhe assinaturas para convocar Executiva do PMDB e causa desconforto na cúpula partidária

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O deputado federal Lucio Vieira Lima (PMDB-BA) causou o maior desconforto com o senador Valdir Raupp (RR), presidente nacional do PMDB. Isso porque Lima coletou assinaturas para convocar a Executiva Nacional do PMDB para uma reunião no próximo dia 26. O gesto foi uma resposta à notícia de que a cúpula do partido faria uma comissão para avaliar a situação eleitoral nos Estados.

Acontece que Raupp tinha planos de convocar a Executiva para um encontro daqui a duas semanas, e a iniciativa de Lima atravessou os planos do presidente.

Na noite de ontem, Lima recebeu um telefonema de Raupp a respeito do ocorrido e usou um tom conciliador. Ele interrompeu a conversa que mantinha com o colega Antônio Imbassahy (PSDB-BA) e argumentou: ”Esse documento é para ficar na mão presidente, não vou protocolar. Jamais faria isso sem falar com o senhor antes. Até planejava pegar a sua assinatura”, disse Lima.

O deputado baiano afirmou ter tido respaldo da bancada do PMDB na Câmara dos Deputados, que esteve reunida ontem, para colher as assinaturas pedindo a convocação da Executiva.

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Autor: Marcel Frota Tags: , , ,

domingo, 14 de outubro de 2012 Eleições | 10:15

PMDB de Salvador apoia candidato do DEM, mas jura que estará com Dilma em 2014

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O deputado federal Lúcio Vieira Lima comanda o PMDB da Bahia junto com seu irmão, o ex-ministro da Integração Nacional Geddel Vieira Lima, que hoje ocupa uma diretoria da Caixa Econômica Federal.

Mesmo assim, o PMDB declarou apoio no segundo turno ao candidato do DEM para prefeito de Salvador, ACM Neto. E desfilou do partido o candidato a prefeito no primeiro turno, Mario Kertész, que manifestou apoio ao petista Nelson Pelegrino nesta segunda fase das eleições municipais.

Em entrevista ao Poder Online, Lúcio Vieira diz que isso é apenas uma decisão local, que não teme pelo cargo de seu irmão no governo. E que em 2014 o PMDB baiano estará até o pescoço lutando pela reeleição de Dilma Rousseff à Presidência da República.

Poder Online – Não foi uma atitude muito radical expulsar o Mário Kertész só porque ele manifestou apoio ao Pelegrino?

Lúcio Vieira Lima – Nós não o expulsamos. Ele se desligou do partido de comum acordo com a Executiva, já que tinha se filiado apenas para concorrer à Prefeitura. Ele havia declarado antes que, se perdesse, não continuaria na política.

Poder Online –Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula devem fazer campanha pelo Pelegrino. E o vice- presidente da República, Michel Temer, que é do PMDB, fará campanha  pelo candidato de vocês?

Lúcio Vieira Lima – Neste segundo turno estamos apoiando o candidato do DEM. Não estamos diretamente na disputa. Então não há essa necessidade da presença do Michel. Já no caso do Pelegrino, a Dilma e o Lula são do partido dele. É natural que façam campanha.

Poder Online – A imprensa noticiou que a presidenta Dilma encarregou o Michel de convencer o PMDB baiano a apoiar o Pelegrino.

Lúcio Vieira Lima – Não fomos procurados por ninguém.

Poder Online – Vocês não acham incoerente apoiar o ACM Neto com o Geddel tendo um cargo na diretoria da Caixa Econômica Federal. Não temem que isso acabe criando problemas para ele no governo.

Lúcio Vieira Lima – O ex-ministro Geddel virou diretor da CEF devido à competência administrativa demonstrada quando comandou a pasta da Integração nacional no governo Lula. E também devido ao apoio que demos à eleição da presidenta Dilma em 2010. Essas são eleições municipais. Nada têm a ver com o quadro nacional  Estamos apoiando o ACM Neto porque achamos que Salvador e a Bahia querem mudança. Tanto que ACM Neto saiu na frente no primeiro turno. E tanto que, segundo as pesquisas, o governador  Jaques Wagner (PT) tem cerca de 3% de ótimo na avaliação popular enquanto a presidenta Dilma tem 67%.

Poder Online – Vocês aqui estão contra o PT. Em 2014 apoiarão a reeleição da Dilma como candidata do PT à Presidência da República?

Lúcio Vieira Lima – Claro! Não há outra hipótese. Aqui na Bahia o PT fez um péssimo trabalho. Mas, no governo federal, com a presidenta Dilma à frente, tem feito um excelente trabalho. Até porque tem tido a ajuda do PMDB e do vice-presidente Michel  Temer. Nós estaremos engajados na reeleição da Dilma e do nosso Michel. Não há outro caminho.

Poder Online – E as mágoas com a participação de Lula e Dilma nas campanhas de Salvador e da Bahia contra os candidatos do PMDB local?

Lúcio Vieira Lima – Não há mágoas. São questões políticas, envolvendo a política local. Não sei porque o país olha a Bahia como algo estranho. Aconteceram casos assim no país inteiro nestas eleições. E no passado também. O Jaques Wagner, por exemplo, esteve na Convenção do PSDB apoiando a candidatura do tucano Antônio Imbassahy a prefeito. Foi incoerência?

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Autor: Tales Faria Tags: , , , , , ,

quinta-feira, 20 de setembro de 2012 Eleições | 05:01

“Campanha é assim, a gente acredita até o fim”, diz aliado de Chalita e Mario Kertész

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O deputado Lúcio Vieira Lima divide com seu irmão Geddel Vieira Lima o controle do PMDB da Bahia.

Por obra e graça dos dois, o partido lançou a candidatura de Mario Kertész a prefeito de Salvador. Mas o candidato não emplacou, segundo as pesquisas eleitorais.

Abordado no Salão Verde da Câmara sobre as chances de Kertész, Lúcio vaticinou: “Vai ganhar.”

Ante os protestos do interlocutor , ele replicou:

“Ouvi agora do Gabriel Chalita (PMDB) no plenário, que o José Serra (PSDB) já está fora do segundo turno e que ele, Chalita, é que vai disputar com o Celso Russomano (PP). Campanha é assim, amigo, a gente acredita até o final.”

Pano rápido.

Chalita, assim como Kertész, circula ali pelos 6% nas pesquisas.

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Autor: Tales Faria Tags: , , , , ,

quarta-feira, 19 de setembro de 2012 Partidos | 05:01

Aberta temporada de disputa pela liderança do PMDB na Câmara

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No Congresso já é dado como certo que o líder do PMDB, deputado Henrique Eduardo Alves (RN), será o futuro presidente da Câmara.

Com isso, abriu-se uma disputa dentro de seu partido pelo cargo de líder.

Estão no páreo a vice-presidente da Câmara, Rose de Freitas (ES), o ex-líder do PR Sandro Mabel (GO), e os deputados Eduardo Cunha (RJ), Lúcio Vieira Lima (BA) , Danilo Forte (CE), Marcelo Castro (PI) e Manoel Junior (PB).

Ou seja, muita gente para um cargo só. O que mostra que essa é uma guerra ainda longe de se definir.

O que se diz é que o vencedor será aquele a quem Henrique Eduardo Alves preferir. O nome mais ligado ao atual líder é o de Eduardo Cunha. No entanto, é o que sofre maiores resistências do Palácio do Planalto.

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Autor: Tales Faria Tags: , , , , , , , , , ,

quarta-feira, 22 de agosto de 2012 Eleições | 05:01

Aliados estão conformados com participação de Lula e Dilma nas campanhas petistas. Mas, feridos, ameçam dar troco em 2014

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Os partidos aliados do governo já estão conformados com a participação do ex-presidente Lula nestas eleições. E até mesmo com a presidenta Dilma Rousseff, como explica o deputado peemedebista Lúcio Vieira Lima (BA):

– Se a Dilma vai participar da campanha petista até na cidade de São Paulo, área do vice-presidente Michel Temer (PMDB) e onde ele tem candidato a prefeito, por que ela e o Lula não viriam aqui na Bahia apoiar o candidato do PT? Nós vamos seguir o que manda a Marta Suplicy: relaxar e gozar.

Mas Vieira Lima afirma que isso pode prejudicar a própria Dilma:

– A eleição de 2012 marca o início da campanha para 2014, quando qualquer candidato majoritário precisará de aliados. Cabe ao PT avaliar como está tratando seus aliados agora.

A propósito: Dilma marcou para sexta-feira uma viagem ao município baiano de Serrinha, a 173 km de Salvador.

Estará ao lado do governador Jaques Wagner (PT) no mutirão de cirurgias de cataratas promovido pelo governo do Estado. Não se pode dizer que é campanha. Mas que ajuda ao PT, lá isso ajuda.

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Autor: Tales Faria Tags: , , , , ,

quinta-feira, 5 de julho de 2012 Partidos | 09:54

Michel Temer aproveita briga do PT com o PSB para se reaproximar de Dilma Rousseff

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Do deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), sobre a decisão do seu partido de se aliar ao PT em Belo Horizonte em função do rompimento dos petistas com o PSB:

– O grande vitorioso dessa história toda é o Michel Temer (presidente licenciado do PMDB). Acabou essa conversa de o Eduardo Campos tomar o lugar do Michel como vice da chapa pela reeleição de Dilma Rousseff. Enquanto o PSB rompe, o Michel mostra ao PT que o PMDB é um aliado confiável.

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Autor: Tales Faria Tags: , , , , , , ,

quarta-feira, 11 de abril de 2012 Partidos | 09:01

Resistência do Palácio a indicações do PMDB vira chacota no partido

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O deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) é um brincalhão. E um provocador.

Sempre que cruza com o líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), ele cutuca:

– E o presidente do DNOCS, foi nomeado? Ainda não? Isso é muito desgastante para o partido.

É que o líder indicou um nome para o cargo há meses. E, até agora, nada…

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Autor: Tales Faria Tags: , , ,

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012 Partidos | 18:51

E o PMDB diz que não veta Ciro Gomes. Mas, na prática, veta

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Irmão do ex-ministro da Integração Geddel Vieira Lima, o deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) apressa-se em explicar que seu partido não vetou a nomeação do ex-deputado Ciro Gomes (PSB-CE) para o lugar de Aloizio Mercadante como ministro da Educação.

Mas Lúcio explica assim:

– Ninguém tem o direito de vetar ninguém. A presidenta Dilma é quem decide. Ela foi eleita para isso. Apenas achamos que seria um constrangimento a nomeação do Ciro. Se ele classificou o PMDB como uma quadrilha chefiada pelo vice-presidente da República, Michel Temer, como poderia assumir um ministério? E se a presidenta viajar e o Temer assumir a Presidência? Como o ministro Ciro irá se reunir com o chefe de uma quadrilha?

Donde se conclui que:

Se depender do PMDB, Ciro está vetado, sim.

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sexta-feira, 23 de setembro de 2011 Partidos | 07:02

Eduardo Campos pode tomar o lugar de Michel Temer em 2014

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Do deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), sobre a vitória acachapante da deputada Ana Arraes (PSB-PE), mãe do governador Eduardo Campos, na disputa pela vaga de ministra do Tribunal de Contas da União:

– O PSB fortaleceu-se muito. Junto com o PSD, pode acabar tomando o lugar do PMDB no Congresso. E que me perdoe o meu dileto amigo Michel Temer, mas hoje o candidato a vice-presidente da República na chapa à reeleição de Dilma Rousseff é o Eduardo Campos.

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quarta-feira, 17 de agosto de 2011 Governo | 20:40

Deputado do PMDB diz que partido não vai se rebelar com queda de ministro

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Irmão do ex-ministro Geddel Vieira Lima, o deputado peemedebista Lúcio Vieira Lima disse ao Poder Online que não há a menor chance de o PMDB se rebelar com a queda do ministro da Agricultura, Wagner Rossi.

– Nós fazemos parte do governo. Então, não é por causa de cargo não, porque o ministro pediu demissão, que nós vamos nos rebelar. Isso seria um fisiologismo da pior espécie.

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Congresso | 11:20

Projeto de comandar a Câmara é freio para a rebelião do PMDB

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Uma declaração da presidenta Dilma Rousseff  no seu encontro de ontem  com a cúpula do PMDB calou fundo entre seu interlocutores:

– Eu apoiarei o PMDB na Presidência da Câmara, na sucessão de Marco Maia, conforme foi acordado com o PT.

Como se sabe, o nome da cúpula do PMDB para o cargo já está escolhido, é o do atual líder na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN). A declaração de Dilma foi entendida como um recado:  Henrique Eduardo Alves só tem a garantia do acordo mantendo-se fiel ao governo. Com o PMDB rebelado, ele pode até se eleger, mas corre sério risco de não conseguir.

No Cafezinho da Câmara, dois jovens e experientes políticos do PMDB, Renan Calheiros Filho (AL) e Lúcio Veira Lima (BA) — um, filho do ex-presidente do Senado Renan Calheiros, e outro, irmão do ex-ministro Geddel Vieira Lima –, insistiam que não há mais hipótese de rebelião no PMDB.

– Depois então que Dilma prometeu apoio a Henrique, não há mais possibilidade de rebelião. A Presidência da Câmara é decisiva para o projeto politico do nosso partido.

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quinta-feira, 7 de julho de 2011 Congresso | 11:07

Os efeitos especiais do ‘DJ Lúcio Vieira Lima’

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A cena foi motivo de gargalhadas ontem na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara.

O deputado Vaz de Lima (PSDB-SP) fazia uso da palavra quando um celular começou a tocar e gerou interferência no microfone. Um gaiato que participava da reunião de imediato soltou: “São efeitos especiais do deputado Lúcio Vieira Lima, o DJ da comissão”.

– Ou alguém querendo cassar minha palavra, Excelência. Pode ser isso. Acho que sou vítima de bullying — completou Vaz de Lima entre risos.

Foi quando o deputado Lúcio Vieira Lima respondeu:

– Eu não faria isso, Excelência. Ainda mais te bulinar…

Escute só o resultado da brincadeira: Crise de riso na Câmara

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segunda-feira, 20 de junho de 2011 Congresso | 06:02

PMDB arma CPI contra o governo

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Os deputados peemedebistas José Priante (PA) e Lúcio Vieira Lima (BA) conseguiram promover um mutirão em sua bancada e já recolheram 220 assinaturas em quase todos os partidos para a instauração de uma Comissão Parlamentar de Inquérito sobre os royalties pagos pelas empresas mineradoras.

São quase 50 asinaturas a mais do que o necessário para a criação da CPI.

O governo acredita que Roger Agnelli, ex-presidente da Vale, está por trás da movimentação.

Agnelli e o PMDB vivem uma guerra contra a antiga diretoria petista do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) por causa do pagamento de royalties da mineração, sobretudo no Pará.

O DNPM tem suas diretorias loteadas entre partidos da base governista – especialmente o PT, o PMDB e o PTB — num modelo muito semelhante ao dos Correios e Telégrafos,  onde uma briga entre padrinhos e apadrinhados acabou resultando na denúncia do Mensalão, feita pelo ex-deputado Roberto Jefferson (PTB).

Os peemedebistas atualmente dirigem o órgão. Mas acreditam que, investigando o pagamento de royalties, colocarão os petistas da antiga diretoria contra a parede.

Mas como costumava dizer o peemedebista Jader Barbalho: esse negócio de CPI a gente sabe como começa, só não dá para saber como vai acabar.

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Autor: Tales Faria Tags: , , , , , , ,