Geddel Vieira Lima | Poder Online

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Posts com a Tag Geddel Vieira Lima

domingo, 14 de outubro de 2012 Eleições | 10:15

PMDB de Salvador apoia candidato do DEM, mas jura que estará com Dilma em 2014

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O deputado federal Lúcio Vieira Lima comanda o PMDB da Bahia junto com seu irmão, o ex-ministro da Integração Nacional Geddel Vieira Lima, que hoje ocupa uma diretoria da Caixa Econômica Federal.

Mesmo assim, o PMDB declarou apoio no segundo turno ao candidato do DEM para prefeito de Salvador, ACM Neto. E desfilou do partido o candidato a prefeito no primeiro turno, Mario Kertész, que manifestou apoio ao petista Nelson Pelegrino nesta segunda fase das eleições municipais.

Em entrevista ao Poder Online, Lúcio Vieira diz que isso é apenas uma decisão local, que não teme pelo cargo de seu irmão no governo. E que em 2014 o PMDB baiano estará até o pescoço lutando pela reeleição de Dilma Rousseff à Presidência da República.

Poder Online – Não foi uma atitude muito radical expulsar o Mário Kertész só porque ele manifestou apoio ao Pelegrino?

Lúcio Vieira Lima – Nós não o expulsamos. Ele se desligou do partido de comum acordo com a Executiva, já que tinha se filiado apenas para concorrer à Prefeitura. Ele havia declarado antes que, se perdesse, não continuaria na política.

Poder Online –Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula devem fazer campanha pelo Pelegrino. E o vice- presidente da República, Michel Temer, que é do PMDB, fará campanha  pelo candidato de vocês?

Lúcio Vieira Lima – Neste segundo turno estamos apoiando o candidato do DEM. Não estamos diretamente na disputa. Então não há essa necessidade da presença do Michel. Já no caso do Pelegrino, a Dilma e o Lula são do partido dele. É natural que façam campanha.

Poder Online – A imprensa noticiou que a presidenta Dilma encarregou o Michel de convencer o PMDB baiano a apoiar o Pelegrino.

Lúcio Vieira Lima – Não fomos procurados por ninguém.

Poder Online – Vocês não acham incoerente apoiar o ACM Neto com o Geddel tendo um cargo na diretoria da Caixa Econômica Federal. Não temem que isso acabe criando problemas para ele no governo.

Lúcio Vieira Lima – O ex-ministro Geddel virou diretor da CEF devido à competência administrativa demonstrada quando comandou a pasta da Integração nacional no governo Lula. E também devido ao apoio que demos à eleição da presidenta Dilma em 2010. Essas são eleições municipais. Nada têm a ver com o quadro nacional  Estamos apoiando o ACM Neto porque achamos que Salvador e a Bahia querem mudança. Tanto que ACM Neto saiu na frente no primeiro turno. E tanto que, segundo as pesquisas, o governador  Jaques Wagner (PT) tem cerca de 3% de ótimo na avaliação popular enquanto a presidenta Dilma tem 67%.

Poder Online – Vocês aqui estão contra o PT. Em 2014 apoiarão a reeleição da Dilma como candidata do PT à Presidência da República?

Lúcio Vieira Lima – Claro! Não há outra hipótese. Aqui na Bahia o PT fez um péssimo trabalho. Mas, no governo federal, com a presidenta Dilma à frente, tem feito um excelente trabalho. Até porque tem tido a ajuda do PMDB e do vice-presidente Michel  Temer. Nós estaremos engajados na reeleição da Dilma e do nosso Michel. Não há outro caminho.

Poder Online – E as mágoas com a participação de Lula e Dilma nas campanhas de Salvador e da Bahia contra os candidatos do PMDB local?

Lúcio Vieira Lima – Não há mágoas. São questões políticas, envolvendo a política local. Não sei porque o país olha a Bahia como algo estranho. Aconteceram casos assim no país inteiro nestas eleições. E no passado também. O Jaques Wagner, por exemplo, esteve na Convenção do PSDB apoiando a candidatura do tucano Antônio Imbassahy a prefeito. Foi incoerência?

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Autor: Tales Faria Tags: , , , , , ,

segunda-feira, 8 de outubro de 2012 Eleições | 19:05

Temer escalado para amansar Geddel

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O presidente do PMDB, Michel Temer, é quem vai tentar convencer o peemedebista Geddel Vieira Lima da necessidade de o partido apoiar, no segundo turno das eleições em Salvador, o candidato do PT, Nelson Pelegrino, que disputará contra ACM Neto, do DEM.

Principal cacique do PMDB baiano, Geddel está incompatibilizado com o governador Jaques Wagner (PT).

Mas o candidato do partido que foi derrotado na disputa pela Prefeuitura, Mario Kertész, não gostaria de apoiar o neto do ex-governador Antônio Carlos Magalhães.

Se não conseguir o apoio de Geddel para o PT, Temer pedirá que, pelo menos, o PMDB fique neutro.

Ex-deputado, Geddel ocupa uma diretoria da Caixa Econômica Federal.

De fato, seria complicado para um funcionário do Poder Executivo sair em campanha aberta por um candidato de oposição.

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Eleições | 05:01

PSB já ameaça tomar espaço do PMDB, afirma Geddel Vieira Lima

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Com dois prefeitos de capitais — importantes como Belo Horizonte e Recife — eleitos no primeiro turno e outros três disputando o segundo turno, o PSB do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, teve um resultado igual o do maior partido do país, o PMDB.

Mas com uma diferença: o PSB só elegeu três prefeitos de capitais em 2008 e poderá chegar a cinco nessas eleições de 2012.

Já o partido do vice-presidente da República, Michel Temer, diminuiu.

Eram seis peemedebistas  prefeitos de capitais em 2008 e, nestas eleições, no máximo serão cinco: Rio de Janeiro e Boa Vista (AC), onde o PMDB foi vitorioso no primeiro turno, e outras três capitais em que disputa o segundo turno.

– O problema não é só numérico. É também de estratégia. O PSB cresce e toma espaço porque tem projeto de poder, ameaça com a candidatura do Eduardo Campos a presidente da República. O PMDB está há várias eleições presidenciais sem apresentar candidato, sem se colocar como possibilidade de poder – reclama o ex-deputado e ex-líder na Câmara Geddel Vieira Lima (PMDB-BA).

Geddel acaba de amargar uma derrota em Salvador, com o candidato de seu partido, Mário Kertesz, não chegando aos 10% dos votos para prefeito.

Agora Geddel terá que decidir entre apoiar no segundo turno um arquiinimigo histórico — o DEM do candidato ACM Neto –, ou apoiar o novo grande inimigo, o PT do governador Jaques Wagner, que tem como candidato Nelson Pelegrino.

– O PMDB pagou nessas eleições o preço de estar há tantos anos a reboque dos outros. O DEM fez isso. Ficou a reboque do PSDB e agora está praticamente acabando. Espero que o meu partido reveja sua estratégia.

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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012 Partidos | 08:01

Geddel: “O PMDB caiu na armadilha da luta por cargos”

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O ex-deputado e ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB-BA) não compartilha da tese defendida em entrevista aoPoder Online pelo presidente nacional de seu partido, senador Valdir Raupp (RO), segundo a qual está completamente superado o episódio da briga entre o líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), e o Palácio do Planalto por conta da demissão do presidente do Dnocs, que foi indicado para o cargo pelo líder.

– A verdade é que isso tudo foi muito desgastante para o PMDB, e evidentemente deixa marcas.

Mas Geddel, como Raupp, critica a disputa por cargos:

– Nós não podemos mais cair na armadilha da luta por posições tão antipáticas junto à opinião pública, como essa coisa de cargos. O PMDB precisa voltar a falar para a sociedade.

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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012 Social | 11:06

Olha a cabeleira do Geddel

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Geddel adere ao implante

O ex-deputado Geddel Vieira Lima está desfilando por aí com invejáveis madeixas castanhas. Aderiu à moda do implante que já havia conquistado outro político baiano, o senador Walter Pinheiro (PT).

Autor: Thais Arbex Tags: , ,

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012 Eleições | 10:02

DEM e PMDB: próximos, mas nem tanto

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Duas das capitais onde DEM e PMDB caminham juntos para um acordo na disputa municipal deste ano são também exemplos para mostrar que os dois partidos dificilmente irão muito além disso em 2014.

Na Bahia, o deputado ACM Neto, do DEM, e o ex-ministro da Integração Nacional Gedel Vieira Lima, do PMDB, trabalham pelo acordo em 2012, mas cada um está de olho na sua própria can didatura a governador em 2014.

No Rio Grande do Norte, o choque de interesses é  entre o ministro da Previdência, Garibaldi Alves Filho, e o presidente nacional do DEM, José Agripino Maia.

Fusão?

– Nem pensar! — repetem para quem quiser ouvir os quatro políticos citados.

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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011 Partidos | 17:30

Raupp e Geddel batem boca em festa do PMDB

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O ex-deputado Geddel Vieira Lima (PMDB-BA) e o presidente nacional interino do PMDB, senador Valdir Raupp (RO), bateram boca ontem na festa de homenagem do partido à reeleição de Henrique Eduardo Alves (RN) como líder da bancada na Câmara.

Geddel afirmou que o PMDB se tornou refém da aliança nacional com o PT. E que, por conta disso, deverá ter dificuldades nas eleições municipais do ano que vem.

– O que é isso, Geddel, você está jogando contra o PMDB — protestou o presidente da legenda.

– Não. Só estou constatando uma verdade — respondeu o ex-deputado. E completou:

– A unidade do partido só nos deu uma vista privilegiada do Palácio do Planalto, lá da varanda do Jaburu (residência oficial do vice-presidente da República, o peemedebista Michel Temer). Tínhamos muito mais quando o PMDB era um partido rachado.

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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011 Brasil | 17:38

Geddel entrevista FHC antes do Roda Viva

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O ex-ministro Geddel Vieira Lima está em São Paulo entrevistando o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso para o seu blog.

Se Geddel for um bom repórter e postar hoje mesmo a entrevista, fura o programa Roda Viva, da TV Cultura.

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sexta-feira, 16 de setembro de 2011 Governo | 13:10

Voz rouca de Temer indica Vieira

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O PMDB não cansa de fazer piada.

Dizem que, em conversa com o vice Michel Temer, muito rouco esta semana, Dilma Rousseff teria ouvido apenas o sobrenome – Vieira – no momento da indicação do PMDB para o Ministério do Turismo.

Dilma, assim, trocou o Geddel pelo Gastão.

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quarta-feira, 20 de julho de 2011 Eleições | 16:42

Geddel reage à articulação para unir DEM e PMDB em Salvador

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Geddel Vieira Lima (Foto: AE)

O ex-ministro Geddel Vieira Lima reagiu, com veemência, à condição imposta pelo DEM de só apoiar o PMDB na eleição municipal paulista se obtiver reciprocidade na disputa pela prefeitura de Salvador, como Poder Online adiantou ontem:

- Não há nada sobre isso. Não existe isso. Salvador é Salvador, São Paulo é São Paulo. Não há murmúrio sobre isso, ainda mais conversa.

Geddel disse que conversa “todos os dias” com o vice-presidente Michel Temer e nunca o assunto esteve em pauta no PMDB.

Mas no DEM, a pauta é essa. E, como até o chafariz do Ibirapuera sabe, Temer tem como prioridade a eleição de Gabriel Chalita em São Paulo.

- Temer tem a prioridade dele e eu tenho a prioridade do PMDB em Salvador. Não é do estilo de Temer fazer uma proposta assim e nem do meu, aceitar. Ou vice-versa. As coisas não serão assim. Estamos trabalhando para lançar uma candidatura que possa empolgar a cidade e assim o faremos – garante Geddel.

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quinta-feira, 31 de março de 2011 Governo | 13:18

A posse de Geddel na CEF

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Geddel Vieira Lima (Foto: André Dusek/AE)

A ausência do ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) da posse do presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Hereda, até agora é motivo de comentários de petistas e até peemedebistas.

Geddel, como se sabe, será nomeado vice-presidente de Pessoa Jurídica da CEF. Sua estratégia, segundo um peemedebista, é promover um solenidade de posse com um número de poderosos maior do que a festa do chefe.

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terça-feira, 29 de março de 2011 Governo | 09:01

Segundo escalão: Dilma dá uma no cravo, outra na ferradura

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Contra a vontade de Jaques Wagner, a presidenta Dilma Rousseff teve de aceitar a indicação do PMDB e nomear Geddel Vieira Lima – um adversário figadal do governador da Bahia – como vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal.

Mas Jorge Hereda, o futuro presidente da CEF, foi escolhido a dedo.

Trata-se de um petista baiano que é unha e carne com o governador do seu estado.

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sexta-feira, 25 de março de 2011 Governo | 16:06

Nomeação de Geddel é derrota de Jaques

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A nomeação do ex-deputado Geddel Vieira Lima (PMDB-BA) como vice-presidente da área de Pessoas Jurídicas da Caixa Econômica Federal acabou se transformando numa derrota do governador da Bahia, Jaques Wagner (PT).

Por culpa do próprio petista, que divulgou ter dado parecer contrário ao aproveitamento do seu adversário nas últimas eleições em qualquer cargo do governo federal.

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segunda-feira, 21 de março de 2011 Partidos | 14:01

Geddel diz que Jaques usa PSD de Otto Alencar contra o PT

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O ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB), vê na filiação do vice-governador da Bahia, Otto Alencar (ex-PP), ao PSD de Gilberto Kassab o dedo do governador petista Jaques Wagner:

– Ele está jogando contra seu próprio partido, o PT, na medida em que coloca o Otto como um possível candidato a prefeito de Salvador. Mas esse novo partido surge sob muita insegurança jurídica, já que foi feito apenas para burlar a legislação.

Sobre o risco de Otto e Jaques pescarem filiados também no PMDB da Bahia, Geddel ironiza:

– Olha, aqui na Bahia a gente está acostumado com as marés. Às vezes enche, às vezes esvazia…

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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011 Partidos | 11:04

Geddel revela que se movimenta para ser presidente nacional do PMDB

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Michel Temer, José Sarney, Renan Calheiros e Valdir Raup que se cuidem.

Em entrevista à Band da Bahia, o ex-ministro Geddel Vieira Lima, que disputou o governo contra Jaques Wagner, revela seu desejo de presidir o PMDB nacional.

A propósito: Geddel deve ser nomeado para uma Vice-Presidência da Caixa Econômica Federal. Ficará em Brasília para articular a candidatura ao comando do PMDB.

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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011 Governo | 11:02

O que é que Brasília tem

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Geddel Vieira Lima (Foto: Lúcio Tavora/AE)

O ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB-BA), derrotado por Jaques Wagner na disputa pelo governo da Bahia, já informou ao seu partido que não tem interesse em nenhum cargo específico do governo ferderal em seu Estado.

Mas se o cargo for em Brasília, ele disse que aceita de bom grado.

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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011 Brasil | 18:58

Geddel na lista da degola

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O apagão do Nordeste pode trazer outra dor de cabeça para o PMDB.

É que um dos caciques do partido, o ex-ministro Geddel Vieira Lima, derrotado na disputa pelo governo da Bahia, tinha mandado sinais à cúpula peemedebista de que gostaria de ser contemplado com uma diretoria da Eletrobras.

Agora que Dilma Rousseff vai aproveitar o apagão para varrer do setor elétrico os políticos, Geddel deve ficar sem essa vaguinha.

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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011 Estados | 16:02

PMDB e DEM da Bahia vão rachados para a lavagem do Bonfim

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Jaques Wagner

Uma das datas mais importantes do calendário político da Bahia é a lavagem das escadarias da igreja de Nosso Senhor do Bonfim. A festa será na próxima quinta-feira.

PMDB e DEM vão rachados para o cortejo e, segundo quem tem fé, isso pode ser fatal para a eleição à Prefeitura de Salvador.

É que os orixás dos peemedebistas Geddel Vieira Lima e João Henrique, prefeito da capital, andam em grande desarmonia.

Os santos dos deputados ACM Neto e José Carlos Aleluia, ambos pré-candidatos do DEM a prefeito no ano que vem também estão às turras.

Rachados, os partidos de oposição no estado deixam a festa ainda mais fácil para o governador Jaques Wagner (PT).

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domingo, 28 de novembro de 2010 Partidos | 09:01

Geddel Vieira Lima vê a vida cor-de-rosa

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Quem disse que só a vitória alegra?

O deputado e ex-ministro da Integração Geddel Vieira Lima (PMDB-BA) perdeu a eleição para governador de seu estado.

De volta ao Congresso, onde ficará apenas até o final do ano, quando expira seu mandato atual, Geddel já sabe que não será ministro no próximo governo.

Mas nem por isso ele perdeu seu velho bom humor. Veja só:

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quinta-feira, 21 de outubro de 2010 Eleições | 08:00

Geddel nega apoio de prefeitos do PMDB a Serra

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Geddel Vieira Lima (Foto: AE)

Apesar de não ter tido apoio de Dilma Rousseff na disputa ao governo da Bahia,  o ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) afirma que conseguiu a adesão de quase todos os prefeitos peemedebistas à candidatura da petista no segundo turno das eleições.

– O grupo adversário tem anunciado que conseguiu o apoio de prefeitos do PMDB, mas só se forem fantasmas.  Eu quero é que eles me digam o nome dos que estão com Serra, não dá para ficar fazendo campanha escondido. Sei que é praticamente impossível termos aderência total, principalmente em partidos do porte do PT e do PMDB, mas pode ter certeza que a gente conseguiu praticamente apoio integral – disse ao Poder Online.

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