Embora reconheçam que qualquer discussão sobre o futuro vice de José Serra nesse ponto da pré-campanha seja demasiado incipiente, tucanos ligados à coordenação da campanha e ao Palácio dos Bandeirantes ponderam sobre o futuro ocupante da vaga.
Alexandre Schneider (PSD) tem a seu favor o fato de ser ligado a Educação, foi secretário municipal da área.
É visto como uma opção interessante para o enfrentamento de adversários que têm profunda ligação com o tema: Gabriel Chalita (PMDB) – ex-secretário estadual de Educação – e Fernando Haddad (PT) – ex-Ministro da Educação.
O DEM torce o nariz com a possibilidade de Gilberto Kassab indicar o vice de Serra e oferece Rodrigo Garcia para a posição.
No partido de Garcia, há quem prefira uma chapa pura a permitir que o prefeito paulistano emplaque um correligionário.
Ao mesmo tempo que é vista como improvável, a chapa pura também é considerada uma terceira via para apaziguar a querela entre PSD e DEM.
Por outro lado, muitos consideram que a chapa pura é munição para adversários por supostamente sinalizar uma possibilidade de Serra deixar o cargo.
O PV trabalha nos bastidores para emplacar o secretário municipal do Verde e Meio Ambiente, Eduardo Jorge.
Tem a seu favor a simpatia pessoal de Serra, mas muitos tucanos não acreditam que o PV fique com a vaga.
Até o PTB já teria flertado com uma chance de aliança e ofereceu aos tucanos Luiz Flávio Borges D’Úrso para a vice.