Dilma | Poder Online - Part 3

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Posts com a Tag Dilma

terça-feira, 22 de maio de 2012 Eleições | 09:55

O Chapão das Alagoas: união entre PDT, PT, PMDB e PTB de 2012 a 2014

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Enquanto isso, em Maceió (AL), o PT caminha para apoiar a candidatura de Ronaldo Lessa a prefeito, em aliança com o PMDB do senador Renan Calheiros.

Trata-se do chamado “Chapão das Alagoas” que já prepara a sucessão do tucano Teotônio Vilella em 2014.

É quando Renan será o candidato a governador com o apoio de Lessa — fortalecido se ele for eleito prefeito –, do ex-presidente Fernando Collor de Mello (PTB) e do PT, tendo a presidenta Dilma Rousseff como grande fiadora.

O Chapão está acertado desde quando Dilma convenceu Renan Calheiros a não se candidatar a presidente do Senado, abrindo espaço para fazer do ministro das Minas e Energia, o peemedebista Edison Lobão, tornar-se sucessor de José Sarney no comando da Câmara Alta.

Notas relacionadas:

  1. Renan sobe no muro em Alagoas
  2. Renan se solidariza com Lessa, mas Lula e Dilma devem manter distância de Alagoas
  3. Dilma já iniciou as conversas sobre 2014
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domingo, 20 de maio de 2012 Brasil | 12:43

Às vésperas da Rio+20, Dilma se aproxima dos ecologistas

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Antes da  Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, que será realizada de 13 a 22 de junho no Rio de Janeiro, a presidenta Dilma Rousseff deve anunciar o veto ao projeto de novo Código Florestal aprovado pela Câmara.

Para o Dia Mundial do Meio Ambiente, 5 de junho, o governo prepara um pacote de bondades ambientais, com a criação de novas Unidades de Conservação espalhadas pelo  país, um decreto exigindo que as compras a serem feitas por todo o governo cumpram critérios ambientais e um pacto pelo gerenciamento das águas.

Presidente da subcomissão Rio+20, da Comissão de Relações Exteriores e Defesa da Câmara, o deputado federal Alfredo Sirkis (PV-RJ) aposta que a presidenta Dilma Rousseff já não corre mais o risco de sofrer hostilidades durante o evento, como se chegou a pensar no início do ano.

Em entrevista ao Poder Online, Sirkis diz que tudo depende, é claro, da qualidade do vetos que Dilma fará ao projeto do Código Florestal. Mas afirma que a presidenta está se aproximando dos ecologistas nos últimos tempos.

Poder Online – A presidenta Dilma Rousseff deve vetar parte do Código Florestal aprovado na Câmara. Isso vai aproximá-la dos ecologistas?

Alfredo Sirkis – Depende ainda dos vetos. Mas a sua disposição em vetar já é um elemento positivo. Porque o projeto aprovado na Câmara foi uma afronta ao Meio Ambiente e até à autoridade da Dilma, já que ela havia pedido à base governista que aprovasse o texto tal como negociado no Senado.

Poder Online – E o que vocês esperam que ela vete?

Alfredo Sirkis – O ideal seria que vetasse tudo. Mas aparentemente ela fará vários vetos parciais. Há aí uma série de complicações de técnica legislativa e, pelo que foi divulgado, o governo pretende preencher os espaços que ficarão vazios na legislação devido aos vetos com um projeto de lei de iniciativa do Senado. Embora o projeto original do Senado seja menos pior do que o finalmente aprovado pela Câmara, havia nele três pontos com os quais ainda discordamos: os manguezais não estavam devidamente  protegidos; deixaram-se espaços para os ruralistas obterem créditos oficiais mesmo quando não cumpram a legislação ambiental; e também se diminuiu a reserva legal nos estados amazônicos com mais de 65% de área indígena.

Poder Online – Falava-se antes no risco até de a presidenta ser vaiada na Rio+20. Como ela chegará lá?

Alfredo Sirkis – Não creio em hostilidades. De uma forma geral, Dilma Rousseff tem ganhado crédito junto aos ecologistas. Eu, pessoalmente tenho defendido algumas de suas atitudes mais recentes. E as da ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, cujas circunstâncias em que assumiu temos que ter compreensão. A verdade é que a Dilma vem evoluindo na nossa direção. Lentamente, mas está evoluindo.

Poder Online – E quanto à sua candidata à Presidências nas eleições passadas, Marina Silva? Ela e vocês fizeram uma série de exigências para apoiar a Dilma no segundo turno. Foram cumpridas?

Alfredo Sirkis – O grande teste é agora no Código Florestal. Naquela época, o foco era a questão da anistia aos desmatadores.  Nisso, podemos dizer que o governo avançou. Aliás, o documento que a candidata Dilma assinou era mais avançado do que o seu adversário, José Serra (PSDB), nos havia proposto. Hoje, numa avaliação geral, podemos dizer que não há nada que ela tenha descumprido. Mas também não podemos dizer que ela já cumpriu os compromissos acertados ali. Digamos que o processo está em curso. Daqui a um ano e meio, mais ou menos, teremos um noção mais clara.

Poder Online – E qual a perspectiva eleitoral do grupo de vocês, do grupo da Marina Silva.

Alfredo Sirkis – Uns de nós saíram do PV, outros foram para a extrema esquerda, outros hoje põem em dúvida a eficácia da articulação partidária. Não estamos num momento de organicidade. Está difícil prever o que será do grupo nestas eleições. Cada um está voltado para a questão local. Para 2014, nem a Marina definiu ainda se será candidata. Então não dá para saber se teremos candidatura própria e se estaremos mais próximos ou mais distantes da Dilma Rousseff. A Dilma de 2014 não será a de 2010, O provável candidato do PSDB, Aécio Neves, não será como foi o Serra. E o espaço dos verdes não será o mesmo do PV e da Marina. Temos que reconhecer que o rompimento entre o Partido verde e a Marina Silva foi terrível para o partido e muito ruim para a Marina.

Notas relacionadas:

  1. Marina Silva no Roda Viva
  2. Tendinite faz Marina cancelar participação no Roda Viva
  3. Marina faz palestra no instituto Fernando Henrique Cardoso
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sexta-feira, 18 de maio de 2012 Brasil | 11:11

Personagens da semana

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Procurador-geral da República, Roberto Gurgel quase tomou o lugar de Demóstenes Torres como principal investigado da CPI do Cachoeira. Livrou a Comissão de se transformar num talk show…

E a presidenta Dilma Rousseff quase chorou, na cerimônia de instalação da Comissão da Verdade. Na prática, está ficando cada dia mais parecida com o ex-presidente Lula…

Eles não estão cada dia mais parecidos?

Notas relacionadas:

  1. Jô Soares na Academia Brasileira de Letras
  2. Dilma veta regulamentação da profissão de catador de lixo
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terça-feira, 15 de maio de 2012 Governo | 21:56

Marco Maia: “Dilma foi honesta, e a vaia foi lamentável”

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O presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), estava bem próximo de Dilma Rousseff e do Presidente da Confederação Nacional de Municípios, Paulo Ziulkoski,  durante a 15ª Marcha do Prefeitos, quando ocorreram as vaias contra a presidenta da República.

Maia disse ao Poder Online que não escutou direito o que a presidenta disse a Ziulkoski quando gesticulou com o dedo em riste na direção do representante da associação municipalista:

“Me pareceu que ela estava comentando sobre os temas que foram levantados por  Ziulkoski durante o encontro.”

Mas o presidente da Câmara declara que os prefeitos erraram a mão.

Para ele foi uma atitude “lamentável e desnecessária” num momento em que a presidenta foi “muito honesta” em sua afirmação:

Notas relacionadas:

  1. Marco Maia diz que não foi cobrado por Dilma sobre Funpresp
  2. Em dia de presidente da República, Marco Maia tem agenda cheia
  3. “Dilma estava muito irritada”, diz Paulo Ziulkoski
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Governo | 21:36

“Dilma estava muito irritada”, diz Paulo Ziulkoski

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Vaiada e intimada a se manifestar sobre a divisão dos royalties do petróleo durante encontro de prefeitos organizado pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), nesta terça-feira (15) em Brasília, a presidenta Dilma Rousseff encerrou seu discurso com o dedo em riste apontado para o presidente do CMN, Paulo Ziulkoski. “Ela estava muito irritada”, comenta.
 
Segundo ele, a presidenta estava exaltada em função da cobrança sobre os royalties. Ziulkoski minimiza a bronca alegando que a manifestação de Dilma ocorreu “naquele momento de muita tensão no auditório”.
 
Leia mais:

Dilma é vaiada em encontro com prefeitos

Marco Maia: “Dilma foi honesta e vaia, lamentável”
 
As imagens de uma Dilma irritada foram captadas em vídeo no qual Ziulkoski tenta cumprimentá-la e acaba levando um puxão de orelhas em público. Segundo ele, a presidenta disse para os prefeitos “não alimentarem falsas expectativas” sobre os royalties.
 
Publicamente, a presidenta já havia dito para eles “não acreditarem que conseguirão resolver a distribuição de hoje para trás”. “Lutem pela distribuição de hoje para frente”, sugeriu – antes de encerrar abruptamente pronunciamento.

(Nota enviada por Nivaldo Souza)

Notas relacionadas:

  1. Dilma pretende vetar a distribuição igualitária dos royalties do petróleo
  2. Cobranças da Copa do Mundo
  3. Dilma reúne governadores para discutir a seca no Nordeste
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Governo | 10:17

Dilma deve visitar áreas atingidas pela seca

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A presidenta Dilma Rousseff aceitou ontem convite do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, para visitar áreas atingidas pela seca no sertão do Nordeste.

Dilma pediu ao governador para acertar a data “nos próximos dias”.

Notas relacionadas:

  1. O carnaval de Dilma
  2. Lula e Dilma: pela primeira vez, avaliações diferentes
  3. Dilma reúne governadores para discutir a seca no Nordeste
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segunda-feira, 14 de maio de 2012 Governo | 17:59

Lula ajuda Dilma na estratégia contra os bancos privados

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Ninguém tomou o lugar do ex-ministro da Casa Civil Antonio Palocci como conselheiro estratégico da presidenta Dilma Rousseff.

Nem seu amigo pessoal, o ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, nem o ministro da Fazenda, Guido Mantega, nem o secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, assumiram o posto.

Apenas o ex-presidente Lula se tornou mais indispensável.

Dilma Rousseff, aliás, discutiu detalhadamente com Lula sua estratégia de enfrentamento dos bancos privados, a fim de obrigá-los a baixar as taxas de juros.

O momento de alta popularidade mesclado com a crise europeia foi escolhido a dedo pelos dois.

Notas relacionadas:

  1. Lula é a chave para o ministério de Dilma
  2. Lula e Dilma: pela primeira vez, avaliações diferentes
  3. Dilma e Lula estão combinados na estratégia do governo para a CPI
Autor: Tales Faria Tags: , , , , ,

quarta-feira, 2 de maio de 2012 Governo | 06:11

Dilma tenta usar a economia para se sobrepor à CPI do Cachoeira

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Apesar do  feriadão do Dia do Trabalho, a expectativa em Brasília não é de Congresso parado esta semana.

O plenário pode até não encher, mas os presidentes da Câmara, Marco Maia (PT-RS), e do Senado, José Sarney (PMDB-AP), acham que dá para tentar votar algumas medidas provisórias que estão obstruindo a pauta.

A presidenta Dilma Rousseff convocou reunião com os líderes governistas e o ministro da Fazenda, Guido Mantega , para hoje mesmo.

Quer colocar a pauta econômica no centro das discussões, disputando espaço e mídia com o imbroglio da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira.

Os temas prioritários para o Palácio são a continuidade da queda de juros e a votação das novas regras de cobrança do ICMS sobre vendas na internet, assim como o fim da chamada guerra dos portos.

Os coordenadores políticos do Planalto avaliam que, se conseguirem colocar esses assuntos na ordem do dia, a CPI do Cachoeira correrá sem atingir a popularidade do governo.

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  2. Dilma e Lula estão combinados na estratégia do governo para a CPI
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sexta-feira, 27 de abril de 2012 Governo | 10:01

Vetos a Código Florestal saem antes da Rio+20

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A Rio+20 começa no dia 16 de junho.

O prazo constitucional para a presidenta da República decidir sobre os vetos ao novo Código Florestal aprovado pelo Congresso é de 15 dias após sua votação. Ou seja, expira no dia 17 de maio.

Antes, o Palácio do Planalto defendia a votação do projeto depois da Rio+20 para evitar desgastes junto aos ambientalistas do mundo inteiro que estarão no Rio de Janeiro.

Agora que o texto foi aprovado pelo Congresso, os vetos aos pontos que mais desagradam aos ecologistas,  na avaliação de assessores de Dilma Rousseff, podem servir para dar mais um lustro na popularidade da presidenta.

E também para Dilma  dar uma satisfação à candidata do PV à Presidência da República nas últimas eleições, Marina Silva, a quem prometeu apoio nas questões ecológicas em troca do apoio do segundo turno contra o tucano José Serra.

Notas relacionadas:

  1. Veja o discurso em que Dilma se comprometeu a apoiar teses dos verdes no Código Florestal
  2. Conselho Político discute Código Florestal
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Autor: Tales Faria Tags: , , ,

quarta-feira, 25 de abril de 2012 Governo | 06:01

Dilma tem dia dedicado a sétima arte

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A presidenta Dilma Rousseff terá uma quarta-feira dedicada a sétima arte, o cinema.

De tarde ela recebe em audiência o cineasta americano Spike Lee. Há alguns dias ele vinha tentando um encaixe na agenda presidencial.

De noite, Dilma irá a lançamento do filme “Pela Primeira Vez”. Dirigido pelo fotógrafo oficial do ex-presidente Lula, Ricardo Stuckert, o longa trará bastidores da passagem do cargo para a presidenta Dilma.

Confira o trailer:

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Autor: Leonardo Santos Tags: , , ,

segunda-feira, 23 de abril de 2012 Governo | 09:00

Dilma reúne governadores para discutir a seca no Nordeste

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A propósito de Marcelo Déda, ele recebe hoje em Sergipe a presidenta Dilma Rousseff, numa visita à mina de potássio de Rosário do Catete.

Na capital, Aracaju, Dilma e Déda têm encontro com os governadores do Nordeste para tratar das medidas de combate à seca na região.

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quinta-feira, 19 de abril de 2012 Governo | 06:01

Dilma e Lula estão combinados na estratégia do governo para a CPI

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Não aposte em racha entre a presidenta Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula em relação à CPI do Cachoeira.

De fato, governos, a princípio, não gostam de Comissões Parlamentares de Inquérito no Congresso.

E é verdade que a presidenta Dilma ficou preocupada, quando soube nos EUA que seus ministros do PT e o ex-presidente Lula haviam apoiado a criação da CPI.

Tão preocupada que antecipou seu retorno ao Brasil e foi se reunir com o ex-presidente em São Paulo.

Mas, depois, de conversar com Lula, Dilma ficou convencida de que, no frigir dos ovos, a CPI pode não ser tão má assim para sua popularidade.

A estratégia definida naquele encontro foi a de que o Palácio do Planalto deverá  agir, com a CPI, na mesma linha da faxina que vinha ocorrendo na Esplanada dos  Ministérios: sempre que surgir o envolvimento de alguém ligado ao governo, afastá-lo.

Já os governadores dos partidos de oposição — ou mesmo dos partidos da base governista, como o PMDB,  que pretendiam tutelar o governo federal –, estes ficarão sangrando em praça pública durante toda a CPI.

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segunda-feira, 9 de abril de 2012 Governo | 10:02

Dilma deixa nomeação de Brizola Neto em banho-maria

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E Dilma Rousseff não nomeou Brizola Neto como ministro do Trabalho na semana passada, como planejava.

A expectativa agora no PDT é de que só o faça na volta da viagem aos Estados Unidos.

Se acalmar a briga interna no partido.

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Economia | 07:56

Depois de bater de frente com sua base política, Dilma agora encara os bancos privados

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A Caixa Econômica Federal vai anunciar hoje um corte radical nas taxas de juros cobradas de seus clientes.

A CEF deverá ser mais agressiva ainda do que o Banco do Brasil, que  anunciou na semana passada, entre outras reduções nas taxas de juros, uma queda para 3% ao mês no rotativo do cartão de crédito e no cheque especial.

É grande a expectativa no Palácio do Planalto com o resultado desse movimento nos bancos públicos.

Aposta é que isso forçará os bancos privados a, enfim, diminuírem seus spreads (o lucro sobre os juros cobrados na praça), considerados muito acima do nível explicável.

A ordem da presidenta Dilma Rousseff à sua equipe econômica é de resistir a pressões dos bancos privados.

Se eles não baixarem os spreads, virão mais medidas por aí.

Depois de brigar com sua própria base política e ver a popularidade subir, Dilma acredita que chegou a hora de encarar o sistema financeiro.

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quarta-feira, 4 de abril de 2012 Diplomacia | 19:25

Dilma recebe Mujica em casa

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A presidenta Dilma Rousseff receberá o presidente do Uruguai, José Pepe Mujica, na residência oficial do Palácio da Alvorada.

Como se trata de uma visita de trabalho, o protocolo dispensa pompas como subir a rampa presidencial e a salva de tiros de canhão.

Embora o Congresso não abra as portas amanhã, a assessoria do Palácio do Planalto confirmou que esta quinta-feira é dia efetivo de trabalho, mas foi opção da presidenta receber a comissão uruguaia no Palácio da Alvorada.

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terça-feira, 20 de março de 2012 Congresso | 12:01

Sarney, Nelson Jobim e a simbologia de um gesto para Dilma Rousseff

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Como se sabe, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), e o ex-ministro e ex-presidente do Supremo Tribunal Federal Nelson Jobim nunca morreram de amores um pelo outro.

Mas agora que a presidenta Dilma Rousseff deu um freio de arrumação no comando do PMDB no Senado, Sarney resolveu ressuscitar o peemedebista Nelson Jobim para presidir a comissão especial de notáveis encarregada de discutir o novo pacto federativo e a relação entre os estados, os municípios e a União.

E, como se sabe também, Jobim e Dilma não se bicam, desde que ele foi defenestrado pela presidenta do comando do Ministério da Defesa.

Velha raposa, Sarney sempre respeitou a simbologia dos gestos na política.

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segunda-feira, 19 de março de 2012 Eleições | 16:50

Haddad desconversa sobre participação de Dilma para evitar “constrangimento desnecessário”

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O pré-candidato petista Fernando Haddad afirmou que causaria “constrangimento desnecessário” se dissesse qual sua torcida em relação ao envolvimento da presidenta Dilma no processo eleitoral paulistano.

Apesar de sinalizar possível descontentamento nesse sentido, ele diz ser preciso entender que a agenda da presidenta da República deve estar acima de interesses regionais.

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sexta-feira, 16 de março de 2012 Governo | 06:01

Dilma substituiu Vaccarezza à revelia de Lula

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Há algumas semanas a presidenta Dilma Rousseff confidenciou ao ex-presidente Lula que pretendia afastar do cargo o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP).

Lula convenceu a sucessora a não tomar tal atitude.

Mas isso foi antes da derrota na votação de Bernardo Figueiredo para presidente da ANTT, em meio a uma rebelião do PMDB do Senado.

Após a derrota, Dilma telefonou para Lula e disse-lhe que, agora, teria que substituir o líder do governo no Senado, o peemedebista Romero Jucá (RR).

E que iria aproveitar para fazer o tal “rodízio nas lideranças”.

Lula viu que a presidenta estava decidida a afastar Vaccarezza. Então lavou as mãos.

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Autor: Tales Faria Tags: , , , , ,

segunda-feira, 12 de março de 2012 Congresso | 10:09

Para Dilma, depoimento de Mantega é decisivo no relacionamento com sua base no Congresso

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Há na pauta da Câmara dois temas altamente polêmicos em negociação: A Lei Geral da Copa e o Código Florestal.

Mas é no Senado que o governado concentra sua grande preocupação no momento: o depoimento amanhã do ministro da Fazenda, Guido Mantega, na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).

Era para ser uma reunião de rotina. Semestralmente Mantega comparece à CAE para falar sobre a política econômica com os senadores. Foi o que fez em agosto do ano passado.

Em fevereiro, no entanto, senadores da oposição apresentaram requerimento cobrando seu comparecimento para explicar denúncias de corrupção na Casa da Moeda. O senador Walter Pinheiro (PT-BA) conseguiu esvaziar as pressões sob o argumento de que o ministro iria neste semestre, como sempre fez, e que bastava esperar.

Marcado para amanhã o encontro, Mantega reuniu líderes da base governista em um café-da-manhã, na quarta-feira passada,  a fim de tentar se blindar de ataques em relação  aos parcos 2,7% de crescimento do PIB registrados entre janeiro de 2011 e janeiro de 2012 e, especialmente, sobre as denúncias contra a Casa da Moeda.

Mas na noite daquela quarta-feira mesmo estourou uma crise com a base governista, com o PMDB juntando-se à oposição para impor a primeira derrota do governo Dilma Rousseff no Senado, ao derrubar a indicação do presidente da Agência Nacional de Transportes Terrestres feita pelo Palácio do Planalto.

O depoimento de Mantega, então, se cercou de expectativas.

O Planalto não sabe direito como vai se comportar sua base, especialmente o PMDB.

Mas a presidenta Dilma Rousseff mandou avisar: considera este um momento decisivo para avaliar quem está do seu lado e quem está contra.

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Autor: Tales Faria Tags: , , , , , ,

sexta-feira, 9 de março de 2012 Partidos | 17:27

Rui Falcão e Dilma têm seu tête-à-tête

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Em meio à rebelião da base aliada contra o PT, o presidente nacional do partido, Rui Falcão, almoçou hoje a sós com a presidenta Dilma Rousseff.

Segundo a assessoria de Falcão, os dois aproveitaramo encontro para conversar “sobre o Brasil e o mundo”.

Notas relacionadas:

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Autor: Ricardo Galhardo Tags: , ,

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