Dilma Rousseff | Poder Online

Publicidade

Posts com a Tag Dilma Rousseff

terça-feira, 18 de junho de 2013 Eleições | 20:34

Protestos e negociação de tarifas de ônibus abrem queda de braço para 2014

Compartilhe: Twitter

Demorou alguns dias, mas as manifestações que atingem várias capitais do País acabaram se transformando nesta terça-feira em palco evidente para a disputa entre os cotados para disputar o Palácio do Planalto no ano que vem. Apenas poucas horas após o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, assumir a dianteira no anúncio de redução da tarifa de ônibus no Recife, a presidente Dilma Rousseff se reunia com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e outros integrantes de seu grupo de confiança para avaliar o impacto dos protestos em sua imagem e a possibilidade de baixar o preço das passagens também na capital paulista.

Dilma e Eduardo Campos assumiram a dianteira na negociação de tarifas

Ontem, tudo parecia diferente. Eduardo Campos, até então, evitava se associar diretamente ao tema. No PT, tanto dirigentes quanto pessoas próximas ao Palácio do Planalto eram unânimes em dizer que o prefeito da capital paulista, Fernando Haddad, não deveria ceder à pressão pela redução do preço da passagem de ônibus em São Paulo.

Leia também: PT investe em desoneração e crítica à violência para dissipar desgaste do protesto

Nos bastidores, eles argumentavam que baixar a tarifa seria passar à população a mensagem de que havia margem para evitar o reajuste desde o início. Também diziam que, se não fosse a isenção de PIS e Cofins  anunciada recentemente pela presidente para o setor, a passagem em São Paulo poderia ter ultrapassado a marca de R$ 4. Como o Poder Online adiantou nesta terça-feira, o plano, desde ontem, era investir no discurso sobre a desoneração promovida pela presidente e nas críticas à violência contra os manifestantes, para tentar dissipar o desgaste provocado pelos protestos.

Do lado do PSB, o anúncio da redução tarifária feito por Campos acabou tendo o reforço de prefeitos de Foz do Iguaçu, Reni Pereira; Cuiabá, Mauro Mendes; além de Geraldo Júlio, do Recife. Do lado petista, o reforço veio com Luciano Cartaxo, de João Pessoa.

Saiba mais: Dimensão tomada pelos protestos pegou governo de surpresa

No ninho tucano, os protestos e as pressões pela redução das tarifas também embalaram o senador mineiro Aécio Neves (PSDB-MG), que viu a oportunidade de se colocar ao lado do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso para comentar o assunto. Os dois participaram da abertura de uma exposição no Congresso, pelo aniversário do PSDB. Aécio criticou Dilma, dizendo que o “Brasil róseo e sem miséria da propaganda oficial” não existe. Aliados do mineiro afirmam, entretanto, que a ordem é ir devagar. Segundo um interlocutor de Aécio, “o momento é de observar e não de agir”.

Tanto petistas como tucanos admitem que os protestos podem acabar alimentando o discurso de uma quarta presidenciável, a ex-senadora Marina Silva, que corre para tentar viabilizar seu novo partido, a Rede Sustentabilidade.  Marina, por enquanto, tem evitado se colocar na linha de frente do debate. Adversários avaliam, entretanto, que a ex-verde não tardará para associar sua imagem às manifestações.

Notas relacionadas:

  1. PSB lança bandeira da redução do preço da passagem de ônibus
  2. Para PT, oposição tentará formar ‘frente anti-Dilma’ em 2014
  3. Aécio diz que governo tem medo das eleições 2014
Autor: Clarissa Oliveira Tags: , ,

Brasil | 11:00

Dimensão tomada pelos protestos pegou governo de surpresa

Compartilhe: Twitter

A dimensão tomada pelos protestos ocorridos desde a semana passada por todo o País pegou o governo de surpresa. Até ontem à noite, auxiliares próximos à presidente Dilma Rousseff ainda custavam a traçar um diagnóstico claro da situação. De um lado, alguns se queixavam de uma “coincidência de fatores que deu ao assunto projeção nacional”. Do outro, estavam aqueles que se mostravam mais preocupados com o risco de os protestos alimentarem o discurso dos partidos de oposição.

O protesto realizado ontem, em Brasília (Foto: Nivaldo Souza/iG Brasília)

Leia também: PT investe em desoneração e crítica à violência para dissipar desgaste dos protestos

De qualquer forma, ficou combinado que o melhor a fazer naquele momento seria manter uma certa distância do assunto. Assim, Dilma optou por fazer uma breve declaração sobre os protestos, na qual considerou legítima qualquer manifestação pacífica. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi para as redes sociais e seguiu o mesmo caminho.

A dificuldade maior agora, diz um líder petista com trânsito no Planalto, é acertar o grau de distância que a presidente deve manter em relação aos protestos. A avaliação é que Dilma deve deixar para os Estados e municípios a parcela de responsabilidade que têm na questão, sem deixar de se mostrar aberta aos anseios da população.

No PT, boa parte das atenções voltam-se agora para o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad. A avaliação é de que ele tem como tarefa, neste momento, convencer os manifestantes de que o reajuste que fez na tarifa de ônibus não só é justificado como é bem menor do que poderia ter sido.

Notas relacionadas:

  1. Governo federal já conta com Claudia Costin
  2. Especulação sobre reforma ministerial irrita Dilma
  3. Índios que invadiram a Funai foram levados a Brasília pelo próprio governo
Autor: Clarissa Oliveira Tags: , ,

Governo | 09:00

Dilma evitará deixar ministérios com secretários-executivos

Compartilhe: Twitter

A presidente Dilma Rousseff tem dito que, se possível, evitará deixar ministérios na mão dos atuais secretários-executivos, quando os titulares de pastas estratégicas deixarem a Esplanada para disputar a eleição do ano que vem. A avaliação do governo é de que poucos ocupantes dessas cadeiras têm força política e capacidade técnica para conduzir um ministério em meio a uma corrida presidencial.

A presidenta Dilma Rousseff (Foto: Beto Barata/AE)

A lista dos secretários mais credenciados, afirmam pessoas próximas à presidente, inclui, no máximo, José Henrique Paim, do Ministério da Educação, e Carlos Eduardo Gabas, da Previdência. Alessandro Teixeira, do Desenvolvimento, era um dos cotados, mas os desentendimentos entre o secretário e o titular da pasta, Fernando Pimentel, o empurraram para fora do ministério.

O PT, por exemplo, estima que 10 ministros podem deixar seus cargos para disputar a eleição. Uma das dificuldades que o partido já vislumbra é encontrar nomes que possa indicar para essas posições e que não tenham planos de concorrer nas urnas.

A avaliação do partido é de que Dilma pode iniciar as substituições na Esplanada até o fim deste ano. Dilma já avisou que não tem a intenção de fazer trocas no governo antes disso. Ainda assim, ainda há dentro do partido quem aposte em substituições pontuais em algumas pastas.

Notas relacionadas:

  1. Em Brasília, Cid faz tour por ministérios e não encontra Dilma
  2. Dilma gostaria de ter apenas 18 ministérios
  3. Dirceu quer reduzir ministérios de Dilma
Autor: Clarissa Oliveira Tags: , , ,

segunda-feira, 17 de junho de 2013 Congresso | 22:20

De cima do Congresso, manifestantes saúdam SP e prometem novo protesto

Compartilhe: Twitter

Os manifestantes que há pouco tomaram a cobertura do Congresso Nacional evitaram atos de vandalismo e procuraram apenas fincar posição para gritos de protesto e cantos contra políticos de diferentes partidos.

José Sarney (PMDB-AP), Renan Calheiros (PMDB-AL), Dilma Rousseff (PT), Agnelo Queiroz (PT) e Marco Feliciano (PSC-SP) foram os políticos mais xingados pelos manifestantes.

Também viraram alvo os manifestantes que vestiam camisas de partidos, como PSTU e PT. Houve menções aos participantes do ato que ocorre em São Paulo, com aplausos.

Em um determinado momento, um grupo, em coro, organizou um chamamento para novo protesto na quinta-feira.

Assista:

Notas relacionadas:

  1. Pescadores protestam em frente ao Congresso
  2. Manifestantes favoráveis e contrários a Agnelo se encontram e causam tumulto no Senado
  3. Ativistas fazem “procissão” contra Feliciano na chapelaria do Congresso
Autor: Marcel Frota Tags: , , , ,

sexta-feira, 14 de junho de 2013 Congresso | 10:09

Projeto de lei sobre código da mineração chega ao Congresso na terça-feira

Compartilhe: Twitter

O projeto de lei elaborado pelo governo federal contendo um novo marco regulatório para a mineração no Brasil chegará ao Congresso na próxima terça-feira.

O texto com novos critérios que vão guiar o setor era tido como mais um possível ponto de tensão entre o Palácio do Planalto e a base aliada no Congresso, o que levou a presidente a desistir de encaminhar a proposta por medida provisória e enviar aos parlamentares um projeto de lei .

Notas relacionadas:

  1. Projeto dos royalties chega com erro ao Planalto
  2. Zarattini diz ver clima para acordo sobre projeto que dá royalties para educação
  3. ‘É um projeto moralizador’, diz Edinho Araújo, sobre restrição a novos partidos
Autor: Marcel Frota Tags: , ,

quinta-feira, 13 de junho de 2013 Governo | 12:00

Um clima ‘tenebroso’ no Palácio do Planalto

Compartilhe: Twitter

Quem circulou pelo gabinete da presidente Dilma Rousseff nos últimos dias diz que o clima no Palácio do Planalto anda “tenebroso”.

O desânimo, diz uma pessoa com trânsito no governo, decorre de uma combinação de três fatores: o mau humor provocado pela pesquisa, o mau humor resultante das críticas à economia e os ânimos estremecidos da própria presidente.

Notas relacionadas:

  1. Dilma aguarda Obama no Palácio do Planalto
  2. Crianças acompanham visita de Obama ao Palácio do Planalto
  3. Palácio do Planalto dá carta branca a Mantega
Autor: Luciana Lima Tags:

Governo | 06:00

Dilma diz que não mexe na articulação, mas petistas já cogitam nomes

Compartilhe: Twitter

A presidente Dilma Rousseff fez chegar a líderes partidários que não tem a menor intenção de mexer na composição do governo antes do fim do ano. Diante da polêmica envolvendo a relação entre o Palácio do Planalto e o Congresso, o governo vem sendo pressionado por vários setores da base a fazer mudanças na articulação política.

Dilma diz que não mexerá na equipe. Petistas duvidam.

Além das críticas à ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, há também cobranças sobre a atuação do líder do governo na Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP). O governo, ao menos por enquanto, se movimenta para dar sustentação a ambos. Entre petistas, entretanto, a aposta é que há grandes chances de a presidente rever os planos e fazer trocas na Esplanada depois do recesso parlamentar.

Vários grupos dentro do PT se movimentam para desenhar opções para as duas vagas. Desde a polêmica votação da MP dos Portos, um dos nomes recorrentes nas discussões é o do atual líder do PT na Câmara, José Guimarães (CE). Também é citado o deputado Luiz Sérgio (PT-RJ), que já comandou a pasta que hoje está nas mãos de Ideli.

Há, entretanto, outra movimentação correndo em paralelo, envolvendo outra ala petista no Congresso. Nessa seara, parlamantares colocam na mesa dois nomes que poderiam preencher posições na articulação: os deputados Ricardo Berzoini (PT-SP), ex-presidente do PT, e Marco Maia (PT-RS), ex-presidente da Câmara dos Deputados.

Há sugestões até mesmo para que Dilma entregue a liderança do governo a um peemedebista. Ou ainda, como propõe um parlamentar petista, a presidente poderia ao menos remanejar o time atual no ministério. Por essa tese, a presidente poderia colocar desde já na Casa Civil o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, que já vem conversando com setores da base sobre a articulação no Congresso. Ideli, nesse caso, poderia ir para a Secretaria-Geral e o titular desta pasta, Gilberto Carvalho, assumiria as Relações Institucionais.

Notas relacionadas:

  1. Dilma impediu Chinaglia de assumir a liderança do governo
  2. Dilma Rousseff e Marco Maia: um relacionamento em má fase
  3. Um futuro incerto para Ideli Salvatti
Autor: Clarissa Oliveira Tags: , , , , , ,

quarta-feira, 12 de junho de 2013 Política | 21:01

Exonerado, Afif responde no Twitter como ministro

Compartilhe: Twitter

Para assumir o governo do Estado de São Paulo durante a viagem do governador Geraldo Alckmin (PSDB) para a França, o vice-governador Guilherme Afif (PSD) foi exonerado temporariamente do cargo de ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa. No entanto, na terça-feira (11), o governador em exercício tuitou como ministro.

Reprodução/Twitter

“A Secretaria da MPE é quem vai fiscalizar a implementação da nova lei do Imposto na Nota”, escreveu Afif, linkando para um jornal que publicou reportagem sobre o assunto.

Nesta quarta-feira (12), Afif cumpriu agenda de governador: participou da cerimônia de abertura de evento da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e visitou o Comando Geral da Polícia Militar acompanhado pelo secretário da Segurança Pública, Fernando Grella, em solidariedade aos PMs feridos durante os protestos contra o aumento da passagem de ônibus.

Leia também: Líderes da Assembleia negam proposta de urgência de processo de Afif; votação será dia 19

Notas relacionadas:

  1. Deputados batem boca em debate sobre saída de Afif do governo de SP
  2. PSOL diz esperar ‘guerrilha’ na análise do caso de Afif
  3. Deputado do PSDB dá parecer favorável à cassação de Afif
Autor: Julianna Granjeia Tags: , , , ,

terça-feira, 11 de junho de 2013 Economia | 15:00

Para governo, chave do desempenho de Dilma está na inflação

Compartilhe: Twitter

No entorno da presidente Dilma Rousseff, o entendimento é de que a chave para a retomada da popularidade do governo está mesmo na inflação.

Embora temas como os níveis de emprego e mesmo questões políticas também pesem na avaliação da presidente, auxiliares entendem que uma estratégia bem sucedida para conter a pressão de alta nos preços é o que vai evitar um efeito maior nas urnas no ano que vem.

Os próximos meses, diz um ministro, serão determinantes para mostrar as chances de sucesso da estratégia.

Notas relacionadas:

  1. Para Furlan, Dilma vai ter que melhorar o que já está bom
  2. Líder do governo comemora inflação abaixo da meta, mas…
  3. Para governador cearense, Dilma sofre pressão por alta de juros
Autor: Clarissa Oliveira Tags: ,

Brasil | 13:00

Índios que invadiram a Funai foram levados a Brasília pelo próprio governo

Compartilhe: Twitter

Os cerca de 150 índios, a maior parte da etnia mundurucu, que ocuparam a sede da Fundação Nacional do Índio (FUNAI) na segunda-feira, chegaram a Brasília na semana passada em dois aviões da Força Aérea Brasileira (FAB). O governo decidiu trazê-los para Brasília para evitar que invadissem o canteiro de obras da Usina de Belo Monte, no Pará, como estavam planejando.

Nas negociações, os índios não aceitaram que uma comissão de 10 representantes fosse recebida no Planalto, e por isso, o governo decidiu trazer todos os manifestantes para Brasília. O combinado era que os índios retornassem de avião para o Pará na quarta-feira. No entanto, se recusaram a voltar mesmo com o Planalto deixando dois aviões a disposição por 24 horas.

Na semana passada, os Índios  preferiram ficar na Fazenda do Conselho Missionário Indigenista (CImi), na periferia de Brasília, e aproveitaram o dia para se concentrarem em frente ao Palácio do Planalto em protesto contra  o tratamento dispensado pelo governo Dilma Rousseff.

Notas relacionadas:

  1. Restou um buraco de fossa mal tapado no lugar do banheiro que os Índios haviam armado na Esplanada dos Ministérios
  2. Ministério da Justiça aciona PF para evitar morte de índios
  3. Tensão com índios deixa saudades do MST
Autor: Luciana Lima Tags: , , ,

Congresso | 08:00

‘As pessoas estão perdendo a euforia’, afirma tucano

Compartilhe: Twitter

O senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) disse que a presidente Dilma Rousseff (PT) está provando do próprio veneno ao experimentar queda nos índices de popularidade de seu governo.

A tese de Nunes é que Dilma sofre com a antecipação eleitoral que promovida pelo PT e pelo ex-presidente Lula, que lançou o nome da presidente ainda em fevereiro, em festa do partido.

“O povo está percebendo que o rei está nu”, disse Nunes sobre a queda da popularidade. “A reeleição é sempre impulsionada na perspectiva que as pessoas têm de que as coisas irão melhorar. As pessoas estão perdendo a euforia”, disse o tucano.

Notas relacionadas:

  1. Líder do DEM responsabiliza governo por crise nos Transportes
  2. ‘Dilma se sai melhor em ambiente protegido’, diz Aloysio sobre 1º de maio de Dilma
  3. Socialista diz que governo trabalhou para enterrar MP dos Portos
Autor: Marcel Frota Tags: , ,

Brasil | 07:00

Questão indígena abre divergências entre ministros de Dilma

Compartilhe: Twitter

O governo federal está dividido sobre a resposta que a presidente Dilma Rousseff deve dar ao aumento das tensões em relação a grupos indígenas. De um lado, alguns ministros têm ponderado que a presidente agora paga o preço por não ter dialogado com mais frequência com movimentos sociais. Por isso, deveria fazer um aceno a esse grupo e minimizar o estrago. Do outro, parte dos auxiliares afirma que, neste momento, a única solução é endurecer o discurso e deixar claro que o governo não cederá às pressões.

Leia também: Assassinatos de indígenas cresce 269% no governo Dilma

O Planalto, na prática, tenta arrefecer as tensões, na esperança de abrir uma frente mais “tranquila” de negociação. Há um temor de que casos como o do índio baleado no Mato Grosso do Sul, na semana passada, por exemplo, acabe proliferando uma imagem distorcida da relação entre o governo e o movimento indígena.

Ainda assim, prevalece no Planalto o entendimento de que a situação é delicada e precisa ser contornada sem sobressaltos. Até para não alimentar as já recorrentes comparações em relação à forma como o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se relacionava com este e outros movimentos sociais.

Saiba mais: Maria Augusta Assirati pode ficar em definitivo no comando da Funai

Notas relacionadas:

  1. Índio quer Fundo com dinheiro de mineradoras
  2. Protesto indígena no Planalto
  3. Plano Safra é uma das apostas de Dilma para criar ‘cenário positivo’ em 2014
Autor: Clarissa Oliveira Tags: , ,

quinta-feira, 6 de junho de 2013 Eleições | 08:00

Engajado em ‘guerrilha de guerrilha’, Eduardo Campos faz hoje nova visita a Brasília

Compartilhe: Twitter

O governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), estará nesta quinta-feira em Brasília, oficilamente para compromissos no Palácio do Planalto. O pernambucano, entretanto, aproveitará sua estada na capital federal para mais uma rodada de reuniões com possíveis aliados.

Campos busca a construção de palanques regionais que deem sustentação para sua empreitada presidencial.

O recente sumiço do socialista tem uma explicação entre os colegas de partido. A ideia é que o pernambucano não teria condições de um enfrentamento direto com Dilma Rousseff (PT) neste momento. A estratégia é o que os socialistas classificam como “guerra de guerrilha”, bater e sumir.

Notas relacionadas:

  1. Eduardo Campos diz a Serra que candidatura de Aécio é necessária
  2. Clima de campanha marca visita de Eduardo Campos a Santos
  3. Soninha defende apoio do Mobilização Democrática a Eduardo Campos
Autor: Marcel Frota Tags: , ,

quarta-feira, 5 de junho de 2013 Governo | 08:00

Moreira Franco está impaciente com demora de nomeações

Compartilhe: Twitter

O ministro Moreira Franco (PMDB-RJ), que há pouco mais de um mês migrou da pasta de Assuntos Estratégicos para a Secretaria de Aviação Civil, tem se queixado da demora da presidente Dilma Rousseff em liberar nomeações de sua confiança para a pasta.

Em conversa com o vice-presidente Michel Temer (PDMB-SP) nesta semana, o ministro queixou-se de não ter conseguido  nomear ninguém para a equipe até agora. A única indicação de sua gestão, disse o ministro, foi a própria.

Atualização às 15h30:

Auxiliares do ministro Moreira Franco contataram o Poder Online para negar que tenha se queixado com o Planalto sobre nomeações da pasta. A equipe, diz a assessoria do ministro, já está montada.

Notas relacionadas:

  1. Moreira Franco recusa convite para assumir Secretaria de Assuntos Estratégicos
  2. Moreira Franco e seu ministério de mentirinha
  3. Moreira Franco vai a Roma
Autor: Luciana Lima Tags: , ,

terça-feira, 4 de junho de 2013 Governo | 15:58

Emendas foram ponto indigesto do cardápio no jantar de Dilma com PMDB

Compartilhe: Twitter

O cardápio do jantar institucional oferecido pela presidente Dilma Rousseff no Palácio da Alvorada teve pontos indigestos. Os caciques do PMDB, Henrique Eduardo Alves (RN) , no comando da Câmara, e Renan Calheiros (AL), à frente do Senado, experimentaram a falta de disposição de Dilma em liberar o pagamento das emendas parlamentares.

O PMDB já contabilizou R$ 8 bilhões em emendas de parlamentares de partidos da base que aguardam a liberação de Dilma. A presidente, por sua vez, ofereceu o pagamento de R$ 1 bilhão.

Notas relacionadas:

  1. Raupp dá “conselho de amigo” para Dilma
  2. Guerra encontra Ideli para discutir liberação de emendas
  3. Dilma chama PT e PMDB para jantar
Autor: Luciana Lima Tags: , ,

Brasil | 10:00

Plano Safra é uma das apostas de Dilma para criar ‘cenário positivo’ em 2014

Compartilhe: Twitter

Ao centrar o discurso nas iniciativas do governo para ampliar o Plano Safra, a presidente Dilma Rousseff começou a colocar em prática parte da estratégia para criar um “cenário positivo” para o ano eleitoral. Ontem, durante a visita que fez ao Rio Grande do Norte, Dilma anunciou a criação de um Plano Safra específico para o semiárido nordestino. Hoje, no Palácio do Planalto, serão divulgadas as diretrizes nacionais do programa para a temporada de 2013 e 2014.

O governo aposta que algumas medidas, entre elas a injeção de mais recursos no programa agrícola, serão fundamentais para melhorar o desempenho da economia. A chave do projeto, dizem pessoas próximas ao Planalto, é o estímulo à produtividade. Só assim, afirmam, será possível evitar que o temor de um quadro recessivo na economia alimente ainda mais o discurso da oposição.

Notas relacionadas:

  1. Dilma quer um encontro com prefeitos para chamar de seu
  2. Dilma dá sinal verde para desoneração do transporte público
  3. Em bom portunhol, Dilma faz saudação para primeira-dama da Venezuela
Autor: Clarissa Oliveira Tags: , ,

segunda-feira, 3 de junho de 2013 Congresso | 10:00

Se o PMDB atrapalha, o PSD só ajuda o governo

Compartilhe: Twitter

Em tempos em que o PMDB anda dando trabalho para a articulação do governo da presidenta Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto há quem diga que o PSD do ex-prefeito Gilberto Kassab é que ajuda.

Na articulação política de Dilma, a avaliação é que, embora não pertença formalmente à base aliada, tem facilitado como pode a apreciação de matérias de interesse do governo. Exemplo disso, afirmam interlocutores da presidente, foi atuação do partido na polêmica votação da MP dos Portos.

Notas relacionadas:

  1. Sarney suspende votação de Tratado de Itaipu e atrapalha planos de Dilma
  2. Governo teme retaliação de ruralistas em votação da PEC do Trabalho Escravo
  3. MP dos Portos eleva pressão sobre articulação política do governo
Autor: Marcel Frota Tags: , , ,

Congresso | 08:00

Líder do PSB diz ver base de Dilma mais frágil em 2014

Compartilhe: Twitter

Em meio à dificuldade identificada pelo Palácio do Planalto na articulação da base no Congresso, o líder do PSB na Câmara, deputado Beto Albquerque (RS), diz que o problema está longe do auge.

Engajado na pré-campanha do governador pernambucano, Eduardo Campos, Albuquerque diz acreditar que a fragilidade da base pode aumentar significativamente no ano que vem.

“Uma base fragilmente compactada pode se dispersar durante uma eleição”, diz o socialista.

Notas relacionadas:

  1. Delgado diz que candidatura na Câmara foi positiva para Eduardo Campos
  2. Albuquerque diz que o governo não pode achar que tudo que inventa será aprovado
  3. Líder do PT diz que governo já cedeu tudo: ‘querer mais é o céu’
Autor: Marcel Frota Tags: , , ,

domingo, 2 de junho de 2013 Partidos | 06:00

‘PT não pode demorar para definir nome em SP’, diz presidente da legenda

Compartilhe: Twitter

O presidente do PT de São Paulo, deputado estadual Edinho Silva, admite que o partido não pode demorar para definir seu candidato ao governo paulista. Não deverá haver surpresas, segundo Edinho, a escolha será mesmo entre três ministros: José Eduardo Cardozo (Justiça), Alexandre Padilha (Saúde) ou Guido Mantega (Fazenda).

O presidente petista afirma que a construção das alianças passará a ser mais bem definida a partir da escolha do nome. O terreno parece árido já que muitos potenciais aliados ou estão comprometidos com Geraldo Alckmin (PSDB), ou decidiram lançar um nome próprio.

Sobre a recente adesão do PRB ao governo Alckmin, o petista reconhece que foi um movimento ruim para a candidatura do PT, mas diz que será difícil para o novo aliado dos tucanos em São Paulo, que é da base do governo federal, criticar um candidato do partido, cujo nome deverá vir da Esplanada dos Ministérios.

Poder Online – O que o senhor achou da adesão do PRB ao governo Alckmin?
Edinho Silva – Se esse quadro se concretizar é ruim. É um partido da base do governo Dilma, e o nosso candidato com certeza será um ministro. Será difícil para o PRB, que tem ministério e é governo, legitimar críticas a uma liderança que faz parte do mesmo governo. Espero que o PRB possa fazer uma reflexão e entender que ele faz parte de um projeto nacional e que esse projeto será defendido no estado de São Paulo com nossa candidatura ao governo paulista.

Muitos potenciais aliados do PT estão comprometidos com a administração Alckmin, casos do PP, PDT, PSB e agora o PRB. Há ainda outros que já definiriam candidatura própria, como PSD e PMDB. O PT vai ficar isolado em São Paulo?
Penso que é muito cedo para fazer esse tipo de análise. Estamos ainda entrando no jogo. Nossa prioridade agora é definir o nome do nosso candidato. É muito difícil definir tática eleitoral, definir política de alianças sem um nome. Esse processo de escolha do nome está próximo. Aí sim teremos condições de sermos mais agressivos na construção da política de alianças. Mas estamos conversando com o PMDB, com o PSD, com o PDT, nos próximos dias vamos conversar com o PC do B. Vamos procurar o PR, o PP. Estamos conversando. Mas só teremos condições de fechar alianças quando definirmos o nome. Tenho conversado muito com o Rui Falcão – pela importância de São Paulo – a construção da tática nacional, a construção da política de alianças nacional terá que envolver São Paulo; aqui define o quadro eleitoral, aqui a eleição nacional pode ser definida, a construção do palanque de São Paulo é prioridade.

Houve uma antecipação eleitoral em âmbito nacional. Em São Paulo, temos pelo menos três possíveis nomes já lançados (Geraldo Alckmin, Paulo Skaf e Gilberto Kassab). Quando o PT vai definir seu nome?
Primeiro precisamos ver se os nomes colocados agora serão os mesmos daqui um ano. Respeitamos todos os partidos, mas é muito cedo para definirmos o quadro de 2014. Hoje temos o Alckmin, o PT vai definir em breve, aí estarão definidos os dois principais polos das eleições em São Paulo. A partir dessas definições teremos o início do desenho do quadro que vai se configurar em meados de 14. O PT não pode demorar, em breve termos nosso nome. Nós não temos a máquina na mão, a nossa vantagem nessa corrida é o tempo e nossa capacidade de organização. Estamos desenvolvendo as caravanas pelo estado, já percorremos 15 regiões; estamos mobilizando o partido, fazendo diagnósticos regionais, vamos regionalizar nosso programa de governo; estamos organizando nossa máquina partidária, vamos fazer dois grandes encontros no estado em agosto, um do interior e outro da região metropolitana de São Paulo. Queremos nesses encontros dar o início à nossa pré- campanha e para isso precisamos ter nosso candidato.

Fala-se em José Eduardo Cardozo, Alexandre Padilha e Guido Mantega, existe um favorito hoje?
São todos quadros de primeira grandeza. Será um deles.

Há uma piada que circula na bancada federal de que o PIB poderia definir o candidato petista. Um PIB bom assegura o nome de Mantega?
O Mantega é um quadro fundamental para o nosso governo, ele é o ministro que está enfrentando a crise internacional. O Brasil, mesmo com todos os discursos pessimistas daqueles que torcem contra, é referência para o mundo de como gerar riqueza e distribuir riqueza. Essa crise internacional não é simples, é pior que a de 29, mesmo assim estamos dando os passos certos, sem arroubos e turbulências, e devemos muito ao nosso ministro da Fazenda, que tem muita credibilidade. O Guido vai cumprir a tarefa que mais ajudar na construção do nosso projeto.

O PT tem tido dificuldades com o eleitor do interior. Como o partido melhora sua performance no interior, onde pautas como Transporte (Metrô e trens) e até a Segurança Pública têm menos impacto que têm na Capital e Região Metropolitana e que parecem ser os pontos mais fracos do atual governo?

Primeiro a pauta não é só essa. E a segurança é um transtorno, sim, no interior. O crime organizado tomou conta do interior, só o governador que não reconhece. A política de expansão do sistema prisional é desastrosa. Hoje temos regiões do interior que foram transformadas com a concentração de presídios. Os problemas com a violência deixaram de ser “privilégio” dos grandes centros urbanos. A política de pedagiamento das estradas paulistas hoje intimida investimentos em muitas regiões, o custo da logística acaba afastando investimentos no interior. Não existe uma política de desenvolvimento regional. Muitas regiões do interior tem esvaziamento demográfico. A falta de perspectiva de futuro levam, principiante os jovens, para as regiões metropolitanas. A educação continua sem projeto, São Paulo não consegue reorganizar a rede pública em torno de um projeto pedagógico qualificado. A expansão do ensino técnico não dialoga com as cadeias produtivas; as universidades tiveram expansão de forma desordenada e sem projeto, o ensino superior não interage com o modelo de desenvolvimento econômico do estado, até porque não existe um modelo de desenvolvimento que combata as desigualdades regionais.

Temos diagnóstico e teremos propostas para o interior, da mesma forma que com o governo Haddad e todas as nossas prefeituras da Grande São Paulo vamos mostrar que é possível ter um modelo de regionalização das políticas públicas que enfrente os graves problemas estruturais da região metropolitana de São Paulo, um modelo que integre as políticas públicas de forma democrática e responda aos problemas de um desenvolvimento urbano desorganizado, em que o estado de São Paulo só assistiu.

Notas relacionadas:

  1. PSDB veta nome para secretário de Alckmin
  2. Legenda de Kassab é o “partido da janela”
  3. O nome do novo partido de Marina Silva
Autor: Marcel Frota Tags: , , , , , , ,

sexta-feira, 31 de maio de 2013 Brasil | 06:00

Dilma planeja abrir o caixa para a saúde

Compartilhe: Twitter

Dilma dará reforço de caixa para saúde, dizem líderes petistas

Interlocutores da presidente Dilma Rousseff fizeram chegar a líderes do PT o recado de que um dos próximos passos do Palácio do Planalto será abrir o caixa para a saúde. O governo não esconde a preocupação com o efeito que os gargalos da área podem ter na campanha eleitoral do ano que vem.

Leia também: Governo prepara lançamento de programa para ‘importação’ de médicos

O aviso repassado aos líderes é que, onde houver necessidade de caixa, haverá dinheiro. No entanto, a declaração veio acompanhada do entendimento de que só isso não será suficiente para reverter as avaliações negativas que o governo ostenta nesse setor.

Um dos pedidos feitos pelo governo aos parlamentares é que apoiem a proposta de importação de médicos estrangeiros, que vem sendo desenhada no Ministério da Saúde. A ideia é polêmica e despertou reação de entidades do setor. Mas a avaliação do governo é que não faz sentido deixar regiões remotas sem médicos se houver em qualquer lugar do mundo pessoal disposto a assumir a tarefa.

Dilma, por meio dos emissários, deixou claro que espera dos líderes petistas ajuda para articular mudanças na lei que se façam necessárias para permitir a validação de diplomas de médicos estrangeiros e, principalmente, a oferta de benefícios como qualificação e formação adicional para esses profissionais.

Notas relacionadas:

  1. “O apagão vai ajudar Dilma a só deixar técnicos no comando do setor elétrico”
  2. Qual o melhor presente para a presidenta Dilma Rousseff?
  3. Para PMDB, Geddel fica na Caixa
Autor: Clarissa Oliveira Tags: , , ,

  1. Primeira
  2. 1
  3. 2
  4. 3
  5. 4
  6. 5
  7. 10
  8. 20
  9. 30
  10. Última