CPI | Poder Online - Part 3

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Posts com a Tag CPI

terça-feira, 10 de julho de 2012 Congresso | 10:46

O encontro entre Demóstenes e Pedro Simon

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Demóstenes Torres (sem partido-GO) cruzou com Pedro Simon (PMDB-RS) no plenário do Senado.

Sem ter como fugir do antes grande amigo, Simon viu-se abrigado a apertar a mão estendida à sua frente.

Demóstenes, então, aproveitou:

– Simon, você precisa dar-me a chance de explicar pessoalmente tudo o que ocorreu.

Apressado, Simon saiu de fininho, sem responder.

Notas relacionadas:

  1. Pedro Simon e o país que queremos
  2. Assista ao discurso de Pedro Taques contra Demóstenes Torres
  3. “Chegou a hora de Demóstenes Torres renunciar ao mandato. Ou então será cassado”, afirma Pedro Simon
Autor: Tales Faria Tags: , , ,

segunda-feira, 9 de julho de 2012 Congresso | 10:26

Demóstenes volta à tribuna hoje

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O senador Demóstenes Torres volta hoje à tribuna para retomar a série de discursos em sua própria defesa, interrompida na última quinta-feira.

Demóstenes pretende falar até a quarta-feira, quando o plenário julga definitivamente sua cassação.

Há expectativa entre seus assessores de que, nestes três últimos dias, ele eleve o tom dos discursos.

Notas relacionadas:

  1. Demóstenes deve subir à tribuna para explicar ligações com bicheiro
  2. Demóstenes no plenário (antes e depois)
  3. Demóstenes deve começar a falar
Autor: Tales Faria Tags: , ,

domingo, 8 de julho de 2012 Congresso | 12:21

Presidente do DEM avalia que plenário do Senado cassará nesta quarta-feira Demóstenes Torres, ex-integrante da legenda

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Presidente nacional do Partido Democratas (DEM), o senador José Agripino Maia (RN) não compareceu à votação da cassação de Demóstenes Torres (sem partido-GO) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, na última quarta-feira.

Por conta disso, surgiram especulações de que Agripino poderá votar contra a cassação de um senador que integrava as fileiras de seu partido.

Em entrevista ao Poder Online, o senador afirma que não foi à sessão porque sabia que seu voto não seria necessário. E porque está em missão partidária no EUA, participando de reuniões da IDC (Internacional Democrata Cristã) e da União de Partidos de Centro Latino-Americanos.

Agripino  diz que não revela o voto apenas para não dar chances a Demóstenes de pedir anulação do processo. Mas, na entrevista, deixa claro que foi ele quem liderou o DEM na decisão de expulsar o senador da legenda e que concorda com a avaliação do presidente do Senado, José Sarney, segundo a qual a situação de Demóstenes “é muito frágil”.

Ao explicar essa fragilidade, Agripino praticamente revela o voto: “Um sentimento de auto-defesa do Senado. Os senadores entendem que uma negativa à cassação deixaria a Casa exposta.”

Poder Online – O senhor faltou à sessão em que a CCJ votou pela cassação de Demóstenes Torres. Isso gerou especulações de que o DEM votará por sua absolvição nesta quarta-feira, no plenário.

José Agripino Maia – O DEM expulsou Demóstenes de seus quadros logo que as denúncias contra ele apareceram. Diante disso, ninguém tem moral para suspeitar do partido.

Poder Online – E qual será o seu voto?

José Agripino Maia – Pois é. Não revelei o voto publicamente e não revelarei agora porque isto beneficiaria o próprio Demóstenes, dando-lhe argumento para pedir a anulação do processo. Afinal, a Constituição determina a votação secreta para casos de cassação de mandatos. Mas basta ver como o DEM se comportou logo que apareceram as denúncias, sob a minha liderança, para concluir como nós do partido estamos, estivemos e estaremos nos comportando.

Poder Online – E por que o senhor não compareceu à votação na CCJ.

José Agripino Maia – Primeiro, porque o resultado já estava definido, independentemente do meu voto. Todos nós senadores já tínhamos essa avaliação. Depois, porque estava e ainda estou em missão partidária no exterior. Falo com você dos EUA, mas na segunda-feira já estarei no Brasil.

Poder Online – Quanto à votação de quarta-feira, qual deverá ser o resultado?

José Agripino Maia – O que posso dizer é que concordo com o residente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). Ele avaliou que a situação do senador Demóstenes é muito frágil. Eu também acho.

Poder Online – Por quê?

José Agripino Maia – Porque há um sentimento de autodefesa do Senado. Os senadores entendem que uma negativa à cassação deixaria a Casa exposta, em choque muito frontal com aquilo que deseja a opinião pública.

Poder Online – E quanto ao Carlinhos Cachoeira? Qual sua avaliação? Ele comandava mesmo uma organização criminosa com tentáculos no meio político?

José Agripino Maia – Acho que o fundamental desse caso é apurar a conexão deste senhor com a construtora Delta. E elucidarmos os contratos da Delta. É aí que ocorreu o desvio do dinheiro público, e o fundamental é levantarmos como e quanto de prejuízo eles causaram aos cofres públicos.

Poder Online – E esse objetivo será alcançado?

José Agripino Maia – Acho que há tentativas de se contornar esse objetivo. Porque é evidente que a maior parte dos contratos da Delta foram fechados com o governo federal. A maior parte das obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) tinham a Delta.

Poder Online – Mas também tinham obras com governos estaduais. O caso das obras do Tietê, fechadas com o governo tucano de São Paulo, por exemplo…

José Agripino Maia – Seja lá de quem for. Tem que apurar todos os contratos da Delta. Chegue onde chegar. É aí que está o mau uso do dinheiro público.

Poder Online – A convocação do dono da Delta, Fernando Cavendish, ajuda?

José Agripino Maia – Claro que ajuda. A dele e a dos ex-diretor-geral do DNIT Luiz Antônio Pagot.

Notas relacionadas:

  1. “Chegou a hora de Demóstenes Torres renunciar ao mandato. Ou então será cassado”, afirma Pedro Simon
  2. Presidente da Câmara: não há mais tempo para aprovar o fim do voto secreto antes da cassação de Demóstenes
  3. DEM também deve abandonar Demóstenes
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sexta-feira, 6 de julho de 2012 Congresso | 08:37

A propósito da declaração de Sarney de que a situação de Demóstenes “é bem desfavorável”

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Quem tem assistido aos discursos do senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) no plenário do Senado é o deputado Francisco Escórcio (PMDB-MA).

Ele se desloca da Câmara e procura sentar numa cadeira do plenário do Senado bem à vista de Demóstenes, com o olhar fixo no senador.

Escórcio é considerado um dos parlamentares mais fiéis ao presidente do Senado, José Sarney. E teria sido alvo de arapongagem da turma de Cachoeira.

– Só eu sei como esse Demóstenes tentou aprontar conosco. Eu sento ali no plenário e escuto ele falar… Só para tomar mais uma lição da vida: a lição de  que o mundo dá voltas, muitas voltas.

Notas relacionadas:

  1. Sarney coloca em pauta o fim do voto secreto para cassação de senadores
  2. Cassação de Demóstenes será votada dia 11
  3. Demóstenes deve começar a falar
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quinta-feira, 5 de julho de 2012 Congresso | 11:05

“Relator está com medo de o PT perder a eleição”, acusa tucano durante sessão da CPI

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Senador Flecha Ribeiro (PSDB-PA) acusa o relator da CPI do Cachoeira, Odair Cunha (PT-MG), de direcionar a investigação para São Paulo e diz que é porque os petistas têm medo de perder as eleições na capital paulista

Notas relacionadas:

  1. Lindbergh Farias será relator da CPI do Ecad
  2. Relator está à procura de inquérito
  3. PT e PMDB rejeitam acordo e só aceitam convocar governador tucano à CPI
Autor: Leonardo Santos Tags: ,

Congresso | 08:37

Integrantes da CPI calculam que Demóstenes terá cerca de 25 votos a seu favor

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Ontem, conversando com amigos, os senadores Pedro Taques (PDT-MT) e Randolfe Rodrigues (PSol-AP), contavam na ponta dos dedos os mais prováveis votos contrários à cassação de Demóstenes Torres, próxima quarta-feira.

Chegaram a 17 entre os 81 senadores, o que acaba com o mandato de Demóstenes com folga.

Pessimistas, eles acham, no entanto, que Demóstenes terá pelo menos uns 25 votos.

Outro integrante da ala mais durona da CPI do Cachoeira, o deputado Miro Teixeira (PDT-RJ) também calcula cerca de 25 votos pró-Demóstenes.

Notas relacionadas:

  1. Cresce a pressão para Demóstenes se explicar
  2. Demóstenes deixa a liderança do DEM no Senado
  3. Demóstenes deve começar a falar
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quarta-feira, 4 de julho de 2012 Partidos | 13:01

Randolfe diz que apoia convocação de vereador de seu partido à CPI

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Lembra da ex-candidata a prefeita do Recife pelo PSol Noelia Brito, que deixou a legenda acusando o seu presidente nacional, deputado Ivan Valente (SP), e o senador Randolfe Rodrigues (PSol-AP) de estarem tentando blindar o veredaor do Psol de Goiania Elias Vaz na CPI do Cachoeira?

Pois é. Pau que bate em Chico, bate em Francisco. Poder Online foi ouvir Randolfe.

O senador jura que é contra o acordão na CPI e a favor da convocação do vereador de seu partido.

Assista:

Notas relacionadas:

  1. PSOL está menos trotskista
  2. PSDB só aceita punir deputado tucano depois que ele se apresentar à CPI
  3. No Mato Grosso, Blairo Maggi está em guerra com seu próprio partido
Autor: Tales Faria Tags: , , , , , ,

Congresso | 11:16

As argumentações de Vaccarezza para não-convocações que são vistas como proposta de acordão na CPI

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Ex-líder do governo da Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP) é um dos representantes de seu partido na CPI do Cachoeira.

Diferentemente do PSDB — que, segundo o deputado tucano Carlos Sampaio (SP) declarou ao Poder Online, votará pela convocação do dono da Delta Engenharia, Fernando Cavendish, e do ex-diretor-geral do DNIT Luiz Antônio Pagot — Vaccarezza defende que eles não sejam convocados.

Ao Poder Online, Vaccareza afirma que nem estes dois, nem nomes ligados aos tucanos, como Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, que seria responsável pelo contrato de ampliação da marginal do rio Tietê com a Delta, e nem o empresário de São Paulo Adir Assad, assim como também não convocaria o prefeito petista de Palmas, Raul Filho.

A posição de Vaccarezza é vista como uma proposta de acordão para não se convocar ninguém. Mas o deputado diz que não seria acordo, seria a vitória de sua proposta. E que sua posição não é majoritária nem mesmo no seu partido.

Veja a argumentação de Vaccareza:

Notas relacionadas:

  1. Vaccarezza cantava vitória antes da decisão do PT
  2. Marco Maia e Vaccarezza permanecem em atrito
  3. Trauma com depoimentos: adiadas convocações de Cavendish e Pagot à CPI do Cachoeira
Autor: Tales Faria Tags: , , , , , ,

Congresso | 08:08

PSDB vota pela convocação de Pagot e Cavendish à CPI do Cachoeira

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Se depender da oposição, na quinta-feira a CPI do Cachoeira aprova a convocação do dono da empreiteira Delta, Fernando Cavendish, e de Luiz Antônio Pagot, ex-diretor-geral do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes).

Em entrevista ao Poder Online, o deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP) afirma que a decisão já está tomada no seu partido e não há chances de se voltar atrás:

Notas relacionadas:

  1. Integranteas da CPI do Cachoeira cobram nomeação do vice-presidente e dos subrelatores
  2. Trauma com depoimentos: adiadas convocações de Cavendish e Pagot à CPI do Cachoeira
  3. Cresce movimento na CPI pela convocação de Cavendish e Pagot
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terça-feira, 3 de julho de 2012 Congresso | 13:09

Cúpula da CPI se reúne a portas fechadas depois de ouvir “não” de testemunha

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O presidente da CPI do Cachoeira convocou uma reunião a portas fechadas em seu gabinete para discutir como a CPI fará para evitar novas desobediências.

Hoje a sócia de um instituto de pesquisa Ana Cardoso de Lourenço, que teria recebido dinheiro da Alberto Pantoja, se recusou a comparecer no depoimento.

Os parlamentares também estão discutindo a possibilidade de convocar o ex-presidente da Delta Construções Fernando Cavendish e o ex-diretor do Dnit Luiz Antônio Pagot em reunião administrativa da próxima quinta-feira.

Notas relacionadas:

  1. Cúpula do PMDB defende Sérgio Cabral. Mas sem paixão
  2. Trauma com depoimentos: adiadas convocações de Cavendish e Pagot à CPI do Cachoeira
  3. De fora da CPI, Simon conduzirá negociação para ouvir Pagot
Autor: Leonardo Santos Tags: ,

Congresso | 11:04

Ex-candidata do PSol acusa partido de envolvimento no esquema de Carlinhos Cachoeira

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Pois é. Essa CPI do Cachoeira tem fogo para todo lado.

Veja o caso de Noelia Brito

Ela foi pré-candidata do PSol à prefeitura do Recife, mas teve sua candidatura retirada pela cúpula do partido, se desfiliou e anunciou apoio aos candidatos do PSTU em Pernambuco.

Em discurso durante a Convenção estadual do PSTU, Noélia acusou o comando nacional e estadual do PSol de envolvimento com o quê?

Com o esquema do bicheiro Carlinhos Cachoeira.

Segundo Noélia, o presidente nacional do PSol, deputado Ivan Valente (SP), está protegendo o vereador goiano do partido Elias Vaz, amigo de Cachoeira e chefe da corrente que comanda o partido em Pernambuco, berço da Construtora Delta.

Noélia diz textualmente que o senador Randolfe Rodrigues (PSol-AP) está na CPI para “blindar Elias Vaz” que deverá ser convocado a depor.

É a tal história: pau que dá em Chico, dá em Francisco…

Notas relacionadas:

  1. PSOL entra na batalha para ministro dos Transportes depor no Congresso
  2. Qual o melhor presente para Carlinhos Cachoeira?
  3. Pedro Simon acusa PT de tentar desviar o foco da CPI do Cachoeira para investigar o procurador-geral da República
Autor: Tales Faria Tags: , , , , , , , ,

segunda-feira, 2 de julho de 2012 Congresso | 08:47

Demóstenes deve começar a falar

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Agora que seu processo de cassação será votado na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, na quarta-feira, seguindo para o momento final no plenário, o senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) deve mudar de estratégia: seus advogados o estão aconselhando a falar, tentar conquistar votos dos senadores às claras.

 Não dá mais para ficar apenas procurando os colegas às escondidas.

A ideia é que a partir dessa semana Demóstenes suba à tribuna algumas vezes antes da decisão final, para tentar convencer seus pares, senão da inocência, pelo menos de que não seria um caso para cassação de mandato.

Notas relacionadas:

  1. Demóstenes deve subir à tribuna para explicar ligações com bicheiro
  2. Demóstenes ainda sonha com a vitória
  3. Demóstenes aposta que fim do voto secreto não valerá para seu caso
Autor: Tales Faria Tags: , , , ,

sexta-feira, 29 de junho de 2012 Congresso | 16:13

Policial do Congresso é acusado de vazar informações da sala-cofre da CPI

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A CPMI do Cachoeira acaba de divulgar a seguinte nota:

Vital manda polícia do Senado investigar vazamento

O presidente da CPI do Cachoeira, senador Vital do Rego (PMDB-PB), mandou a polícia do Senado abrir um inquérito para investigar o policial legislativo Yanko de Carvalho Paula Lima.

O funcionário é um dos responsáveis pela segurança da sala-cofre onde estão todas as informações sigilosas da CPI. É suspeito de vazar informações dos inquéritos Monte Carlo e Vegas para um dos investigados.

De acordo com Vital do Rego, somente se estiver comprovado o envolvimento do policial, ou de qualquer outro servidor, é que ele pedirá o afastamento dos possíveis suspeitos.

Notas relacionadas:

  1. Presidente da CPI do Cachoeira também sonha em presidir o Senado
  2. A falta que faz à CPI do Cachoeira um sistema de busca computadorizada de documentos
  3. Congresso em ritmo de recesso
Autor: Leonardo Santos Tags: , ,

quinta-feira, 28 de junho de 2012 Congresso | 15:50

Lista de futuros alvos da CPI mantém Perillo na berlinda

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Os nomes ainda não foram fechados. Mas o relator da CPI do Cachoeira, deputado Odair Cunha (PT-MG), estuda trazer os seguintes nomes para a sessão de depoimentos na próxima terça-feira, 3 de julho:

- Edivaldo Cardoso, ex-presidente do Detran de Goiás

- Ana Paula Lourenço, Instituto Serpia de Opinião

- Roseli Pantoja, sócia da Alberto & Pantoja Construções

- Rubmaier Ferreira de Carvalho, contador da Alberto & Pantoja Construções

Se confirmados, a lista mantém na berlinda o governador Marconi Perillo (PSDB), pois todos os nomes têm ligação com o tucano e/ou com o esquema do contraventor Carlinhos Cachoeira em Goiás.

Notas relacionadas:

  1. Veja a cópia de um dos cheques que Perillo alega ter sido dado como pagamento pela casa em que Cachoeira foi detido
  2. Miro: deu 1 x 1 o jogo Perillo versus Agnelo na CPI
  3. Além dos R$ 4 milhões em obras para a Delta declarados por Perillo, Goiás já pagou mais de R$ 9 milhões em serviços
Autor: Fred Raposo Tags: , , ,

Congresso | 08:05

Cresce movimento na CPI pela convocação de Cavendish e Pagot

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A oposição e o chamado grupo independente da CPI do Cachoeira pretendem voltar à carga a partir de hoje pela convocação do dono da construtora Delta, Fernando Cavendish, e do ex-diretor-geral do Denit Luiz Antonio Pagot.

Mesmo no PT e no PMDB, cresce o número de parlamentares que defendem serem inevitáveis essas duas convocações. E que o menos desgastante no momento é votar os requerimentos antes do recesso de julho.

Notas relacionadas:

  1. DEM pede acareação entre Cachoeira e Pagot em CPMI
  2. Pagot reafirma a Simon desejo de depor
  3. Trauma com depoimentos: adiadas convocações de Cavendish e Pagot à CPI do Cachoeira
Autor: Tales Faria Tags: , , ,

quinta-feira, 21 de junho de 2012 Congresso | 07:48

Perillo e Agnelo voltam à ribalta na CPI às vésperas do recesso

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A CPI do Cachoeira marcou nove depoimentos para a semana que vem.

Terça e quarta-feira o governador de Goiás, Marconi Perillo, volta à berlinda. Serão ouvidos seus assessores e ex-assessores envolvidos no escândalo e o jornalista Luiz Carlos Bordoni, que afirma ter recebido pagamento das empresas do bicheiro Carlinhos Cachoeira para trabalhar na campanha eleitoral de Perillo.

Na quarta-feira, os tucanos vão dar o troco. Estão previstos depoimentos de ex-assessores do governador petista de Brasília, Agnelo Queiroz.

Se depender do presidente da CPI, senador Vital do Rego (PMDB-PB), começa-se então a pisar no freio, e os trabalhos só voltam a esquentar após o recesso parlamentar de julho.

Ele só não combinou isso com os adversários. E há quem diga que nem mesmo com boa parte da base governista.

Notas relacionadas:

  1. PSDB e PT estão dispostos a entregar as cabeças de Agnelo Queiroz e Marconi Perillo
  2. PSDB e PT já consideram inevitáveis os depoimentos de Agnelo e Perillo à CPI
  3. Depoimento de Perillo pode resultar na quebra de seu sigilo bancário e fiscal
Autor: Tales Faria Tags: , ,

segunda-feira, 18 de junho de 2012 Congresso | 07:36

Congresso em ritmo de recesso

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Não, não chegamos ainda ao recesso de junho. Mas a partir de amanhã o Congresso viverá uma semana em ritmo semelhante ao recesso.

Digamos que pela confluência de múltiplos fatores:

a) A Rio+20 mobilizará uma parte dos parlamentares, especialmente aqueles ligados às causas ambientais;

b) O presidente da CPI do Cachoeira, senador Vital do Rego (PMDB-PB), resolveu não marcar sessões para esta semana usando como argumento a própria Rio+20;

c) Começaram as convenções municipais para escolha dos candidatos a prefeito por todo o país;

d) E é época dos festejos de São João, o que aumenta a demanda pelos parlamentares em suas bases eleitorais, especialmente no Nordeste.

A salvar a semana, apenas a votação hoje, no Conselho de Ética do Senado, do paracer que pede a cassação do senador Demóstenes Torres.

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  1. Começa o perídodo de recesso do Congresso. Depois, recesso branco e eleições
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Autor: Tales Faria Tags: , , , , ,

sexta-feira, 15 de junho de 2012 Congresso | 17:36

De fora da CPI, Simon conduzirá negociação para ouvir Pagot

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Deixado de fora da CPI do Cachoeira pelo próprio partido, o senador Pedro Simon (PMDB-RS) encabeçará a negociação para acertar a ida ao Congresso do ex-diretor do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) Luiz Antonio Pagot.

Um grupo de integrantes da CPI, indignado com a rejeição da convocação de Pagot e do ex-presidente da Delta Fernando Cavendish, quer ouvi-los paralelamente aos trabalhos da comissão.

Simon, que foi isolado pelos caciques do PMDB por sua atuação “independente” na Casa, foi chamado para presidir as audiências de Pagot e Cavendish, caso sejam confirmadas.

Mas ele recusou o posto, argumentando não ser membro da CPI. A negociação com Pagot deve acontecer na próxima semana, que deve ser marcada por um “recesso branco” por conta da Rio+20.

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  1. A Fórmula Simon para votar com o governo, mas não muito
  2. Pagot reafirma a Simon desejo de depor
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Autor: Fred Raposo Tags: , , , ,

quinta-feira, 14 de junho de 2012 Congresso | 12:55

Trauma com depoimentos: adiadas convocações de Cavendish e Pagot à CPI do Cachoeira

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Acredite se quiser: a CPI do Cachoeira convocou os governadores Agnelo Queiroz (PT) e Marconi Perillo (PSDB) a depor, mas deciciu agora há pouco não convocar o ex-presidente da Construtora Delta Fernando Cavendish.

O requerimento de convocação foi derrubado por 16 votos a 13.

Argumentação da maior parte dos senadores é o trauma com a convocação “apressada” dos governadores, que levou a depoimentos pouco esclarecedores.

Mas também pesou contra a convocação o fato de que, no mesmo requerimento, também seria chamado a depor o ex-diretor-geral do DNIT Luiz Antônio Pagot.

Em entrevistas, Pagot acusou tanto o PT como o PSDB de terem tentado utilizar o DNIT para arrecadação de recursos para campanhas eleitorais.

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  1. PSDB e PT já consideram inevitáveis os depoimentos de Agnelo e Perillo à CPI
  2. Gilmar Mendes e governadores apontam para semana de radicalização na CPI do Cachoeira
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Autor: Tales Faria Tags: , , , ,

Congresso | 10:52

Além dos R$ 4 milhões em obras para a Delta declarados por Perillo, Goiás já pagou mais de R$ 9 milhões em serviços

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O governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), declarou à CPI do Cachoeira que este ano a Delta recebu em obras do governo de Goiás apenas cerca de R$ 4 milhões.

“Em obras”…

Perillo não citou quanto pagou à Delta em serviços.

Na última vez em que Poder Online consultou o site oficial da Delta de Goiás (http://www.deltaconstrucao.com.br/?id=27&Idioma=PT&UF=GO#Mapa), ele estava fora do ar por algum motivo. Mas, quando acessível, informava que a Delta prestava os seguintes serviços, além das obras:

Levantamento feito pelo deputado Anthony Garotinho (PR-RJ) no site “Transparência Goiás” revela que, somente em março deste ano, o governo de Goiás pagou mais de R$ 9 milhões à Delta a título de prestação de serviços.

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  1. PSDB e PT estão dispostos a entregar as cabeças de Agnelo Queiroz e Marconi Perillo
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