Antônio Palocci | Poder Online

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Posts com a Tag Antônio Palocci

segunda-feira, 29 de abril de 2013 Eleições | 08:00

Dilma e Lula reabilitam Palocci em discussões sobre reeleição

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O ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci  vem recuperando aos poucos o papel de articulador político no PT. Palocci, que deixou o governo em 2011, em meio a denúncias de suposto enriquecimento ilícito, vem sendo consultado com frequência pela presidente Dilma Rousseff e pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na definição da estratégia que vai guiar a campanha de reeleição.

Relembre o caso: Palocci deixa o governo; Gleisi Hoffmann assume a Casa Civil

Encontros entre Dilma e Palocci ocorrem, por exemplo, na base aérea em SP (Foto: Dida Sampaio/AE)

Ele já esteve em pelo menos duas reuniões com Dilma e Lula para discutir a eleição do ano que vem. Em uma delas, estiveram presentes também nomes como o presidente do PT, Rui Falcão, e o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, ambos envolvidos nas discussões sobre a campanha.

Palocci também tem conversado reservadamente com a presidente. Além de trocar telefonemas com Dilma, ele se reúne ocasionalmente com ela na base aérea em São Paulo, entre embarques e desembarques da presidente na capital paulista.

De acordo com um petista com trânsito no Planalto, o pedido para que Palocci retomasse um assento na cúpula encarregada de debater a campanha partiu do ex-presidente Lula. Há no partido, entretanto, quem atribua a participação a uma suposta demanda do setor produtivo pela interlocução com o ex-ministro.

Depois de Lula, Palocci foi o principal articulador da campanha que elegeu Dilma, em 2010. O ex-ministro foi escolhido pelo então presidente para atuar como o principal pilar da estratégia eleitoral. Dali, se consolidou também como articulador político do novo governo e acabou assumindo o comando da Casa Civil.

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Autor: Clarissa Oliveira Tags: , , , ,

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011 Governo | 06:05

Pressão sobre Pimentel será maior por ser o “Palocci da Dilma”

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O ministro Fernando Pimentel (Foto: William Volcov/News Free/AE)

Amigo de muitos anos de Dilma Rousseff, o ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, corria sério risco de ser transferido para uma pasta mais próxima da presidenta na reforma ministerial esperada para janeiro.

Seria o cargo sonhado por Dilma desde a campanha presidencial e para o qual Pimentel foi defenestrado logo depois do caso que ficou conhecido como o dos “Aloprados parte 2″. Mesmo assim, o mineiro ganhou um ministério e tanto no governo de Dilma à revelia de boa parte do comando do PT.

Agora, com a divulgação de que recebeu R$ 2 milhões por consultorias, espera-se, no PT, uma pressão política muito maior sobre Pimentel pelo fato de ele ser considerado o “Palocci da Dilma”, em alusão à proximidade do ex-ministro Antônio Palocci com o ex-presidente Lula. E porque o descontentamento com as oito crises anteriores serve de força motriz para mais esta.

Outra questão que é avaliada no PT: esta denúncia partiu do jornal O Globo. No jogo da concorrência entre os veículos, não seria este a ficar a ver navios – já que outros jornais e revistas levaram a cabeça dos seus denunciados.

Por último, mas não o menor dos pontos sob avaliação, está o fato de que Dilma estaria com menos disposição para enfrentar outra turbulência prolongada sendo que o desfecho dessas crises o Brasil todo já sabe qual costuma ser – invariavelmente.

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Autor: Jorge Félix Tags: , , , ,

terça-feira, 22 de novembro de 2011 Brasil | 17:30

Fora do governo, Palocci fica vinte quilos mais leve

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Foi Lula quem chamou o ex-ministro da Casa Civil, Antônio Palocci, no Hospital Sírio-Libanês, ontem à tarde.

Vinte quilos mais magro, Palocci ficou uma hora com o ex-presidente, que passou pelo segunda sessão de quimioterapia, parte do tratamento do câncer na laringe.

Desde que deixou o governo, Palocci tem feito regime e praticado exercícios.

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Autor: Ricardo Galhardo Tags: , ,

terça-feira, 4 de outubro de 2011 Governo | 06:02

Qual o melhor presente para Palocci?

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O ex-ministro Antônio Palocci (Foto: Wilson Pedrosa/AE)

Hoje é aniversário do ex-ministro Antônio Palocci, que deixou o governo em junho, após denúncia sobre seu enriquecimento rápido. Ele completa 51 anos.

No final da semana, Palocci ganha um presente: termina sua quarenta e ele está liberado por lei para voltar a exercer atividade remunerada.

Alias, Poder Online pergunta: qual o melhor presente a ser enviado a Palocci?

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Autor: Thais Arbex Tags: , , ,

terça-feira, 21 de junho de 2011 Congresso | 20:07

Para Marco Maia, denúncia contra Mercadante é diferente de caso Palocci

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O presidente da Câmara, Marco Maia, afirmou agora há pouco que o requerimento da oposição para convocar o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, não tem “a mesma explosividade que tinha a convocação” do ex-ministro da Casa Civil, Antônio Palocci.

Mercadante é acusado de envolvimento na compra de suposto dossiê, em 2006, contra o ex-governador de São Paulo, José Serra.

– São situações completamente distintas. Não consigo enxergar que vamos viver uma crise semelhante ao debate que tivemos no caso do ministro Antônio Palocci. Não acredito que tenha o mesmo tom ou a mesma explosividade — afirmou.

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Autor: Ana Paula Leitão Tags: , , , , , , ,

segunda-feira, 13 de junho de 2011 Governo | 09:02

Chico Alencar: “Aécio e Serra foram cúmplices de Palocci”

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Chico Alencar (Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/ABr)

Em meio à primeira crise do governo Dilma Rousseff, o deputado federal Chico Alencar (PSOL-RJ) afirma que o ex-governador José Serra (PSDB-SP) e o senador Aécio Neves (PSDB-MG) “foram cúmplices de Palocci”, ao colocarem “panos quentes” nas acusações sobre o enriquecimento rápido do ex-ministro.

Segundo o deputado, que deixou o PT em 2005, Serra e Aécio fazem parte da oposição que “talvez não queira mesmo uma República onde a fronteira ética seja inteiramente definida”.

“A postura do Aécio e do Serra, como líderes maiores do PSDB e como potenciais candidatos à Presidência da República, foi lamentável”, diz o ex-petista e agora parte da oposição contra o governo Dilma.

Chico diz, no entanto, que o PSOL não vai deixar de cobrar explicações sobre as atividades de Palocci. “Para nós, o problema central é conseguir romper essa promiscuidade entre negócios privados e interesse público”.

No início da crise envolvendo o ex-ministro, o partido apresentou uma emenda constitucional que proíbe a quem exerce mandato desenvolver qualquer atividade privada que tenha interface com o poder público. “Até agora”, lamenta, “só conseguimos meia centena de apoio a essa emenda. Precisamos três vezes isso para fazer com que ela tramite.”

Poder Online – Como o senhor analisa a atuação oposição durante a crise Palocci?

Chico Alencar – Temos que considerar que a oposição hoje no Brasil é muito reduzida porque se formou um grande centrão de apoio ao governo, que vai de petistas históricos a Paulo Maluf, Romero Jucá, Renan Calheiros e José Sarney, que historicamente foram muito combatidos pelo PT. E  há também uma parcela dessa oposição que já foi governo e que condena, no governo do PT, práticas que ela mesma desenvolveu. Por tudo isso tem um elemento de pouco autenticidade na crítica da oposição. Ainda assim, com todo esse conforto de base de sustentação, se errou além da conta. E isso se deve um pouco ao estilo ainda misterioso, enigmático e desconhecido da presidente Dilma, que nunca teve projeção no cenário da disputa política. Sempre foi uma gestora, de perfil técnico. Sem nenhum desenvolvimento no campo político. E isso tem suas consequências e gera muitas dificuldades.

Poder Online – Mas o senhor acredita que a oposição foi a responsável pela saída de Palocci do governo?

Chico Alencar - Apesar de Aécio e Serra terem querido, desde sempre, colocar panos quentes, talvez por alguém próximos deles ou eles próprios desenvolverem as mesmas práticas, de consultoria milionárias e suspeitas, o PSDB, o DEM, o PPS e nós do PSOL – com as nossas diferenças, que não são poucos – fizemos o que tínhamos obrigação de fazer. A postura do Aécio e do Serra, como líderes maiores do PSDB, de uma parte da oposição – que eu chamo de conservadora -, e como potenciais candidatos à Presidência da República, foi lamentável. Eles, na prática, coonestaram o neopatrimonialismo que o Palocci pratica. Foi uma postura inaceitável para quem quer ética na política, transparência total. O Aécio e o Serra ficaram aquém de seu próprio partido e numa postura muito estranha que tem que ser questionada. De alguma maneira, eles foram cúmplices da prática que o Palocci desenvolveu.

Poder Online – A oposição manterá a posição investigar o ex-ministro? E como atuará o PSOL?

Chico Alencar – Evidente que sim porque as suspeitas sobre crimes que ele tenha cometido não pararam. Não é porque ele deixou o cargo de ministro que vamos esquecer isso, que vamos deixar isso pra lá. Senão pareceria, inclusive, que era apenas uma disputa de poder. Para nós do PSOL, o problema central é romper essa promiscuidade entre negócios privados e interesse público. E no início da crise Palocci, apresentamos uma emenda constitucional que veda a quem exerce mandato desenvolver qualquer atividade privada que tenha interface com o poder público. Até agora, só conseguimos meia centena de apoio a essa emenda. Precisamos três vezes isso para fazer com que ela tramite. Mas isso mostra que uma parte da oposição talvez não queira mesmo uma República onde a fronteira ética seja inteiramente definida.

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sexta-feira, 10 de junho de 2011 Partidos | 13:28

Goldman discorda de Serra mais uma vez

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O ex-governador, Alberto Goldman (PSDB), que há alguns dias afirmou que o ex-ministro Antônio Palocci fez “tráfico de influência” no governo, está mais uma vez em linha oposta a José Serra.

Em seu blog, disse que “a escolha de Gleisi Hoffmann para a Casa Civil é um bom sinal”.

Serra, como se sabe, saiu em desefa do ex-ministro logo que veio a público o enriquecimento rápido do petista e preferiu criticar a nova ministra, afirmando que Gleisi não tem força para substituir Palocci.

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  1. Saúde: um plano B para José Serra
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  3. Nem todos os petistas estão assim tão tristes
Autor: Thais Arbex Tags: , , ,

quinta-feira, 9 de junho de 2011 Governo | 20:06

Marco Maia, o pé frio

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Em conversa descontraída com jornalistas agora há pouco, o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-SP), rebateu a informação de que teria faltado a posse ontem da ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, para dar um sinal de insatisfação ao Palácio do Planalto:

– Eu só fui em duas posses na minha vida. A do Palocci (Antônio Palocci) e a do Luiz Sérgio.

Os jornalistas observaram:

– Mas justo a do Palocci, que caiu, e a de Luiz Sérgio, que também vai cair?

– Por isso não vou mais em nenhuma!

A risada foi geral.

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  3. Caso Palocci coloca em risco o ministro Luiz Sérgio
Autor: Ana Paula Leitão Tags: , , , , , ,

Governo | 18:02

Gleise Hoffmann vira hit nas redes sociais

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A propósito do estudo de monitoramento das redes sociais, a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, virou hit após o anúncio de que assumiria o cargo em lugar de Antônio Palocci.

Apenas ontem, foram mais de 4,9 mil interações nas redes sociais sobre a notícia, em especial o Twitter (66% das menções). Na mídia online, foram 1885 matérias falando sobre a nova ministra.

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Governo | 10:01

Lula quase voltou a Brasília

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O ex-presidente Lula quase voltou a Brasília numa última tentativa de manutenção do ex-ministro Antônio Palocci à frente da Casa Civil.

Mas foi desaconselhado por petistas amigos, que argumentaram que sua volta a Brasília nesta altura poderia atrapalhar mais do que ajudar.

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quarta-feira, 8 de junho de 2011 Partidos | 19:34

Nem todos os petistas estão assim tão tristes

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O clima pode ser de tristeza, como disse a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, pela queda de Antônio Palocci.

Mas, pelo menos uma parte do PT está se preparando para comemorar com samba. Não a desgraça do ministro, óbvio. A festa é de aniversário do deputado Carlos Zarattini (PT-SP), que completa hoje 52 anos.

Pré-candidato a prefeito da capital paulista, Zarattini (SP) vai reunir os petistas – aqueles que estão felizes – dia 10, sexta-feira, na quadra da escola de samba Rosas de Ouro.

Será que Palocci vai?

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Autor: Jorge Félix Tags: , , , , ,

Congresso | 16:23

Para senador Ivo Cassol, críticas a Gleisi Hoffmann são “dor de cotovelo”

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Do senador Ivo Cassol (PP-RO) na despedida de Gleisi Hoffmann do Senado que aconteceu agora há pouco na Casa: 

– Para aqueles que falaram ontem, por dor de cotovelo ou por falta de espaço, que a senhora tem pouca experiência na vida política, eu queria dizer que não estamos em busca de macacos velhos, nem de bananeira que já deu cacho.

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Congresso | 16:05

Os ‘esquentadinhos’ do Senado

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Líder do DEM no Senado, Demóstenes Torres (GO) elogiou agora há pouco Gleisi Hoffmann em sua despedida da Casa, e reafirmou que ela é “esquentadinha”:

– Eu a comparei com a senadora Ideli Salvatti, e não ironizei não. Eu considero a senadora Ideli um dos quadros mais preparados hoje do Brasil. E eu falei que Vossa Excelência é esquentadinha. Como eu também sou, como é também o senador Roberto Requião.

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Governo | 12:31

Serra diz que Gleisi não tem força para substituir Palocci

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O presidente do Conselho Político do PSDB, José Serra, publicou texto em seu site em que põe em dúvida a força de Gleisi Hoffmann para execer o papel de substituta de Antônio Palocci na Casa Civil.

O ex-governador paulista avalia que a presidenta Dilma Rousseff terminou com uma crise, mas ganhou outra. O título do texto é Crise vai, crise vem.

Segundo o tucano, Palocci era uma espécie de primeiro-ministro Dilma e Gleisi não tem condições de exercer este papel.

“Versado nas questões da administração federal e hábil nas negociações políticas, (Palocci) tinha liderança dentro do PT e desfrutava de relações próximas com Lula”, afirma.

“O PT não dispõe de ninguém para substituir Palocci nas funções que exercia. A senadora Gleisi  Hoffmann (PT-PR), certamente, não terá essa pretensão. Fernando Henrique e Lula (principalmente depois do mensalão) não precisavam de um primeiro-ministro. Dilma, sim. E agora?”, conclui.

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Autor: Adriano Ceolin Tags: , ,

Governo | 07:02

Dona Gegê acompanhou ascensão da filha Gleisi em Brasília

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Dona Gegê, como é conhecida Getúlia Adga, mãe da nova ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, acompanhou cada passo da ascensão da filha em Brasília.

Pelo telefone, dona Gegê avisou aos parentes que Gleisi foi anunciada como a substituta de Antônio Palocci.

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terça-feira, 7 de junho de 2011 Congresso | 20:47

De Lindbergh Farias sobre Gleisi Hoffman: “Ela passou no Senado como um furacão”

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Do senador Lindberg Farias (PT-RJ) sobre como ficará o governo com a ministra Gleisi Hoffman na chefia da Casa Civil:

– Quem acompanhou a atuação da Gleisi no Senado sabe que ela passou aqui como um furacão. Então agora é um momento novo, com fatos políticos novos, uma cara nova, uma cara boa. A gente entra em um novo momento do governo, de ofensiva política.

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Governo | 19:53

Para PT, Luiz Sérgio cairá

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Em reunião agora há pouco com a bancada do PT no Senado, a ministra Gleisi Hoffman comunicou a determinação da presidente Dilma Rousseff de que ela terá função de gestora na Casa Civil, e não política.

Deu a entender que Dilma está ainda a procura do coordenador político para o lugar do ministro de Relações Institucionais, Luiz Sérgio.

Dilma disse explicitamente à Gleisi:

– Quero que você seja para mim o que eu fui para o Lula.

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Congresso | 19:45

Líder do PT diz que convocação de Palocci à Câmara não faz mais sentido

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Líder do PT na Câmara, o deputado Paulo Teixeira (SP) afirmou agora há pouco que não faz mais sentido instalar Comissão Parlamentar de Inquérito nem convocar Antônio Palocci a dar explicações na Câmara sobre o aumento de seu patrimônio.

– Ele já não é mais ministro, então a oposição não pode convocá-lo, pode convidá-lo. Eu creio que ele deu as respostas para a sociedade, e o relatório do procurador-geral da República diz que não há fatos, então não há que ter CPI sem fundamentos.

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Governo | 19:30

Palocci sai sem influenciar escolha de Gleisi

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Um petista que acompanhou os últimos momentos de Antônio Palocci na Casa Civil garante: nenhuma palavra foi trocada entre o ex-ministro e a presidenta Dilma Rousseff sobre Gleisi Hoffmann, que irá substituí-lo no cargo.

Dilma não teria deixado brecha para tal.

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Congresso | 19:21

Vaccarezza: “Nunca houve falta de interlocução no Congresso”

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Logo após a saída de Antônio Palocci da Casa Civil, o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), rebateu as notícias de que houve falta de articulação política e de interlocução do governo no Congresso:

– Nesses últimos cinco meses, nós aprovamos dezoito medidas provisórias na Câmara e quinze no Senado. E no período mais recente, inclusive, impedimos a convocação do ministro Palocci aqui na Casa — argumentou.

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