Novos partidos já falam em ir ao STF por TV e fundo partidário
Enquanto aguardam nesta quarta-feira o resultado da votação do projeto do deputado Edinho Araújo (PMDB-SP), parlamentares envolvidos na criação de novos partidos já discutem nos bastidores o próximo passo da estratégia para assegurar tempo de TV e fundo partidário. Por enquanto, uma das ideias é pedir a siglas já estabelecidas, como o PPS e o PMN, que acionem o Supremo Tribunal Federal (STF).
Ontem, a Câmara aprovou o regime de urgência para o projeto de Araújo, que pretende restringir o acesso aos recursos do fundo e à propaganda eleitoral gratuita de parlamentares que aderirem às novas siglas. Seriam diretamente afetados, por exemplo, a Rede, de Marina Silva, e o Solidariedade, orquestrado pelo deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força (PDT-SP).
Ambos estão em fase de coleta de assinaturas para a criação dos partidos. O Solidariedade de Paulinho, por exemplo, já teria coletado algo em torno de 600 mil endossos.
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