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Os 28 anos da morte de Teotônio Vilela, pai
Daqui a 15 dias, em 27 de novembro, completam-se 28 anos da morte do alagoano Teotônio Vilela, ocorrida em 1983.
Pai do atual governador de Alagoas, Teotônio Vilela Filho (PSDB), o velho Teotônio foi senador pela Arena mas transformou-se num dos principais arautos da redemocratização.
Um programa da TVE de Alagoas, chamado “Trem da História”, produziu um pequeno documentário sobre vida do hoje chamado Menestrel das Alagoas — em duas partes, de cerca de 5 minutos cada.
Eis a parte final do documentário, que cita a campanha das Diretas-Já:
Se quiser a primeira parte do documentário, ei-la:
Há quase dez anos, os Suplicy impõem a Lula disputas desconfortáveis
Se até 27 de novembro, o ex-presidente Lula conseguir convencer o ex-casal Suplicy a desistir das prévias do PT para definição do candidato a prefeito de São Paulo, merece um novo diploma doutor honoris causa.
Nos próximos dias, esse embate será decisivo para o fortalecimento da candidatura do ministro da Educação, Fernando Haddad. A senadora Marta Suplicy já enfrentou conversas duras e francas – onde verdades foram ditas – com companheiros do PT. Nada a abalou.
Eduardo Suplicy pode até ceder, na opinião de um petista de estrela dourada, se Haddad adotar o discurso em defesa do Renda Mínima e dar a ele um discurso de justificativa.
Mas, quando se trata dos descendentes de condes e barões, nada é garantido.
Há quase dez anos, a família Suplicy impõe a Lula disputas desconfortáveis no PT. A foto do Acervo do Poder de hoje é de 2002 quando, como todos os petistas lembram bem, o senador foi até o fim na contenda das prévias.
A primeira campanha de Mário Covas
Na semana em que seu neto, Bruno, entrou na disputa no PSDB para sair candidato a prefeito de São Paulo, e que seu nome foi também lembrado devido ao embate da prefeitura com o Shopping Center Norte, Mário Covas é resgatado pelo Acervo do Poder.
A foto é uma cena de Covas, exímio orador, em sua campanha a prefeito, em Santos, em 1961. Aliás, sua primeira disputa e primeira derrota aos 31 anos de idade – a mesma de Bruno.
Ulysses, Sarney, Tancredo e o “v” da vitória
Na semana em que o PMDB foi o assunto da política, Poder Online lança a seção Acervo do Poder com esta foto de Ulysses Guimarães, José Sarney e Tancredo Neves no primeiro comício da campanha de 1985, em Goiânia, na última eleição indireta para presidente da República.
Em seu discurso no encontro do partido, na quinta-feira (aliás, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília), Sarney fez questão de lembrar que é “o único presidente da República do PMDB”, destacou seu papel fundamental para a redemocratização do país e insinuou sua participação indispensável para o partido chegar ao poder.
Na foto, só Ulysses esquece de fazer o “V” da vitória. A imagem parece lembrar o que Sarney, agora, quer que todos no partido jamais esqueçam: se dependesse apenas do Senhor Diretas, o PMDB perderia no Colégio Eleitoral, onde os votos dos dissidentes do PDS garantiram a vitória a Tancredo.



