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Cristovam Buarque recebe ameaça por causa de proposta que restringe o uso de armas
A proposta que restringe o uso de armas de fogo às Forças Armadas, polícia e empresas de segurança registradas rendeu ameaças pelo site do Senado ao autor, senador Cristovam Buarque (PDT-DF).
No dia 16 de outubro, Buarque foi alertado pela segurança do Senado sobre o “aviso” postado no serviço “Alô? Senado”, destinado a receber manifestações da população.
– Eu vou te matar. Isso é um aviso – dizia o recado que criticava a proposta apresentada pelo senador dias depois do massacre de Realengo, em abril de 2011.
O relator do projeto na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM), também sentiu a pressão do lobby das armas.
Desde que pegou a relatoria, vem recebendo em seu twitter mensagens contra a proposta.
Braga disse que é a favor do desarmamento, mas apresentará parecer contrário à proposta, já que o referendo de 2005 rejeitou a ideia.
(Colaboração de Luciana Lima)
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Eike Batista diz que quer “fazer uma Ipanema na Barra”
O empresário Eike Batista pretende construir “uma Ipanema” no terreno do antigo parque Terra Encantada, na Barra da Tijuca, no Rio.
– E vou morar lá — faz questão de frisar.
O bilionário elogiou o shopping a céu aberto Downtown, que também fica na Barra, mas apontou um erro em seu projeto.
– Faremos parecido, mas no Downtown faltou a parte imobiliária. O carioca gosta de fazer tudo a pé. No meu bairro, o morador vai se sentir como se estivesse na zona Sul.
Segundo Eike, as negociações para a compra do terreno já estão em sua fase final.
(Colaboração de Luisa Girão)
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Requerimento de adiamento da CPI do Cachoeira anda a passos de tartaruga
O senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) acredita que, com o fim do recesso do Congresso esta semana, consiguirá recolher assinaturas para o requerimento de prorrogação dos trabalhos da CPI do Cachoeira.
São necessárias as assinaturas de um terço dos Paralamentares para o adiamento, ou seja, 171 deputados e 27 senadores, caso os membros da CPI não decidam por conta própria pela mudança da data dos términos do trabalho.
Até ontem à noite Randolfe havia obtido assinaturas de apenas dois deputados e sete senadores.
O prazo final da CPI, se nada for alterado, é o dia 4 de novembro.
Há 508 requerimentos de convocações e quebras de sigilo de empresas ligadas direta ou indiretamente a Carlinhos Cachoeira e à Delta Engenharia que ainda não foram analisadas pela CPI.
Hoje o presidente da Comissão, senador Vital do Rego (PMDB-PB) discute com o relator, Odair Cunha (PT-MG), se apoiam ou não a prorrogação dos trabalhos.
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Boato sobre candidatura de Cabral causa desconforto no PMDB
O anúncio de que o governador Sérgio Cabral (PMDB) poderia ser o vice na chapa de Dilma Rousseff, no lugar de Michel Temer, em 2014, provocou desconforto no PMDB, mas o presidente do partido, senador Valdir Raupp (RO), tratou de desfazer o mal estar hoje pela manhã.
Raupp telefonou para Cabral e para Temer e disse que conseguiu contornar a situação.
– Conversei com o vice-presidente Michel Temer e com o governador. Sérgio Cabral me garantiu que terminará seu mandato no Rio. Ele não sairá para concorrer a nenhum cargo. Se há algum projeto nacional, seja para vice, ou até mesmo para presidente da República, ele me disse que é para 2018 — disse Raupp.
Cabral também falou por telefone com Temer, com o senador Renan Calheiros (AL) e com o deputado Henrique Eduardo Alves (RN) para desmentir a intenção de se candidatar em 2014.
(Colaboração de Luciana Lima)
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Em Goiás, escândalo do Cachoeira doeu como um Mensalão
O PT tentará se vingar do julgamento do Mensalão batendo o bumbo no Mensalão do PSDB — que foi o envolvimento anterior de Marcos Valério na eleição do ex-governador de Minas Gerais Eduardo Azeredo (PSDB).
Mas nestas eleições o escândalo que pesou como um Mensalão para o PSDB foi em Goiás: a prisão do bicheiro Carlinhos Cachoeira, acusado de envolvimento com o governador Marconi Perillo (PSDB), e a cassação do senador Demóstenes Torres (DEM).
PT e PMDB, juntos, obtiveram cerca de 3,2 milhões de votos no Estado, contra 2 milhões dos aliados de Marconi.
O PMDB fez 58 prefeitos. E o PSDB, que já teve 88, elegeu apenas 52. As três maiores cidades do Estado – Goiânia, Aparecida de Goiás e Anápolis – ficaram para prefeitos da oposição. E até o deputado federal Ronaldo Caiado (DEM-GO), antes aliado de carteirinha do governo local, subiu no muro. Apoiou prefeitos com perfil oposicionista.
PMDB de Salvador apoia candidato do DEM, mas jura que estará com Dilma em 2014
O deputado federal Lúcio Vieira Lima comanda o PMDB da Bahia junto com seu irmão, o ex-ministro da Integração Nacional Geddel Vieira Lima, que hoje ocupa uma diretoria da Caixa Econômica Federal.
Mesmo assim, o PMDB declarou apoio no segundo turno ao candidato do DEM para prefeito de Salvador, ACM Neto. E desfilou do partido o candidato a prefeito no primeiro turno, Mario Kertész, que manifestou apoio ao petista Nelson Pelegrino nesta segunda fase das eleições municipais.
Em entrevista ao Poder Online, Lúcio Vieira diz que isso é apenas uma decisão local, que não teme pelo cargo de seu irmão no governo. E que em 2014 o PMDB baiano estará até o pescoço lutando pela reeleição de Dilma Rousseff à Presidência da República.
Poder Online – Não foi uma atitude muito radical expulsar o Mário Kertész só porque ele manifestou apoio ao Pelegrino?
Lúcio Vieira Lima – Nós não o expulsamos. Ele se desligou do partido de comum acordo com a Executiva, já que tinha se filiado apenas para concorrer à Prefeitura. Ele havia declarado antes que, se perdesse, não continuaria na política.
Poder Online –Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula devem fazer campanha pelo Pelegrino. E o vice- presidente da República, Michel Temer, que é do PMDB, fará campanha pelo candidato de vocês?
Lúcio Vieira Lima – Neste segundo turno estamos apoiando o candidato do DEM. Não estamos diretamente na disputa. Então não há essa necessidade da presença do Michel. Já no caso do Pelegrino, a Dilma e o Lula são do partido dele. É natural que façam campanha.
Poder Online – A imprensa noticiou que a presidenta Dilma encarregou o Michel de convencer o PMDB baiano a apoiar o Pelegrino.
Lúcio Vieira Lima – Não fomos procurados por ninguém.
Poder Online – Vocês não acham incoerente apoiar o ACM Neto com o Geddel tendo um cargo na diretoria da Caixa Econômica Federal. Não temem que isso acabe criando problemas para ele no governo.
Lúcio Vieira Lima – O ex-ministro Geddel virou diretor da CEF devido à competência administrativa demonstrada quando comandou a pasta da Integração nacional no governo Lula. E também devido ao apoio que demos à eleição da presidenta Dilma em 2010. Essas são eleições municipais. Nada têm a ver com o quadro nacional Estamos apoiando o ACM Neto porque achamos que Salvador e a Bahia querem mudança. Tanto que ACM Neto saiu na frente no primeiro turno. E tanto que, segundo as pesquisas, o governador Jaques Wagner (PT) tem cerca de 3% de ótimo na avaliação popular enquanto a presidenta Dilma tem 67%.
Poder Online – Vocês aqui estão contra o PT. Em 2014 apoiarão a reeleição da Dilma como candidata do PT à Presidência da República?
Lúcio Vieira Lima – Claro! Não há outra hipótese. Aqui na Bahia o PT fez um péssimo trabalho. Mas, no governo federal, com a presidenta Dilma à frente, tem feito um excelente trabalho. Até porque tem tido a ajuda do PMDB e do vice-presidente Michel Temer. Nós estaremos engajados na reeleição da Dilma e do nosso Michel. Não há outro caminho.
Poder Online – E as mágoas com a participação de Lula e Dilma nas campanhas de Salvador e da Bahia contra os candidatos do PMDB local?
Lúcio Vieira Lima – Não há mágoas. São questões políticas, envolvendo a política local. Não sei porque o país olha a Bahia como algo estranho. Aconteceram casos assim no país inteiro nestas eleições. E no passado também. O Jaques Wagner, por exemplo, esteve na Convenção do PSDB apoiando a candidatura do tucano Antônio Imbassahy a prefeito. Foi incoerência?
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Veja a fila que cercou o Planalto para a exposição de Caravaggio
Uma multidão formou uma enorme fila na entrada do Palácio do Planalto na manhã deste sábado para assistir à exposição de seis telas do pintor Michelangelo Caravaggio, em Brasília.
A exposição, que foi liberada ao público no dia 6 de outubro, termina amanhã.
A abertura oficial foi realizada um dia antes, no dia 5 de outubro, pela própria presidenta Dilma Rousseff.
Veja o tamanho da fila:
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Autor: Tales Faria Tags: Michelangelo Caravaggio, Palácio do PlanaltoFernando Cesar só sai em fevereiro
O secretário de Comunicação do Senado, Fernando Cesar Mesquita, informa que está de fato deixando o cargo, como informou Poder Online ontem, mas não o fará imediatamente após a volta de suas férias.
Fernando Cesar pretende ficar no posto até fevereiro, quando José Sarney (PMDB-AP) deixa a Presidência do Senado.
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Jarbas explica por que o filho não se elegeu: “Ele não comprou voto”
Apesar de todos os esforços, o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) não conseguiu eleger seu filho vereador do Recife.
Ao blog do jornalista pernambucano Magno Maryins, ele deu a seguinte explicação para o desfortúnio:
– Posso lhe assegurar que Jarbas Filho fez uma campanha limpa, digna, sem extorquir ninguém, sem extorquir empresários nem lideranças políticas do interior ou da capital, e sem comprar votos. Os 4295 votos que Jarbas filho conquistou representam uma votação que muito nos orgulha, a ele e a mim.
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Com aval de Dilma, PMDB comandará Congresso
Renan Calheiros (AL) como presidente do Senado e Henrique Eduardo Alves (RN) à frente da Câmara.
Na conversa de segunda-feira com o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB) a presidenta Dilma bateu o martelo:
Ficará mesmo com o PMDB o comando das duas Casas do Congresso. E Renan e Henriquinho são os nomes que têm o apoio do Planalto.
O PT já havia sinalizado aceitação do acordo e, agor a mais ainda, já que precisa do apoio do PMDB no segundo turno das eleções municipais, especialmente em São Paulo.
Renan, cujo aliado Ronaldo Lessa (PDT) perdeu a eleição para orefeito de Maceió, precisará mais ainda de uma posição nacional de destaque para engrossar seus planis para 2014 em Alagoas.
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Diretor de comunicação do Senado deixa o cargo em movimentação que visa presidência da Casa
Fernando Cesar Mesquita, diretor de comunicação do Senado, entra de licença e não retoma o cargo, já que na volta entregará o posto.
A saída de Mesquita é parte da movimentação em torno da sucessão da presidência da Casa.
Renan Calheiros está montando sua equipe.
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“PT perdeu no Maranhão para os aliados do Sarney”, denuncia Domigos Dutra
O deputado Domingos Dutra (PT-MA) declarou, na tribuna da Câmara, que o PT do Maranhão saiu das eleições em frangalhos.
Ele aponta como culpada a aliança no Estado com o grupo do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), e sua filha, a governadora Roseana. Para piorar a situação, segundo Domingos Dutra, os aliados de Sarney teriam traído o PT.
– Dos oito candidatos do PT que concorreram a prefeito nessas eleições, seis foram derrotados. E quem derrotou o PT foram os aliados de Sarney — disse.
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PMDB já se mexe nos bastidores para crescer na reforma ministerial
A preocupação agora no PMDB é não deixar transparecer que esteja sendo negociado em troca de ministérios o apoio do candidato derrotado do partido a prefeito de São Paulo neste primeiro turno das eleições, Gabriel Chalita, ao candidato do PT que está no segundo turno, Fernando Haddad.
O presidente do PMDB, senador Valdir Raupp (RO), se apressa em afirmar que eventuais alianças dos peemedebistas com o PT nada terão a ver com a reforma ministerial prevista para o início do ano.
E o próprio Chalita já disse que não está atrás do comando do Ministério da Educação, hoje nas mãos do petista Aloizio Mercadante.
É… Pode ser que Chalita não fique com a Educação.
Mas que a reforma ministerial é dada como certa no Palácio do Planalto, lá isso é.
E o PMDB, que já está com a mão nas presidências da Câmara e do Senado, também já está se mexendo nos bastidores para ter mais espaço na Esplanada dos Ministérios.
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Histórias de Pepe Mujica, segundo Maurílio Ferreira Lima
Do blog do ex-deputado Maurílio Ferreira Lima (PSDB-PE), — ele também, quando em seu mandato, uma figura quase folclórica que usava tênis e gravatas altamente coloridos:
“
O PRESIDENTE URUGUAIO
O PRESIDENTE URUGUAIO PEPE MUJICA, EX-TUPAMARO, É UMA FIGURA ÍMPAR. FAZ DOAÇÃO DE 90% DO SEU SALÁRIO, MORA EM UMA CHOUPANA, EM UM SÍTIO PERTO DE MONTIVIDEO E SÓ VAI A REUNIÕES INTERNACIONAIS E LOCAIS COM SAPATOS VELHOS E GASTOS, ROUPA POBRE E USA APENAS UM BLAZER POR CIMA. GRAVATA NUNCA .
DEPOIS DE IR A QUATRO ENTERROS DE AMIGOS, NO MESMO DIA, DISSE PARA O AJUDANTE DE ORDENS : VAMOS EMBORA RÁPIDO, JÁ TENHO 77 ANOS E NÃO QUERO APRENDER O CAMINHO DO CEMITÉRIO .
Presidente do PSDB está internado com problemas renais
O presidente nacional do PSDB, deputado Sérgio Guerra, está internado no hospital Santa Joana, no Recife, com quadro de desidratação e insuficiência renal.
Guerra está no Centro de Tratamento Intensivo (CTI) do hospital, onde tem feito sessões de hemodiálise.
Segundo os médicos, apresenta um quadro clínico positivo e com evolução nos exames. Alimenta-se por via oral.
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“Eleição foi falência dos partidos”, diz líder do PSDB
Líder do PSDB no Senado, Álvaro Dias (PR) subiu à tribuna para avaliar o resultado das eleições.
Concluiu que a eleição foi a “fotografia da falência partidária”.
– O que temos são siglas para registro de candidaturas — protestou.
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Oposição sofreu nessas eleições
O DEM perdeu 220 prefeituras e 4,8 milhões de votos nessa eleições. O PSDB perdeu 112 prefeituras e 630 mil votos.
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PSD ultrapassa o PSB em número e prefeitos
O PSD de Gilberto Kassab elegeu 493 prefeitos no país inteiro.
Mais do que o PSB do estrelado governador de Pernambuco, Eduardo Campos, que elegeu 465 e foi um dos que mais cresceuu (fez 311 nas últimas eleições).
Com isso, o partido está credenciado a comandar pelo menos um ministério, na reforma que a presidenta Dilma Rousseff promoverá no início do ano.
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Só amores pelo PMDB, Dilma não pensa em substituir Temer por Eduardo Campos
Não consta nos planos da presidenta Dilma Rousseff substituir o PMDB pelo PSB no seu coração.
Muito menos o peemedebista Michel Temer pelo governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), como candidato a vice na sua chapa pela reeleição ao Palácio do Planalto em 2014.
As eleições aproximaram Dilma muito do PMDB.
Não só por causa do segundo turno, com o apoio do PMDB ao candidato petista à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad.
A aproximação vem desde o primeiro turno, especialmente em Belo Horizonte, onde Dilma contou com o apoio firme de Michel Temer e do PMDB à campanha do petista Patrus Ananias para prefeito, contra Marcio Lacerda (PSB).
Aliás, Dilma e Michel nunca estiveram tão próximos. Ontem se reencontraram e fizeram um balanço das eleições, definindo forma de trabalhar em conjunto no segundo turno. Foram só amores.
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