Bancada ruralista também protesta contra volta do PIS/Cofins para o agronegócio
Pelo menos dois pontos na Medida Provisória 556 devem gerar mais um embate entre governo e ruralistas na Câmara. O texto que trata inicialmente de previdência para porturários e incentivos em infraestrutura nos portos brasileiros traz diversos temas.
Entre eles, a volta da taxação do PIS/Cofins para o agronegócio, que é de 9,25%. Outra medida que não agradou foi a ampliação em 16,2 vezes do valor da taxação no etanol. De acordo com o relator da MP, Jerônimo Goergen (PP-RS), a taxa por mil litros subiu de R$ 37 para R$ 602.
O parlamentar garante que a cobrança será derrubada na votação, mas ameniza que não se trata de uma disputa entre governo e bancada ruralista, e sim de um alerta de que as medidas para incentivar a indústria brasileira também abranjam o agronegócio.
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