Petistas defendem licença de Fernando Haddad
É cada vez mais forte entre os aliados do ministro da Educação, Fernando Haddad, a defesa de uma licença do cargo para reforçar sua campanha na escolha interna do candidato do PT a prefeito de São Paulo.
Até o momento, quem acompanha de perto o processo, acredita que as prévias são praticamente certas e Haddad precisa obedecer “a lógica da disputa”. Sua presença é cada vez mais exigida nas bases – onde, diga-se de passagem, ele ainda deixa muito a desejar.
Nas caravanas dos fins de semana, a frequência, em sua maioria, é de filiados que seguem, de alguma forma, a orientação de lideranças, deputados, vereadores. “Estes já estão com voto definido para ele ou para outro”. Mas há um exército de “radicais livres” a serem conquistados pelos candidatos.
Haddad já foi aconselhado e a licença nos próximos meses é debatida entre os petistas muitos próximos ao ministro.
Se sair temporariamente, ele será substituído por seu secretário-executivo, José Henrique Paim Fernandes, aliás o nome com mais apoio no PT para substituir o ministro definitivamente, caso Haddad vença as prévias.
O outro nome que corre por fora é o do deputado Newton Lima (SP), ex-prefeito de São Carlos e ex-reitor da universidade daquela cidade. Mas Lima é um postulante.
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