Cristovam defende escola pública, mas colocou filhas na particular
O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) insiste em discutir no Senado projeto de lei de sua autoria — engavetado há quase quatro anos – que obriga filhos de parlamentares, prefeitos e governadores a estudar em escola pública.
Mas, apesar de defender a causa, Cristovam reconheceu ao Poder Online que nenhuma de suas duas filhas frequentou a rede pública de ensino:
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94 comentários | Comentar
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54 JECA 16/07/2011 21:31
Comentar sobre este projeto é saudavel uma vez que os comentarios podem servir de termometro para mudanças. Veja só: Filhos, e netos assim como bisnetos de politicos na escola publica seria encontrar a verdadeira justiça, uma vez, que eles jamais gostaria de sofrer na pele o que sofre um trabalhador assalariado que deixa seu filho na escola na esperança dele ter ao menos uma refeição. Outro projeto bastante interessante seria cortar assistencia medica dos politicos e ministros, ai gostaria de ver quando um deles chegasse na Bahia e necessitasse de aferir a pressão arterial ou fazer um curativo em um posto de saúde. Bastante interessante seria também que eles morassem em bairros populares, em casa populares. Ia esquecendo também, poderia ser cortado as viajens realizadas de avião eles poderiam viajar de onibus ou nos seus carros(proprios) como ia ficar a cara dos politicos baianos quando fôssem a Brasilia pela estrada de Bom Jesus da Lapa a Santa Maria da Vitoria. Parece sonho, porem pode ser realidade, pois, eles não são donos do mandato. O mandato é do povo e eles estão la para beneficiar a nação e não a eles. BASTA estamos cansados!!!
53 adel nunes 16/07/2011 21:19
nas minhas reminiscencias de estudante,lembro-me que ao termiunar o primário,prestavamos exame de admissao ao ginasio. caso o exame folsse feito em escola públlica,o estudante ingressa em rede de ensino publico ou particular. caso fosse feito em entidade particular,so poderia entrar em entidade particular. havia filhos de deputados,vereadores medio empresario que estudavam em escola pública.
em niteroi ,havia o liceu nilo peçanha que era rigoroso ao extremo,tal como o tradicional pedro ii no rio de janeiro.
depois que os nossos pliticos se tornaram empresarios e donos de ensino particular,o ensino público caiu assustadoramente. os nossos professores eram os melhores da cidade,e dasvam 10 aulas por semana.
desqualificar o ensino publico é para obrigar o estado a dar a falsa bolsa de estudo para o estudante. tal coisa ,ou melhor,terceirizar o ensino e o corpo docente estyá se tornando a uma prática vergonhosa na nossa sociedade.
52 Fagundez 16/07/2011 20:30
Finalmente um projeto de lei decente!!!
Não importa se as filhas dele estudam ou não em escolas públicas!!! Com uma lei como essa os ditos se verão obrigados a investir em um ensino decente na rede pública, pois o futuro de seus próprios filhos estará em jogo!!!
É lamentável alguem usar do fato de que as filhas dele não estudam em escola pública para tentar impedir que essa lei entre em vigor!!! é uma real falta de visão dos problemas educacionais existentes no País
51 DiAfonso 16/07/2011 19:56
A jornalista Ana Paula Leitão assina matéria no IG com o título “Cristovam defende escola pública, mas colocou filhas na particular” referindo-se ao fato de o senador Cristovam Buarque [PDT-DF] defender Projeto de Lei que obriga filhos de parlamentares, prefeitos e governadores a estudarem em escola pública.
Até aí, nada demais, se o incauto leitor [como muitos do naipe piguiano acham que são os leitores] não atentasse para a forma viperina como Ana Paula titula a matéria, apresenta o corpo do texto e indica a entrevista [ver vídeo abaixo] feita com o senador.
Ai daquele que não sentir o cheiro dos pressupostos e implícitos! Ai daquele que não sentir o odor do que, sibilinamente, se pretende dizer, Maria josé!
E o que pretendeu a jornalista com o título da matéria? Explorar uma possível contradição entre aquilo que o senador propõe [no Projeto de Lei de que é autor] e o que ele deixara de fazer: matricular suas filhas na escola pública.
Com efeito, o próprio Cristovam afirma que não matriculara nenhuma de suas filhas na escola pública. Mas por que não o fez? Isso sequer é indicado no título da matéria, levando o leitor a inferir que o senador propõe algo que ele mesmo não tivera a honestidade de fazer.
Ocorre que, na entrevista, Cristovam deixa claro que a lei obriga apenas parlamentares, prefeitos e governadores – e não professores [como era a condição do senador à época em que suas filhas cursavam a educação básica. Que fique claro: educação básica! Para ter noções elementares de como se organiza o sistema acadêmico brasileiro, clique aqui].
A partir das “insinuações” [os tais pressupostos e implícitos] da jornalista, pode-se perguntar, sibilinamente, para ela: como o professor universitário Cristovam Buarque poderia “cumprir”, por vontade própria, uma lei que não existia e nem existe? Pois, segundo a propria Ana Paula, o tal Projeto de Lei [não é Lei ainda, diga-se de passagem!] encontra-se “engavetado há quase quatro anos”!…
A certa altura da entrevista, a jornalista tenta construir uma simbiose entre o professor da UnB e o hoje parlamentar Cristovam Buarque. Ela faz uma cobrança atemporal, insinuando que o então professor Cristovam Buarque [e hoje senador] devesse ter matriculado as filhas na escola pública para valorizar um ensino público de qualidade que não havia e não há, efetivamente, embora alguma coisa – a partir do governo Lula – tenha melhorado nesta sofrível área.
50 Paulo Ilmar Kasmirski 16/07/2011 19:34
Isso também e Educação
Vamu pedir aprovação dentro das regras estabelecidas
Para isso deverá fazer a reforma política como esta nesse roteiro… Ai sim colocará todas as coisas nos trilhos certos diplomaticamente… Por que nos somos a única matéria que move todas as matérias primas… Que nada valera sem a nossa presença… Ainda assim deixamos de dar manutenção a natureza que não cobra taxa da manutenção… Estamos arruinando o clima da natureza destruindo as belezas naturais… E deixando o clima entre nos sem clima… Por falta de Educação Profissonal… E não politicos profissionais sem profissão… Para isso… Vamos… Aprovar… Issso
Primeira parte da reforma política do mundo da ficção
Se optar pela reforma da política do país da ficção, já confirmara essa nova era política
Onde três falecidos vivendo no inferno resolveram se candidatar a Presidência do Céu. Deus ao analisar a ficha de cada um disse esta muita suja a ficha de cada um de vocês
Vão ter que voltar a terra para limpar a ficha
Enquanto isso começou todas as reformas (com essa intenção dos três falecidos serviu de alerta, vai que ganham, com a revolta dos fieis eleitores) a primeira foi política
Com fim do voto obrigatório sistema distrital localizado, onde uma cidade com 66 candidatos a vereador passou a ser dividida por 66 núcleos elegendo primeiro de cada núcleo
Assim para deputados estaduais federais, se divido o estado pelo numero de candidatos 66 criando 66 núcleos elegendo primeiro de cada núcleo
Idem para senadores governador estado inteiro Presidente o país inteiro
Condição para ser candidato qualificação, ter cursado faculdade ter boas recomendações fazer uma especialização, com isso se inscrever no primeiro concurso público privado do mundo passar fazer doutorado em necessidade humana
Passando fica habilitado para se candidatar ao cargo político que desejar, ainda com o mesmo concurso qualificara a um cargo público ou privado, com opção de ter direito ainda de se efetivar como funcionário público ou privado por ter se qualificado pela media do concurso sem deixar de se atualizar sempre
Onde os políticos escolhem seus assessores dos que passarem nesse concurso, sendo que recurso na mão dos políticos ficou somente o salário, depois da reforma
Isso poderá ser possível no mundo real. Com as empresas públicas e privadas começarem a distribuir ate 70% do lucro para alimentar e realimentar a economia ao mesmo tempo dando nocaute aos impostos
Para ser a bolsa lucro liquida da distribuição de renda depois da finalização da infra-estrutura de baixo para cima nivelamento a educação dando condição de todos terem sua moradia, através do Núcleo Habitacional Associativo sem juros
49 Marcos Farias 16/07/2011 19:29
É típico da classe política brasileira. A hipocrisia dos nosos políticos chega a ser repulsiva. O sujeito prega uma coisa e faz outra.
Tenho acompanhado a carreira desse senhor, e a sua postura contraditória já é conhecida. . Só para citar um exemplo, dentre dezenas, cito o episódio em que ele assinou a requisição para a CPI da Petrobras, depois voltou atrás, dizendo que daria um voto de confiança à mesma. O que esse senhor fez pelo povo brasileiro em toda a sua vida?
É mais um POLÍTICO PROFISSIONAL. Fez da política um emprego, e um bom emprego.
ESSA CONTRADIÇÃO NÃO É ESTRANHA À SUA PERSONALIDADE.
48 Victor Leonardo de Araujo 16/07/2011 18:54
À época em que suas filhas frequentavam escola particular, Cristóvam Buarque era professor da UnB. Não possuía vida pública como político, não tinha obrigação de matricular suas filhas em escola pública. Isso está mais do que explicado. A manchete da nota é de uma má-fé que só a imprensa brasileira possui.
47 Aloísio A Lopes 16/07/2011 18:53
Segundo a constituição federal, a pena não pode passar da pessoa criminosa, no caso o Político, para uma outra, no caso o seu filho. Se Cristovan fosse sério ele faria uma lei para obrigar o próprio político a frequentar os hospitais públicos, aí ele seria o primeiro a ter que passar por isso. A lei dele alémn de inconstitucional é DEMAGOGA!!!!!!
46 Amaury Lima 16/07/2011 18:39
Senador Cristovam, vamos em frente.
O senhor tem o meu apoio e, se for preciso, o meu voto.
45 cristiano 16/07/2011 18:29
Dos Senadores o senhor é o que mais dá ênfase para o ensino público de qualidade para todos.
Decida-se, agora ou nunca ou vai deixar para depois que morrer?
Coloque esse projeto em palta.
Convoque o povo, planfete, faça peblicito, divulgue na mídia e tudo que fôr preciso.
Na minha cidade me filiarei ao seu partido para fazer com que este projeto vá em frente.
Seria um sonho realizado. Seu nome seria imortalizado.