Erro grave derrubou Schwartsman
A saída de Alexandre Schwartsman da diretoria do Santander foi decidida durante a campanha eleitoral, quando o ex-diretor de Assuntos Internacionais do Banco Central divulgou estudo comparando a política fiscal do governo Lula com a do governo Serra em São Paulo.
O economista cometeu erro primário ao afirmar que a política fiscal de Lula era mais rígida do que a de Serra. Em resumo, Schwartsman colocou os gastos da Previdência paulista na coluna errada de seu Excel.
Desde então, sua degola estava com dia marcado no comando do banco. O Santander não gostou nada de ele ter se metido numa guerra política.
Schwartsman, como se sabe, teve que vir a público reconhecer seu erro.
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10 comentários | Comentar
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10 Neimar 04/03/2011 15:49
Poupe-me. Saiu porque é político e banco nenhum quer ser inimigo da Petrobras.
9 nelci correa felix da silva 04/03/2011 15:40
A realidade é uma só. Conheço a performance e admiro o trabalho do Grande Alexandre Schwartsman. No Brasil, mesmo que você seja honesto e íntegro, se não beija as mãos, está fora. Quem acompanha a política sabe que “assistimos” a um verdadeiro e muito interessante “reality show”… pessoas que mentem descaradamente e continuam no programa, enquanto que outras de boa índole são detonadas porque não foram compreendidas ou não souberam “jogar o jogo”. É uma pena que se descarte a lealdade e a fidelidade… nelci
8 Dorival José Borges 04/03/2011 15:32
Vejam o que o delírio mantido por uma expressiva parte da mídia, em torno de um MITO, pode provocar, em quaisquer níveis de intelecto.
É assustadoramente impressionante, o quanto muitos se extasiam, em torno de uma simples criatura, que através de pura obstinação, chegou “lá”, porém, ao que a própria conduta indica, segundo a mesmice no empenho de se proclamar melhor do que o eterno desafeto, evoluiu muito pouco.
O triste e curioso disto, é que a perseverança em destruir o desafeto, mantém patente, o quanto o próprio auto-elogiador, é ciente de que é muito aquém, em relação ao desafeto.
Apenas uma idolatria é aceita, todas as demais, produzem sérias consequências. Este, no anseio de “celebrar” o mito, errou a coluna da planilha, e, perdeu o cargo de Diretor.
VAMOS ACORDAR, e tratar o ser humano como tal, e não como “divindades”!
7 João 04/03/2011 14:17
É a SOBERBA!!!
6 bruno 04/03/2011 13:56
Schwartsman é homem de mercado. Enxerga os absurdos do nosso Estado-gerente.
Sabe Deus o real motivo ocasionador de sua degola.
5 Edu 04/03/2011 13:30
Acho que a turma do Serra errou em exigir a cabeça dele. Era um representante do pensamento conservador tucano em um importante banco. O PSDB abateu um crítico do PT.
4 pmc 04/03/2011 13:30
é uma pena que pessoas com grande responsabilidade como schwartsman cometam erros grotescos como este. ainda mais DURANTE uma campanha eleitoral. ficamos todos com a sensação de que se tratou de um erro deliberado.
3 eduardo 04/03/2011 13:02
Erro grave fez com que economistas do tipo desse aí tiveram e tem importância.
2 david 04/03/2011 12:43
no brasil…tem um ditado se nao estas .. no governo fique esperto……. se fiques contra ele……..
1 FRANCISCO NASCIMENTO - ESCRITOR E POETA PARAENSE. 04/03/2011 12:02
O ERRO DO DIRETOR DO BANCO FOI MAIS EMOCIONAL QUE POLÍTICO.
MAS ISTO REFLETIU NA POLÍTICA EMOCIONAL MONETÁRIA DO BANCO.
E O BANCO É TRANSNACIONAL.
E POR ISTO NÃO QUER VÊ-LO EM VOGA EM DISPUTAS ELEITOREIRAS REGIONAIS.
ISTO PODE COLOCAR ALGUM DESACERTO NA COLUNA VERTEBRAL DO BANCO
NA REGIÃO QUE ISTO SE DÁ.
ONDE SEUS CLIENTES PODEM SER DE UMA OU DE OUTRA TONALIDADE POLÍTICA.
O DIRETOR FOI EMOCIONAL E ISTO PARA UMA TRANSNACIONAL FINANCEIRA PODE SER UM ERRO GRAVE.
O BANCO COMO O SANTANDER NÃO É NEM UM BANCO REGIONAL COMO O BANESPA OU O BANPARÁ DO ESTADO ONDE RESIDO.
HÁ MUITO MAIS SUTILEZAS NA FORMA E NA AÇÃO DE UM BANCO INTERNACONAL.
BANCOS REGIONAIS SÃO MAIS POLÍTICOS QUE PROPRIAMENTE FINANCEIROS.