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Posts com a Tag The Economist

quinta-feira, 15 de novembro de 2012 Empresas | 22:24

The Economist destaca “os perigos da Petrobras”

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A edição desta quinta-feira da revista britânica The Economist, uma das publicações com maior influência sobre investidores globais, destaca a situação da Petrobras.

Graça Foster: desafios (ABr/Marcello Casal)

Sob o título “Os perigos da Petrobras – como Graça Foster planeja colocar a gigante petrolífera do Brasil de volta aos trilhos”, a resume a história da empresa de 2006 para cá, afirma que a estatal nomeia diretores por indicação política, está sofrendo com uma diferença entre os preços internacionais do petróleo e os praticados aqui com o objetivo de servir à política monetária e sentencia:

- A principal dificuldade, no entanto, tem sido a intromissão (meddling) política.

Depois de lembrar que quem comprou ações da Petrobras em 2010 perdeu mais de 25%, ataca:

- Cada intromissão pode ser preocupantemente míope.

O texto levanta suspeitas se Graça Foster, bastante elogiada em seu preparo técnico e intenções, conseguirá executar seus projetos para melhorar a performance da empresa.

Segundo a The Economist, os investidores podem se perguntar porque as medidas só foram adotadas agora e se elas serão suficientes para melhorar a performance da Petrobras dada a “interferência política”.

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Avenida Chile

Autor: Jorge Félix Tags: , ,

quinta-feira, 25 de outubro de 2012 Internacional | 16:03

Eduardo Campos é destaque na The Economist

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O governador de Pernambuco, Eduardo Campos, é destaque na edição da revista inglesa The Economist desta semana, que acaba de circular online.

Sob o título O modelo de Pernambuco, a revista diz que Campos é uma mistura de “gestor moderno e chefe político antigo”, atribui a ele o “desenvolvimento” do estado e aposta que, assim, o presidente do PSB pode ser o próximo presidente da República. Em 2014.

De acordo com a revista, “o ambicioso governador” Campos tem conseguido aproveitar as políticas do governo federal, sobretudo o aumento da renda e do consumo na região, para atrair investimentos. Cita a Fiat e outros setores e repete dado fornecido pelo próprio: “enquanto o Brasil está preocupado com a desindustrialização”, em Pernambuco a participação da indústria cresceu de 20% para 25% e chegará a 30% em 2015.

Depois de citar seus feitos para reduzir a pobreza, Economist conclui que Campos está se tornando “uma versão moderna do tradicional coronel nordestino”

Autor: Jorge Félix Tags: ,

quinta-feira, 16 de agosto de 2012 Investimentos | 15:27

The Economist fala sobre “a hora da verdade de Dilma”

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dilma_Wilson Dias_ABr

Dilma, segundo Economist: desafio de evitar falhas de um século atrás (Foto: Wilson Dias/ABr)

A revista britânica The Economist traz em sua edição de hoje um editorial sobre o que chamou de “a hora da verdade de Dilma”. A publicação cobra medidas para reduzir o chamado custo Brasil.

O texto cita o pacote de R$ 133 bilhões anunciado ontem (tema de uma segunda reportagem – foram três sobre o Brasil nesta edição, sendo a terceira sobre os Jogos Olímpicos de 2016) e diz que o país se “tornou um lugar descontroladamente caro para investir ou produzir”.

- As decisões que Dilma Rousseff está tomando este mês serão um indicador crítico das direções de seu governo (…) Restaurar o crescimento e a competitividade das empresas brasileiras, batendo o Leviatã ganancioso em Brasília é a melhor maneira para ela ganhar um segundo mandato e garantir que a economia do Brasil não continue a reproduzir as falhas de um século atrás.

Autor: Klinger Portella Tags: , , ,

quinta-feira, 9 de agosto de 2012 Internacional | 16:47

The Economist alerta sobre “apagão das telecomunicações”

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The Economist cobra Dilma contra apagão (Foto: Agência Brasil)

A queda de braço entre governo e operadoras de telefonia foi tema de reportagem da edição de hoje da revista britânica The Economist.

A publicação alerta para os gargalos do setor – acentuados depois da suspensão das vendas de TIM, Oi e Claro – e alerta para o risco de um apagão de telecomunicações com a proximidade da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos.

A revista relembra o ano de 2001, quando o Brasil enfrentou o apagão energético, após um período de seca, que foi minimizado após uma redução drástica no consumo por parte da população.
A The Economist destaca que as características do episódio são semelhantes às atuais: baixos investimentos, ambiente regulatório fraco e complacência com relação à crescente demanda.

- Como Dilma Rousseff deve se lembrar, o apagão fez a economia do Brasil encolher, ajudando o seu partido a tomar o poder dois anos depois.

Em 2001, o PIB cresceu apenas 1,5%.

Autor: Klinger Portella Tags: , , , , , ,

quinta-feira, 2 de agosto de 2012 Mercado financeiro | 14:46

Bovespa tem o pior desempenho entre os Brics

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BM&FBovespa: lanterna dos Brics (Foto: AE)

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) tem o pior desempenho entre as bolsas de valores dos países dos Brics – Brasil, Rússia, Índia e China.

Segundo dados da revista britânica The Economist, no acumulado do ano, a bolsa paulista tem queda de 9,8%. É, também, o pior desempenho entre as bolsas da América Latina.

A bolsa da China, por sua vez, tem queda de 3,6% no período, enquanto a russa acumula leve baixa de 0,5%.

Entre os Brics, a única bolsa que tem alta no ano é a da Índia, com valorização de 6,9%.

A bolsa do Egito é a que acumula a maior alta do mundo, com 35,3%.

Autor: Klinger Portella Tags: , , ,

quinta-feira, 12 de julho de 2012 Comércio Exterior | 17:08

The Economist: Mercosul é apenas ‘abraços e beijos de compañeiros’

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A revista britânica The Economist publicou uma reportagem na edição de hoje questionando o futuro do Mercosul, após a suspensão do Paraguai e a entrada da Venezuela no bloco.

Na matéria, a revista mostra as medidas protecionistas – adotadas, principalmente, entre Brasil e Argentina – e coloca em cheque a eficácia dos tratados comerciais.

A revista destaca que o crescimento mais rápido da América do Sul ocorre em países como Chile, Colômbia e Peru – que não estão no Mercosul – e, bem ao seu estilo, recomenda que o Brasil precisa dar mais ênfase à competitividade e à abertura do mercado para retomar a expansão, “exatamente” o que o Mercosul se propunha, lembra e define:

- [O Mercosul é] um grupo que agora consiste mais em abraços e beijos entre compañeiros e que tem pouca serventia em um mundo mais duro.

Autor: Klinger Portella Tags: , , ,

terça-feira, 10 de julho de 2012 Breve análise, Internacional | 13:25

Crise faz europeia ter menos filhos e ameaça economia

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Europa: crise da fecundidade

A crise financeira mundial está derrubando – ainda mais – as taxas de fecundidade dos países europeus.

Pesquisa do Vienna Institute of Demography publicada pela revista inglesa The Economist mostra que de 15 países analisados, 11 apresentaram quedas bruscas no indicador ao ponto de anular (só nos últimos três anos) todo o ganho obtido, por meio de políticas de incentivo ao segundo filho adotadas na década passada.

O avanço da fecundidade na Europa estava pujante, mas é interrompido exatamente em 2008.

Enquanto a taxa mínima para a reposição da população é de 2,1 filhos por mulher, a Espanha, por exemplo, caiu de 1,46 (2008) para 1,38 (2011).

Uma das principais razões apontadas pelos demógrafos é o desemprego alto entre os jovens que adia o casamento e a maternidade.

The Economist não avança sobre as consequências desse fenômeno. Mas o principal deles é um maior – e mais acelerado – envelhecimento da população européia.

Como o aumento da expectativa de vida deve prosseguir em elevação, a taxa de dependência (trabalhadores x aposentados) crescerá e dificultará ainda mais a saída para a crise a longo prazo devido às pressões sobre o sistema de previdência social.

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quinta-feira, 21 de junho de 2012 Sustentabilidade | 15:17

The Economist diz que acordo da Rio+20 é “mole”

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A revista britânica The Economist não poupou críticas ao acordo fechado pelas delegações internacionais na Rio+20. Em reportagem na edição de hoje, a publicação chamou o documento final de “mole” e citou a presença de muitos “podem” e poucos “devem”.

Usando números do grupo ambientalista WWF, a revista diz que a palavra “apoio” aparece 50 vezes no texto final, enquanto “nós vamos”, apenas cinco:

- O acordo foi preenchido por palavras e compromissos vazios.

Autor: Klinger Portella Tags: , ,

quinta-feira, 14 de junho de 2012 Finanças Públicas | 17:52

The Economist chama de “roubo” salário de servidores públicos

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Charge da The Economist: Dilma brava com burocrata (Foto: Reprodução)

Em reportagem na edição de hoje, a revista britânica The Economist não poupou críticas aos gastos do governo com servidores.

Em reportagem intitulada “Envergonhando o invergonhável – como os burocratas roubam os contribuintes”, a publicação mostra a diferença de salários do trabalhador brasileiro da iniciativa privada e de alguns servidores públicos.

A revista cita os ganhos de R$ 7,2 mil mensais de um motorista da Câmara Municipal de São Paulo, que acaba de deixar disponível na internet os salários de todos os seus funcionários.

Mas sobrou ataques também para os R$ 62 mil mensais que recebe o presidente do Congresso, senador José Sarney (PMDB-AP).

- A maioria dos brasileiros ganha 13 salários por ano, mas os congressistas terão 15, dois deles como “auxílio vestuário”. Ao todo, o Congresso gasta R$ 6 bilhões por ano com pessoal.

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Como a economia espera que Dilma use a sua popularidade

Autor: Klinger Portella Tags: , , ,

quinta-feira, 24 de maio de 2012 Negócios | 16:07

The Economist “cobra” resultados do vendedor Eike Batista

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Eike: vendedor sem resultado? (Foto: AE)

Em reportagem na edição desta semana, a revista britânica The Economist narra a trajetória empresarial do bilionário brasileiro Eike Batista.

A publicação fala sobre a atuação das empresas do grupo EBX e a fórmula multiplicadora de recursos das companhias de Eike.

Na reportagem, intitulada “O vendedor do Brasil”, a The Economist coloca em cheque a capacidade de Eike alcançar os resultados prometidos:

- Mais cedo ou mais tarde, o vendedor do Brasil terá de entregar.

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Lula multiplica elogios a Eike Batista

Eike, Dilma e Graça Foster estão entre os 100 mais influentes do mundo

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