Spread | Poder Econômico

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Posts com a Tag spread

terça-feira, 11 de setembro de 2012 Estados | 06:01

Déda entra na guerra contra o spread

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Déda: banco público contra spread (Foto: AE)

Seguindo os passos de Dilma Rousseff, o governador de Sergipe, Marcelo Déda, entra na guerra contra o spread. A partir de hoje, o Banco do Estado do Sergipe (Banese) reduz em 42,86% os juros para o crédito à pessoa física de funcionários públicos. Cai de 1,40% para 0,80% ao mês.

Autor: Jorge Félix Tags: , , ,

sexta-feira, 17 de agosto de 2012 Mercado financeiro | 11:57

Lázaro Brandão: “Brasil caminha para juros mais compatíveis”

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Brandão: "recado duro" (Foto: Greg Salibian/iG)

O presidente do conselho de administração do Bradesco, Lázaro Brandão, interpreta como um “recado duro” aos bancos o processo de redução dos spreads bancários iniciado por Dilma Rousseff.

Em breve conversa com o Poder Econômico, durante a premiação As Melhores da Dinheiro, Brandão disse que a cobrança foi feita com “critérios e o governo contribuindo com contrapartidas” e afirmou que não há “nada que preocupe”:

- O Brasil caminha realmente para juros mais compatíveis.

Autor: Klinger Portella Tags: , , ,

quinta-feira, 9 de agosto de 2012 Governo | 11:31

Mantega usa um tom suave com bancões ao cobrar mais crédito

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Chamou a atenção na reunião do ministro da Fazenda, Guido Mantega, com o bancões para cobrar ampliação do crédito com spread a “níveis internacionais”, como quer Dilma Rousseff, o tom suave de sua fala.

Nem parecia ministro daquela Dilma soltando o verbo em cadeia nacional de rádio e televisão no Dia do Trabalho.

Autor: Jorge Félix Tags: , , ,

quarta-feira, 8 de agosto de 2012 Governo | 11:15

Mantega recebe “bancões” em Brasília

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Guido Mantega

Mantega: bancões na mesa (Foto: AE)

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, recebe logo mais, às 11h30, o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, e representantes de dez bancos, em Brasília.

No encontro, Mantega tratará a questão do spread e discutirá a conjuntura do setor.

Atualizada às 12h38: Estão no encontro Aldemir Bendine (Banco do Brasil), Jorge Hereda (Caixa Econômica Federal), Júlio Araújo (Bradesco), Roberto Setubal (Itaú Unibanco), Marcial Portela (Santander), Silvio Aparecido de Carvalho (Safra), Hélio Lima Magalhães (Citibank), André Brandão (HSBC) e Pérsio Arida (BTG).

Autor: Klinger Portella Tags: , , , , ,

domingo, 22 de julho de 2012 Entrevista | 06:04

Macedo: “O governo não pode desistir da guerra contra o spread”

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Macedo: falta plano estratégico (Foto: Divulgação)

Nos próximos dias, o mineiro Roberto Macedo vai se refugiar em “algum lugar de Minas Gerais” para uma comemoração tripla. Sua mãe completará 99 anos amanhã. No dia 31, será sua vez de comemorar aniversário. O terceiro motivo é o prêmio de Economista do ano da Ordem dos Economistas do Brasil. Seu discurso para o dia da homenagem ainda será redigido, mas alguns pontos, Macedo adianta nesta entrevista ao Poder Econômico.  Ex-secretário de Política Econômica do Ministério da Economia (como se chamava à época, 1991-92), ex-diretor da FEA-USP (1986-1990), Macedo acredita que o Brasil está crescendo pouco por força da conjuntura internacional, porém, o governo jogou também muita sujeira para debaixo do tapete. Ele aponta quais. Um dado positivo do trabalho da equipe econômica é a luta para baixar os juros bancários.  ”O governo não pode desistir da guerra contra o spread”, diz.

Poder Econômico - As previsões do mercado dão conta de um crescimento do PIB abaixo de 2% este ano. O Brasil poderia crescer mais ou as condições externas estabeleceram esse patamar global em 2012?

Roberto Macedo – Neste ano o crescimento do PIB  já está quase que  definido perto dessa taxa pelas más condições externas e pelas dificuldades internas.  No conjunto, há dificuldades do lado da demanda (queda da internacional devido à crise, consumidores  locais retraídos por excesso de endividamento e inadimplência e empresários inibidos por expectativas desfavoráveis). Do lado da oferta, há as dificuldades enfrentadas pela indústria, a queda da safra agrícola de 2012 pela seca no Rio Grande do Sul, e a produtividade fraca. De ambos os lados, porque afeta tanto a oferta como a demanda, o problema crônico, a baixa taxa de investimentos da economia. Se em 2012 melhorar o quadro, não será grande coisa. Se não piorar ainda mais, já será alguma coisa.

Poder Econômico – Como analisa, depois de alguns meses, a guerra declarada pelo governo ao spread bancário?

Roberto Macedo – Em que pesem minhas divergências em relação a vários aspectos da política econômica, no caso da monetária sou a favor dela no que diz respeito à redução da Selic, à guerra ao spread bancário e à utilização de medidas macroprudenciais. A redução da Selic vem ocorrendo, mas na ponta dos tomadores de crédito os juros não vem caindo de forma significante, exceto em segmentos de baixo risco, como no crédito consignado. Isso  indica que
a guerra do spread é muito mais difícil, conforme se esperava.  Os bancos não estão a fim de perder rentabilidade e nessa guerra é preciso garantir  a segurança deles. Um passo importante seria o governo  avançar na parte que lhe
toca do spread, em particular os impostos e os compulsórios. Ele não fica bem na foto só querendo que os bancos reduzam suas margens. Há também a “margem governamental” por reduzir.

Poder Econômico – O que acontecerá se o governo perder essa guerra em termos de gestão do sistema financeiro?

Roberto Macedo – Essa será uma guerra demorada; o governo poderá perder algumas batalhas, mas não pode desistir da guerra,  nem de fazer seu próprio esforço para reduzir o spread.

Poder Econômico –  Como analisa o cenário externo? Teremos ainda maiores impactos no Brasil?

Roberto Macedo – Tanto ou mais que o tamanho do impacto,  é  importante a duração desse cenário externo negativo. O centro do furacão continua na Eurozona, onde sempre se avança um pouco, mas tudo com muita lentidão em face da dificuldade de lidar com países que permanecem soberanos em muitas decisões, em particular na aceitação
de pacotes indigestos, como na Grécia, Espanha e outros países, e na indisposição da Alemanha em se comprometer com uma ajuda sua mais abrangente, ou de aceitar que o Banco Central Europeu vá mais  no seu socorro a bancos e governos. Essa crise não é tão forte quanto a de 2008-2009, mas tudo indica que terá durabilidade maior, o que pode levar a uma soma de efeitos ao longo do tempo superior à da crise anterior.  Meu radar continua sem mostrar um ponto indicativo de término da crise na Eurozona.

Poder Econômico – Como o governo poderia se preparar para obter um crescimento melhor em 2013 e 2014?

Roberto Macedo – O governo precisa definir e executar um plano estratégico onde o papel central esteja na ampliação substancial da taxa de investimentos da economia relativamente ao seu PIB. Dado esse objetivo, deveria identificar todos os obstáculos que se antepõem ao alcance dele, e fazer um enorme esforço de superá-los. É um conjunto que vai desde as dificuldades que impedem o próprio governo de expandir  seus  investimentos  até aquelas que desestimulam  o setor privado a fazer o mesmo. Várias delas  dependem de soluções governamentais, como nos casos da alta carga tributária, das carências da infraestrutura, da lenta emissão de licenças ambientais, da indisposição governamental quanto à concessão de serviços públicos e por aí afora.  E há uma questão de mentalidade: é preciso abrir o país para negócios que geram valor adicionado, começando por não se indispor com ou atrapalhar quem se empenhe em fazê-los.

Autor: Jorge Félix Tags: , , ,

quinta-feira, 28 de junho de 2012 Finanças pessoais | 15:08

Juros do cartão de crédito estão estacionados

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Só para registrar e deixar o número na lembrança:

Os juros do cartão de crédito estão estacionados desde janeiro em 238,30% ao ano.

Por coincidência, esse tipo de crédito é o que apresenta o maior nível de inadimplência.

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Dilma e Mantega definem novas estratégias na guerra dos juros

Autor: Jorge Félix Tags: , , ,

terça-feira, 26 de junho de 2012 Conjuntura, Governo | 06:02

Khair: endividamento cai se juros caírem também

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De olho nas taxas de juros de mercado quase diariamente o professor Amir Khair derruba com um argumento lógico o estardalhaço que o relatório do BIS tentou provocar no Brasil ao apontar um suposto endividamento insustentável das famílias brasileiras como prenuncio de crise:

- Creio que se for mantidas as taxas de juros ainda nas alturas corre-se de fato risco de inadimplência crescente. Nesse caso os bancos seguram o crédito.

E se Dilma Rousseff e Guido Mantega obtiverem êxito no combate às taxas ainda altas praticadas pelos bancos?

- Caso caiam as taxas para níveis civilizados a inadimplência cai e o endividamento passa a não constituir problema. Assim, nas duas situações não prevejo problemas.

Portanto, se o BIS conhecesse um pouco melhor o mercado bancário brasileiro e estivesse acompanhando as medidas da equipe econômico de perto divulgaria um relatório sobre as taxas de juros – e as chances de o governo ganhar ou não esta guerra.

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Dilma e Mantega retomarão a guerra contra os juros

Procon constata que juros bancários continuam muito altos

Autor: Jorge Félix Tags: , , , ,

quarta-feira, 20 de junho de 2012 Governo, Mercado financeiro | 06:05

Dilma e Mantega retomarão a guerra contra os juros bancários

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A reunião do G20 e a Rio+20 obrigaram Dilma Rousseff e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, a adiarem novas batalhas na guerra pela redução dos juros ao consumidor.

Mas tão logo retornem à agenda normal, outras medidas devem ser anunciadas para manter a empreitada de derrubar o spread bancrário e outros custos considerados entrave ao crescimento econômico.

Mantega já deu sinais de que está insatisfeito com o ritmo de redução dos juros pelos bancos – inclusive da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil.

Os alvos serão as tarifas, o cheque especial e o cartão de crédito. Mas, na avaliação de todas as taxas, percebe-se que o mercado brasileiro ainda está bem longe dos “níveis internacionais” citados por Dilma como parâmetro “técnico” para os juros ao consumidor no país.

De acordo com os últimos dados da Anefac a variação das taxas anualizadas é de menos de dois pontos percentuais de abril para maio – isso as deixa acima de 100%, enquanto a média global está em torno de 10%.

No cheque especial, passa de 200%.

Ou seja, essa guerra – que Dilma ou ganha ou ganha – ainda está por ser vencida.

Autor: Jorge Félix Tags: , , , ,

quinta-feira, 17 de maio de 2012 Governo | 06:02

Como a economia espera que Dilma use a sua popularidade

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Dilma de dedo em riste: economia espera briga contra despesas (Foto: Agência Brasil)

Na Marcha dos Prefeitos, Dilma Rousseff pôs sua popularidade à serviço de suas convicções administrativas. Abriu o coração a respeito da divisão dos royalties do petróleo. Saiu do episódio ainda maior para desespero daqueles poucos que lhe responderam com vaias.

O fato ilustra um bom uso de sua aprovação. Mas aqui e ali – seja no mercado financeiro, no meio político ou entre empresários – já aparecem aqueles que esperam, digamos, uma otimização desses  índices altos em tarefas maiores: desafios estruturais da economia e de gestão pública.

Enfrentar a demanda de prefeitos talvez seja a parte mais fácil.

Essas vozes cobram, agora, a parte mais difícil para Dilma colocar em prática a derrubada daqueles três entraves ao crescimento econômico que ela mesma enumerou: juros, câmbio e impostos.

Os dois primeiros já foram empurrados e, pelo menos, tombaram um pouquinho. O último, porém, exigirá da popularidade de Dilma mais força ainda do que a necessária para brigar com bancos privados em rede nacional de rádio e televisão.

Reduzir impostos, implica, como se sabe, em reduzir despesas. E aí Dilma, na opinião de empresários, políticos e profissionais do mercado financeiro ouvidos por Poder Econômico, terá que comprar a briga de cortar no custeio da máquina pública.

Isso significaria uma diminuição de ministérios (ideia abandonada de repente), cargos ocupados por apadrinhados, mordomias (sim, essa palavra ainda existe na máquina pública) e outros gastos pagos com recursos de impostos para sustentar oligarquias e apoios políticos.

É esta briga que boa parte daqueles que estão ali, como se diz, com o umbigo no balcão da economia está pagando para ver se a popularidade de Dilma está disposta a comprar para manter o país numa trajetória sustentável.

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Autor: Jorge Félix Tags: , , , , ,

quarta-feira, 16 de maio de 2012 Mercado financeiro | 18:11

Os senhores donos do baile

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De um alto executivo de um banco privado diante da notícia de que o governo, para ampliar a capacidade de crédito dos bancos públicos, planeja fazer uma faxina nos balanços da Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, BNB e BNDES e transferir os créditos podres para a Empresa Gestora de Ativos (Emgea),  criada em 2001 para engolir todos os papagaios financeiros da praça e debitá-los na conta do contribuinte:

- É como se você fosse convidado para um baile, onde os bancos privados só podem dançar com mulher feia. As beldades ficam todas para os bancos públicos.

É, o clima está pesado no mercado.

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Autor: Jorge Félix Tags: , , , , , ,

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