Publicidade | Poder Econômico

Publicidade

Posts com a Tag Publicidade

sexta-feira, 24 de agosto de 2012 Publicidade | 17:18

Conar reprova 186 peças de publicidade infantil

Compartilhe: Twitter

Desde setembro de 2006, quando o Conar mudou as normas para a publicidade infantil, o órgão de fiscalização já reprovou 186 casos de campanha com foco em menores de idade.

Ao todo, desde 2006, o Conar teve 2053 casos abertos, sendo 298 envolvendo publicidade para crianças e adolescentes.

Leia também:

PGR debate restrição à publicidade para crianças

Autor: Klinger Portella Tags: , ,

terça-feira, 31 de julho de 2012 Publicidade | 12:01

Após polêmica, Prudence promete campanha contra violência sexual

Compartilhe: Twitter
dieta do sexo_reproducao

Anúncio "Dieta do Sexo": fora do ar (Foto: Reprodução)

A campanha da marca de preservativos Prudence causou polêmica no Facebook. No anúncio, a marca trazia a “Dieta do Sexo” e, em um dos itens, sugeria que tirar a roupa da mulher sem o consentimento dela faria o homem perder 190 calorias.

O anúncio foi amplamente criticado nas redes sociais, no argumento de que estimularia o abuso sexual.

A marca tirou a publicidade do ar e informou “lamentar a publicação do material”.

- Reforçamos nosso compromisso em defesa da saúde pública e do desenvolvimento social e apoiamos a causa, e iremos criar uma campanha contra a violência sexual.

Autor: Klinger Portella Tags: , , ,

quinta-feira, 12 de julho de 2012 Comunicação, Marketing, Publicidade | 10:21

Procon multa empresas por propaganda abusiva ao público infantil

Compartilhe: Twitter

Xuxa: luz, câmera, ação e multa (Foto: Luciano Trevisan)

O Procon de São Paulo multou as empresas Nestlé Brasil Ltda., Mattel do Brasil Ltda., Alsaraiva Comércio Empreedimentos Imobiliários Ltda. (Habib´s), Dunga Produtos Alimentícios Ltda. (Biscoitos Spuleta) e Roma Jensen Comércio e Indústria Ltda. (Roma Brinquedos) em mais de R$ 3 milhões por campanhas publicitárias julgadas abusivas ao público infantil.

Só o Habib´s desembolsará R$ 2.408.240,00 pela veiculação de publicidade de alimentos acompanhados de brinquedos colecionáveis.

A Mattel foi multada em R$ 534.613,33 pela propaganda da Barbie citada em nota publicada ontem pelo Poder Econômico (leia abaixo).

Já a Nestlé pagará R$ 407.324,45 pela veiculação da promoção “Luzes, Câmera, Ação!”, que realizou a distribuição de prêmios de grande interesse do publico infantil, como DVDs da Xuxa Meneghel, e a possibilidade de participação num filme protagonizado pela apresentadora.

Leia também:

Conar na berlinda por publicidade de produtos infantis

Autor: Jorge Félix Tags: , , , , , ,

quarta-feira, 11 de julho de 2012 Publicidade | 14:50

Conar na berlinda do debate da publicidade de produtos infantis

Compartilhe: Twitter

Sem aceitar o convite para participar de audiência pública na Câmara, o Conselho de Autorregulamentação Publicitária (Conar) passou a ser o alvo de quem é a favor do projeto de lei que proíbe a publicidade de produtos infantis.

O Conar é acusado por entidades civis de ignorar as reclamações sobre anúncios dirigidos às crianças. Segundo Taís Vinha, integrante do movimento de mães por uma “Infância Livre do Consumismo”, criticou a lentidão do conselho:

- A propaganda dizia: foi descoberto o segredo de beleza da Barbie. Como é que se diz para uma criança que uma boneca de plástico tem segredo de beleza? Esse é o ideal de beleza que estamos fazendo uma criança acreditar? Esse ideal não existe, é plástico. Isso, na minha consideração, é propaganda enganosa. Fiz essa denúncia ao Conar em 2010, até hoje não tive retorno. Eles sequer acataram minha denúncia. O que a gente sente é que os pais não têm a quem recorrer. A gente quer participar, mas a gente queria que a coisa fosse rápida. O que adianta tirar (o comercial do ar) dois, três meses depois que a mensagem já atingiu milhões de crianças?”

O relator do projeto, deputado Salvador Zimbaldi (PDT-SP), deve apresentar o texto na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática em agosto, e também criticou a “ineficácia” do Conar.

-  Estamos convivendo com a população infantil obesa, por conta do consumismo, do sedentarismo. O que queremos é buscar um meio termo para que a propaganda não venha a ser restrita, mas, por outro lado, também não haja um incentivo, um estímulo absurdo ao consumo, conforme estamos vivenciando hoje.

O vice-presidente da Associação Brasileira de Anunciantes, Rafael Sampaio, defendeu a autorregulamentação. O presidente da Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos (Abrinq), Synésio Batista da Costa, criticou a interferência do Estado:

- Esse projeto de lei não tem consenso. O Estado não pode desligar a Internet ou proibir a viagem de crianças ao exterior. Vai acabar criando um sistema de castas, onde há aqueles com informação e aqueles sem.

E você, internauta, o que acha? Comente.

Autor: Jorge Félix Tags: , , , ,

domingo, 8 de julho de 2012 Entrevista | 06:09

“Poucas marcas tem verdade no discurso”

Compartilhe: Twitter
Luciano Deos

Deos: Brasil não tem política para produtos internacionalizados (Foto: Divulgação)

As empresas brasileiras ainda não descobriram todo o potencial de valor agregado às suas marcas, na opinião de Luciano Deos, CEO da consultoria GADLippincott e presidente da Associação Brasileira de Empresas de Design (Abedesign). Ele foi presidente do Júri de Design no Cannes Lions 2011.

Em entrevista ao Poder Econômico, ele afirma que as empresas com atuação no mercado internacional tem mais cuidado com a marca, mas cobra uma política governamental para um fortalecimento dos produtos brasileiros no exterior:

- Para termos produtos internacionalizados, precisamos de uma política de criação de valor. Não temos uma estratégia de Brasil.

Poder Econômico – Como você avalia o cuidado das empresas brasileiras com suas próprias marcas?

Luciano Deos – As marcas precisam ser observadas sob duas óticas: tem a marca de empresa enquanto corporação e tem marca de produtos e serviços. São mundos diferentes. De forma geral, o tema marca no Brasil é muito novo, ainda está começando a ser trabalhado e as empresas estão começando a trabalhar o papel da marca como construção da imagem e elemento que direciona o discurso da organização.

Poder Econômico – Qual o papel das marcas no contexto das corporações?

Luciano Deos - Os papeis da marca são múltiplos. Dependendo do tipo de corporação tem mais ou menos ênfase. No consumo, temos mais apelo ao consumidor, já o B2B é a imagem e a reputação. Ainda estamos começando a compreender a marca no Brasil. É um estágio de entender que existe valor em questões intangíveis. O mundo dos negócios normalmente é pautado pelo tangível, mas a marca também tem valor. É um ator novo em termo de valor nessas indústrias mais novas.

Poder Econômico – Quem melhor trabalha essa questão de marca atualmente?

Luciano Deos - Principalmente as corporações que já estão mais em contato com o mundo globalizado. Essas exportadoras, como Vale e Gerdau, empresas que estão em um processo de construção de produtos globalizados, como Natura, Havaianas, Melissa, Stefanini. Mas carecemos de mais produtos com valor agregado para competirmos no mercado internacional. Temos poucos produtos brasileiros internacionalizados. Isso é característica da nossa indústria, somos uma indústria de baixo valor agregado. A verdade é que jamais teremos marcas internacionalmente reconhecidas se não tivermos produtos. São coisas únicas.

Para termos produtos, precisamos ter uma política de criação de valor. Não temos uma estratégia de Brasil. A Coreia teve uma estratégia clara de investir em indústria de tecnologia e se desenvolveu para isso. Os produtos coreanos eram conhecidos como de segunda e terceira categoria. Eles fizeram um investimento pesado em imagem e hoje se tornaram marcas referenciadas.

Poder Econômico – As novas empresas de tecnologia podem ditar uma nova tendência para marcas?

Luciano Deos - Essa indústria de tecnologia, com essa proposta mais escrachada, no bom sentido, com o funcionário que vai de calça jeans, tem uma proposta diferente de falar e agir. Esses caras estão mudando os padrões. Eles não estão preocupados mais com estabilidade. Eles não entram em uma empresa para ficar 20 anos… Essas empresas vão ditar uma nova linguagem. Marca é relacionamento e essas empresas vão mudar a forma de se relacionar.

As marcas hoje são mais simples, num sentido amplo, despojadas, mais próximas, com um discurso mais excitante. Quem não for isso vai ter pouca chance de criar algum vinculo. Esse é o novo mundo que atrai as pessoas. Todas as empresas de certa forma vão ter de se mover para esse ambiente. Algumas terão verdade nesse discurso novo, mas a grande maioria não terá. É como sustentabilidade: poucas empresas tem verdade no discurso. A grande maioria se move muito mais por obrigação.

Autor: Klinger Portella Tags: , , ,

quinta-feira, 5 de julho de 2012 Comunicação | 17:46

Nova Schin passa “invisível” pelo Conar

Compartilhe: Twitter

O Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) recusou por maioria de votos a reclamação de consumidores contra o anúncio Nova Schin – Invisível.

Na peça, um grupo de homens que bebem a cerveja se imaginam invisíveis. Com o “benefício”, entre outras coisas, eles invadem o vestiário feminino e tentam desamarrar o biquíni das mulheres.

Alguns consumidores de cidades como Recife, Belo Horizonte e Porto Alegre, recorreram ao Conar, alegando que a publicidade estimularia o comportamento desrespeitoso.

A maioria dos conselheiros, no entanto, decidiu manter a propaganda no ar.

Autor: Klinger Portella Tags: , ,

quarta-feira, 18 de abril de 2012 Publicidade | 16:23

Fischer and Friends é a última bolacha do pacote

Compartilhe: Twitter

A agência Fischer and Friends está mesmo à venda. Mas como é a última agência nas mãos de brasileiros, o preço cobrado por Eduardo Fischer e seus sócios será bem alto.

A Fischer já ouviu várias propostas, nenhuma foi avaliada à altura de sua condição ímpar.

Autor: Jorge Félix Tags: ,

segunda-feira, 9 de abril de 2012 Mercado financeiro, Publicidade | 12:23

Em meio a IPO, BTG Pactual contrata agência Mood

Compartilhe: Twitter
Esteves: nova agência para o BTG Pactual (Foto: AE)

Esteves: nova agência para o BTG Pactual (Foto: AE)

O BTG Pactual fechou a contratação da agência de publicidade Mood.

O banco de André Esteves quer reformular sua comunicação, em meio ao processo de abertura de capital, que deve acontecer até o fim do mês.

Atualizada às 17h31a pedido do Poder Econômico, a assessoria de imprensa do BTG informou que a agência Mood substitui a agência Rede 106, do grupo ABC, de Nizan Guanaes.

Autor: Klinger Portella Tags: , , , ,

segunda-feira, 19 de março de 2012 Comunicação | 08:06

Faturamento do Google supera o dos jornais dos EUA

Compartilhe: Twitter

Google: US$ 37,9 bilhões em 2011 (Foto: AE)

O faturamento da indústria de jornais dos Estados Unidos, a maior e mais vigorosa do mundo, ficou abaixo da receita bruta do Google, no ano passado.

Enquanto os jornais americanos faturaram US$ 34 bilhões, o Google contabilizou uma receita de US$ 37,9 bilhões.

A favor dos jornais, só o fato de o Google gerar receita globalmente. No entanto, em 2011, o faturamento dos jornas norte-americanos com publicidade caiu pelo quinto ano seguido. Desta vez a queda foi de 7%. Há dois anos foi de 27%.

Estima-se que, corrigida a inflação, os jornais americanos estejam faturamento com publicidade tanto quanto faturavam em 1950.

Autor: Yan Boechat Tags: , , ,