Juros | Poder Econômico

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Posts com a Tag juros

terça-feira, 16 de outubro de 2012 Conjuntura | 17:00

Quando três é maior que cinco

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Não se fala em outra coisa no mercado financeiro: o que dirão os três diretores do BC que votaram contra a redução dos juros no Copom?

A ata, como se sabe, sai na quinta-feira. E, dependendo da justificativa, três podem valer mais do que cinco.

Autor: Jorge Félix Tags: , , , ,

terça-feira, 25 de setembro de 2012 Conjuntura | 05:04

Primeira aposta de queda dos juros em 2013

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Mesmo com a falsa polêmica entre o Ministério da Fazenda e o Banco Central, é quase um consenso no mercado a aposta de que o Copom usará, em sua próxima reunião, a tal da parcimônia que tanto vem apregoando em suas atas. A média entre as opiniões está em torno de redução de 0,25 ponto na Selic ou nada. E quase todos vislumbram uma Selic estática em 2013.  Quase.

Nicola Tingas, economista-chefe da Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acref), arrisca ir contra a maré.

- Em 2013, o juros continuarão a cair e a taxa básica deve chegar entre 6% e 5%.

Na avaliação de Tingas, o mercado está com a cabeça na política econômica “anterior”. Esquece a tal da guinada. Segundo ele, o cenário externo explica uma taxa de juros na curva da inflação.

- O BC utilizará mais o afrouxamento do compulsório porque o governo precisa desindexar a economia, estimular o financiamento de longo prazo e fortalecer o mercado de capitais. Desta forma, podemos até ver uma taxa negativa.

Autor: Jorge Félix Tags: , , ,

sexta-feira, 21 de setembro de 2012 Governo, Mercado financeiro | 16:24

Por que só agora Mantega briga com o BC?

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O embate entre o Ministério da Fazenda e o Banco Central sobre a taxa de juros soa, no mínimo, anacrônico e inconveniente.

Não pelo fato de uma autoridade falar publicamente sobre juros, coisa que o mercado financeiro detesta e confunde sempre (ou toma como sinônimo) autonomia e independência do BC.

Mas porque enquanto o país liderava a lista de maiores taxas reais do planeta, sobretudo durante o governo Lula, o ministro Guido Mantega deixava o vice-presidente José de Alencar brigando sozinho com o então presidente do BC, Henrique Meirelles.

Agora que as taxas reais caíram para os menores patamares históricos – e muitos no mercado acreditam que possa cair ainda mais esse ano -, Guido decidiu comprar a brigar com o BC e voltou, hoje, em Londres, a comentar o assunto.

Autor: Jorge Félix Tags: , , , ,

quinta-feira, 6 de setembro de 2012 Mercado financeiro | 15:18

Bancos resistem a entrar na onda dos juros de um dígito

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banco central

Banco Central: mercado descolado da Selic (Foto: ABr)

Se o governo comemora o atual cenário com juros na casa de um dígito –  a taxa básica (Selic) de 7,5% ao ano  é a menor da história – tem pouco o que festejar quando olha para o mercado.

Os juros continuam acima de dois dígitos nas principais modalidades de crédito da grande maioria dos bancos comerciais. E é por isso que Dilma Rousseff pensa em retornar à guerra dos juros – começou pelo cartão de crédito do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal.

Só para se ter uma ideia da dureza dessa luta: nas modalidades cheque especial e crédito pessoal, nenhuma das 90 instituições financeiras trabalha com juros inferiores a 11,48% ao ano, segundo dados do Banco Central.

Para o crédito pessoal, os juros podem chegar a até 633,22% ao ano, taxa cobrada pela Agiplan Financeira.

Leia também:

Afinal, para que servem os bancos públicos?

Autor: Klinger Portella Tags: , , ,

sexta-feira, 17 de agosto de 2012 Mercado financeiro | 11:57

Lázaro Brandão: “Brasil caminha para juros mais compatíveis”

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lazaro brandao_greg salibian

Brandão: "recado duro" (Foto: Greg Salibian/iG)

O presidente do conselho de administração do Bradesco, Lázaro Brandão, interpreta como um “recado duro” aos bancos o processo de redução dos spreads bancários iniciado por Dilma Rousseff.

Em breve conversa com o Poder Econômico, durante a premiação As Melhores da Dinheiro, Brandão disse que a cobrança foi feita com “critérios e o governo contribuindo com contrapartidas” e afirmou que não há “nada que preocupe”:

- O Brasil caminha realmente para juros mais compatíveis.

Autor: Klinger Portella Tags: , , ,

quarta-feira, 8 de agosto de 2012 Governo | 11:15

Mantega recebe “bancões” em Brasília

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Guido Mantega

Mantega: bancões na mesa (Foto: AE)

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, recebe logo mais, às 11h30, o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, e representantes de dez bancos, em Brasília.

No encontro, Mantega tratará a questão do spread e discutirá a conjuntura do setor.

Atualizada às 12h38: Estão no encontro Aldemir Bendine (Banco do Brasil), Jorge Hereda (Caixa Econômica Federal), Júlio Araújo (Bradesco), Roberto Setubal (Itaú Unibanco), Marcial Portela (Santander), Silvio Aparecido de Carvalho (Safra), Hélio Lima Magalhães (Citibank), André Brandão (HSBC) e Pérsio Arida (BTG).

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segunda-feira, 30 de julho de 2012 Mercado financeiro | 06:02

Bovespa fica no zero a zero na “era dos juros baixos”

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Bovespa: paulistas e fluminenses no topo (Foto: AE)

Bovespa: sem "ajuda" dos juros (Foto: AE)

Ao contrário do que muitos poderiam apostar, o movimento de queda de juros iniciado pelo Banco Central em agosto do ano passado não fez os preços das ações subirem na Bovespa. A redução de 4 pontos percentuais na Selic – que está atualmente em 8% ao ano – poderia ter levado investidores a migrarem seus recursos para a renda variável, valorizando as ações.

Mas as incertezas geradas pela crise internacional pesaram mais na balança dos investidores.

Desde o dia 31 de agosto de 2011 – quando o BC começou a cortar os juros -, o Ibovespa, principal índice da bolsa paulista – não saiu do zero a zero, acumulando leve valorização de 0,10% até o fechamento de sexta-feira.

No período, o número total de negócios no mercado à vista despencou 25% na Bovespa.

E a baixa rentabilidade também afastou os investidores pessoa física. Atualmente, são 580,9 mil, uma redução de 2,2 mil em relação ao fechamento de 2011.

A maré não está para “peixe pequeno”.

Autor: Klinger Portella Tags: , , , , ,

quinta-feira, 26 de julho de 2012 Mercado financeiro | 06:04

“Bancões” reduzem juros para automóvel após pacote do governo

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Feirão de automóveis

Automóveis: financiamento mais barato (Foto: AE)

Desde o dia 21 de maio, quando o governo anunciou um pacote de medidas para o setor automotivo, os juros cobrados para o financiamento de automóveis estão em queda nas principais instituições financeiras.

Segundo dados do Banco Central, atualmente, as taxas mais baixas são da Gol Cred (4,41% ao ano), GMAC (8,60% ao ano) e BMW Financeira (10,03% ao ano).

Das três líderes, o banco GMAC – da General Motors – foi o único que elevou as taxas após o pacote do governo. Em maio, os juros estavam em 7,70% ao ano. Gol Cred (24,60%) reduziu drasticamente as taxas, enquanto a BMW manteve o mesmo patamar.

Entre os chamados “bancões”, todos reduziram as taxas, mas não figuram entre as mais baixas do mercado.

Banco do Brasil tem a mais baixa (15,53% ao ano, a oitava mais baixa do mercado), seguido por Itaú Unibanco (19,42%, a décima mais baixa), Caixa Econômica Federal e Santander ( ambos com 20,27% ao ano, a 14ª e 15ª mais baixas) e Bradesco (21,13%, a 17ª mais baixa).

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Macedo: “o governo não pode desistir da guerra contra o spread”

Juros altos resistem no cheque especial de “bancões”

Autor: Klinger Portella Tags: , , ,

segunda-feira, 16 de julho de 2012 Finanças pessoais | 16:39

Juros altos resistem no cheque especial de “bancões”

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Desde o mês de abril, quando o Banco do Brasil iniciou o movimento de redução de juros, as taxas do cheque especial recuaram nos maiores bancos do país. Apesar disso, os chamados “bancões” figuram entre os maiores cobradores de juros nessa modalidade de crédito – que só perde para o cartão de crédito.

Segundo dados do Banco Central, Citibank (10,27% ao mês), HSBC (10,23%) e Santander (10,21%) tem a maior taxa no cheque especial.

Em abril, essas taxas variavam de 10,34% (Santander) a 10,15% (Citibank e HSBC). Ou seja, os dois primeiros colocados aumentaram suas taxas no período.

Bradesco e Itaú Unibanco inverteram posições no ranking.

Em abril, o Itaú tinha a oitava maior taxa (8,83%) e o Bradesco a décima (8,76%), em uma lista de 30 bancos. Atualmente, o Bradesco cobra 8,62% – a nona mais alta – e o Itaú, 8,59% (a 11ª mais alta).

O Banco do Brasil – que puxou o processo de redução de juros – não caiu significativamente no ranking: tem, atualmente, a 14ª taxa mais alta, com 6,51%. Em abril, o banco cobrava 8,61%, 12ª mais alta.

A Caixa é a exceção. Atualmente, tem a sétima taxa mais baixa do mercado, com 4,28% ao mês, contra 4,36% de abril, a oitava mais baixa à época.

cheque especial

Fonte: Banco Central

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terça-feira, 10 de julho de 2012 Comércio | 06:04

Um natal cheio de dúvidas para o comércio

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Natal: varejo pessimista (Foto: José Cruz/Agência Brasil)

Está difícil para o comércio definir o volume de encomendas para o Natal. O setor está debruçado em dúvidas. De um lado as previsões pessimistas de crescimento do PIB – já abaixo de 2% em alguns casos – e, do outro, o Banco Central acenando com um aquecimento no último trimestre.

Os economistas das próprias instituições que representam o setor – associações e federações – apostam em um cenário ruim no curto prazo e melhor no longo prazo – respectivamente fim deste ano e do próximo.

Mas, esta época, como se sabe, é o momento de prever o quão otimista o consumidor estará em dezembro. A falha no prognóstico pode significar um estoque exagerado e prejuízo.

Há várias questões sobre a mesa de quem tem que fazer essa avaliação e, por enquanto, as opiniões divergem dependendo do segmento.

No eletroeletrônico, é maior o temor com a  situação de inadimplência das famílias. Não porque exista o receio de ela tornar-se bolha ou crônica.

O primeiro semestre, como mostrou a a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em conjunto com o Serviço de Proteção ao Crédito, mostrou uma inadimplência praticamente estável, mas com  queda em junho.

A questão é se as famílias, uma vez saneadas financeiramente, irão partir para novas prestações. No varejo alimentar (supermercados), menos suscetível ao crédito, a perspectiva é o reajuste do salário mínimo de 2013. Com inflação menor, o índice de aumento deve ser também inferior – pelo menos ao deste ano. Logo, com essa expectativa o consumidor das classes mais baixas, espera-se, encherá menos o carrinho.

O lado otimista destas avaliações é que o setor aposta que, no fechamento do ano, incluindo aí um Natal razoável, o consumo das famílias brasileiras crescerá bem acima do percentual previsto para o PIB de 2012 – mesmo o comércio registrando um desempenho no primeiro semestre inferior ao dos últimos três anos.

Leia também:

Indústria de embalagem aposta em retomada no 2º semestre

As projeções econômicas e os acertos de Tombini

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