Eike Batista | Poder Econômico

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Posts com a Tag Eike Batista

quarta-feira, 24 de outubro de 2012 Infraestrutura | 10:42

Eike Batista agora opera em águas profundas

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A OGX, empresa de óleo e gás natural de nosso Gulliver Eike Batista, está toda prosa. Acaba de ganhar da Agência Nacional de Petróleo a qualificação de Operador A, estando apta, portanto, a operar agora blocos situados em águas profundas e ultraprofundas, além de águas rasas e em terra, onde já podia atuar como Operador B.

Autor: Jorge Félix Tags: , ,

segunda-feira, 1 de outubro de 2012 Mercado financeiro | 16:07

Valor de mercado da T4F cai 25% em setembro

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Cirque du Soleil: nas mãos de Eike (Foto: Getty Images)

No mês em que perdeu o direito de explorar os negócios do Cirque du Soleil para Eike Batista, a Time For Fun viu seu valor de mercado cair para o segundo menor nível do ano.

Segundo dados da Economática, a empresa fechou setembro avaliada em R$ 963,1 milhões. Em agosto, o valor de mercado da empresa era de R$ 1,204 bilhão, uma queda de 25%.

O resultado de setembro só não é menor que o valor de janeiro, quando a T4F estava avaliada em R$ 869,5 milhões.

Autor: Klinger Portella Tags: , ,

quarta-feira, 29 de agosto de 2012 Mercado financeiro | 14:50

Ações da OGX, de Eike, caem quase 10%

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Eike Batista: topo das baixas (Foto:AE)

As ações da OGX, de Eike Batista, encabeçam a lista de perdas na Bovespa hoje. Os papeis da petrolífera despencavam 9,31%, por volta das 12h10.

Mais cedo, a empresa comunicou a saída de Paulo Ricardo dos Santos do posto de diretor de exploração. Ele será substituído por Paulo de Tarso Guimarães, atual gerente executivo de exploração da OGX.

Segundo o comunicado, Santos será transferido a outra posição dentro do grupo de Eike Batista.

Autor: Klinger Portella Tags: , ,

domingo, 26 de agosto de 2012 Entrevista | 06:03

Teixeira da Costa: “Não vejo nenhuma medida para baixar custo da energia”

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O discurso de Dilma Rousseff em defesa de um custo mais baixo de energia para o setor produtivo está em dissonância com a prática do governo. Um dos exemplos mais recentes desse descasamento é a portaria 455 publicada no dia 3 de agosto pelo Ministério de Minas e Energia (MME), que muda as regras dos contratos de compra e venda de energia elétrica no Ambiente de Contratação Livre (ACL) ou Mercado Livre – hoje 25% do consumo do país. Em resumo, a decisão do MME proíbe a comercialização de energia excedente. Isso quer dizer que o consumidor adquire uma quantidade maior de energia daquela que ele realmente usou no processo de produção e quando decide vender é obrigado a aceitar um valor menor que o preço de mercado. “O consumidor é livre para comprar, mas não é livre para vender!”, diz Roberto Teixeira da Costa, sócio da Brix, Brazilian Intercontinental Exchange, uma bolsa eletrônica formada há um ano por ele e mais quatro sócios: Josué Gomes da Silva, presidente da Coteminas, Marcelo Parodi, CEO da Compass Energia, a operadora global ICE e de Eike Batista, da EBX. Nesta entrevista ao Poder Econômico, na sede da Brix, em São Paulo, Roberto Teixeira da Costa fala de energia e de como é ser sócio do Gulliver brasileiro.

Poder EconômicoO governo está realmente trabalhando para reduzir o custo de energia ao setor industrial?

Roberto Teixeira da Costa – A Dilma vive falando que precisa baixar o custo de energia. Tem mesmo. Mas não vejo nenhuma medida nesse sentido. Pelo contrário, a portaria 455 do Ministério de Minas e Energia vai no sentido contrário. Como o consumidor do mercado livre é obrigado a vender o excedente adquirido na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica, cria-se uma distorção que encarece a produção. Ou seja, quando o consumidor livre precisa comprar mais energia, ele paga o preço de mercado. Mas quando há sobra do insumo, ele recebe um valor menor. Essa situação surrealista é decorrente da enorme distorção regulatória atual, que proíbe a comercialização de excedentes. A portaria 455 ignorou isso. É um exemplo.

Poder Econômico - O que o governo deve fazer, além de questões como essa, regulatórias, para reduzir o custo da energia?

Roberto Teixeira da Costa – O problema é tributário. É a alta taxação. Se reduzisse, teria um impacto muito positivo no custo de energia. Mas nesses últimos anos, a economia foi bem. Quando vai bem, a tendência é jogar os problemas para de baixo do tapete. Só que os investidores estrangeiros levantam o tapete. A arma que o governo tem para reduzir o custo de energia é a tributação. Por que não usa? É uma questão de fonte e receita.

Poder EconômicoNegócios como a Brix podem ajudar a reduzir o custo da energia?

Roberto Teixeira da Costa – Sem dúvida. Já comercializamos um volume equivalente ao consumo do Rio de Janeiro. Em um ano e quatro meses, temos 250 agentes do mercado livre [de 1.700 que negociam na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica]. Criamos índices de preços que trouxeram transparência ao mercado. Até dezembro, teremos 170 empresas do porte de uma Votorantim. Temos concorrência, que é bom. Mas estamos criando um ambiente de negócios favorável á redução de custos e aos investimentos.

Poder Econômico – No caminho de reduzir custos da energia, o ideal seria o governo renovar ou fazer nova licitação das concessões do setor que irão vencer até 2015?

Roberto Teixeira da Costa – Creio que pragmaticamente o governo deveria renovar as concessões. Abrir licitações como estava previsto vai demandar desgaste e muito tempo. No entanto, o governo deveria exigir algo como moeda de troca. Esse algo deveria estar ligado a uma redução do custo de energia, em beneficio de todos os consumidores.

Poder EconômicoComo fundador da Comissão de Valores Mobiliários, a CVM, e um dos pioneiros em instituições reguladoras no Brasil, como vê a atuação desses órgãos hoje?

Roberto Teixeira da Costa – Na origem desses órgãos que surgiram no governo FHC tinha a lógica de serem instituições de Estado e não de governo. Seus dirigentes têm, inclusive, mandatos, sem coincidência com os de chefes de governo, etc. O que aconteceu na realidade é que o governo do PT teve muita dificuldade de lidar com isso. O partido não quer perder o poder do ministério, onde pode influenciar, mandar e nomear. Não querem perder essa moeda política. Não se conforma com isso. Houve, sem dúvida, o enfraquecimento dessas instituições. A CVM é uma exceção. A gestão da Maria Helena Santana [que terminou seu mandato] foi excelente. A indicação do Leonardo Pereira para substituí-la também é um sinal bom. Vamos ver. Creio que a Dilma tem uma percepção que esses órgãos precisam ser fortalecidos.

Poder EconômicoComo é ser sócio de Eike Batista?

Roberto Teixeira da Costa – Conheço o pai dele há muitos anos. Sempre tive boa relação com o Eliezer [Batista]. E foi assim que tudo se deu. Nós encontramos o Eike uma vez no restaurante dele, no Rio, o Mr. Lam. Ele tinha chegado de Nova Iorque, desceu do helicóptero e teve a solenidade de fundação da Brix. Depois disso, o vi no fim do ano passado e nos convidou para o lançamento do livro dele. E o X da Brix já existiria. O nome anterior seria Benx, que foi descartado. Mas o importante é que de toda a chamada família X, a Brix é a única empresa do Eike na qual ele é sócio como pessoa física. As outras são participações jurídicas.

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segunda-feira, 30 de julho de 2012 Mercado financeiro | 15:46

Ações da LLX caíram 41,8% desde lançamento

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Eike Batista: novo passo na bolsa (Foto:AE)

Eike Batista deu mais um passo no mercado acionário hoje ao anunciar a proposta para tirar as ações da LLX do mercado. Desde o lançamento dos papeis na Bovespa, em 28 de julho de 2008, os ativos acumulam desvalorização de 41,8%.

No lançamento, os papeis foram cotados a R$ 4,90 e, na última sexta-feira, fecharam a R$ 2,85. Hoje, após o anúncio de Eike, as ações estavam entre as maiores altas da Bovespa, negociadas a R$ 2,99.

Na operação de compra das ações, Eike pretende pagar R$ 3,13 por ação. Uma diferença de R$ 1,77 por papel em relação ao preço da estreia na Bolsa.

Mas o grupo de Eike faz uma ressalva: se considerada a transferência do chamado Superporto Sudeste, em 2010, da LLX para a MMX, a desvalorização das ações fica menor no período: de 0,25%. Na operação os papeis da PortX, uma cisão parcial da LLX, foram adquiridos pela empresa de mineração de Eike Batista.

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Eike ainda não recuperou “tombo” na Bovespa

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sexta-feira, 27 de julho de 2012 Mercado financeiro | 06:04

Eike ainda não recuperou “tombo” na Bovespa

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Eike: perdas na Bovespa (Foto: AE)

Eike Batista vai querer riscar o dia 27 de junho de seu calendário. Um mês após o tombo provocado pela revisão de projeções de produção do Poço de Tubarão Azul, as ações das empresas do bilionário ainda não se recuperaram na Bovespa.

A OGX é a que está em situação mais complicada. Desde 26 de junho, véspera do tombo, os papeis já desvalorizaram 39%. Somente no dia 27 a perda foi de 27%.

A MMX, por sua vez, acumula desvalorização de 15%, sendo 6,9% somente no dia 27.

A única ação que já recuperou as perdas foi a da LLX, que tem valorização de 11,2%.

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quarta-feira, 25 de julho de 2012 Negócios | 12:47

Eike perto de nova marca milionária

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Eike Batista: um milhão no Twitter (Foto:AE)

O empresário Eike Batista está perto de mais uma marca milionária. Mas, desta vez, não é a conta bancária que vai engordar.

Nosso Gulliver está prestes a bater 1 milhão de seguidores em sua conta oficial do Twitter.

Em pouco mais de dois anos, até agora, o empresário twittou 19.588 vezes para 996.897 seguidores.

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terça-feira, 10 de julho de 2012 Negócios do Esporte | 15:57

Empresa de Eike vai agenciar carreira de Neymar

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Neymar e Eike

Eike entre Neymar filho e pai: parceria fechada (Foto: Divulgação)

A IMX, joint-venture da EBX – de Eike Batista – com a IMG Worldwide, anunciou há pouco um acordo com o craque Neymar.

A empresa de Eike será responsável pelo planejamento estratégico de carreira e pós-carreira do jogador.

Neymar mantém seu contrato com a 9ine, do ex-jogador Ronaldo.

Atualizada às 16h07: Procurada pela coluna Poder Econômico, a 9ine informou que mantém o contrato com Neymar e que foi responsável pelo fechamento de quatro dos 12 patrocínios do jogador. Além das empresas de Ronaldo e Eike, o craque também é agenciado pelo próprio Santos e por sua empresa, Neymar Sports.

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terça-feira, 3 de julho de 2012 Mercado financeiro | 14:55

Fitch rebaixa ratings da OGX

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Ao contrário da rival Standard & Poor’s, a agência de classificação de risco Ficth Ratings confirmou há pouco o rebaixamento das notas da OGX, de Eike Batista.

Os ratings em moeda local e estrangeira caíram de B para B+ e a nota de longo prazo baixou de BBB-(bra) para BBB(bra).

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Depois da turbulência X, Mantega recebe Eike

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Governo | 11:39

Depois da turbulência X, Mantega recebe Eike em Brasília

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Eike: encontro ministerial (Foto:AE)

Dias depois de suas empresas sofrerem um ataque no mercado financeiro, nosso Gulliver Eike Batista reúne-se agora ao meio-dia com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, em Brasília.

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Eike muda CEO da OGX e deixa empregados apreensivos

O ataque contra Eike

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