Crise Mundial | Poder Econômico

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Posts com a Tag crise mundial

terça-feira, 22 de maio de 2012 Internacional | 17:56

Mantega vai ao G20 formar a dupla Mantellande

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François Hollande

François Hollande: parceria com Mantega (Foto: AP)

Ninguém sabe o que vai sair da reunião do G20, dia 19 de junho, em Los Cabos. Mas o ministro da Fazenda, Guido Mantega, vai lá para dar todo o apoio ao presidente da França, François Hollande, socialista recém-eleito.

Segundo Mantega, é o momento de a Europa flexibilizar a política de austeridade econômica que falhou como receituário da crise. Ele está convencido que, mesmo que haja um agravamento momentâneo, a saída será desenvolvimentista e para isso Hollande precisa de apoio internacional.

Ou seja, com a queda de Nicolas Sarkozy, sai de cena a dupla Merkozy (que o francês formou com a alemã Angela Merkel) e entra a Mantelland.

Autor: Jorge Félix Tags: , , , ,

segunda-feira, 23 de abril de 2012 Breve análise | 07:02

Economia faz a França votar com raiva

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Eleitora na França: rejeição à economia de Sarkozy (Foto: AE)

Depois de todas as medidas econômicas adotas no pós-crise financeira, é impressionante o isolamento de Nicolas Sarkozy. Não surpreendente. Só chama a atenção do ponto de vista político.

Nenhum dos nove adversários deve estar com ele, oficialmente, no segundo turno. Sarkozy terá quase 74% da França contra ele! Serait humiliant!

Talvez alguns eleitores de François Bayrou (centro) e de Marine Le Pen (extrema direita) votem nele. Mas será difícil, ou ineficaz, uma aliança formal. Quanto aos eleitores de Le Pen, a luta de Sarkozy será para impedir a abstenção.

O primeiro desafio do presidente francês será convencer o adversário François Hollande a aceitar mais de um debate no segundo turno. Ele quer três. Antes do primeiro turno, queria dois. A tradição na França é apenas um debate no segundo turno. Só em 2002 não teve debate entre Le Pen (pai) e Chirac.

A participação dos eleitores franceses foi bem alta, 80%, mais próxima de 2007 do que de 2002. Em 2007, Sarkozy teve 31,2% dos votos no primeiro turno. Caiu cinco pontos. Desde 1958 (Vª República), é a primeira vez que um presidente chega em segundo lugar no primeiro turno da tentativa de reeleição.

A França seguirá assim o rito iniciado na Europa depois das medidas adotadas para debelar a crise financeira. Com um adendo. Mais do que uma reprovação ao governo da hora, o que se viu por lá, nesta eleição, foi uma rejeição pertinaz ao “tudo isso que está aí”. Foi o voto com raiva – um fenômeno que ameaça imprevisíveis consequências econômicas e sociais.

Ao favorito Hollande, restará uma atitude para debelar o impacto de suas promessas e posições antagônicas na economia. Talvez, diante da reação dos mercados financeiros hoje, seja necessário algo como uma “Carta ao Povo Francês”.

Autor: Jorge Félix Tags: , , , , ,

segunda-feira, 2 de abril de 2012 Internacional | 06:04

Crise obriga países ricos a debaterem ensino universitário

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Universidade de Oxford: universitários de menos? (Foto: Divulgação)

Os desafios para a retomada da economia na Europa e nos Estados Unidos, cada vez mais, levam à reflexão sobre o mercado de trabalho nos países ricos.

Uma questão se destaca nos debates acadêmicos: afinal, qual o papel e a dimensão do ensino universitário para o desenvolvimento econômico? O Estado deve direcionar a oferta de vagas para determinadas profissões? Qual o papel do ensino técnico?

Estudo publicado pela University Alliance, associação que reúne 23 instituições britânicas de ensino superior na área de administração, indica que a escassez de profissionais com formação universitária põe em risco o crescimento da economia do Reino Unido.

Por outro lado, Michael Spence, prêmio Nobel de Economia, e Steven Rattner, ex-conselheiro econômico de Bill Clinton, segundo a revista Der Spiegel, atribuem a rápida retomada na Alemanha ao papel de destaque do ensino técnico naquele país. Spence recomenda, inclusive, que os Estados Unidos, nesta área, copiem a Alemanha.

O texto da Alliance, sob o título A maneira como iremos trabalhar: tendências do mercado de trabalho e preparação para a ampulheta, aponta que, ao contrário do que o senso comum sugere, não existe um excesso de profissionais com nível superior no Reino Unido e o mercado de trabalho está demandando cada vez mais pessoas com esse nível de formação. Em 2000, o Reino Unido era o 3º país com mais jovens no ensino superior, mas em 2008 caiu para 15º lugar.

Seja lá qual for a resposta, o certo é que a crise financeira pode resultar em uma mudança na política educacional dos países ricos.

Colaborou: Ilton Caldeira, do iG Economia

Autor: Jorge Félix Tags: , , , , ,

quarta-feira, 14 de março de 2012 Internacional | 07:11

Apertem os cintos, George Soros está de mau humor

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Soros: meio negativo (Foto: Divulgação)

Fundador da Hedging-Griffo, Luis Stuhlberger relatou agora há pouco que bateu um papo rápido com George Soros, outro dia, num encontro em Nova York:

- Ele estava meio negativo, acha que a Alemanha está pushing too hard [apertando demais] os gregos, que uma hora os gregos vão espanar o parafuso.

O investidor húngaro-americano também contou que a aprovação de medidas de austeridade não deve perder fôlego na Europa.

-  Os congressistas italianos estão apavorados. A disposição de negar qualquer pedido do [primeiro-ministro Mario] Monti é nula – disse Soros a Sthulberger.

Autor: Pedro Carvalho Tags: , ,

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012 A frase do momento | 09:40

A generosidade e a solidariedade da Alemanha

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Do ministro das Relações Exteriores da Alemanha, Guido Westerwelle, hoje no jornal Valor Econômico respondendo às críticas feitas a seu país e a chefe Angela Merkel sobre as exigências impostas a Grécia em troca do socorro de 200 bilhões de euros:

- A Alemanha é muito generosa e mostramos uma notável solidariedade. Mas nós queremos que esses países que precisam de solidariedade façam a sua lição de casa. Não faz sentido dar dinheiro sem resultados.

Autor: Jorge Félix Tags: , , ,

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012 Carreira | 12:04

Hays: salário é quarto critério para geração Y escolher emprego

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Um estudo da empresa de recrutamento Hays, realizado em mais de 30 países europeus, no fim do ano passado – ou seja, em pleno auge do desemprego entre os jovens – colocou o salário como o quarto fator mais importante apontado por trabalhadores da geração Y ao selecionar uma vaga, com 47%.

O grande atrativo para os trabalhadores nascidos entre 1980 e 2000 é o uso de outros idiomas no trabalho (58%), seguido por desenvolvimento técnico e profissional (55%) e contato internacional (54%).

Autor: Klinger Portella Tags: , , ,

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012 Internacional | 11:54

Gigante mundial dos diamantes vende 25,4% a mais em 2011

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A De Beers S.A., gigante do mercado mundial de pedras preciosas, anunciou hoje: suas vendas de diamantes cresceram 25,4% em 2011. O lucro líquido da empresa subiu 53,2%.

Como se fala por aí, crise é também uma oportunidade. Pelo menos para alguns.

Autor: Jorge Félix Tags: , ,

Empresas | 09:08

Prejuízo de uns, lucro para outros

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Enquanto a apreensão e o conservadorismo permeiam muitas das decisões executivas nas companhias nacionais, um setor observa com especial interesse esse movimento de redução ou paralisação de investimentos por conta da crise mundial:  as consultorias especializadas em reestruturação e recuperação de empresas.

Elas enxergam, no atual cenário, uma excelente oportunidade para aumentar sua carteira de clientes.  Não por acaso, o setor projeta, para 2012, resultados superiores aos de 2011.

Autor: Carla Falcão Tags: ,

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012 Internacional | 07:12

Mercado de luxo da China ignora crise

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O número é da CSLA, consultoria baseada em Hong Kong: o mercado de luxo na China ignora a previsão de queda do PIB do país de 8,5% este ano (segundo a OCDE) e está bombando.

O aumento de vendas, dependendo da marca, vai de 40% a 100%.

Autor: Jorge Félix Tags: , , ,

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012 Internacional | 14:30

FMI faz alerta sobre o risco do ajuste fiscal abortar crescimento

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Do diretor do Departamento de Finanças Públicas do Fundo Monetário Internacional (FMI), em artigo publicado no blog da instituição, sobre a necessidade de um ajuste fiscal nas economias desenvolvidas.

- Um ajuste fiscal insuficiente poderia levar a perda de confiança do mercado e a uma crise fiscal, que poderia destruir postos de trabalho. Mas um ajuste excessivo prejudicará o crescimento de maneira direta.

Autor: Klinger Portella Tags: , , ,

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