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Posts com a Tag crédito

segunda-feira, 22 de outubro de 2012 Governo | 22:35

Plano Safra da Pesca inclui linha de crédito do BNDES

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Crivella: 4,1 bilhões de reais para a pesca (Foto: Agência Brasil)

Com uma meta ousada de produzir 2 milhões de toneladas anuais até 2014, Dilma Rousseff e o Ministério da Pesca, Marcelo Crivella, lançam na próxima quinta-feira, o Plano Safra da Pesca e Aquicultura. Serão R$ 4,1 bilhões para a expansão da aquicultura, a modernização da pesca e o fortalecimento da indústria e do comércio pesqueiro, de acordo com o governo.

Linhas especiais de crédito do BNDES serão concedidas a pescadores e aquicultores familiares, mulheres pescadores e aquicultoras, marisqueiras e jovens empreendedores, cooperativas e associações.

As medidas levam em conta que até 2015 o consumo brasileiro de pescado passará dos atuais 9 kg para 13,8 kg por habitante/ano. Já o mercado mundial demandará pelo menos 100 milhões de toneladas adicionais de pescado até 2030, conforme prevê a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).

Autor: Jorge Félix Tags: , , , ,

sexta-feira, 31 de agosto de 2012 Mercado financeiro | 16:05

Novo banco do BB e do Bradesco só em 2013

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O banco que surgirá de sociedade do Banco do Brasil com o Bradesco, por enquanto chamado de Elo Banco, só vai chegar ao mercado em meados do ano que vem.

Tem muita gente com pressa. Afinal, o esforço é grande para ampliar a oferta de crédito na praça.

Mas há ainda um longo caminho pela frente para aprovar o pedido no Banco Central e, principalmente, desenvolver a plataforma do sistema de operação.

O novo banco, na prática, será uma financeira. No entanto, os sócios decidiram pedir logo ao BC um registro de banco. A instituição, como se sabe, vai abraçar algumas carteiras de cartões pré-pagos e, sobretudo, as 147 lojas da Ibi Promotora, coisa aí de uns R$ 600 milhões.

Autor: Jorge Félix Tags: , , ,

terça-feira, 10 de julho de 2012 Estados | 18:12

Minas Gerais de bolso aberto

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Não é apenas o BNDES que está numa fase mão aberta.

O Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) fechou o primeiro semestre do ano com cerca de R$ 100 milhões em financiamentos para municípios mineiros. Foram 382 liberações para 176 clientes entre janeiro e junho.

Em igual período do ano passado, R$ 43,4 milhões foram liberados pelo BDMG.

Entre 2011 e 2012, o crescimento nesse segmento de liberações é de 57%.

Autor: Klinger Portella Tags: , ,

Comércio | 06:04

Um natal cheio de dúvidas para o comércio

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Natal: varejo pessimista (Foto: José Cruz/Agência Brasil)

Está difícil para o comércio definir o volume de encomendas para o Natal. O setor está debruçado em dúvidas. De um lado as previsões pessimistas de crescimento do PIB – já abaixo de 2% em alguns casos – e, do outro, o Banco Central acenando com um aquecimento no último trimestre.

Os economistas das próprias instituições que representam o setor – associações e federações – apostam em um cenário ruim no curto prazo e melhor no longo prazo – respectivamente fim deste ano e do próximo.

Mas, esta época, como se sabe, é o momento de prever o quão otimista o consumidor estará em dezembro. A falha no prognóstico pode significar um estoque exagerado e prejuízo.

Há várias questões sobre a mesa de quem tem que fazer essa avaliação e, por enquanto, as opiniões divergem dependendo do segmento.

No eletroeletrônico, é maior o temor com a  situação de inadimplência das famílias. Não porque exista o receio de ela tornar-se bolha ou crônica.

O primeiro semestre, como mostrou a a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em conjunto com o Serviço de Proteção ao Crédito, mostrou uma inadimplência praticamente estável, mas com  queda em junho.

A questão é se as famílias, uma vez saneadas financeiramente, irão partir para novas prestações. No varejo alimentar (supermercados), menos suscetível ao crédito, a perspectiva é o reajuste do salário mínimo de 2013. Com inflação menor, o índice de aumento deve ser também inferior – pelo menos ao deste ano. Logo, com essa expectativa o consumidor das classes mais baixas, espera-se, encherá menos o carrinho.

O lado otimista destas avaliações é que o setor aposta que, no fechamento do ano, incluindo aí um Natal razoável, o consumo das famílias brasileiras crescerá bem acima do percentual previsto para o PIB de 2012 – mesmo o comércio registrando um desempenho no primeiro semestre inferior ao dos últimos três anos.

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Autor: Jorge Félix Tags: , , , , ,

sábado, 30 de junho de 2012 Entrevista | 09:01

Serasa: Brasil não tem crédito para crise de inadimplência

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Almeida: brasileiro é pouco alavancado (Foto: Divulgação)

Os atuais níveis de inadimplência do consumidor podem até gerar uma desaceleração da economia, mas os riscos de uma crise de crédito estão descartados. É o que garante o economista da Serasa Experian Carlos Henrique de Almeida.

Para ele, há uma tendência de redução dos níveis de inadimplência nos próximos meses, mas alguns consumidores – principalmente das classes D e E – ainda demorarão para se livrar das dívidas.

Em entrevista ao Poder Econômico, ele alerta, por outro lado, que a inadimplência em alta pode acabar com a estratégia do governo de segurar os juros em queda.

Poder Econômico – Qual é a sua expectativa para a inadimplência nos próximos meses?

Carlos Henrique de Almeida - Apesar de toda incerteza na economia, considerando as informações atuais, esperamos uma queda da inadimplência do consumidor, mas uma queda bem gradual. Temos hoje pelo Banco Central a inadimplência do consumidor em 8% em maio. Acreditamos que possa chegar ao fim do ano ao redor 7%. Uma redução bem gradual, de seis meses para descer um ponto percentual.

Poder Econômico – O brasileiro ainda se incomoda por ter o nome sujo?

Carlos Henrique de Almeida - Sim. Mas não é mais como antigamente. Para algumas pessoas, o nome pode ser tratado como um patrimônio. Outras caíram na tentação do crédito e perderam o controle. Sabemos que a principal causa da inadimplência é a falta de controle. Os novatos no crédito é que correm maior risco de inadimplência, principalmente, das classes D e E, porque tem pouca vivencia com crédito. Acabam aprendendo a lidar com o crédito da pior forma possível, que é a inadimplência.

Poder Econômico – Esse aspecto cultural de zelar pelo nome ajuda o Brasil a ter uma inadimplência mais controlada?

Carlos Henrique de Almeida – Isso não é mais tão representativo. É lógico que ainda ocorre. Mas o que hoje evita uma inadimplência maior ainda é a questão do desemprego baixo e da renda do consumidor crescendo.

Poder Econômico – Qual o perfil médio do endividado brasileiro?

Carlos Henrique de Almeida - O endividado brasileiro não é tão alavancado como o norte-americano, canadense e inglês. Dados dos bancos centrais desses países mostram um endividamento bem maior. Mas o comprometimento da renda no Brasil é maior, porque lá eles tem o crédito mais longo e taxa de juros praticamente negativa. Esse processo de redução de juros no Brasil é novo. E, mesmo assim, juros de 2% ao mês, no ano dá uma boa taxa de juros. Não é barato. Ainda não temos um crédito barato na comparação com as principais economias. Nosso endividamento está ao redor de 42% da renda disponível. Há países que isso passa de 100%. Já o comprometimento da renda é de 22%, enquanto a do americano é 16%.

Poder Econômico – Mas é praticamente impossível o Brasil reeditar a crise de crédito dos Estados Unidos, por exemplo…

Carlos Henrique de Almeida - Não tem como acontecer o que aconteceu nos EUA em 2008 e 2009. Nossa relação crédito/PIB agora passou 50%, o nosso crédito imobiliário está ao redor de 5%, e lá só o imobiliário era 80%. Nós nem temos crédito para ter bolha. Não temos uma perspectiva de crise pela inadimplência. Lógico que não é bom ver a inadimplência subir. Manter a taxa de juros baixa com inadimplência em alta fica difícil para as instituições financeiras. Hoje, a inadimplência é 29% do spread. Se ela cresce, fica difícil segurar os juros.

Autor: Klinger Portella Tags: , ,

terça-feira, 26 de junho de 2012 Breve análise | 17:25

A “marolinha” do endividamento

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Um dia depois de o BIS criar celeuma com o endividamento do brasileiro, o Banco Central divulgou hoje o nível de inadimplência e de crédito do país em relação ao PIB.

A inadimplência bateu 6%.

Mas o sistema bancário brasileiro só empresta 50% do PIB.

Enquanto isso, no mundo em crise, a relação crédito/PIB é de 200% nos Estados Unidos, 169% no Japão e 134% na Zona do Euro.

Ou seja, com esse nível de generosidade do nosso sistema, não dá para falar em bolha. Só em bolhinha.

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Autor: Jorge Félix Tags: , , ,

segunda-feira, 25 de junho de 2012 Conjuntura | 18:01

Febraban aposta em crédito 1,5% maior em maio

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Para desespero do BIS, que está preocupadíssimo com o nível de endividamento no Brasil, a Febraban aposta na manutenção da expansão do crédito em maio.

O número será divulgado amanhã pelo Banco Central.

De acordo com os economistas da Febraban, haverá um crescimento “razoável” dos saldos das operações de crédito com recursos livres: 1,5%.

Novamente o desempenho será mais fraco em pessoa física, com avanço de 1,1%, sendo mais forte em crédito pessoal, mas ainda mostrando retração em veículos, acredita a Febraban.

Já os dados de pessoa jurídica devem ser um pouco mais fortes, com avanço de 1,9%, novamente contando com alguma influência cambial, já que o real se desvalorizou 6,9% em maio.

Autor: Jorge Félix Tags: , , , ,

Governo | 16:25

Dilma e Mantega definem novas estratégias na guerra dos juros

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Dois números que serão divulgados esta semana podem desmentir ou reforçar o pessimismo do boletim Focus e do BIS em relação à economia brasileira.

Amanhã, a Fenabrave avaliará o desempenho dos emplacamentos de veículos durante o mês de junho, o acumulado do primeiro semestre e as previsões para 2012.

As notícias preliminares do setor, até abril, são pouco animadoras.

Na quarta-feira, o Santander e o Insper apresentam os resultados do Índice de Confiança de Pequenos e Médios Negócios (IC-PMN) – uma espécie de termômetro do humor dos pequenos e médios empresários, pois o estudo afere, entre outras coisas,  a expectativa desses senhores e senhoras empreendedores tomar crédito – aos atuais juros de mercado - nos próximos três meses.

É sobre isso que Dilma Rousseff e Guido Mantega estão conversando neste momento, como destacou Poder Econômico.

A pauta inclui também tarifa bancária irmã siamesa do spread.

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Autor: Jorge Félix Tags: , , , , , , ,

sexta-feira, 8 de junho de 2012 A frase do momento | 18:06

Santander: mercado de crédito no país é de 20 milhões de famílias

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Do presidente do Santander, Marcial Portela, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, ao comentar a tão propagada inadimplência como freio à política do governo de estímulo ao consumo:

- O Brasil tem aproximadamente 60 milhões de famílias. Metade toma crédito, metade não. Das 30 milhões que toman, cerca de 10 milhões estão muito endividadas. Portanto, há um grupo grande de 20 milhões de famílias que ainda pode pegar mais empréstimos. E ainda há as outras 30 milhões que não tomam crédito. Ou seja, há espaço para expansão.

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Afinal, para que servem os bancos públicos?

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segunda-feira, 28 de maio de 2012 A frase do momento | 11:11

Luiza Trajano: é preciso facilitar quem está endividado com cartão de crédito

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Luiza Trajano: consumo retraído (Foto: AE)

A frase do dia de hoje é de Luiza Helena Trajano, presidente do Magazine Luiza, que acredita que o consumo leva a economia brasileira ao hospital, enquanto as demais economias já estão na UTI. Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, a empresária diz que o segundo semestre será bem melhor que no ano passado, mas dá a receita para o governo não perder o passo com a economia:

- É preciso criar alguma coisa para facilitar quem está endividado com cartão de crédito e cheque especial.

Autor: Klinger Portella Tags: , , ,

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