Copom | Poder Econômico

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Posts com a Tag Copom

sexta-feira, 19 de outubro de 2012 Breve análise | 05:04

Ata do Copom: o perigo do “último ajuste”

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A ata do Comitê de Política Monetária divulgada ontem pelo Banco Central foi a primeira, como se sabe, na qual os votos contrários ou favoráveis à redução da taxa básica de juros (Selic) foram identificados sem uma unanimidade de opinião entre os integrantes do Copom.

Essa alteração constituiu importante medida de transparência. Foi muito esperada pelo mercado financeiro. Mas nesta primeira experiência chama a atenção de alguns atentos observadores uma alteração de linguagem perigosa por parte do Banco Central.

Desde 1996, as atas e os relatórios trimestrais de inflação foram criados como parte de um arcabouço de comunicação com um mercado traumatizado com as surpresas dos tempos de superinflação. Seu objetivo era dar “alguma previsibilidade”, nas próprias palavras da autoridade monetária à época.

Ao explicitar o “último ajuste” com todas as letras, o Copom corre o risco de entregar ao mercado mais do que ele poderia dar, ou seja, risco zero para aqueles que atuam com a Selic nossa de todo dia.

Fica a impressão de que o Copom precisou precaver-se de uma reação do mercado às opiniões, no caso, dos três diretores que prefeririam manter a taxa básica em 7,50%.

Autor: Jorge Félix Tags: , ,

quinta-feira, 18 de outubro de 2012 Breve análise | 09:15

Ata do Copom: o discurso e o voto de um diretor do BC

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Araújo: opinião pessoal x institucional (Foto: Divulgação)

O diretor de Política Econômica do Banco Central, Carlos Hamilton  Araújo foi um dos três integrantes do Comitê de Política Monetária (Copom) que votou contra a redução da taxa Selic de 7,50% para 7,25% no dia 9 (junto com Anthero de Moraes Meirelles e Sidnei Corrêa Marques), segundo a ata da reunião divulgada pelo BC agora pela manhã.

A justificativa dos três foi de que “eventualmente, pressões de demanda e de custos poderão incidir sobre a inflação”.

No entanto, quando divulgou o Relatório Trimestral de Inflação, no dia 2, Araújo afirmou que a inflação cederia rumo à meta, havia apenas um pico provocado pela alta de alimentos e, embora ponderasse que a decisão sobre Selic cabia ao Copom, fez um discurso institucional em defesa da política monetária tocada pelo BC.

Ou seja, um sacrifício e tanto diante dos jornalistas já que, pessoalmente, como prova o seu voto, não acreditava em quase nada daquilo.

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Diretor do BC “tergiversa” sobre meta de inflação

Autor: Jorge Félix Tags: , , ,

terça-feira, 16 de outubro de 2012 Conjuntura | 17:00

Quando três é maior que cinco

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Não se fala em outra coisa no mercado financeiro: o que dirão os três diretores do BC que votaram contra a redução dos juros no Copom?

A ata, como se sabe, sai na quinta-feira. E, dependendo da justificativa, três podem valer mais do que cinco.

Autor: Jorge Félix Tags: , , , ,

quarta-feira, 10 de outubro de 2012 Conjuntura | 05:05

Economista do ano: tanto faz baixar ou não 0,25 pontos na Selic

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Economista do ano, Roberto Macedo vê com indiferença para o risco de inflação o fato de o Comitê de Política Monetária (Copom) reduzir ou não, hoje, a taxa básica de juros em 0,25 ponto.

- Não muda nada. O que interessa mesmo é se o Copom para por aí. O mercado ficaria feliz se ele parasse.

Sobre o debate do momento, se o Banco Central abandonou ou não o tripé metas de inflação, superávit primário e câmbio flutuante, Macedo vê claramente o duplo mandato da autoridade monetária, ou seja, um compromisso também com o crescimento econômico.

- Para desespero de alguns economistas e ex-diretores do BC.

Na avaliação de Macedo, a decisão do Copom de hoje será influenciada pelo diagnóstico de agravamento do cenário externo. Ele acaba de voltar dos Estados Unidos e está convencido de que a crise continuará por mais uns cinco anos nesse “lenga, lenga com risco de trombada” e vai impor um crescimento fraco para o mundo e os países em desenvolvimento.

- A China, embora com crescimento de 7%, vai continuar sendo a salvação da lavoura. Literalmente. Mas, por outro lado, os norte-americanos estão pagando dívidas e o cenário atual está contaminado pela eleição.

A grande questão, para Macedo, neste momento, não é em quanto ficará a Selic, mas como os investidores vão se comportar com uma taxa básica baixa:

- Vão se conformar ou vão para os ativos de risco? Essa é a grande incógnita e que vai determinar os passos futuros.

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Primeira aposta de queda dos juros em 2013

Autor: Jorge Félix Tags: , , , ,

quarta-feira, 29 de agosto de 2012 Mercado financeiro | 14:12

Brasil em 5º no ranking dos campeões mundiais de juros

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Se confirmadas as expectativas do mercado de corte de 0,5 ponto percentual na taxa básica de juros (Selic) hoje, o Brasil terá, pela primeira vez, juros reais abaixo dos 2%.

Isso colocará o Brasil na quinta posição no ranking das maiores taxas de juros do mundo, atrás de China (4,1%), Chile (2,4%), Austrália (2,3%) e Rússia (2,3%).

Há um ano, quando o Banco Central iniciou o movimento de corte das taxas, o Brasil liderava a  lista, com juros reais de 6,7%.

Autor: Klinger Portella Tags: , , ,

terça-feira, 28 de agosto de 2012 Governo | 10:47

Tombini de malas prontas no “pós-Copom”

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Tombini: rumo aos EUA (Foto: Agência Brasil)

O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, está de malas prontas para uma viagem internacional, após os dois dias da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom).

Na quinta-feira, tombini embarca para os Estados Unidos, onde participará de um seminário organizado pelo Federal Reserve Bank of Kansas City, em Jackson Hole, Wyoming, até sábado.

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segunda-feira, 6 de agosto de 2012 Mercado financeiro | 16:02

Reunião do Copom esfria movimento da poupança

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Quadro de Portinari 'acompanha' reuniões do Copom (Foto Agência Brasil)

Reunião do Copom: menos movimento na poupança (Foto Agência Brasil)

Nos dias 10 e 11 de julho, quando o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central esteve reunido para definir o corte de 0,5 ponto percentual na taxa de juros, o movimento de depósitos e saques da poupança caiu em relação à média mensal.

Nos dois dias, foram depositados R$ 8,24 bilhões na poupança (uma média diária de R$ 4,1 bilhões) e sacados R$ 7,79 bilhões, uma média de R$ 3,89 bilhões por dia, segundo dados divulgados há pouco pela autoridade monetária.

No mês, foram depositados, em média, R$ 4,90 bilhões e sacados R$ 4,61 bilhões por dia.

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segunda-feira, 30 de julho de 2012 Mercado financeiro | 06:02

Bovespa fica no zero a zero na “era dos juros baixos”

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Bovespa: paulistas e fluminenses no topo (Foto: AE)

Bovespa: sem "ajuda" dos juros (Foto: AE)

Ao contrário do que muitos poderiam apostar, o movimento de queda de juros iniciado pelo Banco Central em agosto do ano passado não fez os preços das ações subirem na Bovespa. A redução de 4 pontos percentuais na Selic – que está atualmente em 8% ao ano – poderia ter levado investidores a migrarem seus recursos para a renda variável, valorizando as ações.

Mas as incertezas geradas pela crise internacional pesaram mais na balança dos investidores.

Desde o dia 31 de agosto de 2011 – quando o BC começou a cortar os juros -, o Ibovespa, principal índice da bolsa paulista – não saiu do zero a zero, acumulando leve valorização de 0,10% até o fechamento de sexta-feira.

No período, o número total de negócios no mercado à vista despencou 25% na Bovespa.

E a baixa rentabilidade também afastou os investidores pessoa física. Atualmente, são 580,9 mil, uma redução de 2,2 mil em relação ao fechamento de 2011.

A maré não está para “peixe pequeno”.

Autor: Klinger Portella Tags: , , , , ,

sexta-feira, 6 de julho de 2012 Governo | 11:46

Tombini volta de férias para Copom

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Quadro de Portinari 'acompanha' reuniões do Copom (Foto Agência Brasil)

Tombini: das férias para a reunião do Copom (Foto Agência Brasil)

Foram curtas as férias do presidente do Banco Central, Alexandre Tombini. Ele retoma os trabalhos na próxima segunda-feira, após uma semana de descanso.

Já chega com um compromisso importante na agenda: terça-feira começa a reunião de dois dias do Comitê de Política Monetária (Copom).

A expectativa do mercado é que a taxa básica de juros seja cortada em mais 0,5 ponto, para 8% ao ano.

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quarta-feira, 20 de junho de 2012 Congresso | 16:59

Comissão rejeita lei sobre voto aberto do Copom

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copom

Reunião do Copom: voto aberto sem lei (Foto: Agência Brasil)

A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados rejeitou hoje um projeto que queria estabelecer na lei o voto aberto dos membros do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central.

A proposta, do deputado Rubens Bueno (PPS-PR), ainda deve passar pela Comissão de Constituição e Justiça e pelo plenário.

Desde o encontro de maio, o BC passou a divulgar o voto aberto dos membros do Copom. Mas, como não é lei, a medida pode ser revogada pela própria autoridade monetária.

Autor: Klinger Portella Tags: , ,

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