Brics | Poder Econômico

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Posts com a Tag Brics

quarta-feira, 17 de outubro de 2012 Breve análise, Internacional | 12:19

Brics devem piorar índice de percepção de corrupção em 2012

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Ao lado dos desafios da economia, só um tema é mais falado nos países do grupo Brics: corrupção. São tantos casos que é bem possível que, no fim do ano, todos caiam ainda mais no Índice de Percepção de Corrupção (IPC ou CPI, na sigla em ingês) da ong Transparência Internacional.

No Brasil, como se sabe, é o julgamento do Mensalão a expor as “tenebrosas transações”, com definiu o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, e o Supremo Tribunal Federal vai confirmando a cada batida do malhete da Justiça.

Na Rússia, a corrupção é herança e parte de seu sistema – desde a compra de um simples bilhete de trem até o Kremlin, há escândalos com a máfia.

Na China, a percepção só é menor porque a imprensa é censurada.

Já a Índia, com a imprensa livre, vive um de seus maiores escândalos, denunciado pelo jornal The Indu. Não se fala em outra coisa por lá. O genro de Sonia Gandhi, presidente do Partido do Congresso, que governa o país, é acusado de usar suas relações com o poder para se favorecer em negócios imobiliários (principalmente terras). Tal como aqui, a corrupção divide espaço dos jornais de igual para igual com a crise mundial.

Só para lembrar, várias pesquisas acadêmicas citadas pela Transparência Internacional revelam um estreita relação entre o Índice de Percepção de Corrupção e o crescimento do PIB, sobretudo quanto aos investimentos estrangeiros. Para cada ponto a mais no índice verifica-se uma queda de 2,4% no crescimento econômico do país.

O IPC de 2011 está assim (de zero a 10, onde a nota mais alta significa menos corrupção):

Brasil 3,8

China 3,6

Índia 3,1

Rússia 2,4

Para quem considera a África do Sul, um quinto Bric, lá vai, é a campeã: 4,1.

Autor: Jorge Félix Tags: , , , , , ,

quarta-feira, 19 de setembro de 2012 Comunicação, Internacional | 12:08

Imprensa da Índia terá primeiro correspondente no Brasil

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A partir do dia 21, o Brasil terá o seu primeiro repórter correspondente indiano. O jornalista Shobhan Saxena, editor de internacional do The Times of India, chega para cobrir o país a partir de São Paulo.

Ele já foi correspondente do jornal nos Estados Unidos e em Londres. Saxena obteve, esta semana, seu visto definitivo. O The Times tira 4 milhões de exemplares diários e Saxena mantém ainda um blog, onde passará a falar do Brasil.

Por curiosidade, é marido da jornalista Florência Costa, também primeira correspondente do Brasil, pelo jornal O Globo, na Índia.

Autor: Jorge Félix Tags: , , , ,

segunda-feira, 10 de setembro de 2012 Conjuntura | 06:02

Pai dos Brics: este é o ano dos emergentes do Mist

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Jim O'Neill (Foto: Divulgação)

Jim O'Neill: México não desbancará o Brasil (Foto: Divulgação)

Jim O’Neill, presidente do Goldman Sachs Asset Management, acredita que, este ano, o grupo formado por México, Indonésia, Coreia do Sul e Turquia (Mist) é melhor aposta que os Brics (grupo criado por ele, composto por Brasil, Rússia, Índia e China).

O bom momento vivido por Indonésia e Turquia e uma possível revisão das notas do México devem fazer com que o grupo de “novos emergentes” tenha desempenho melhor que os países do Brics.

Mas, alerta O´Neill, os Mists não desbancarão os Brics.

- A China é duas vezes maior que os quatro países do Mist juntos, lembra o economista.

Para ele, a possibilidade de o México desbancar o Brasil no grupo dos Brics nos próximos anos é zero.

Autor: Klinger Portella Tags: , , ,

quinta-feira, 2 de agosto de 2012 Mercado financeiro | 14:46

Bovespa tem o pior desempenho entre os Brics

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BM&FBovespa: lanterna dos Brics (Foto: AE)

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) tem o pior desempenho entre as bolsas de valores dos países dos Brics – Brasil, Rússia, Índia e China.

Segundo dados da revista britânica The Economist, no acumulado do ano, a bolsa paulista tem queda de 9,8%. É, também, o pior desempenho entre as bolsas da América Latina.

A bolsa da China, por sua vez, tem queda de 3,6% no período, enquanto a russa acumula leve baixa de 0,5%.

Entre os Brics, a única bolsa que tem alta no ano é a da Índia, com valorização de 6,9%.

A bolsa do Egito é a que acumula a maior alta do mundo, com 35,3%.

Autor: Klinger Portella Tags: , , ,

segunda-feira, 23 de julho de 2012 Breve análise | 15:54

Democracia, economia, mensalão e CPI do Cachoeira

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Só para registrar e, quem sabe, servir de reflexão para esses tempos de julgamento de mensalão e CPI do Cacheira: a democracia brasileira e a nossa estabilidade política são os maiores trunfos do país em tempos de crise mundial.

O professor Dani Rodrik diz hoje, em entrevista ao Valor Econômico,  que o Brasil será atingido, claro, pela situação econômica dos Estados Unidos e da Europa e pela desaceleração chinesa, mas pondera:

- O Brasil tem de fato alguns pontos fortes, como as finanças macroeconômicas estáveis e o regime democrático estável.

No fim de semana, foi a vez de Jim O´Neill, o criador do acrônimo Brics, em artigo no jornal O Estado de S. Paulo, exaltar a capacidade do país de governo após governo, nas últimas duas décadas, manter o “clima de estabilidade”:

- O Brasil está numa posição razoavelmente boa em medidas comparáveis de crescimento sustentável e produtividade em relação aos outros países do Bric.

Ou seja, democracia importa – e muito – para a economia. E, em Brasília, até os azulejos de Athos Bulcão sabem que democracia não é só voto – passa, desnecessário dizer, pelo bom funcionamento de todas as instituições.

Autor: Jorge Félix Tags: , , , ,

sábado, 2 de junho de 2012 Conjuntura | 06:02

Brasil fica em 20º lugar em lista de crescimento do PIB

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O crescimento de 0,8% do Produto Interno Bruto (PIB) nos três primeiros meses do ano – frente a igual período de 2011 – deixou o Brasil no 20º lugar da lista de PIBs.

O ranking foi elaborado pela Austin Ratings.

O primeiro lugar da lista, claro, é da China, com 8,1%.

O desempenho brasileiro é inferior à média global, de 1,8%, e ao desempenho dos demais Brics, com 4,6%.

PIB

Foto: Reprodução

Autor: Klinger Portella Tags: , ,

quarta-feira, 4 de abril de 2012 A frase do momento | 10:28

Jim O’Neill: Brasil pode sair dos Brics se Banco Central perder a independência

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Do presidente do conselho da Goldman Sachs Asset Management, Jim O’Neill, criador do termo Brics, sobre uma suposta interferência do governo na decisão do Banco Central de reduzir a taxa de juros, em entrevista ao jornal Brasil Econômico:

- Espero que o BC tenha diminuído a Selic, em agosto do ano passado, porque percebeu que o crescimento do país seria mais lento. Caso contrário, o ‘B’ pode desaparecer.

Ao Poder Econômico, O’Neill defendeu mais do mesmo para a economia brasileira.

Autor: Klinger Portella Tags: , , , ,

sexta-feira, 30 de março de 2012 Internacional | 15:07

Professor indiano sugere novo nome para o Brics

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Um dos mais importantes analistas indianos de relações internacionais, Brahma Chellaney, professor de Estudos Estratégicos do Centre for Policy Research (Centro para Pesquisa de Politicas Públicas), quer rebatizar o Brics.

No artigo “Brics in the wall”, publicado hoje no Hindustan Times, Chellaney lança o nome R-5.

Reparou que todos os países têm moedas que começam com a letra R: Real, Rublo (Rússia), Rúpia (Índia), Renminbi (China, ou yuán, sua unidade primária) e Rand (África do Sul).

Autor: Jorge Félix Tags: , , ,

Internacional | 12:24

Imprensa indiana: Brics deixa de ser só “blá-blá-blá”

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Antes de retornar ao Brasil, onde chega só no domingo, Dilma Rousseff, certamente, teve a oportunidade de ler hoje a repercussão da reunião de cúpula dos Brics nos jornais da Índia. Os principais diários econômicos do país, no dia seguinte à Declaração de Delhi, destacaram uma nova fase para o bloco dos emergentes.

O russo Dmitry Medvedev com Dilma durante a cúpula dos Brics: elogios da imprensa indiana (Foto:AE)

O editorial do jornal econômico mais importante do país, The Economic Times, sob o título “Not just Jaw-Jaw” ( algo como “Não apenas blá-blá-blá”) diz que o encontro amadureceu o Brics, que passou de “declarações vazias para a integração econômica” efetiva e trouxe elogios, principalmente, à adoção da ideia do comércio em moedas locais entre as cinco nações do grupo.

“O comércio intra-Brics, em suas prórpias moedas, vai proteger nossas economias da disrupção do Ocidente”, diz o editorial.

A iniciativa de “comércio em moeda própria” também foi elogiada pelo segundo mais importante jornal econômico indiano, o MINT, em matéria de capa com o título “Brics pushes hard for a new global order” ( “Brics empurra com força para uma nova ordem global”). Diz que as cinco economias emergentes sob o guarda-chuva do Brics estão “cientes do crescimento de sua estatura global e ofereceram o desafio mais audacioso à velha ordem econômica”.

O comércio intra-Brics está em torno de US$ 230 bilhões. A meta é chegar a US$ 500 bilhões até 2015. O comércio em moedas locais diminui a vulnerabilidade desses mercados à volatilidade do dólar.

O editorial do Hindustan Times “An Idea whose time will come” ( “Uma ideia cujo tempo ainda vai chegar”) aposta que o Brics pode se tornar, um dia, a nova ordem mundial.

Autor: Jorge Félix Tags: , , , , ,

quinta-feira, 29 de março de 2012 Internacional | 14:47

As chances de negócios nos Brics, segundo Jim O´Neil

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O´Neil: futuro dos Brics (Foto: Divulgação)

Chega às livrarias nos próximos dias o  livro O mapa do crescimento – Oportunidades econômicas nos BRICs e além deles, de Jim O´Neil, o criador do acrônimo econômico mais famoso do século XXI.

Lançado no ano passado nos Estados Unidos, o livro do economista do Goldman Sachs é editado aqui pela Globo.

Em entrevista ao Poder Econômico, em janeiro, O´Neil recomendou “mais do mesmo” para a economia brasileira.

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