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segunda-feira, 26 de novembro de 2012 Mercado financeiro | 16:04

Os profissionais do Ano da Anefac

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A Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) divulgou, agora há pouco, os nomes dos vencedores de seu prêmio Profissionais do Ano.

O presidente da Totvs, Laércio Cosentino, venceu na categoria administração; o diretor- executivo de Finanças do Itaú Unibanco, Caio Ibrahim David, em finanças; e o presidente da PwC Brasil, Fernando Alves, em contabilidade.

Autor: Jorge Félix Tags: , , ,

Negócios | 15:20

CVS Pharmacy negocia compra da Drogaria Onofre

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Onofre: alvo da CVS (Foto: Divulgação)

A CVS Pharmacy, maior rede de drogarias do mercado americano com faturamento anual superior a US$ 96 bilhões, está indo às compras.

Seu alvo, no Brasil, seria a Drogaria Onofre. E o negócio está para ser fechado.

Os irmãos Ricardo e Marcos Arede já desmentiram, este ano, a venda da rede brasileira.

Ao Poder Econômico, de novo, a empresa “nega veementemente que tenha sido vendida”. Mas não comenta a conversa com a CVS.

Autor: Jorge Félix Tags: ,

Governo | 14:13

Zimmermann e Tolmasquim: dois destinos para a Eletrobras

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Tolmasquim defende ajuda (Foto: Divulgação)

Há um grave problema de comunicação no governo sobre a situação da Eletrobras, mergulhada nas incertezas estabelecidas pela MP 579, da redução de tarifas de energia.

Zimmermann nega ajuda (Foto: Alan Sampaio/iG)

Se não bastasse os investidores do mercado financeiro darem sinal inequívoco de que não estão dispostos acreditar em muito do que se tem dito e não pagar para ver os desdobramentos da MP, os comandantes da empreitada no setor pelo lado do governo estão ajudando a confundir um pouco mais.

Leiam duas declarações sobre a Eletrobras dadas no mesmo dia – quinta-feira, 22. Com a palavra, o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim:

- Não passa pela nossa cabeça não ter a Eletrobrás com condições de atuar no setor elétrico. A gente nunca vai deixar a Eletrobrás perecer.

Quase online, o secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, declarava;

- Não tem essa coisa de que o Tesouro Nacional vai por dinheiro. A Eletrobras não vai virar uma empresa dependente. O que ela vai fazer é buscar bons negócios e, com isso, atrair investidores.

Ou seja, há mais complicações do que apenas os dois sobrenomes.

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Autor: Jorge Félix Tags: , , , ,

Mercado financeiro | 05:09

As novas vedetes do mercado no setor elétrico

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Enquanto o governo mantém a queda de braço com o setor elétrico, provavelmente, até o dia 4 de dezembro, quando expira o prazo para as empresas concessionárias responderem oficialmente sim ou não sobre a antecipação das renovações dentro dos termos da MP 579, o mercado financeiro reage retirando de suas carteiras as ações de quem está no centro do embate.

Sim, a turbulência tem tudo para continuar e faz parte da guerra. Os próximos dias ainda serão de perdas de valor para as empresas que têm concessões para vencer entre 2015 e 2017, segundo previsão de analistas.

- Recomendo que os investidores fiquem de fora ou procurem companhias que não estejam participando da disputa, como AES Tietê e MPX, por exemplo, afirma Bruno Gonçalves, analista da corretora WinTrade/Alpes Corretora.

- Enquanto não houver definição sobre as intenções e as condições das renovações das concessionárias, o futuro das empresas é incerto. 

A questão, portanto, passa a ser quanto tempo essas empresas, que estão sangrando, vão demorar para recuperar – se é que isso será possível – seu valor diante da concorrência no mercado de capitais com quem passou, hoje, a acenar aos investidores com a faca e o queijo na mão.

Desde a edição da MP 579, a queda das ações da Eletrobras beira os 60%, mesmo com a alta registrada na sexta-feira. No ano, a queda fica perto de 70%.

Autor: Jorge Félix Tags: , , ,

sábado, 24 de novembro de 2012 Entrevista | 05:05

Índia e Brasil, quem atrai mais investimentos?

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Florência Costa: seis anos de Índia a tornou especialista na cultura do país (Foto: Divulgação)

Depois da onda chinesa, outro Bric, agora, entra no foco de negócios das empresas brasileiras: a Índia. São poucas, por enquanto, as transações comerciais com o país de Gandhi. Mas as coisas estão mudando. E rápido. O interesse do governo da Índia em abrir oportunidades para as multinacionais daqui faz com que as empresas procurem mais informações sobre uma das culturas mais herméticas do planeta. Depois de seis anos vivendo no país, a jornalista Florência Costa, primeira correspondente brasileira na Índia, retornou ao Brasil com uma grande ajuda aos executivos interessados no tema: o livro Os indianos (Editora Contexto), com lançamento oficial na terça-feira, 27, na Livraria Cultura, do Conjunto Nacional, em São Paulo. “A empresas do Brasil têm boas chances na Índia, mas precisam apagar o esteriótipo”, diz Florência nesta entrevista ao Poder Econômico.

Poder Econômico – O mundo tem uma visão distorcida ou esteriotipada da Índia?

Florência Costa – A Índia é uma vítima dos esteriótipos. Não há uma visão balanceada do país. Há os que voltam de lá dizendo que o país é um oásis de espiritualidade, por causa de sua tradição de gurus e sadus (os homens santos hindus que abdicam de suas posses). Há os que voltam reclamando apenas da miséria, que é imensa de fato, com hordas de mendigos vagando pelas ruas. Mas a Índia é espiritual e material. É pobre, mas é riquíssima também, com sua imensa classe consumidora, que pode chegar até a 300 milhões de pessoas, mais do que um Brasil inteiro. O país é um dos mais complexos do mundo, com mais de 20 línguas, milhares de castas, várias religiões e etnias. Para explicá-lo, é preciso levar todas essas características em conta. E foi isso que eu procurei fazer no meu livro.

Poder Econômico – Depois de seis anos na Índia, como vê a capacidade do país em atrair investimento estrangeiro?

Florência Costa – A Índia vive nos últimos meses um momento crítico para o futuro de sua economia. Em setembro agora o governo tomou um passo decisivo, anunciando um pacote de reformas batizado pela mídia de “Big Bang”, devido ao seu alcance extraordinário, depois de 20 anos da primeira liberalização da economia. O futuro do crescimento econômico indiano depende da capacidade de o país avançar nessa sua segunda fase de reformas. Um dos principais objetivos dessa nova onda de abertura é atrair o investimento estrangeiro. Para isso, o governo reduziu as restrições para investimento estrangeiro em gestores de mídia e aviação civil. Nas próximas semanas, o Parlamento indiano vai pegar fogo, com o debate de algumas dessas medidas liberalizantes anunciadas no pacote, especialmente no que se refere à abertura para o capital estrangeiro no setor de Varejo (em negócios multimarcas), no mercado de Previdência e de Seguros. Eu acredito que essas medidas vão ser aprovadas no Parlamento porque o governo vem costurando os acordos com os adversários.

Poder Econômico – Como é a concorrência do país com o Brasil na questão de atração de investimentos?

Florência Costa – A Índia foi o país que menos recebeu investimentos dentro do Brics nesse ano, de acordo com o resultado do levantamento “Global Investment Trends Monitor”, divulgado pela Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD). Mas em compensação, está à frente do Brasil quanto aos destinos preferenciais dos executivos de companhias multinacionais para o período entre 2012 e 2014.

Poder Econômico – Quais seriam as vantagens e desvantagens para o Brasil ?

Florência Costa – Acredito que a cultura brasileira, sendo ocidental, facilita as coisas para os investidores. Mas os problemas e os desafios, me parecem, apesar de estar fora do Brasil há seis anos, são os mesmos. Infraestrutura em todos os aspectos, educação, pobreza, desigualdade social, corrupção, legislação. A favor da Índia tem o mercado e o viés mais liberal, que sempre é, obviamente, mais interessante para o investidor.

Poder Econômico – Acredita que a Índia caminha para resolver seus problemas de infraestrutura?

Florência Costa – Sim, eu acredito. Mas isso acontece em um passo de tartaruga quando deveria ser de lebre. Um dos maiores problemas da caótica infraestrutura indiana é a escassez de energia elétrica. Como eu explico no livro, várias cidades economicamente importantes tem apagões de muitas horas por dia. As famílias de classe média e todos os comerciantes e empresários são obrigados a gastar muito dinheiro com geradores de energia para poder tocar a vida e os negócios normalmente. A produção e a transmissão de energia são controladas pelo governo. Somente em Delhi (capital) e em Mumbai, o coração financeiro da Índia, e em algumas pequenas cidades, a distribuição é feita por empresas privadas. Outros gargalos de infraestrutura na Índia são as condições ruins das estradas, dos portos, e a baixa qualificação da mão-de-obra. A Índia produz 3 milhões de graduados por ano e 350 mil pós-graduados. Mas há muitas fábricas de diplomas. Por isso, cerca de 75% dos formandos saem despreparados e não estão aptos a entrar no mercado de trabalho.

Poder Econômico - O que diria para um empresário que quer fazer negócios lá? Quais são os riscos e, por outro lado, as oportunidades?

Florência Costa - Eu acho que as oportunidades são tão gigantescas quanto o tamanho da população indiana, de 1 bilhão e 2 milhões de pessoas. Há um imenso mercado consumidor para produtos agrícolas, por exemplo, também frango, soja, açucar, petroleo, veículos como ônibus, e por aí vai. Quanto aos riscos, a Índia é um país seguro para investimentos. Mas há obstáculos. Talvez o principal deles seja o fato de o país amargar uma forte tradição burocrática, que cria empecilhos para abrir e fechar negócios. Há muitos atrasos por conta disso. Ou seja, as empresas do Brasil têm boas chances na Índia, mas precisam apagar o esteriótipo.

Poder Econômico - A corrupção tem sido um entrave para o desenvolvimento econômico no Brics, na China, no Brasil e na Rússia. Ocorre o mesmo na Índia?

Florência Costa – Com certeza. Um dos debates que mais pega fogo na Nova Índia é sobre o aumento exponencial dos casos de corrupção em todas as áreas da economia. Há manchetes frequentes sobre a necessidade de o governo repatriar a montanha de dinheiro sujo escondida no exterior. A partir de 2010, a Índia mergulhou em ondas sucessivas de escândalos que paralisaram o governo e congelaram importantes projetos de desenvolvimento de infraestrutura e derrubaram investimentos. Isso tudo desencadeou em 2011 um imenso movimento popular contra a corrupção com muitas manifestações de rua.

Autor: Jorge Félix Tags: , , , ,

sexta-feira, 23 de novembro de 2012 Sem categoria | 16:15

Presidente da Vale chora em homenagem a Carlos Ermírio de Moraes

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Murilo Ferreira, presidente da Vale, chorou nesta sexta-feira, em Brasília. Mas a emoção nada teve a ver com a cobrança da multa de R$ 3,9 bilhões pelo Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) pelo não recolhimento de royalties, que a mineradora briga para não pagar.

O motivo foi mais nobre: ocorreu durante homenagem ao falecido Carlos Ermírio de Moraes, executivo do grupo Votorantim morto no ano passado em função de um câncer.

Ferreira propôs ao conselho de administração da Hidrelétrica do Machadinho, na qual a Vale é sócia com a Votorantim e a Alcoa, a mudança do nome da usina que passa a se chamar Carlos Ermírio de Moraes.

Durante o discurso, o presidente da Vale ressaltou a “relação estreita” que teve de Carlos e não conseguiu conter a voz embargada.

A emoção também marcou o discurso de outro filho de Antônio Ermírio, Luís Ermírio de Moraes, que precisou interromper sua fala em memória ao irmão para tomar água.

Autor: Nivaldo Souza Tags: , , ,

quinta-feira, 22 de novembro de 2012 Governo | 15:12

De portas fechadas, Mantega ouvirá o Fórum Nacional da Indústria

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Longe de microfones e câmeras, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, ouvirá amanhã, em reunião do Fórum Nacional da Indústria, o que toda a imprensa está ouvindo há tempos dos empresários: reclamações.

O Fórum, como se sabe, é uma instância da Confederação Nacional da Indústria e é formado por 44 associações nacionais setoriais e presidentes dos Conselhos Temáticos Permanentes da CNI.

A pauta da indústria é apresentar ao ministro o Mapa Estratégico 2013-2022. Mas quem acompanha a possibilidade de planejamento no atual ambiente de negócios observa que mapear os próximos passos está muito mais difícil do que na época da elaboração do Mapa 2007-2015, apresentado anteriormente.

Os empresários preparam um quadro menos auspicioso e pretendem ouvir de Mantega algo bastante concreto sobre a agenda do governo.

Desde o início do governo do ex-presidente Lula, em 2003, o clima entre empresários e governo nunca esteve tão pesado. Seja pelo chamado “ativismo estatal” seja pela – coincidência ou não – redução da participação da indústria no PIB nosso de cada ano.

Autor: Jorge Félix Tags: , ,

Investimentos | 13:09

Boom da construção civil amplia investimento em inovação

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Fala-se muito do boom da construção civil, do setor imobiliário e pouco sobre como tudo isso está obrigando as empresas à modernização de sua cadeia. É preciso construir cada vez mais rápido, com menos custo e de forma mais segura.

A Coppe da UFRJ – Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia tem sido um laboratório dessas inovações. Acaba e fechar parceria com a Marko Sistemas Metálicos para desenvolver um software que realize os cálculos dos seus produtos em escala industrial, como por exemplo, a Viga Universal – uma megasuperhiper viga levíssima que atende a diversas cargas em até 50 metros de altura.

A empresa investe 5% do seu faturamento em P&D e realiza periodicamente testes e análises do comportamento estrutural em diversas universidades no Brasil e no Exterior, destacando-se a COPPETEC da UFRJ, a PUC-RJ, a Carleton University do Canadá e DICTUC S.A Instituto de Investigação de Material, da Escuela de Engenharía da Pontificia Universidade Católica do Chile.

Autor: Jorge Félix Tags: , , , ,

Mercado financeiro | 05:01

A receita para Dilma Rousseff estimular o mercado de capitais

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A declaração de Dilma Rousseff, durante visita a Madrid, revelando a intenção do governo de adotar medidas de estímulo ao mercado de capitais foi recebida por aqui de um jeito meio morno.

A falta de entusiasmo reflete um pouco a baixa expectativa dos investidores desde o anúncio da MP 579, do setor de energia elétrica, confrontando com o entusiasmo percebido quando das privatizações de aeroportos em janeiro e, depois, com a concessão de estradas e ferrovias.

Agora as intenções do governo esbarram em ceticismo. Outro exemplo é a desoneração da folha de pagamento das empresas. Quando ao mercado de capitais, um outro fator é que o mercado sabe que não há mistério. Se Dilma pretende mesmo fortalecê-lo, a receita é conhecida.

Para Roberto Teixeira da Costa, fundador da Comissão de Valores Mobiliários, são três os ingredientes básicos: 1) inflação controlada e taxa de juros em padrões internacionais; 2) previsibilidade – regras do jogo devem ser mantidas e respeitadas e 3) economia voltando a crescer e empresas e investidores sendo novamente atraídos para o mercado.

- Quando digo mercado, não me refiro exclusivamente ao mercado de equities, mas também ao mercado de dívida privada de longo prazo. Para tanto, é fundamental o contínuo fortalecimento dos investidores institucionais. A legislação fiscal deve ser estimulante!!!

As exclamações são dele.

Só uma observação: é engraçado como Dilma Rousseff, lá fora, como se diz em Minas Gerais, “toca a falar” do mercado financeiro. Em terras nativas, o tal é sempre mais desvalorizado pelo governo.

Autor: Jorge Félix Tags: , , , ,

quarta-feira, 21 de novembro de 2012 Conjuntura, Mercado de Trabalho | 19:33

Especialistas apontam desemprego baixo, mas renda também

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A taxa de desemprego deve permanecer em patamares baixos até o fim do ano. De acordo com projeção da consultoria Austin Rating, o índice de outubro, que será divulgado nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), deve ficar em 5,4%, mesma marca registrada em setembro.

Na opinião de Rafael Leão, economista da Austin, a taxa não terá alterações significativas até o fim do ano e deve fechar na média de 5,6%, abaixo dos 6% de 2011. Segundo ele, o mercado de trabalho não foi fortemente afetado pela desaceleração da economia.

Leão aposta, porém, na continuidade do crescimento da renda e em consequente pressão inflacionária a apontar a seta das taxas de juros para cima.

Celso Grisi, diretor presidente do Instituto de Pesquisa Fractal, também acredita na manutenção de uma taxa de desocupação baixa, de no máximo 5,5%. Mas Grisi tampouco vê risco de aumento de preços gerados por eventual crescimento de renda. Ele acredita que as maiores pressões vêm do grupo dos alimentos que, segundo ele, encontra-se controlado.

Alcides Leite, professor de Economia da Trevisan Escola de Negócios, afirma que o índice de desemprego já está baixo, sem muito espaço para novas quedas. Já em relação à renda, Leite não acredita em novo crescimento real.

- A economia está em ritmo lento, não há muitas chances para novos aumentos, avalia.

Autor: Jorge Félix Tags: , , , , , , ,

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