Mais um Royal Tulip
A BHG negocia assumir a gestão de um grande empreendimento hoteleiro em construção. Se vingar, fincará a terceira bandeira da marca Royal Tulip.
A BHG negocia assumir a gestão de um grande empreendimento hoteleiro em construção. Se vingar, fincará a terceira bandeira da marca Royal Tulip.
A Barra da Tijuca, como se sabe, vive hoje um boom hoteleiro devido ao valor dos terrenos nos bairros da zona sul do Rio de Janeiro. Até 2016, a oferta sairá de 4.500 quartos para 10.500.
No entanto, a taxa de ocupação cairá de 80% para 43%.
- A Olimpíada será um momento isolado, de três semanas, é difícil o investidor ter retorno em menos de 8 anos, afirma José Ernesto Marino Neto, da BHS International.
Em Belo Horizonte, outra cidade que teve incentivos da prefeitura para o setor hoteleiro, a projeção é duplicar a oferta até 2016, de 4.886 quartos para 9.500. Mas a demanda não acompanhará, segundo ele, e a ocupação sai dos atuais 70% para 52%.
Os turistas estrangeiros deixaram US$ 532 milhões no país no mês passado, um volume recorde para os meses de maio, informa o Ministério do Turismo.
Em relação ao mesmo período de 2011, que registrou gastos de US$ 527 milhões, a receita cambial do turismo cresceu 0,97%.
Houve aumento também na receita acumulada de janeiro a maio, na relação com o mesmo período do ano passado. A diferença foi de 7,41%, comparando os US$ 3 bilhões gastos por estrangeiros nos destinos nacionais com os US$ 2,8 bilhões da soma dos primeiros cinco meses de 2011.
Ainda bem que Dilma Rousseff ignorou a ideia do ministro do Turismo, Gastão Vieira, de isentar de impostos as compras dos turistas estrangeiros por aqui.
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Delegações estrangeiras elegeram o Teleférico do Alemão, administrado pela SuperVia, como ponto obrigatório de visitas durante a Rio+20. São 3,5 quilômetros de passeio no transporte a cabo, inaugurado no ano passado.
Já andaram de teleférico o ministro francês da Economia Social e Solidária, Benoit Hanom, o diretor-geral da Agência Francesa de Desenvolvimento, Dov Zerah, acompanhado dos diretores no Brasil, Gerard Larosse, e na América Latina e Caribe, Philippe Orliange, o prefeito de Seul, Park Won Soon, com 20 pessoas de uma delegação governamental da Coreia do Sul.
Por dia, em média, são 10 mil passageiros, a maioria moradores das comunidades do Complexo do Alemão.
É mais caro ser gay. Pelo menos quando o critério é hospedagem em São Paulo.
Alguns hotéis da capital paulista fizeram pacotes para os dois próximos grandes eventos turísticos da cidade: a 16ª Parada do Orgulho LGBT, que começa amanhã, e a 33º SP Fashion Week, de segunda-feira, 11, até o sábado, dia 16.
No Hotel Pullman São Paulo Ibirapuera, por exemplo, a suíte mais cara sai por 594 reais no fim de semana da parada, enquanto nos cinco dias da semana de moda, os fashionistas pagarão apenas 746 reais pelo mesmo conforto.
Uma diferença de 97% na diária.
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Um dos principais pilares da combalida economia grega, o turismo também vai de mal a pior no atual calcanhar de Aquiles da zona do euro.
Segundo reportagem do jornal norte-americano Wall Street Journal, as reservas europeias para as férias de verão na Grécia estão 85% menores neste ano.
A crise que afeta o país é o principal fator contrário à ida dos turistas ao país.
O recorde de 16,4 milhões de turistas, obtido no ano passado, nem de perto se repetirá em 2012.
Mais um round na briga pelo Hotel Rio Palace, uma das princesinhas do mar do setor hoteleiro de Copacabana. A 4ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro confirmou a validade e a eficácia da aquisição do hotel pelo Grupo BHG – uma novela que começou em 2010.
O julgamento reforma a decisão de primeira instância da 6ª Vara Empresarial da Comarca do Rio de Janeiro, rejeitando o suposto direito de preferência da Nova Riotel (Accor/Sofitel).
Apesar de perder essa nova batalha, a Accor, que fez depósito judicial de R$ 184 milhões pela compra, irá recorrer da decisão.
As operadoras Agaxtur e Ancoradouro – que iniciaram nesta semana um consórcio operacional – unificar as duas marcas na Argentina e nos Estados Unidos (dois dos principais destinos operados pelas companhias).
Na Argentina, a unificação deve acontecer já na próxima semana. Nos Estados Unidos, as marcas se unirão em agosto.
Segundo Aldo Filho, presidente da Agaxtur, com a unificação operacional, as duas empresas projetam um crescimento de 50% para os próximos dois anos.
Os números são da agência governamental de turismo norte-americana: os Estados Unidos pretendem ampliar o número de turistas estrangeiros no país de 62 milhões no ano passado para 100 milhões até 2021.
Barack Obama anunciou uma força tarefa para atingir a meta, segundo a Casa Branca, fundamental para a retomada da economia. Os turistas gastam por lá 250 bilhões de dólares por ano.
A boa notícia é que uma das determinações é facilitar a concessão de vistos, especialmente para Brasil, China e Índia. A Casa Branca reconhece que o processo de vistos é sua maior desvantagem diante da concorrência com o turismo europeu.
De acordo com o U.S. Commerce Secretary, a receita de turismo nos Estados Unidos bateu 12 trilhões de dólares no ano passado e gerou 7,6 milhões de empregos. Até 2017, a intenção é ampliar esse número de 4 a 5% a cada ano.
A U.S. Travel Association estima que se o período para a concessão de vistos for reduzida em 10 dias, o país criaria 1,3 milhões de empregos e faturaria mais 850 milhões de dólares com o turismo até 2020.
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Um brasileiro fez reserva para o wine concierge, o serviço criado recentemente pelo Grand Hôtel de Bourdeaux no qual um especialista, antes da chegado do hóspede à capital mundial do vinho, prepara todas as visitas, jantares e harmonizações, com direito a acesso exclusivo às melhores vinícolas do planeta.
É claro que o hotel mantém o nome do privilegiado sob sigilo. E o valor da brincadeira também. De longe, a aposta é que o serviço é a mais cara viagem de vinho do mundo (incluindo os menus).
Sabe-se que a diária mais básica do Grand Hôtel de Bourdeaux está em torno dos 1.500 reais.