Investimentos | Poder Econômico

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Arquivo da Categoria Investimentos

quinta-feira, 22 de novembro de 2012 Investimentos | 13:09

Boom da construção civil amplia investimento em inovação

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Fala-se muito do boom da construção civil, do setor imobiliário e pouco sobre como tudo isso está obrigando as empresas à modernização de sua cadeia. É preciso construir cada vez mais rápido, com menos custo e de forma mais segura.

A Coppe da UFRJ – Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia tem sido um laboratório dessas inovações. Acaba e fechar parceria com a Marko Sistemas Metálicos para desenvolver um software que realize os cálculos dos seus produtos em escala industrial, como por exemplo, a Viga Universal – uma megasuperhiper viga levíssima que atende a diversas cargas em até 50 metros de altura.

A empresa investe 5% do seu faturamento em P&D e realiza periodicamente testes e análises do comportamento estrutural em diversas universidades no Brasil e no Exterior, destacando-se a COPPETEC da UFRJ, a PUC-RJ, a Carleton University do Canadá e DICTUC S.A Instituto de Investigação de Material, da Escuela de Engenharía da Pontificia Universidade Católica do Chile.

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quarta-feira, 21 de novembro de 2012 Investimentos | 14:37

Missão holandesa busca investimentos no Brasil

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O príncipe de Orange e a Princesa Máxima e a ministra de Comércio Exterior e Desenvolvimento dos Países Baixos, Liliane Ploumen, promovem, hoje à noite, no Jockey Club de São Paulo, evento para marcar a abertura no Brasil da Agência Neerlandesa de Investimentos Estrangeiros (NFIA).

O país mandou para cá 175 representantes de empresas em busca de oportunidades de negócios. Embora estejam mais interessados em investimentos das empresas brasileiras por lá, esta é a maior missão comercial que já veio ao país.

A comitiva passará por Brasília, Ribeirão Preto e Rio de Janeiro.

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segunda-feira, 19 de novembro de 2012 Investimentos | 05:01

Fora do foco 1

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Em 2012, as seis principais players globais do petróleo fizeram investimentos de US$ 100 bilhões pelo mundo. Sobrou zero para o Brasil.

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Investimentos | 05:00

Fora do foco 2

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Um dos maiores fundos de pensão do planeta, focado em investimentos no setor de infraestrutura, sobretudo estradas, descartou participar das concessões de rodovias brasileiras. Com tarifa limitada, nem pensar.

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sexta-feira, 16 de novembro de 2012 Investimentos | 15:01

Quatro universidades disputam Desafio de Pesquisa do CFA

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Alunos do Insper, Faculdade Getúlio Vargas, Universidade Federal de Santa Catarina e Fundação Armando Alvares Penteado são os finalistas da etapa Brasil do Desafio de Pesquisa do CFA Institute, organização sem fins lucrativos de profissionais da área de investimentos.

O vencedor será anunciado na próxima terça-feira, 20 de novembro, em São Paulo. Na ocasião, os 18 participantes irão apresentar seus trabalhos depois de vários meses de preparação para desenvolver uma análise financeira empresarial.

Este ano, a competição atraiu dez universidades brasileiras – número recorde do evento – totalizando 47 alunos inscritos. O vencedor local irá avançar para a etapa regional das Américas para competir com outros países, incluindo Estados Unidos, Canadá e México.

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quarta-feira, 31 de outubro de 2012 Empresas, Investimentos | 05:12

Controlar é apenas 1% da receita da CCR

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Se uma das primeiras decisões do prefeito eleito de São Paulo, Fernando Haddad, for mesmo acabar com a inspeção veicular em São Paulo – ou deixar de cobrar a tarifa de R$ 44,36 -, o único prejuízo da CCR, empresa dona da Controlar, a prestadora de serviço, será de imagem.

Outro fato a destacar: o fim da inspeção veicular acabaria com o plano da CCR de nacionalizar o Controlar. Até agora, uma jabuticaba paulistana.

Mas isso não está precificado em seus papéis. A propósito, as ações da empresa, até ontem, registravam alta de 54% no ano e de 59% em 12 meses.

Como o contrato com a prefeitura de São Paulo há tempos está sob risco devido às denúncias de irregularidades e investigação do Ministério Público, segundo a equipe de analistas da Coinvalores, o mercado financeiro já avaliou lá atrás a interrupção desta receita.

Nos últimos seis meses, a Controlar significou apenas 1% de tudo o que entrou no caixa da CCR. O faturamento anual do grupo é de R$ 2,6 bilhões. A empresa está mais interessada, atualmente, na privatização dos aeroportos, na Linha 4 do metrô paulistano, no pedágio das rodovias e no Sem Parar, de onde sai a maior parte de sua receita.

Até o ano passado, só para se ter uma ideia, o Controlar representava 3% do faturamento. Mas perdeu rapidamente a relevância. No primeiro semestre, rendeu R$ 22 milhões. Atualmente, inclusive, é muito mais um desgaste do que um bom negócio.

Até agora, a CCR optou pelo silêncio sobre a ameaça de Haddad ao Controlar. A aposta de quem acompanha o assunto é que, como o PT e Gilberto Kassab, agora, são velhos companheiros, é bem capaz que o petista chegue a um meio termo devido ao caráter simbólico da pendenga sob a gestão do chefe do PSD.

Outro fato a destacar: o fim da inspeção veicular acabaria com o plano da CCR de nacionalizar o Controlar. Até agora, uma jabuticaba paulistana.

Mas isso não está precificado em seus papéis. A propósito, as ações da empresa, até ontem, registravam alta de 54% no ano e de 59% em 12 meses.

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quarta-feira, 17 de outubro de 2012 Investimentos | 16:15

“Não é possível montar um portfólio global sem exposição ao Brasil”

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O mercado de ações brasileiras está hoje entre os dos dez maiores em todo mundo, aponta Geert Bekaert, professor da faculdade americana Columbia Business School e pesquisador da National Bureau of Economic Research (NBER).

- A economia do país se tornou tão importante que não é possível montar um portfólio global sem exposição ao Brasil, comenta.

PhD em Finanças, Bekaert ressalta, contudo, que, se por um lado o crescimento brasileiro e o ambiente regulatório no país são pontos positivos sobre outras economias emergentes, por outro, o Brasil perde atratividade pelo controle do capital e pelas taxas sobre as entradas de divisas estrangeiras, especialmente se feitas de forma aleatória conforme os últimos anúncios do ministro da Fazenda, Guido Mantega.

- Isso tende a ficar caro para o investidor internacional, elevando o prêmio das securities e baixando o valuation.

Bekaert é especialista em modelos de gestão de assets e trabalha como consultor do empresário David Elliot Shaw, cuja fortuna foi estimada em US$ 2,5 bilhões pela Forbes em 2008. Ele virá à São Paulo para o seminário Global Quantitative Asset Management, promovido pela consultoria financeira FCE, de 26 a 29 de novembro.

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segunda-feira, 24 de setembro de 2012 Conjuntura, Investimentos | 05:02

Benefícios de atuação do BNDES superam os custos

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Sede do BNDES, no Rio: papel relevante na crise (Foto: Divulgação)

No primeiro semestre, o desempenho do BNDES decepcionou o ministro da Fazenda, Guido Mantega, com a liberação de apenas R$ 53,5 bilhões – um terço do previsto. O número isolado insinua um papel menor do banco no enfrentamento da crise. Engano.

No período de 2000-2010, o desembolso do BNDES para os investimentos produtivos aumentou em média 18% a.a., o que contribuiu para impulsionar o aumento da taxa de investimento em proporção ao PIB, de 16,5% em 2000 para 19% em 2010. O impacto foi um aumento da taxa de crescimento médio do PIB de 3,5% a.a. entre 2000-2010, superior ao 1,5% da década anterior.

O dado é parte do estudo inédito O papel dos bancos públicos no Brasil: uma análise da atuação do BNDES, assinado pelo professor Antônio Corrêa de Lacerda (PUC-SP) e pelo economista Alexandre da Silva Oliveira (USP), antecipado ao Poder Econômico e que será divulgado hoje em palesta, às 17h30, na PUC-SP.

“O custo da atuação do banco gerado para o Tesouro Nacional é muito menor do que os benefícios criados”, concluem os autores em resposta à crítica mais comum feita à atuação do banco.

Os benefícios verificados por Lacerda e Oliveira são a maior demanda agregada, ampliação da arrecadação do governo e o aumento dos dividendos pagos pelo BNDES ao Tesouro.

Uma curiosidade: o BNDES, com US$ 222 bilhões em ativos, só é superado pelo Bird (com US$ 275 bilhões) e pelo banco de desenvolvimento da China (com US$ 546 bilhões). Mas tem o maior lucro líquido.

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Conjuntura, Investimentos | 05:01

BNDES X mercado de capitais

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Enquanto o BNDES, de acordo com o estudo de Lacerda e Oliveira, ampliou em seis vezes o seu volume de financiamento, entre 2000-2009, o valor de mercado das ações de empresas negociadas na Bovespa cresceu de pouco mais de 30,0% para mais de 90,0% do PIB.

Ou seja, uma evidência de que o BNDES – ao contrário do que se diz – estimulou o mercado de capitais.

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quarta-feira, 12 de setembro de 2012 Investimentos, Negócios | 19:17

Arte contemporânea no Brasil cresce 44% em dois anos

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O volume de negócios de arte contemporânea no Brasil cresceu 44% nos últimos dois anos. O número é de pesquisa inédita da Associação Brasileira de Arte Contemporânea (ABACT) que, em parceria com a Apex-Brasil, participa, a partir de amanhã, do ArtRio.

A pesquisa foi feita com 32 galerias (as maiores do país entre as 54 sócias da ABACT em sete estados) e a ideia é atualizá-la todo ano.

- Ela aponta tendências e começa a jogar luz sobre um setor que, costumava-se acreditar, operava de forma pouco transparente, muitas vezes na informalidade e jamais revelava os segredos de seus negócios – diz a advogada e pesquisadora Ana Letícia Fialho, coordenadora da pesquisa do Programa Setorial Integrado de Arte Contemporânea ABACT-Apex.

O homem que anda, de Antônio Dias: arte contemporânea movimenta mais de US$ 100 milhões por ano no Brasil (Foto: Divulgação)

Outros dados chamam a atenção no setor: a média de pessoas empregadas de forma regular nas galerias é de 7,75 e os empregados com carteira assinada representam a maioria, a média é de 5,22.

Cada galeria representa, em média 24 artistas, num total de 800. A média percentual de novos artistas que entram no mercado é de 23,6%.

- Esse dado fala da capacidade das galerias de lançarem novos nomes, o que envolve um certo risco, mas é fundamental para a renovação e expansão do mercado – explica Ana.

Os números ainda mostram que cerca de 48% dos artistas representados pelas galerias brasileiras estão em coleções internacionais e cerca de 18% são representados por galerias estrangeiras.

O preço médio das obras mais baratas é de R$ 1 mil e 100 e as obras mais caras têm preço médio de R$ 540 mil.

Mas são os negócios gerados no Brasil que mais têm impulsionado o crescimento do setor. A economia brasileira passou ao largo da crise internacional, aquecendo o mercado de arte. Uma estimativa conservadora, segundo Ana, é de que as galerias mapeadas movimentem anualmente cerca de US$ 100 milhões.

Por trás desse crescimento estão os colecionadores privados brasileiros, que não só estão investindo mais, mas se tornando mais numerosos. Eles movimentam cerca 66% das vendas, enquanto as instituições nacionais representam apenas 8%.

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