Klinger Portella | Poder Econômico - Part 5

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segunda-feira, 3 de setembro de 2012 Mercado financeiro | 18:04

Investidores estrangeiros voltam a deixar dinheiro na Bovespa

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Bovespa: paulistas e fluminenses no topo (Foto: AE)

Bovespa: estrangeiros entrando (Foto: AE)

Em agosto, a movimentação de investidores estrangeiros voltou a ficar positiva na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), após três meses.

Os estrangeiros deixaram, ao fim do mês, R$ 884,1 milhões na bolsa – foram R$ 62,2 bilhões comprados, contra R$ 61,3 bilhões vendidos em agosto.

Em julho, houve saída de R$ 281,5 milhões em recursos de investidores internacionais por aqui.

No acumulado do ano, o saldo de estrangeiros está positivo em R$ 2,77 bilhões.

O resultado é atribuído, principalmente, ao mês de janeiro, quando os estrangeiros deixaram R$ 7,16 bilhões na Bovespa.

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Congresso | 17:20

CAE “tira férias” para campanha eleitoral

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Os senadores da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) não se reunirão nesta semana em Brasília. Eles terão os próximos dias “livres” para fazer campanha em seus estados.

As atividades da comissão só serão retomadas a partir do próximo dia 11.

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Conjuntura | 16:14

R&A: Focus caminha para PIB de 1,3%

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A aposta é da Rosenberg & Associados: as expectativas do boletim Focus para o PIB de 2012 devem chegar a 1,3%.

Na edição de hoje do Focus, as projeções do mercado caíram para crescimento de 1,64% neste ano – foi a quinta queda consecutiva nas perspectivas.

Leia também:

Mantega: Focus acerta mesmo na última semana de dezembro

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Governo | 15:16

Tombini recebe presidente do HSBC

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Tombini: encontro em Brasília (Foto: Divulgação)

De volta dos Estados Unidos, onde participou na semana passada do simpósio de política econômica promovido pelo Federal Reserve Bank of Kansas City, o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, se reúne hoje com o presidente executivo do Grupo HSBC, Stuart Gulliver.

O “encontro de cortesia” acontece nesta tarde, na sede do BC, em Brasília.

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domingo, 2 de setembro de 2012 Entrevista | 06:02

“Governo terá dificuldade para cumprir cronograma do pacotão”

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Claudia Bonelli: pacotão agradou investidores (Foto: Divulgação)

O pacote de infraestrutura, anunciado pela presidenta Dilma Rousseff, foi bem avaliado por investidores nacionais e internacionais. Apesar da boa impressão inicial, o governo caminha, agora, para o desafio de fazer o projeto andar, principalmente, dentro do apertado cronograma estabelecido.

Sócia responsável pela área de Direito Administrativo e Regulatório do escritório TozziniFreire, a advogada Claudia Bonelli destaca que é muito difícil o governo conseguir cumprir com os prazos previamente estabelecidos para o processo de licitação – Dilma prometeu concluir o processo em 13 meses para o início das obras.

- A prática demonstra que é muito raro que esses cronogramas sejam atendidos diz Claudia, nesta entrevista ao Poder Econômico.

Poder Econômico – Qual a sua avaliação sobre o pacotão de infraestrutura anunciado pelo governo para ferrovias e rodovias?

Claudia Bonelli - A primeira avaliação que eu imagino que possa ser feita é que o pacote gerou grande interesse do mercado, tanto interno quanto externo. Temos sentido um movimento muito forte com o objetivo de acompanhar e participar de futuros processos nesse pacote de concessões. De fato, vamos ter muitas novidades aí. Temos como novidade as duas MPs que foram aprovadas, uma com mudanças tributárias impactando a área de PPPs, e temos a EPL (Empresa de Planejamento e Logística), que é uma empresa que não vai ficar focada somente no trem de alta velocidade, mas tem um papel importante de privilegiar projetos com escopo de intermodalidade. Claro que o pacote e as MPs são promessas que precisam ser sedimentadas nos editais de licitação e que vamos verificar ao longo dos anos. Mas eu compartilho com todo esse movimento que tenho sentido no mercado de que o pacote é positivo. Se todo esse potencial ficar refletido nos editais que vierem a ser lançados, tem muita coisa positiva pela frente.

Poder Econômico – O governo previu, inicialmente, um prazo de 13 meses para a realização do processo licitatório e o início das obras. É viável fazer todo esse processo nesse curto período?

Claudia Bonelli - A prática nos demonstra que é muito difícil manter esse cronograma inicial. Temos de trabalhar com prazos, obviamente. O governo tem de impor alguns prazos, mas em razão da natureza e das regras as quais o governo está submetido, o cumprimento desses prazos é difícil. Quando a modelagem estiver pronta, a minuta tem de ser encaminhada ao TCU e ali pode existir uma gama de desdobramentos. Há ainda processos de controladoria. Não temos no governo federal a agilidade que podemos ter em uma empresa privada. Por mais que o governo corra e se imponha esses prazos o fato é de que ele mesmo tem o dever de se submeter a etapas que estão fora do controle dele.

Poder Econômico – Alguns contratos de concessão de ferrovias serão alterados ou até cancelados por conta desse novo pacote. Isso pode gerar grandes disputas jurídicas e atrasar o andamento dos projetos?

Claudia Bonelli - O governo, em geral, tem ferramentas a sua disposição para exercer essa “mão” sobre os contratos existentes. Não estou falando de quebra de contratos. Temos alguns dispositivos que garantem ao governo o direito de rescindir unilateralmente o contrato ou alterá-lo, desde que indenize previamente os particulares prejudicados. Existe base legal para isso que o governo deseja fazer. Se o governo mostrar um projeto que demonstre os ganhos obtidos com as mudanças nos contratos, eles podem ser alterados. Claro que temos a possibilidade de particulares buscarem meios para tentar impedir com que o governo altere ou rescinda os contratos ou tentar paralisar esse processo. Eles fizeram seus investimentos levando em consideração o contrato proposto. Se vem um anuncio como esse do governo, eu imagino que eles não queiram aceitar forma tão clara e alguns questionamentos podem acontecer, sim.

Poder Econômico – Recentemente, o presidente da EPL, Bernardo Figueiredo, disse que o governo errou no primeiro modelo de licitação dos aeroportos. Concorda?

Claudia Bonelli – O governo tem batido muito na questão da característica dos operadores finais desses três aeroportos licitados. Não é diferente do que já tinha acontecido com São Gonçalo do Amarante. Talvez tivéssemos muitos pontos para discutir, como a participação da Infraero, o interesse do governo. Simplesmente faço um processo licitatório na linha dos anteriores, só apertando a qualificação dos operadores para ter mais nomes mais robustos entre os vencedores ou vou tentar uma participação minoritária em um aeroporto administrado pela Infraero? Com relação à modelagem, a questão é mais complexa do que somente imaginar a figura de um operador mais robusto. Se tomarmos como exemplo o que está acontecendo com o TAV, que é um edital em andamento agora, já vemos que o governo já faz uma exigência um pouco mais forte sobre a qualificação do operador, com mínimo de 10 anos de experiência. Isso demonstra que isso é consenso. O governo reconhece que o resultado de Guarulhos, Viracopos e Brasília não era o esperado. Os grandes operadores não apareceram entre os vencedores e o governo quer mudar isso.

Poder Econômico – E qual seria o modelo ideal de participação da Infraero para que esses grandes operadores estejam por aqui?

Claudia Bonelli - Eu imagino que a gestão de uma concessão com um parceiro público, nos moldes feitos com a Infraero, é complexa. Mas na prática o que verificamos é que, independente desse ponto, existiu um interesse forte dos licitantes. Meu sentimento na primeira rodada é que a participação da Infraero causaria alguns constrangimentos, mas na prática isso não aconteceu. Uma vez posto que a licitação seria com participação minoritária da Infraero de 49% na concessionária, os grupos levaram isso em consideração e não desistiram da concessão. Isso foi assimilado pelo mercado. A consequência disso a gente passa a ver nos próximos anos. Como a Infraero vai se portar ao longo da concessão? Como estamos ainda nesse processo de transição, não temos isso incorporado na prática. Na ótica do advogado, eu acho, sem dúvida, que é mais complexo e pode exigir um desafio maior dos grupos privados.

Poder Econômico – Mas uma participação menor da Infraero poderia atrair um número maior de grandes operadores nas próximas licitações?

Claudia Bonelli - Sem dúvida. Mas é engraçado, porque as discussões estão seguindo mais na linha da não redução da participação, e até no aumento da participação da Infraero, assumindo a posição de majoritária, com o grupo privado como minoritário. Já se fala nisso. Mas é verdade que as empresas privadas se sentiriam mais à vontade para operar como controladoras da concessionária.

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sexta-feira, 31 de agosto de 2012 Conjuntura | 13:11

Austin: Brasil tem 20º maior crescimento do PIB no trimestre

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O Brasil fechou o segundo trimestre com um modesto 20º lugar na lista dos 35 maiores PIBs mundiais, elaborados pela Austin Ratings.

De acordo com os dados anualizados, o PIB brasileiro cresceu 2% frente ao segundo trimestre de 2011.

Tal resultado deixa o Brasil exatamente na média mundial, que também é de 2%, mas bem abaixo dos 4,8% registrados entre os Brics.

A China, claro, se manteve no topo da lista, com expansão de 7,6%, seguida por Indonésia (6,4%) e Chile e Índia (ambos com 5,5%).

PIB

Fonte: Austin Ratings

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Negócios do Esporte | 07:02

Santistas pagam quase R$ 1 mil por um jogo na Vila Belmiro

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Jogue na Vila: cota esgotada (Foto: Divulgação)

O Santos, por meio da Santos Tour, promove amanhã o evento Jogue na Vila. O projeto reúne 110 torcedores do time para uma partida de 30 minutos na Vila Belmiro, com direito a cerimonial igual ao dos jogos oficiais. O ex-jogador Robert também estará entre os atletas.

Cada jogador paga R$ 990 para entrar em campo. Os sócios-torcedores pagam R$ 890.

Até ontem, as escalações dos dez times estavam praticamente fechadas. Faltavam apenas seis vagas para zagueiros e goleiros.

Do valor levantado, 70% ficará com o Santos e 30% com a Futebol Tour, que organiza o evento.

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quinta-feira, 30 de agosto de 2012 Congresso | 18:54

Presidente da EDP faz tour pelo poder em Brasília

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Em tempos de suspeitas de atraso em Belo Monte, a nova presidente da EDP no Brasil, Ana Maria Fernandes, tratou de fazer um tour pelo poder para mostrar o ritmo das obras da usina hidrelétrica de Santo Antônio do Jari, no Amapá.

Hoje foi a vez do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), que recebeu um calhamaço de papel com detalhes sobre a obra – um investimentos de R$ 1,4 bilhão. Ela assegurou a Sarney que está tudo dois meses adiantado em relação ao cronograma.

Ana Maria já esteve com o ministro de Minas e Energia, Edson Lobão, e visitará também a Câmara dos Deputados.

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Negócios do Esporte | 14:58

LeBron James é campeão de vendas em loja da NBA no Brasil

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LeBron James: top de vendas (Foto: Divulgação)

O ala norte-americano LeBron James, do Miami Heat, é o campeão de vendas de produtos personalizados nos dois primeiros meses de operação da LojaNBA.com, administrada pela Netshoes no Brasil.

O atleta, que ganhou o ouro olímpico em Londres, vende mais itens personalizados que o ídolo Michael Jordan.

Entre os times da NBA, o Los Angeles Lakers – campeão da temporada 2009/2010 da liga norte-americana – é o preferido dos brasileiros.

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Consumo | 14:24

Consultoria prevê venda de 200 mil veículos com IPI reduzido

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Montadoras: ritmo de alta (Foto: AE)

A decisão do governo de prorrogar a redução do IPI para automóveis até outubro vai ampliar as vendas do setor em pelo menos 200 mil unidades, segundo projeções da consultoria automotiva Oikonomia.

Com isso, as montadoras deverão fechar o ano com mais de 3,8 milhões de carros vendidos, um crescimento entre 11% e 11,5% frente a 2011.

O ponto negativo é uma possível pressão nos preços dos automóveis, já que, para alguns modelos, a fila de espera já chega a 60 dias.

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