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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012 Internacional | 14:44

A flexibilidade intelectual do FMI e o fluxo de capital

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Depois de muita gente ganhar milhões de dólares com palestras, relatórios, artigos pregando a liberalização financeira irrestrita, desde fins dos anos 1980, o Fundo Monetário Internacional vem a público reconhecer, oficialmente, que o fluxo de capitais mundo afora merece, sim, um controle.

A Grande Recessão já havia feito o FMI titubear em declarações aqui e ali sobre este seu dogma. Admitira controles em alguns países e, diga-se, o Brasil saiu na frente nesta guerra. Agora o fundo publica cartilha aceitando o inexorável. Mas só em alguns casos e de forma temporária .

O fato só prova a grande dificuldade dos organismos multilaterais de virem a público, diante da comunidade internacional, reconhecer seus erros teóricos – ou suas visões institucionais distorcidas por pressão do mercado (como bem mostra o documentário Inside Jobs, ganhador do Oscar).

Durante duas décadas, o FMI influenciou as políticas mundo a fora e legou ao ostracismo políticos, visões e até mesmo universidades de Economia que pensavam diferente. O mundo, no entanto, não ouviu nenhum pedido de desculpas.

Os países que sustentam o FMI, com desembolsos altos para bancar sua estrutura e suas pesquisas, além do fundo propriamente dito, precisam estabelecer mecanismos de controle sobre a produção acadêmica do organismo. Afinal, ideias não nascem em árvores e têm consequência sobre a vida, o emprego e o futuro das pessoas.

É bastante confortável para economistas e estrategistas do FMI quebrarem tabus no tempo que determinam à mercê de interesses conjunturais. O mesmo vale para o Banco Mundial, que, durante a década de 1990, errou em recomendações, por exemplo, na questão da Previdência Social, influenciou na privatização total do sistema chileno e, depois, voltou atrás. Hoje quem paga o preço daqueles que ficaram sem previdência no país é o meu, o seu e o nosso do contribuinte do Chile.

Prêmio Nobel de Economia, Paul Krugman lembra, em seu blog, que desde as crises dos países da Ásia, nos anos 1990, apontava a liberdade de fluxo de capitais como causa, mas o FMI nunca ouviu.

Assim como fazia pouco caso da tese da “financeirização” da Economia que era vista como coisa de economistas franceses. Agora é coisa da “flexibilidade intelectual” do FMI.

Autor: Jorge Félix Tags: , ,

quinta-feira, 29 de novembro de 2012 Internacional | 18:21

Índia prepara maior “Bolsa Família” do mundo

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Marcha de pobres na Índia: programa prevê 720 dólares por ano para cada família (Foto: EPA)

Pode não ter nada a ver com a passagem do ex-presidente Lula por lá. Mas a Índia prepara um programa de transferência direta de renda.

O Bolsa Família de lá será o maior do mundo: 720 milhões de beneficiados. É como se toda a população da Europa recebesse o benefício.

O governo calcula uma renda de 720 dólares para cada domicílio abaixo da linha de pobreza.

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Índia e Brasil, quem atrai mais investimentos?

Lula retoma diplomacia comercial na África

Autor: Jorge Félix Tags: , ,

quarta-feira, 28 de novembro de 2012 Negócios | 18:34

Brasileiros na “black friday” do setor imobiliário americano

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Real Estate: americanos buscam compradores brasileiros (Foto: Divulgação)

Grandes executivos da Related, um dos maiores players imobiliários dos Estados Unidos, com recursos da ordem de 15 bilhões de dólares, desembarcaram no Brasil, onde fecharam parceria com a Coelho da Fonseca, para vender dois empreendimentos, o Viceroy Snowmass, em Aspen, e o One Madison Park, em Nova York.

A crise financeira fez desses negócios uma longa black friday.

Em 2007, uma unidade do Viceroy saia por 525 mil dólares (cerca de 1,1 milhão de reais) e agora leva quem pagar apenas 225 mil dólares (pouco mais de 470 mil reais).

A “promoção” já está seduzindo a brasileirada.

Autor: Jorge Félix Tags: , , ,

sábado, 17 de novembro de 2012 Justiça | 15:59

Walmart, Justiça do Trabalho e o “preço da desigualdade”

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Walmart: problemas com a Justiça (Foto: Divulgação)

A Justiça do Trabalho no Brasil tem sido alvo de críticas de todo lado. São muitos os exemplos buscados por empresas para justificar o ataque.

O fato é que a redução da desigualdade social no país (em relação à renda do trabalho) na última década tem a ver também com a atuação da Justiça do Trabalho.

Alguns casos demonstram isso. O Walmart, na quinta-feira, divulgou uma provisão de 69 milhões de dólares (138 milhões de reais) para cobrir perdas de ações trabalhistas no Brasil. As ações ainda transitam na Justiça, mas a empresa global já precifica a derrota.

A rede de 530 lojas faturou 23,4 bilhões de reais em 2011 no Brasil e tem 82 mil empregados. Segundo o Walmart, se não fosse a provisão a unidade brasileira teria fechado o terceiro trimestre no lucro.

Exagero da Justiça? Talvez.

Mas a resposta positiva fica mais difícil quando o economista Joseph Stiglitz, Prêmio Nobel e um dos maiores incentivadores de Barack Obama para aumentar os impostos sobre os ricos norte-americanos, revela em seu livro The price of inequality (O preço da desigualdade, ainda sem edição em português) que a fortuna dos seis herdeiros da família Walton, dona do “império Walmart”,  soma 69,7 bilhões de dólares, equivalente a tudo o que têm 30% dos norte-americanos que estão na base da pirâmide social.

Ou seja, por aqui, a Justiça do Trabalho é quem está fazendo o que Obama, a duras penas, tenta fazer nos Estados Unidos.

Autor: Jorge Félix Tags: , , , ,

terça-feira, 6 de novembro de 2012 Internacional | 17:17

O abismo salarial nos Estados Unidos

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(Reprodução WSJ)

Desde a sua eleição, Barack Obama tinha o desafio de fazer os norte-americanos acreditarem que ainda eram ricos. Quatro anos depois, no dia de ir vão às urnas, os eleitores são motivados por uma informação dolorosa.

O dado virou até “número da semana” do Wall Street Journal: o valor da hora de trabalho no setor privado caiu mais um centavo, em outubro comparado com setembro. Ficou em 23 dólares e 58 centavos.

De acordo com o HSBC, o dado do Departamento de Emprego mostra a pior estagnação salarial no país desde 1964.

Detalhe: nos últimos 12 meses, os salários caíram 1,6% contra inflação de 2,0%.  

Autor: Jorge Félix Tags: , , , , ,

domingo, 14 de outubro de 2012 Entrevista | 05:04

“Estamos afetando negativamente a competitividade”

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Ferreira: "Até a metade do governo Lula, vínhamos bem, agora andamos para trás" (Foto: Divulgação)

Quando divulgou o relatório trimestral de inflação, há duas semanas, o diretor do Banco Central, Carlos Hamilton Vasconcelos, fez um pedido para o país debater a questão da produtividade e citou o nome do economista Pedro Cavalcanti Ferreira, professor da Fundação Getúlio Vargas (RJ), como referência no assunto. O governo, agora, ensaia uma discussão – e a adoção de medidas – para melhorar a competitividade do país. Mas Ferreira, que estuda o tema há anos, vê todo esse esforço com ceticismo. “Estamos afetando negativamente a competitividade”, afirma. Nesta entrevista ao Poder Econômico, ele avalia que um dos principais motivos para o discurso caminhar para um lado e a prática para o outro é a “excessiva intervenção” do governo na economia. Cita como exemplos o regime automotivo, a política de preço da gasolina e o aumento do imposto de importação de 200 produtos.

Poder Econômico - Por que o Brasil não consegue aumentar a produtividade?

Pedro Cavalcanti Ferreira – Essa é a resposta de bilhões de dólares. Vamos lá. A forma mais simples de explicar é que a produtividade depende tanto de tecnologia, inovação, educação quanto de instituições e normas do país. Se você tem alguns desses itens, os primeiros, mas tem um ambiente de negócios que não incentiva o empreendedorismo, a adoção de tecnologia, o investimento, fica para trás em termos de produtividade. A questão no Brasil tem a ver com essas novas instituições criadas de quatro a cinco anos para cá. De forma clara, há uma volta ao intervencionismo exagerado dos anos 1970, um mercado excessivamente regulado que prejudica o ambiente de negócios. Esse panorama desestimula o aumento da produtividade ou porque o setor está muito protegido e não precisa investir ou porque está consciente de que terá vantagens legais.

Poder Econômico - Há uma acomodação.

Pedro Cavalcanti Ferreira – Exato. São financiamentos subsidiados, vantagens a produção doméstica, política industrial sem metas claras de produção. Se protege demais, onde fica o estímulo? É muito difícil investir porque não precisa, no caso das grandes indústrias. O exemplo clássico é a indústria automotiva. Enquanto as médias têm dificuldade de acesso ao crédito. Logo o acesso à pesquisa também é dificultado ou negligenciado. É bom dizer que houve uma mudança de rumo para essa situação. Até a metade do governo Lula, vínhamos bem, agora andamos para trás.

Poder EconômicoOu seja, já fomos melhores na produtividade.

Pedro Cavalcanti Ferreira – Em Economia, olhamos a produtividade total dos fatores. É um conceito amplo. É a contribuição de todos os fatores na produção. Se olharmos só o trabalho e compararmos com os Estados Unidos, a produtividade do brasileiro é 25% do trabalhador americano. Alerta-se que isso não quer dizer que o brasileiro seja improdutivo, trabalhe menos ou pouco. Esse dado é resultado de uma fórmula, de um modelo, que leva em conta capital, trabalho. A análise é de medidas relativas. O Brasil já foi mais produtivo. Se eu der a mesma educação média, a mesma máquina e equipamento de um norte-americano para um trabalhador daqui, ele produz dois terços. Há uma ineficiência do sistema. Tem a ver com excesso de regulação, infraestrutura etc O brasileiro produz de um terço ou 40% menos. Dependendo do critério adotado pode chegar a 50%. A produtividade vinha aumentando. Nos anos 2000, diminuiu. De 2010 pra cá, piorou. Temos piorado em relação aos outros países líderes.

Poder Econômico - Pioramos em setores específicos?

Pedro Cavalcanti Ferreira – Sim. Quando a intervenção ocorre de forma excessiva, mexe com toda a cadeia, todo o sistema. Por exemplo, quando o governo decide uma intervenção no preço da gasolina, para segurar o preço, como ocorre agora, não é apenas a Petrobras que tem seus resultados comprometidos, abalados. É a indústria do álcool também, são indústrias periféricas do setor, afeta tudo e reduz a produtividade geral da economia. Quando eu obrigo uma empresa a comprar 70% de produção nacional, é uma interferência no sistema.

Poder EconômicoA produtividade baixa começa a ser um entrave para reduzir ou controlar a inflação, como vê essa relação?

Pedro Cavalcanti Ferreira – Se você toma uma série de medidas e faz com que, com a mesma quantidade de fatores de produção estejamos produzindo menos, está ficando mais caro produzir cada unidade. A perspectiva futura, no longo prazo, as pessoas aprendem, mas no curto prazo, é cada vez mais restritiva. Se você, por exemplo, aumenta o imposto de importação de 200 produtos, muito básicos, aumentará o custo. No médio prazo, a tendência é de alta do preço. O consumidor vai pagar mais por um produto pior. Sou pessimista em relação à inflação a curto prazo.

Poder Econômico – O governo começa a priorizar uma agenda de competitividade, como analisa esse desafio?

Pedro Cavalcanti Ferreira – A gente não sabe o que vai acontecer. Essas pessoas que estão no governo diziam que a gente ia crescer muito com taxa de juros baixa, câmbio alto e estamos nesse mundo ideal. No entanto, o país não está crescendo. Por quê? Estamos afetando negativamente a competitividade. Se tudo ocorrer como o que o governo diz na infraestrutura, o que é pouco provável, talvez. Mas investimentos 2% do PIB em infraestrutura, enquanto a China investe 6%, o Chile, 4%, o Peru 4%. O Peru está crescendo porque liberou a economia. Veja não é uma defesa do liberou geral, sem regulação, é mais liberdade. O Peru tinha uma economia muito controlada, provocava grandes distorções. Bastou liberar um pouco. Reduzir a intervenção exagerada. Quando você tem uma economia muito controlada, alguma liberdade já faz alguma diferença em termos de crescimento. Basta comparar a China dos anos 1980 com a de hoje.

Poder EconômicoÀ luz dos dados da Pnad, sobretudo quanto ao fator trabalho, renda do trabalho, podemos ter alguma esperança de melhora na produtividade?

Pedro Cavalcanti Ferreira – Há sempre uma contradição nos dados da Pnad e do PIB. É bom ter isso claro. Mas a Pnad mostrou um aumento de renda pessoal grande na última década. Os muito pobres melhoraram bastante a renda, o que é muito positivo. Estamos vendo um aumento pequeno da renda dos mais ricos, uma redução histórica da desigualdade. De fato a produtividade na Pnad é maior do que o crescimento do PIB. Houve um grande investimento em educação, devido ao aumento da renda e de políticas de transferência de renda. Em tese, um país com menos desigualdade, com mais educação, sobretudo, vai produzir melhor. Você melhorou um importante critério da produtividade: educação. Mas é bom lembrar que há países com bom nível de educação, como a Argentina, com pouca eficiência. A Argentina resolveu há tempos os problemas educacionais que o Brasil tem. Mas os ganhos são muito menores. O país já foi um dos 10 mais ricos, já foi 60% dos Estados Unidos em renda relativa, hoje é menos de 30%. A economia da Argentina se desorganizou. O Chile, por outro lado, otimizou e cresce mais. Fez reformas liberais. De novo, não é um superliberal. É menos intervenção.

Poder Econômico – Por parte do governo, há uma preocupação genuína com esse tema? Quem está dedicado ao estudo da produtividade na academia é ouvido pelos gestores públicos?

Pedro Cavalcanti Ferreira – Sim e não. O governo não é homogêneo. Quem está realmente determinando a política econômica tem uma visão diferente sobre esses temas, claro. Essas pessoas acreditam que a demanda é que vai determinar tudo. Se reduzir os juros e ampliar a demanda, vende mais, produz mais e gera investimento e melhora a produtividade. Essa é a visão. Mas se for preciso elevar o grau de distorção da economia para se chegar a isso, não vai ter investimento. Não haverá investimento em um ambiente de negócios instável e regulado exageradamente, a ponto de comprometer a concorrência. Eu fui chamado pelo Banco Central, no seminário sobre metas, duas vezes. Mas o diagnóstico do governo é diferente. Estamos em posição marginal nisso.

Autor: Jorge Félix Tags: , , ,

quarta-feira, 3 de outubro de 2012 Governo, Indústria | 11:44

E o importador que aposta no Brasil?

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Protecionistas ou não, justificáveis ou condenáveis, o fato é que as medidas de restrição à importação alteram a regra no meio do jogo de muitos investimentos no Brasil.

Isso vale para os setores dos 200 produtos com aumento no imposto de importação e também para outros que estão sendo afetados “por tabela”.

O setor automotivo, por exemplo, eleito pelas políticas anticíclicas como prioridade, está, amarga, agora, o maior descompasso. De um lado as alterações de tarifas e, de  outro, a demora na definição do regime automotivo.

Ao apontar o importado como “o grande mal”, o governo acabou punindo o “importador do bem”, aquele que apostou no Brasil. O caso da montadora chinesa Chery ilustra esse efeito. Chegou aqui há três anos, foi instada a produzir aqui, topou. Está com sua planta de Jacareí em construção. Investimento de 400 milhões de dólares.

Sem o decreto, atua no escuro. As regras ainda não são claras e o IPI derruba as vendas de seu produto, por enquanto, importado. Resultado: lá se foi o planejamento. A montadora está sentindo como é duro ser “agora brasileira”, como diz seu slogan.

O caso da Chery, claro, é comum a outras montadoras que esperam pelo decreto com o investimento em fase inicial. No setor, obteve melhor resultado quem não apostou, como a JAC, que cancelou seu projeto de virar brasileira.

Depois de publicado o decreto do setor automotivo – atrasado por motivos de agenda de Dilma Rousseff e por enrosco no texto final, de tão complexo que ficou – ainda terá o capítulo da regulamentação.

Autor: Jorge Félix Tags: , , ,

terça-feira, 18 de setembro de 2012 Mercado financeiro | 16:46

Discurso de Mantega não muda tendência do dólar

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Mantega: recado da França (Foto: ABr)

Após sair do encontro com o ministro da Economia da França, Pierre Moscovici, hoje, em Paris, Guido Mantega disse que o governo brasileiro seguirá intervindo no mercado de câmbio para evitar uma valorização do real frente ao dólar.

Mas o discurso não mudou a tendência da moeda. Por volta das 16h35, O dólar se mantinha em queda, sendo vendido a R$ 2,023, em baixa de 0,35%.

Autor: Klinger Portella Tags: , ,

sexta-feira, 17 de agosto de 2012 Negócios do Esporte | 17:35

Neymar viajou em jatinho de US$ 58 milhões

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Neymar: cliente ou contratado? (Foto: Reprodução/Instagram)

O jatinho que trouxe Neymar da Suécia para o Brasil a tempo de jogar contra o Figueirense é um modelo Global XRS (ou 6.000), fabricado pela Bombardier.

A empresa nega que a viagem tenha sido uma ação de marketing para promover o seu avião durante a feira Labace, que acontece em São Paulo, como está sendo cogitado no mundo do futebol.

E garante que o jogador fretou a aeronave. Se preferisse comprá-la, Neymar teria que desembolsar 58 milhões e 600 mil dólares.

O avião é o único de sua categoria com alcance para fazer uma viagem dessa sem escalas.

Autor: Jorge Félix Tags: , ,

quarta-feira, 8 de agosto de 2012 Mercado financeiro | 13:02

Bancos permanecem comprados em dólar há sete meses

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Em tempos de real valorizado, os bancos reduziram sua posição comprada em moeda norte-americana em julho, mas continuam apostando na alta do real.

Segundo dados do Banco Central, no fechamento do mês passado, os bancos estavam comprados em US$ 2,69 bilhões. Foi o sétimo mês consecutivo de posição comprada dos bancos.

O montante é maior que os US$ 2,28 milhões de junho, mas bem menor que o pico de US$ 10,2 bilhões registrado em abril.

Autor: Klinger Portella Tags: , , ,

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