Dilma e Mantega retomarão a guerra contra os juros bancários
A reunião do G20 e a Rio+20 obrigaram Dilma Rousseff e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, a adiarem novas batalhas na guerra pela redução dos juros ao consumidor.
Mas tão logo retornem à agenda normal, outras medidas devem ser anunciadas para manter a empreitada de derrubar o spread bancrário e outros custos considerados entrave ao crescimento econômico.
Mantega já deu sinais de que está insatisfeito com o ritmo de redução dos juros pelos bancos – inclusive da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil.
Os alvos serão as tarifas, o cheque especial e o cartão de crédito. Mas, na avaliação de todas as taxas, percebe-se que o mercado brasileiro ainda está bem longe dos “níveis internacionais” citados por Dilma como parâmetro “técnico” para os juros ao consumidor no país.
De acordo com os últimos dados da Anefac a variação das taxas anualizadas é de menos de dois pontos percentuais de abril para maio – isso as deixa acima de 100%, enquanto a média global está em torno de 10%.
No cheque especial, passa de 200%.
Ou seja, essa guerra – que Dilma ou ganha ou ganha – ainda está por ser vencida.
12 comentários | Comentar
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12 denise cavinato sanchez 25/06/2012 12:47
Dilma, demita os presidentes da caixa federal e banco do Brasil. Do contrário, ficará desmoralizada. Tenho conta nestes dois bancos, e os juros do ch especial continuam na faixa de 8%. Para abaixar as exigencias são muitas, inclusive venda de seguro e outros ¨serviços¨.
11 Marcos Venicio Santos 20/06/2012 12:24
As taxas de juros dos bancos oficiais e privatos são um absurdo mundial, nunca na história deste país um governo foi tão omisso em relação as instituições bancárias como nestes nove anos de governos PeTista, porém agora há uma luz no fim do túnel, onde se o governo atual não consegue nem que os bancos federais assumam tal compromisso, imaginem os bancos privados.
Agora o que este governo tem que fazer é a lição de casa, pois também nunca na história deste país se gasta tanto e tão mal, todos os comentaristas econômicos de respeito e não os vendidos são unânimes e dizer que os gastos públicos estão nas estratosferas, e ficam enganando a população com estes discursos bravateiros de incentivar o consumo para gerar recursos, ora se todos os recursos vão para os ralos, ralos da corrupção, ralos de obras mal feitas e hiperfaturadas, gastos em viagens inúteis.
Este país necessita ser passado a limpo, pois agora mesmo vemos que o Lula é um políticozinho como qualquer outro picareta que ele mesmo nomeou, pois além de se aliar aos Sarney’s, Collor, Renan, Jucá, e querer comprar todos os partidos através do mensalão que hoje ele nega, agora está correndo atrás do Maluf inimigo número 1 do passado e agora se curvando ao mesmo, tudo para ter o poder, para se perpetuar no poder, pois é desta forma que os ditadores agem.
10 Manoel 20/06/2012 9:56
Esta não é um guerra de Dilma. É de toda a sociedade.
Temos que nos indignar contra a agiotagem.
9 carlos 20/06/2012 9:29
Presidente Dilma parabéns novamente, cada dia sua administração está melhor… só precisa se afastar mais do seu antecessor… ali é jogo duro e sujo!!!
8 Mario 20/06/2012 8:49
Por enquanto a redução não passa de pura enganação. As poucas reduções nas taxas que houveram, não foram reais e sim fruto de artifícios técnicos como redução do risco. Antes era possível se comprar um automóvel em 60 vezes sem ou com uma pequiníssima entrada. Hoje pra comprar em 60 vezes as finanaceiras exigem 40% de entrada. Ou 20% a 30% para compra em 48 vezes.. Ou seja as taxas caíram, mas em função da diminuição do risco para os bancos e não uma queda real. Isso ninguém fala. Por que não se pratica as novas taxas com a regras antigas para de financiamento? Ai sim teriamos uma redução real dos juros. E acredito que também uma diminuição na inadimplência, pois as parcelas ficariam menores e não se pagaria mais que o dobro do valor de um veículo. por exemplo..
7 picolo 20/06/2012 8:35
Se a culpa é dos sitema que calcula. Ora, arrumem o sistema.
6 picolo 20/06/2012 8:32
Agora só precisa fazer os bancos aplicarem a amortização, coisas que nenhum está fazendo. Antes tinham alguns que aplicavam a regra, da forma correta. Agora , nem o próprio Banco do Brasil está fazendo isso. O cara paga , paga e quando vai ver o saldo devedor, não amortizou nada, as vezes está maior do que quando ele emprestou, não sei que fórmula da matemática financeira eles usam para chegarem naqueles valores absurdos.
Tem que haver amortização, as parcelas são compostas por uma parte de juros e outra de capital, o valor do saldo devedor tem de cair, mês a mês. O que está acontecendo com esses bancos????
Não apaga não, deixe ai para a população ler, não tem mentira nenhuma.
Os gerntes engasgam pra responder e justificar aquilo , então eles colocam a culpa no sistema do computador. hora, arrumem o sistema..
5 picolo 20/06/2012 8:19
Agora só precisa fazer os bancos aplicarem a amortização, coisas que nenhum está fazendo. Antes tinham alguns que aplicavam a regra, da forma correta. Agora , nem o próprio Banco do Brasil está fazendo isso. O cara paga , paga e quando vai ver o saldo devedor, não amortizou nada, as vezes está maior do que quando ele emprestou, não sei que fórmula da matemática financeira eles usam para chegarem naqueles valores absurdos.
Tem que haver amortização, as parcelas são compostas por uma parte de juros e outra de capital, o valor do saldo devedor tem de cair, mês a mês. O que está acontecendo com esses bancos????
4 HAMIL MT 20/06/2012 7:55
Pela primeira vez na vida vi um goverante enfrentar os bancos. E nesse país quem manda é banco e multinacionais como a volkswagen.
3 Érico 20/06/2012 7:29
Se Dilma conseguir transferir boa pçarte do lucro dos bancos para a cadeia produtiva do brasil,
e fazer melhorias na EDUCAÇÃO E SAUDE, ALEM DE ALGUNS INVESTIMENTOS EM INFRA ESTRUTURA, JA ESTAREI MUITO SATISFEITO….
2 Carlos Frank 20/06/2012 7:07
Os juros do cheque especial do BB tiveram na pratica uma redução pífia,no meu caso baixou de 8,30% para 8,08%. Sómente quem movimenta muito terá uma redução maior,o que parece ser um paradoxo.Aposentado que sou ,recebo no BB,e é claro precisaria de uma redução maior nos juros do cheque especial. Mas por movimentar pouco contimuarei pagando um absurdo de juros.
1 ELTON KLEIN 20/06/2012 7:02
ESTA GUERRA ELA NÃO TEM COMO VENCER ENQUANTO O GOVERNO ESTIVER ENDIVIDADO ATÉ O PESCOÇO.COM A DÍVIDA INTERNA.
A CAIXA E O BB ATÉ BAIXARAM OS JUROS MAS SOMENTE PARA QUEM NÃO PRECISA DE DINHEIRO.
PARECE QUE O GOVERNO É UM ALIENADO.OS BANCOS NÃO VÃO EMPRESTAR DINHEIRO COM ALGUM RISCO SE PODEM EMPRESTAR PRO GOVERNO SEM RISCO NENHUM.
VAMOS ACORDAR GENTE…NÃO EXISTE MILAGRE… O MERCADO É REGULADO PELA VELHA LEI DA OFERTA E PROCURA.