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quinta-feira, 5 de abril de 2012 Mercado editorial | 15:22

Cultura corta mais da metade de empregados de sua sede

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Livraria Cultura: equipe reduzida (Foto: Divulgação)

Livraria Cultura: equipe reduzida (Foto: Divulgação)

A Livraria Cultura demitiu 43 funcionários da loja do Conjunto Nacional, em São Paulo, uma das mais tradicionais do país e sede da varejista.

Ao todo, antes do corte, a equipe contava com 70 pessoas, segundo informações de empregados.

As demissões seriam parte de uma reestruturação da rede.

Atualizada às 17h09 - procurada pela coluna Poder Econômico, a assessoria de imprensa da Livraria Cultura confirmou que houve as demissões e informou que  ”alguns funcionários foram desligados por não estarem em conformidade com a nova política de cargos e salários da companhia”.

A empresa informou, ainda, que os funcionários desligados foram substituídos, mas não informa se as novas contratações foram por salários mais baixos. A empresa diz também que outras 400 vagas serão criadas, devido à abertura de mais quatro unidades até o fim do ano: Rio de Janeiro, Recife, São Bernardo do Campo e Manaus.

Autor: Klinger Portella Tags: , ,

7 comentários | Comentar

  1. 7 Alexandre 11/11/2012 22:09

    Qualquer comprador de livros observa que não faz o menos sentido comprá-los na Cultura. O programa de fidelidade é mais vantajoso na livraria Saraiva. Além disto, é comum as livrarias Saraiva e FNAC oferecerem descontos na compra de livros em lançamento, o que a Cultura não faz. Com relação a livros importados, é muito mais vantajoso a compra pela Amazon ou B&N que custam menos e são entregues antes. No RJ, onde moro, a livraria Cultura anda às moscas. Antiga Cultura que conheci quando vivi em SP não existe mais…

  2. 6 alice 10/04/2012 14:18

    Simplesmente perdeu-se o conceito, antes o treinamento para vendedores era de 3 meses, hoje é de apenas 1 semana. Valores altos de salários para bons vendedores de livros, com uma cultural indiscutível.
    Cultura não é mais a minha casa…

  3. 5 anderson Ferreira da Silva 08/04/2012 12:04

    reclamar dos Impostos todos fazemos, porém os empresários transferem esse custo com impostos altos para os preços de produtos e serviços. Os empresários não arcam com o ônus dos impostos, nós consumidores sim arcamos.
    Reduzir a tributação sobre a folha salarial, não vai fazer o empresário aumentar os salários ou contratar mais empregados, ele apenas vai aumentar a margem de lucros.
    O empresariado já está acostumado a lucrar de qualquer forma, mesmo explorando os funcionários.
    Nova política de cargos e salários?
    Aquela do tipo você trabalha mais por menos.
    Veremos se vamos manter a mesma qualidade no atendimento.

  4. 4 Diego Rafael Hermandes 05/04/2012 23:16

    Os impostos e encargos trabalhistas no Brasil sao um total absurdo, isso sim deveria ser questionado? Tai uma pauta interessante….

  5. 3 gesiel 05/04/2012 22:59

    “”"”"”"”"SERÁ QUE A SOLUÇÃO PARA AUMENTAR O FATURAMENTO”"”"”, não estaria em “”"”"”"” FAZER UMA ANALISE DE MERCADO”"”"” e PARAR DE INVESTIR em “ACHISMO OU GOSTO PESSOAL”? Por exemplo: QUANTO DO FATURAMENTO REPRESENTA A VENDA DOS LIVROS DO JÔ SOARES, FERNANDO HENRIQUE CARDOSO, SARNEY E DO PARREIRA? – Será que os brasileiros, querem ler livros da Maitê Proença e da Vera Fischer? -”"”"”"”"”QUANTOS AUTORES DO BRASIL, como: PAULO COELHO, J.K. ROWLING e STEPHENIE MEYE; podem ESTAR “”"”NO ANONIMATO”"”. SEM TEREM A CHANCE DE LANÇAR SEUS LIVROS”"”"”"”"”"”"”"”", porque GRANDES EDITORAS E LIVRARIAS COMO ESTÁ PREFEREM “INVESTIR EM GENTE FAMOSA”, e “NÃO EXATEMENTE NA QUALIDADE DA OBRA?”"

  6. 2 Nilson 05/04/2012 17:01

    Fico me perguntando porque a maioria dos empresários buscam soluções em suas empresas demitindo funcionários. Será que não existem outros custos mais relevantes e que possam ser cortados???? Para o empresariado o corte de funcionários não exige criatividade é mais fácil e assim eles pressionam o governo. É verdade que os encargos sociais são absurdamente uma carga enorme nas empresas, mas se isto fosse um único motivo teria um efeito dómino nas empresas brasileiras.
    Uma empresa não tem como finalidade somente gerar lucros, faz parte do seu objeto a parte social, empregar pessoas beneficiando famílias.
    Quem sabe um dia o modelo capitalista tenha esta responsabilidade. Na Europa a quebradeira foi geral, vamos esperar acontecer o mesmo no Brasil???

  7. 1 evando 05/04/2012 16:00

    É uma pena uma livraria tão tradicional, onde os atendentes se esforçavam para conseguir dar atenção a cada um dos inúmeros clientes, abrir mão justamente desse seu diferencial.

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