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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012 Infraestrutura | 06:04

Serviço da nova dona do aeroporto de Brasília é atacado em Buenos Aires

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Filas no Aeroporto de Buenos Aires (Foto: Flickr)

Filas no Aeroporto de Buenos Aires (Foto: Flickr)

Vencedora do leilão do aeroporto JK em Brasília, a empresa argentina Corporación América está sob ataques de passageiros do Aeroparque Jorge Newbery, aquele aeroporto de Buenos Aires equivalente a Congonhas ou Santos Dummont.

Lotação, falta de infraestrutura e atrasos foram as principais reclamações de passageiros no fim de semana. No sábado, quase mil passageiros dividiam um banheiro e 120 cadeiras no saguão de embarque internacional.

A empresa deixou apenas dois dos 14 portões de embarque abertos no sábado e, de acordo com o jornal Clarín, as empresas concorrentes da Aerolíneas Argentinas (Lan, BQB Buquebus, Pluna, Tam e Gol) contavam somente com quatro micro-ônibus para transporte dos aviões ao desembarque, o que estendeu o tempo de espera em até uma hora.

Segundo funcionários da Aeropuertos Argentina 2000, operadora do Aeroparque, o problema foram as transferências de voos de Ezeiza para o aeroporto central sem nenhuma ampliação da estrutura. Por ano, cerca de 7,5 milhões de passageiros circulam pelo Aeroparque.

Um piloto definiu assim o aeroporto ao Clarín: “É uma terra de ninguém.”

A Corporación América detém 89% das ações da empresa Aeropuertos Argentina 2000.

Autor: Jorge Félix Tags: , , , ,

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012 Entrevista | 06:06

Khair: “Acredito que o governo mexa nas regras de aplicações financeiras ainda no primeiro semestre”

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Um dos maiores especialistas em finanças públicas no país e ex-secretário de Finanças de São Paulo, o economista Amir Khair acredita que o governo ainda tem “muita bala na agulha” para enfrentar a crise mundial e garantir um crescimento maior em 2012. No entanto, vê como medida fundamental enfrentar a “distorção” entre a taxa básica de juros e as taxas praticadas pelo mercado. Apenas reduzir a Selic, cortar despesas e garantir o superávit primário, segundo afirma nesta entrevista ao Poder Econômico, é pouco. Khair alerta ainda para as – boas – consequências de um país com juros de um dígito: “Acredito que o governo mexa nas regras de aplicações financeiras ainda no primeiro trimestre”.

Poder Econômico – Qual análise sobre o anúncio pelo governo de corte de R$ 55 bilhões no Orçamento?

Amir Khair – Tecnicamente, o governo precisa fazer o corte. O tamanho vai ser definido no decorrer do ano de acordo com a arrecadação, com a receita projetada para 2012. Ou seja, o corte pode ser maior ou menor. Essa calibragem é importante para o cumprimento do superávit primário [3,1% do PIB, segundo meta do governo]. Eu acredito que o governo vá cumprir o prometido. Conheço a equipe econômica e sei que, se seus integrantes falam que vão cumprir, vão cumprir.  O mais importante, porém, é a meta de resultado nominal, aquele que inclui os juros. Não levar em conta os juros é tapar o sol com a peneira. Os juros ainda serão pesados esse ano. Aposto que a taxa básica termine o ano em torno de 8%.

Poder Econômico – Mas e a inflação?

Amir Khair – O Ministério da Fazenda e o Banco Central já estão convencidos, só não podem revelar explicitamente, que para estimular o consumo os juros têm menos efeito do que as medidas macruprudenciais. Não é a Selic que controla o consumo. Aos poucos isso vai sendo reconhecido pelos analistas. No momento em que isso ficar mais claro, as taxas de juros para o tomador final cairá. A nossa maior distorção econômica não é a Selic, é a taxa de juros ao consumidor.Isso é que vai estimular o crescimento e, logo, ampliar a arrecadação. Sobre inflação: em 2012 a tendência é de preços internacionais comportados. A crise impedirá ampliação de exportações pela China, o mercado americano não comportará aumento de consumo amplo, logo, a inflação de fora não ocorrerá. Por aqui, a inflação é de serviços, taxas administradas e taxas de juros na ponta.

Poder Econômico – Como resolver o descasamento entre Selic e juros de mercado?

Amir Khair – O governo é que manda nos bancos públicos. E pode fazer. O ex-presidente Lula chegou a demitir um presidente do Banco do Brasil que resistiu baixar os juros finais.Sofreu críticas. O tempo mostrou que estava certo. O que determina o lucro do banco não é o juro alto, mas o volume de crédito. O volume aumentou e a inadimplência no Banco do Brasil caiu. Vê o balanço. Está lá. Hoje, pega o ranking. O BB e a Caixa [Econômica Federal] estão se destacando. Tenho dúvida que o governo trilhe esse caminho. Mas precisa afinar os bancos públicos à sua política. Uma medida que seria eficaz é uma política diferenciada de depósito compulsório. O banco que praticar taxas menores tem obrigações menores no compulsório [o montante de recursos que os bancos são obrigados a deixar no Banco Central]. Isso o Conselho Monetário Nacional pode fazer.

Poder Econômico – Como vê as medidas tributárias setoriais?

Amir Khair – São de baixa eficácia. Funcionam um pouco. Mas o impacto é pequeno. O governo tem muita bala na agulha. Ainda pode fazer muita coisa para enfrentar a crise e estimular a a economia. O fundamental é entender que só baixar os juros básicos é pouco. Promover corte de gastos há limite. O governo vai cumprir o superávit primário para atender o mercado. É importante. Mas deve olhar o superávit nominal. Não pode deixar o esforço fiscal ser comido pelos juros e ainda a distorção entre o básico e o mercado impedir o crescimento.

Poder Econômico – Como vê o impacto da redução dos juros nas aplicações financeiras?

Amir Khair – Vão ter que mexer. Isso o governo está vendo. É o caso da poupança, das aplicações de renda fixa. Não pode deixar que os investidores migrem para outras aplicações. Acredito que o governo mexa nas regras de aplicações financeiras ainda no primeiro semestre. Mas tudo tem que ser articulado. O governo não pode cometer o mesmo erro do ano passado, quando segurou as macroprudenciais até setembro. O estrago já estava feito. Agora há a imposição de um crescimento de 4,5% do PIB este ano. Não podemos crescer 2,8%, o mesmo que um Estados Unidos em plena crise. Nós estamos mal pra burro. Acredito que a presidente Dilma não deixará que isso se repita em 2012.

Autor: Jorge Félix Tags: , , ,

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012 Entrevista | 06:08

Tingas: Grécia sofre com proposta assimétrica da União Europeia

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Nicola Tingas (Foto: Divulgação)

Nicola Tingas (Foto: Divulgação)

A Grécia está dividida: ou cumpre o ajuste fiscal imposto pelo bloco europeu e sacrifica sua economia e, consequentemente, sua população; ou volta-se para a economia local e perde todos os benefícios de estar em um bloco econômico ao lado das maiores potências do continente.

O lado para o qual o governo grego penderá não está definido. Mas uma coisa é certa: a Grécia não tem condições de superar a crise sozinha. É o que diz o economista Nicola Tingas, filho de gregos e economista-chefe da Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acref).

- Os gregos não têm interesse em sair do euro, mas também não têm condições de fazer um ajuste tão severo, disse ao Poder Econômico.

Poder Econômico – O recente anúncio de ajuste orçamentário aprovado pelo governo grego é uma luz para recuperação da Grécia?

Nicola Tingas – Não é tão simples assim. O contexto é muito complexo. Há muitas coisas acontecendo ao mesmo tempo. Houve uma onda da crise do subprime, que depois virou crise da Europa, que é um contexto de crises globais. Há uma particularidade do esgotamento do sistema de bem-estar social europeu. E temos um país pequeno, que depende ou de um refinanciamento da dívida ou até de sair do bloco para novas condições, que são muito complicadas, como moratória ou a saída do euro.

Poder Econômico – O que o governo grego deve priorizar: atender aos ajustes fiscais e sacrificar a população e a economia, ou sair do euro e buscar a recuperação internamente?

Nicola Tingas – É um contexto muito difícil para a Grécia. As reformas exigidas não são incorretas em trazer mais realismo fiscal, mas, ao mesmo tempo, são de um tamanho e de uma contundência muito além da capacidade de absorção razoável do tecido social. A destruição de riqueza é extremamente severa, não há portas de saída para o crescimento ou para ajudar o país a amenizar esses efeitos e ter fôlego para reduzir o problema social. Simplesmente, mandam cortar tudo.

A proposta da União Europeia está assimétrica, inconsistente para a realidade da própria região, onde muitos países também estão endividados. Não é apenas a Grécia que está desequilibrada.

Poder Econômico – Como a Alemanha tem gerenciado essa crise, na sua opinião?

Nicola Tingas – O problema mais sério é do bloco europeu como um todo. O problema deveria ser visto em um contexto do euro e não somente em uma disposição de fazer ajuste a qualquer custo sobre uma sociedade. A Alemanha demorou para fazer qualquer tipo de pronunciamento e deixou a Grécia à deriva, achando que a situação não comprometeria o euro. Hoje, o processo atinge o euro, mas criaram-se formas paliativas de sustentar a moeda. Os países e os bancos da região têm uma liquidez suficiente para, caso a Grécia saia do euro, o impacto seja bem menor.
Portanto, eles não estão dispostos a fazer concessões. A Grécia vai ter de fazer o ajuste que eles querem, ou vai ter de sair.

Poder Econômico – E qual seria a melhor saída?

Nicola Tingas – Não existe resposta única para isso. Para o país sair da zona do euro não é interessante, porque ele se beneficia dentro de um contexto de fluxo de turismo e uma série de outras questões. Os gregos não têm interesse em sair do euro, mas também não têm condições de fazer um ajuste tão severo. A Grécia está dividida.

Autor: Klinger Portella Tags: , , , ,

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012 Entrevista | 06:04

Clima quente no carnaval faz alegria das cervejeiras

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Carnaval de 2012 foi melhor para cervejarias (Foto: AE)

Carnaval de 2012 foi melhor para cervejarias (Foto: AE)

Depois de amargar vendas abaixo das expectativas em janeiro, como mostrou Poder Econômico, as cervejeiras cruzam os dedos para que o clima dê uma forcinha nas vendas de carnaval. A festa é a segunda melhor data do ano para o setor de bebidas, atrás somente das comemorações de fim de ano.

As temperaturas, pelo menos, em todo o país, estão mais elevadas que em 2011. Na projeção de Hamilton Picolotti, presidente da Confederação Nacional das Revendas Ambev (Confenar), que atende a 1 milhão de pontos de venda, é um sinal de boas vendas.  ”Neste ano, as pré-compras de Carnaval já foram melhores. Podemos falar em aumento de vendas”, diz nesta entrevista.

Poder Econômico Quais são as expectativas de vendas para o setor de bebidas neste carnaval?

Hamilton Picolotti – Estamos em um momento de vendas. Ainda não podemos dizer em quais patamares vão ficar, mas este ano já desenha um crescimento. No ano passado, tivemos um carnaval chuvoso e isso dificulta.

Poder Econômico – A previsão de dias ensolarados já refletiu no desempenho desse ano?

Hamilton Picolotti – Sim, as pré-compras já foram melhores. Já podemos falar em aumento de vendas no carnaval deste ano.

Poder Econômico – Qual a participação do carnaval no percentual de vendas de bebidas no ano?

Hamilton Picolotti – O carnaval é o segundo melhor período de vendas, depois das festas de fim de ano. Mas a diferença entre as duas datas é bem pequena.

Poder Econômico – Para este ano, quais são as perspectivas para o setor?

Hamilton Picolotti – 2012 com certeza será um ano melhor. Estamos trabalhando com uma expectativa de 3% a 5% de crescimento, mais ou menos em linha com o PIB. Se olharmos por região, norte e nordeste seguem como catalisadores de vendas, com sul e sudeste com desempenho menor, mas com crescimento também.

Poder Econômico – E, no carnaval, norte e nordeste também lideram a demanda?

Hamilton Picolotti – Sim. Podemos falar em crescimento de dois dígitos nessas regiões.

Autor: Klinger Portella Tags: , , , ,

domingo, 19 de fevereiro de 2012 Entrevista | 06:04

“Economia do axé movimenta 2% do PIB de Salvador por ano”

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Armando Avena (Foto: Divulgação)

Armando Avena (Foto: Divulgação)

Os foliões lotaram as ruas de Salvador no carnaval deste ano, mas, do ponto de vista das contas públicas, o evento mais importante da capital baiana não trouxe resultados positivos, conforme antecipou Poder Econômico. Para o economista Armando Avena, especialista no que chama de “Economia do Axé” e ex-Secretário de Planejamento da Bahia, o carnaval baiano não é financeiramente “auto-suficiente” .

Poder Econômico – Do ponto de vista da economia, o Carnaval de Salvador deste ano superou o de 2011?

Armando Avena – Pelas estimativas da prefeitura, o carnaval movimenta cerca de R$ 1 bilhão em sete dias de festa, mas isso envolve todas as atividades. A expectativa é de que este montante seja mais ou menos o mesmo do ano passado.

Poder Econômico – Em termos de patrocínio, houve mudanças?

Armando Avena – A prefeitura vendeu quatro cotas, por R$ 17,6 milhões cada. É um aumento de 10% em relação ao ano passado.

Poder Econômico – Há lucro?

Armando Avena – O carnaval ainda não é auto-suficiente nesse sentido. O poder público coloca mais recursos do que realmente arrecada. Neste ano, por exemplo, a prefeitura reduziu o ISS (Imposto sobre Serviço) dos blocos e vai arrecadar 30% menos. Na minha opinião, como economista, deveria ser cobrado um imposto sobre eles, porque há quase que uma privatização das ruas. Mas não há dúvida de que a economia do axé termina por gerar uma movimentação financeira imensurável.

Poder Econômico – E quanto movimenta a economia do axé?

Armando Avena – Essa economia gera toda uma cadeia produtiva, que envolve desde a venda de blocos, abadás, camisas, adereços, shows, tem uma importância muito grande para a economia de Salvador, até depois do carnaval. Não fosse a festa, os números do comércio seriam até 40% menores em fevereiro. Como um todo, a economia do axé deve movimentar de 2% a 3% do PIB de Salvador, que é de R$ 150 bilhões, aproximadamente.

Autor: Klinger Portella Tags: , , ,

sábado, 18 de fevereiro de 2012 Para você consumir | 06:07

Você pilotando um modelo da série A Super Máquina

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Pontiac Firebird (Foto Divulgação)

Pontiac Firebird (Foto: Divulgação)

Os fãs da série A Super Máquina, da década de 1980, poderão sentir na pele o prazer de pilotar um Pontiac Firebird.

O site O Melhor da Vida, que oferece presentes experiências, vende uma volta na máquina por uma hora, acompanhado por um instrutor, claro.

A ideia é fazer de você uma estrela de Hollywood.

O preço: R$ 2 mil.

Atualizada, dia 22, às 14h24: devido ao alerta de muitos leitores ao Poder Econômico, o site O Melhor da Vida explicou que o Pontiac disponível para a experiência (que consta na foto) é um modelo ano 1968. Já o Pontiac da série A Super Máquina é um modelo ano 1982.

Autor: Klinger Portella Tags: ,

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012 Mercado financeiro | 17:34

Concorrente da BM&FBovespa começa a ganhar espaço

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William O´Brien (Foto: J.P. Engelbrecht/Prefeitura do Rio)

Representantes da Direct Edge – grupo americano que recentemente anunciou o plano de abrir uma bolsa de valores no Rio de Janeiro – estiveram na capital carioca esta semana, para mais uma reunião na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

A julgar pela assiduidade com que os executivos da empresa comandada por William O´Brien vêm ao país, o projeto de montar uma bolsa para concorrer com a BM&FBovespa vai de vento em popa.

Por sinal, o grupo está entre os patrocinadores da segunda edição do Rio Investors Day, evento promovido pela Prefeitura do Rio de Janeiro que reunirá grandes empresas e investidores nos dias 21 e 22 de maio.

Detalhe: a Direct Edge será uma das empresas palestrantes do painel setorial de serviços financeiros, posição ocupada no ano anterior pela BM&FBovespa.

Autor: Carla Falcão Tags: , , ,

O número do momento | 15:21

Carnaval de Salvador fechou no vermelho

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Ivete na abertura do Carnaval de Salvador (Foto AE)

Ivete na abertura do Carnaval de Salvador (Foto AE)

A prefeitura de Salvador embolsou R$ 17,6 milhões por cada uma das quatro cotas de patrocínios para o Carnaval deste ano.

Mesmo assim, o governo municipal não cobriu suas despesas.

Autor: Klinger Portella Tags: , ,

Comércio Exterior | 12:57

Skaf chama Anfavea para debater rombo no comércio com Argentina

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Paulo Skaf, presidente da Fiesp, se reuniu nesta manhã com o presidente da Anfavea, Cleodorvino Belini, para discutir o ponto mais sensível da relação comercial Brasil x Argentina: o vai-e-vem de veículos e autopeças.

A maior parcela do rombo na balança comercial de que reclamam nossos vizinhos vem daí.

Autor: Jorge Félix Tags: , , ,

A frase do momento | 11:02

Dilma promete defender exportadores contra ‘predadores’

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Dilma na Festa da Uva, em Caxias do Sul (Foto: Roberto Stuckert/Presidência da República)

Dilma na Festa da Uva, em Caxias do Sul (Foto: Roberto Stuckert/Presidência da República)

Da presidenta Dilma Rousseff, para plateia de empresários do setor de vitivinicultura e da indústria metal-mecânica, durante evento em Caxias do Sul (RS), sobre disputas comerciais que prejudicam a produção nacional, em matéria do jornal O Estado de S.Paulo.

- Não ficaremos inertes à necessidade de investir mais e também combater práticas comerciais predatórias.

Autor: Klinger Portella Tags: , , ,

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