Programa sueco
Esta semana, a partir de quinta-feira, estarei comentando o Torneio de Estocolmo na ESPN-Brasil. O evento, um dos últimos da temporada, tem como estrelas o dono da casa Robin Soderling, Tommy Haas, J. C. Ferrero e Juan Monaco. Para nós tem a participação de Thomas Bellucci, com uma boa chave para progredir e, esperamos, estar vivo ainda na quinta-feira.
O que promete dar IBOPE em Estocolmo não está acontecendo nas quadras, mas envolve dois tenistas, ainda não identificados. A história, ainda nebulosa, diz que os dois entravam no hotel dos jogadores acompanhados de duas prostitutas suecas, quando foram abordados e presos pela polícia local.
Para mim isso é mal entendido, coisa de polícia tentando fazer um exemplo com estrangeiros, que são os principais acusados de turismo sexual por lá, ou , na pior das hipóteses, dois tremendos incompetentes e preguiçosos tentando se dar bem.
É interessante e intrigante o fato que a Suécia não é exatamente um lugar difícil para se encontrar companhia, sem ter que pagar por ela, principalmente para jogadores, que são sempre assediados por belas mulheres. Por que então o programa?
A lei na Suécia, um tanto peculiar e com uma moral avessa ao padrão, diz que é proibido pagar por sexo, mas não é proibido vender. Ou seja, o freguês vai em cana, mas as moças podem continuar rodando suas louras bolsinhas. Segundos a legislação local, prostituição é uma violência dos homens contra as mulheres. A lei tem boa repercusão entre o público, mas tem tambem seus críticos, já que leva a prostituição para o underground e envolve tipos criminosos na atividade.
O diretor do torneio diz que o caso não vai interferir na participação dos jogadores e, suspeito, a coisa acaba por aqui.
Estocolmo – Programa perigoso
Notas relacionadas:
Autor: paulocleto Tags: ESPN, sexo, soderling, suécia, Tommy Haas, torneio de estocolmo