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04/11/2009 - 13:00

Formadores de opinião

A exibição da Maria Sharapova com a argentina Gisela Dulko em Buenos Aires, que seria realizada no BALT em Dezembro, já foi cancelada. A razão não foi divulgada, mas sabe-se que foi financeiro. Havia uma expectativa, primeiro porque a grandona causa expectativas em qualquer lugar, segundo porque Dulko a bateu este ano.

Pelo o que sei, as exibições de Maria no Chile e no Brasil continuam de pé. Devem ter balançado, porque uma coisa é a russa vir para a América do Sul para três datas, outra para duas – menos dólares. Menos dólares é sempre um problema para excursões caça-níqueis.

Pelo o que ouvi, no Brasil, Sharapova vai ajudar vender lotes de algum loteamento no interior de São Paulo, enfrentando a mesma Dulko. Poderia enfrentar a D. Ruth ou a Maysa que venderia, ou não, igual. Ou alguém por aí vai sair de casa para ver a namorada do Gonzalez, que sequer ouviram falar?

Também pelo o que entendi, o evento será fechado e restrito a possíveis compradores e formadores de opinião, o que vai deixar a maioria dos fãs brasileiros sem um presente de natal diferente e serve para aumentar a pecha de elitismo do nosso esporte.

shara Maria de presente.

Autor: paulocleto - Categoria(s): Tênis Masculino Tags:
09/10/2009 - 19:45

Forbes

Não que seja uma grande novidade, mas fica cada vez mais claro porque as meninas fazem tanta questão de sair nas capas de revistas, sensuais em quadra e fora delas, e nem tanta questão de vencer torneios.

Quem ganha dinheiro mesmo entre as mulheres, são as bonitonas, as gostosas, as sensuais. Se ganharem alguma coisa em quadra melhor. Pernas de pau, dragões e jurubeba estão fora. Essa é a Verdade Kournikova, que se instalou de vez no tênis feminino e acabou com a Verdade Navratilova, para o desespero de suas coleguinhas do calção masculino.

Maria Sharapova, que ficou boa parte da temporada longe das competições, foi a tenista que mais ganhou dinheiro em 2008, segundo a Revista Forbes, a pietisa da grana global. A russa ganhou U$22.5 milhões, sendo U$22 em contratos, o que exemplifica bem o que digo. Foi seguida por Serena com U$14 e Vênus $13 e Aninha com U$8 . As americanas têm o nicho Black no mercado americano. A sérvia, que em seu país não ganha nem bom-dia, têm que se virar com mais esforço para agradar globalmente, por isso as inúmeras fotos e reportagens, fazendo o tipo boa-menina/menina-boa por onde der.

Os jornais brasileiros, principalmente O Estadão, adoram publicar fotos enormes da Maria nas suas páginas de esporte e até mesmo na 1ª página. Quando eu entro na ESPN para comentar os jogos nos GS, os marmanjos que cruzam meu caminho perguntam uníssonos; a Maria joga hoje? A razão por detrás dessa paixão é a mesma que faz com que a russa receba rios de dinheiros de empresas como Canon, Colgate, Sony, Tiffanys e Motorola.

1.85m de altura, cabelos loiros e corpo da amazona nórdica também ajudam bastante nos contratos, além do inglês impecável da moça, que faz todos os seus contratos nos EUA e zero na Rússia. Os rublos devem ficar para a Safina e a Kusnetsova que – desmentindo Vinicius e boa parte do resto da humanidade – desenvolve a lógica da mulher feia, dizendo que o foco de suas carreiras é na quadra e que beleza não importa. Ahh, se a Eleninha vencesse um Wimbledon…

O campeão da grana é o suíço Roger Federer que faturou U$ 36 milhões. A grana entra de todos os lados – sendo que a participação em torneios é só uma pequena fatia financeira, mas a que alavanca o resto. A personalidade, a categoria, o carisma, os recordes ajudam bastante. Nike, Rolex, Jura, Gillette, Mercedes ajudam mais ainda. Só a Nike joga uns U$10 M nas mãos do rapaz.

Nadal vem em terceiro (Roddick está junto com as irmãs), com $20 M, mas poderia estar ganhando ainda mais se não fosse o receio de algumas empresas apostarem mais no futuro do tenista, por conta das contusões. Boa parte de seus ganhos também vem da Nike e de empresas espanholas, onde o rapaz é deus e o esporte é muito considerado. Por isso, meus leitores, se vocês não gostam da camisa verde e do calção xadrez do rapaz, aposto que ele adora.

maria-sharapova-sony-ericsson

roger-federer-et-rolex1

kuznetsova_262 Vou subgelendar o que?

Autor: paulocleto - Categoria(s): Light, Tênis Feminino, Tênis Masculino Tags: , , , ,
03/09/2009 - 12:51

Empurradinho

Elena Dementieva, Maria Sharapova, Ana Ivanovic, Venus Williams, Jelena Jankovic e Dinara Safina – o que elas têm em comum? À parte de serem metade da lista das Top 10 do ranking mundial, o fato de possuírem uma tremenda e inacreditável dificuldade em sacar.

O saque é o único momento em que o tenista tem a bolinha na mão e há muito pouco que o adversário possa fazer para atrapalhar a execução do golpe. Assim sendo, teoricamente é o golpe mais simples do tênis. Agora vá explicar isso para as moças acima e uma série de outras no ranking da WTA; eu arriscaria dizer a maioria.

Não vou dissecar o movimento e a técnica de cada uma delas, até porque não é o tema do post. Mas adianto que, estranhamente, quase todas tem graves defeitos técnicos no saque, ao contrário do resto dos golpes. Mas o que me assombra é a dificuldade emocional de lidarem com esse golpe, dificuldade que parece restrita às mulheres. Até porque se algum homem trouxer essa dificuldade emocional para o circuito será arrasado por implacáveis adversários e desaparecerá.

Podemos até dizer que alguns homens têm dificuldades técnicas – como é evidente e mais reconhecida em Rafa Nadal. Mas o espanhol, que tem a maior força mental do circuito, além de um espírito inquebrantável, não desmorona emocionalmente pelas dificuldades que tem em sacar. Senão não seria quem é.

Mas as mulheres sofrem barbaridades com isso. Por que? Só posso especular. São mais frágeis emocionalmente, como parece ser o caso de Dementieva e Ivanovic? Porque tem sérios problemas técnicos, como Safina e Venus, além das outras? Ou porque, mais uma das contradições do circuito, as mulheres são muito melhores (na verdade, excelentes) devolvedoras do que sacadoras? De tudo um pouco – ou muito.

As mulheres crescem treinando contra rapazes e técnicos que sacam forte, o que é um bom treino. Mas ninguém pode sacar por elas. As mulheres que se sobressaem no circuito são, em sua maioria, extremamente sólidas e fortes em seus golpes, incluindo a devolução, o que castiga as sacadoras, especialmente as que não conseguem gerar força e velocidade nas bolas.

Acho que tem muito a ver com isso porque até poucos anos atrás – quando as mulheres não eram tão fortes, e consequentemente não tinham devoluções tão devastadoras – elas sacavam bem mais fraquinho. Tinham dificuldades em manter o saque, mas não desmoronavam tão drasticamente como agora. Imagino porque quando davam aquele “empurradinho” não vinha uma tremenda pancada.

Não acredito que seja uma questão de carência de força física feminina. Primeiro porque já vi mulheres sacando bem forte. Inclusive algumas das mesmas tenistas da lista acima, em especial Sharapova e Venus – quando não estão encafifando mentalmente tem uma bela pedrada no saque. O desmoronamento é emocional.

Um pouco deve vir da tradição do tênis onde o sacador tem a obrigação de vencer seus games. A partir do momento em que uma tenista começa ter seu serviço desrespeitado e quebrado, como se fosse uma terceira classe qualquer, altera-se toda a estrutura emocional da moça.

Uma coisa eu posso garantir: a partir do momento em que o tenista começa a pensar para sacar a maionese desanda. As minhas duplas faltas só aparecem, e raramente, quando por alguma razão o pensamento ruim – o da duvida – invade. Duvidei é batata; dupla falta. Fora isso a dupla falta só aparece quando conscientemente vou para um pouco mais no segundo saque. Nessas ocasiões não estou nem aí com a DF. Fico até contente por ter feito o que fiz.

Se você joga tênis sabe como é. Se não joga vai continuar pensando que isso é uma grande frescura. No entanto é a mais pura verdade. Como dizia Fernando Pessoa – pensar muito nunca tem bom fim. E alguma coisa está fazendo aquelas meninas pensarem demais.

Maria – beleza física e feiura técnica.

Autor: paulocleto - Categoria(s): Tênis Feminino Tags: , ,
23/07/2009 - 13:01

Ombros e pernas

Tem horas que eu fico pensando se alguns tenistas pensam que todos são tolos e podem falar qualquer abobrinha que ninguém irá distinguir o joio do trigo. Talvez o adjetivo caia mais próximo da própria realidade.

Seis semanas após chegar às quartas de final de Roland Garros e a segunda rodada de Wimbledon, Maria Sharapova diz que jogará em Stanford porque “agora está 100% em forma com seu ombro, até porque se não tivesse não jogaria”.

Então qual é a verdade? Ela não estava 100% em Paris, quando conseguiu seu melhor resultado no saibro parisiense? Talvez estivesse só uns 46% quando perdeu na segunda rodada em Londres? E por que jogou se não estava 100%, contradizendo o que agora afirma ser uma verdade incontestável.

Por essa e outras é que a russa é considerada uma deusa calada – ou gemendo – e uma enroladora e marqueteira quando começa a discursar. Mas é uma lutadora em quadra e continuará enfeitiçando fãs e editores esportivos com sua figura.

Maria – o ombro está 100%.

Autor: paulocleto - Categoria(s): Tênis Feminino Tags:
24/06/2009 - 12:31

Champagne e flores

Definitivamente as mulheres me fazem sofrer. Não a minha, mas as que ganham a vida com uma raquete nas mãos. Eu ia escrever que já vi esse filme centenas de vezes, e vi, mas tenho que acrescentar que a maioria das vezes com um final diferente.

Estou me referindo à vitória de Gisela Dulko, a charmosinha argentina, sobre a charmosona Maria Sharapova. Aliás, Gisela parece ser a versão feminina do Galã de Praga – já namorou, entre outros o Gago (argentino de Real Madrid), o Robredo, o Verdasco e, até onde sei, é a namorada do Gonzalez.

Dulko tinha 6/3 3/0 e tudo para liquidar a fatura em dois sets, rapidinho. Foi quando percebeu que poderia bater Sharapova, na Quadra Central. O emocional mudou e o braço encolheu barbaridades. Perdeu seis games seguidos e foi obrigada resolver a questão no terceiro set.

Para sua sorte alguém lhe cochichou que Maria é horrível tanto para correr para frente atrás de curtinhas, como para vencer o ponto quando consegue chegar na bola. Além disso, a confiança da russa está a galáxias de onde um dia esteve.

Os últimos games foram um sofrimento para as duas, seus fãs e amigos e aqueles como eu que acompanharam o martírio pela TV. Era um tal de “ganha você que eu não quero”, que deu dó. No fim, quando Gisela, no mais puro desespero, já tentava curtinha de primeira bola em match point, os erros de Maria determinaram sua derrota. O torneio perde um de seus grandes charmes, mas um monte de garanhão está atrás de champagne e flores.

Dulko – mulheres com raquete na mão: muitas emoções.

Autor: paulocleto - Categoria(s): Grand Slam, Tênis Feminino Tags: ,
19/05/2009 - 17:24

Bem vinda

Que Roger Federer, que Rafael Nadal! Os jornais de hoje publicam é a foto, bem grande, de Maria Sharapova. Lembro que quando escrevia minha coluna no “O Estado de São Paulo” todas as vezes que eu mencionava a moça alguém encontrava uma boa foto da moça para acompanhar. Eu podia mencionar marmanjos à vontade que não aparecia foto. C’est la vie, e está de bom tamanho.

Não coloquei a moça nas Menções Honrosas do fim de semana porque a moça só estreou, vencendo, na segunda-feira, que não é fim de semana. Mas os apressadinhos não queriam saber de detalhes, pelo menos não esses. A russa, que atualmente é a #140 do ranking, estreou no modesto Torneio de Varsóvia batendo a italiana Tathiana Garbin em três sets. Na segunda rodada, amanhã quarta-feira, enfrenta a bielorussa Darya Kustova.

Maria vinha treinando e postergando desde a virada do ano. Chegou a jogar duplas em Indian Wells. Agora tateia sua volta uma semana antes de Roland Garros. Ela está direto na chave do torneio e deve confirmar sua participação.

Mas seus olhos estão mesmo voltados para os eventos na grama. Joga Birmigham e Wimbledon, onde deve ter mais chances do que na terra de Paris. A moça não competia em simples há quase 10 meses e já está deixando seus patrocinadores nervosos. A cirurgia no ombro não teve a recuperação esperada e rumores afirmam que a moça teria problemas daqui para frente. Como ela é a tenista com grandes patrocinadores a situação é complexa. Afinal ninguém quer outra Kournikova.

Maria; olho na bola e nos curativos

Autor: paulocleto - Categoria(s): Tênis Feminino Tags:
11/04/2009 - 12:24

Dói

Já vi esse filme antes, só espero que desta vez tenha um final diferente, pelo menos do ponto de vista do tênis.

Maria Sharapova não joga um torneio – de simples, porque de duplas ela jogou em Indian Wells, mas não conta muito – desde da primeira semana de Agosto. A razão é um problema no ombro que não vai embora.

No entanto, há imagens dela treinando sets, e sacando, desde o fim do ano passado. Uma tenista como Sharapova depende muito do saque, conseqüentemente do ombro, e realmente não dá para jogar com dores. No entanto, rumores cada vez maiores começam a circular dizendo que a moça considera abandonar o tênis. Esta semana,foi uma outra russa, Nadia Petrova, que sugeriu que a contusão poderia afastá-la das quadras permanentemente, algo desmentido pelo agente de Maria. Pode ser, até porque fofocas de vestiário, especialmente o feminino, se não valem tanto, dizem alguma coisa.

Outros rumores dizem que a moça tem condições físicas de jogo, mas não tem confiança no jogo e não que virar saco de pancadas de conterrâneas, sérvias ou Williams.

O que vai acontecer eu não sei, mas o fato é que a moça vem enrolando barbaridades. Primeiro disse que voltaria a jogar na Austrália, três meses atrás. Não dá para dizer que vai voltar se não existia alguma possibilidade física. Desde então, foram só ameaças ou promessas não cumpridas.

Enquanto isso, Maria vai fazendo o tour de festas e eventos de patrocinadores, competindo diretamente com Anna Kornikova, outra conterrânea que um dia foi tenista e abandonou as quadras precocemente, por não dar contas das exigências da carreira. Como a maior fatia do Maria que fatura, e não é pouco, vem de fora das quadras, como era o caso da Anna, um abandono prematuro faria um estrago nos “a receber futuros” da moça.

No final das contas, pode ser que tudo que as moças precisem é de uma razoável conta bancária, o que elas já tem, e de uma boa dose de carinho, o que elas correm atrás, com todo o direito e afinco. No entanto, a história mostra que uma mulher bem amada e, principalmente, amando, não é tão perigosa em quadra quanto uma carente. Por outro lado. Kim Cljisters, amando e mãe, quer jogo novamente. Só resta saber – e essa a grande pergunta – qual a maior ambição feminina?

Maria e Charlie Ebersol, o caso, e Anna e Enrique Iglesias, um velho caso.

Autor: paulocleto - Categoria(s): Tênis Feminino Tags: ,
13/01/2009 - 12:01

Censura

Chegou a censura. E no último lugar que eu esperava – o Aberto da Austrália. Os australianos têm que ser considerados os mais liberais, junto com os franceses, dos realizadores de um Grand Slam. Em uma ação, mais esperada dos sisudos do All England, o torneio avisou que vai checar, cuidadosamente, o uniforme das moças antes delas entrarem em quadra. E se alguém entrar em quadra com o que eles consideram impróprio podem levar até U$2 mil de multa. Em tempo, não sei informar quem vai checar e se estão abertas inscrições para tal.

A gota d’água, segundo Wayne McKewen, árbitro do torneio, foi o conjuntinho, em especial a blusa transparente, da francesinha Alize Cornet em Perth, na Hopman’s Cup. Não é de hoje que Alize assumiu o papel de fêmea-juvenil em quadra – lembram, foi chamada de algo como maquina-sexual pelo boca-mole Justin Gimelstob.

A ameaça teve o endosso de Margareth Court, uma das maiores tenistas da história. A atual pastora afirma que tenista não precisa desses artifícios e que jogadoras sem soutien e vestindo blusas transparentes “podem ter seus jogos afetados”. O raciocínio me parece de quem censura e precisa oferecer uma desculpa. Posso admitir que nos tempos atuais, onde muitas mulheres ligadas ao entretenimento se colocam em um papel duvidoso, a linha entre o bom e o mau gosto é tênue.

Considerando, sem encontrar nisso uma razão, como jogadoras de volei e as moças do atletismo competem, acho até que as tenistas são, de muito longe, as mais elegantes, e ainda estão a uma boa distância do mau gosto. A minha torcida é que uma, ou mais, das moças encarem os cartolas, pague a multa e desfile seus talentos, com muito bom gosto, em quadra.

Alize e sua transparência

Maria seria barrada nos vestiários australianos?

Autor: paulocleto - Categoria(s): Grand Slam, Tênis Feminino Tags: , , ,
11/01/2009 - 23:43

Durona

A moçada pode começar a chorar – Maria Sharapova não joga o Aberto da Austrália. A moça segue com problemas no ombro direito que a aflige desde Março e a impede de jogar desde Agosto. Ela fez então 10 semanas de fisioterapia, voltou a sacar recentemente e voltou a sentir a dor. Foi decidido ir para uma cirurgia e depois de um tempo voltou à fisio.

Ela havia anunciado que voltaria no AA mas mudou de idéia após descobrir que estava longe da forma técnica ideal. Maria não é tenista habilidosa e fluente e por isso demora mais a voltar à forma técnica.

Talvez fosse o caso de mexer um pouco na sua maneira de sacar, o que, confesso, não é tarefa fácil. Mas esse fundamento sempre foi o calcanhar de Aquiles da moça. Mas se não dá para mudar movimento podia tentar, ao menos, trabalhar em ser mais solta no movimento, pois acredito que é essa sua “dureza” a razão das dores no ombro e a faz “encolher” o braço e cometer tantas duplas faltas em momentos tensos.

Maria terá que esperar sentada para voltar às quadras.

Autor: paulocleto - Categoria(s): Tênis Feminino Tags:
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