Passo Fundo
Marcos Daniel e Paulo Cleto há pouco tempo.
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Autor: paulocleto Tags: Marcos Daniel
Marcos Daniel e Paulo Cleto há pouco tempo.
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Autor: paulocleto Tags: Marcos DanielÉ chato para os fãs; é ainda mais chato para o Daniel, esse abandono prematuro. Como dise o Nadal, após a partida, “o mais triste é que ele se contundiu. O Marcos é um cara muito, muito legal, sinto por ele e espero que se recupere logo”. Eu também.
Marcos Daniel sentiu o joelho.
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Autor: paulocleto Tags: Marcos Daniel, Rafael NadalExperiência ganha jogo? Se não ganha, ajuda barbaridades. A partida entre o gaúcho Marcos Daniel e o paulista Thomas Bellucci, pela final da Copa Petrobras, por 6/1 3/6 6/3, foi um bom exemplo.
Pode-se dizer que a chuva que castigou São Paulo no sábado também foi uma questão. Primeiro, porque deixou o jogo mais lento, o que tira um pouco a pimenta do jogo de Bellucci. Segundo, porque mexeu com a preparação dos tenistas – o início arrasador de Daniel e o pífio de Bellucci – deixou o fato evidente.
Estive rapidamente nos vestiários após a segunda interrupção e o clima era extremamente ameno. Thomas conversava com seu preparador físico, debruçados sobre um ipad, enquanto Marcos conversava animadamente com o supervisor Paulo Pereira sobre sua visão da ATP. A cada dia que passa fica claro que Daniel tem qualidades que podem ser usadas pelo tênis, internacional e nacional.
Depois de mais de quatro horas de espera, os dois brasileiros entraram em quadra para decidir quem tiraria melhor proveito do fator casa.
Daniel entrou em quadra dando na bola com vontade, inclusive fazendo mais estragos com o saque que o oponente, reconhecido sacador. Tirou o tempo do adversário, o incomodando e acuando, já que Bellucci gosta de jogar mandando no ponto, despencando de qualidade quando tem que se defender.
O mandato de Daniel ficou incólume até o 1×2 no segundo set, quando se estendeu em uma discussão com o árbitro e acabou por perder o foco. Deixou de ser arrojado, sua bola ficou mais curta e Bellucci pode então mandar no jogo a seu feitio.
Essa fase do jogo durou até o início do terceiro set, quando Thomas teve suas chances e não conseguiu cacifar. Daniel pediu atendimento por conta de dores nas costas e no game seguinte parecia que iria entregar a rapadura – parecia. Chegou a ficar 0×40. Mas sacou bem, foi agressivo e não deixou Thomas vencer um dos games mais emocionantes da partida.
Bellucci voltou a ter outros dois break-points no 2×2 e novamente deixou escapar. A norma do futebol de quem não faz leva também tem seu valor no tênis. No game seguinte Bellucci foi quebrado.
Desde o terceiro game do terceiro set Daniel não sentava nos intervalos. Muito a vontade, virava para quem estava atrás dele e dizia: “se eu sentar, não levanto mais”, se referindo ao fato de que suas costas estavam travadas. “E não vou entregar a partida!”.
Não deixa de ser curioso e interessante o fato de que Bellucci não parece ter um Plano B para seu jogo, já que, claramente, Daniel não tinha mais a mesma mobilidade, um fato que Thomas não soube aproveitar – continuou jogando exatamente como antes. Durante a partida, só jogou diferente quando Daniel encurtou e ele pode realizar o seu jogo A.
Daniel ainda teve que enfrentar um momento delicado ao sacar em 5×3, sabendo que se deixasse escapar a oportunidade poderia perder o torneio. Não deixou.
Fiquei feliz com a vitória de Marcos Daniel, por saber o lutador que ele é. Além disso, sempre foi e continua sendo uma pessoa extremamente agradável, dentro e fora das quadras, ao contrário de um de seus mais impertinente crítico.
Marcos, que foi um juvenil talentoso, teve que passar por muitas dificuldades em sua carreira, de sérias contusões, sempre o maior adversário de um atleta, a rasas e interesseiras a perseguições, inclusive por indivíduos que chegaram, por pouco tempo é verdade, a posições das quais nunca foram merecedores.
Com seus 13 títulos em Challengers – os quais, declarou após a final no Harmonia, trocaria, de bom grado, por um título no ATP Tour – Daniel conseguiu escrever sua história dentro do tênis brasileiro. Talvez não tenha sido a mais brilhante, mas segue sendo uma belíssima história de superação, dentro da carreira que escolheu dedicar seus anos mais atléticos.
Não sei, e nem sei se ele sabe, o que fará nos anos após encerrar sua carreira. Mas as coisas que aprendeu, dentro e fora das quadras, a objetividade com que consegue se expressar, a simpatia irradiante, a transparência de caráter, a força interior, e outras qualidades que me isento de listar, asseguram que encontrará novos sucessos e felicidade, que é o que um homem pode desejar nesta vida. Realizar o melhor possível com suas qualidades, sem aceitar limites, internos e externos.
Marcos Daniel, esperando a chuva passar, perdendo a concentração, soltando as costas, sacando muito e recebendo um abraço especial.
Notas relacionadas:
Autor: paulocleto Tags: Marcos Daniel, thomas bellucciAmanhã vou dar um pulo em Roland Garros. Já vi na internet que o Ricardo Hocevar e o Thiago Alves estarão em quadra, mais ou menos na mesma hora.
Ainda bem que não fui hoje. Iria ficar muito nervoso e chateado em ver o Marcos Daniel ser derrotado da maneira que foi – 3h47m, 17/15 no terceiro set. Já escrevi que dificilmente me envolvo emocionalmente em partidas de tênis, preferindo analisar seus detalhes e curtir suas variáveis. Quando me envolvo emocionalmente é por conta de ter um amigo em quadra, o caso do Marcos, ou de uma partida excepcional conseguir acionar aquele botãozinho.
O clima definitivamente mudou, hoje fez um quase calor. Ficou muito mais parecido com o “tempo de Roland Garros”. Olhei na internet e a promessa é de sol para o resto da semana. Ulálá!
Olhando a chamada de amanhã, logo na primeira partida, às 9hs, tem Elena Bovina. Faz tempo que não vejo a russa de 1.89m de altura, que já foi #15 do mundo, em torneios. Ela teve uma contusão em 2006, perdeu a confiança e desde então quando joga são torneios menores. Está tentando voltar, jogando o quali, mas aos 27 anos está mais para o fim de carreira. Alguns anos atrás, escrevi uma coluna sobre ela, no “Jornal da Tarde” ou no “O Estado de São Paulo”, que fez bastante sucesso, onde mencionava sua característica mais marcante.
A mulher berra como nunca dantes visto. É daquelas que pode deixar toda a vizinhança sem dormir. Melhor corrigir – ela berra como nunca visto, ou ouvido, em uma quadra de tênis. Se vocês acham que a Maria Sharapova – ou a portuguesinha de Brito, que também joga amanhã – berra, temos que achar um novo verbo para o que a Elena faz em quadra. A moça é a única capaz de múltiplos orgasmos tenisticos em quadra. Se for algo remotamente semelhante na privacidade de seu quarto aí sim os vizinhos são marcados por olheiras e atormentados por sonhos eróticos.
Falando em colunas de jornais, aqueles que estão em São Paulo não deixem de comprar a “Folha De São Paulo” de amanhã, quando o querido colunista de tênis desse jornal, Regis Andaku, escreve sua coluna final. Regis encontrou sua linguagem no seu espaço, foi sempre equilibrado, interessante, ilustrativo e informativo, sem perder a linhagem jornalística. Uma perda para o jornal, para o tênis nacional e para os fãs do nosso esporte. Vai fazer falta.
Elena Bovina, um show audio visual.
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Autor: paulocleto Tags: elena bovina, Marcos Daniel, regis andakuO garoto Martin Cuevas, irmão do Pablo, o que não veio, até que mostrou qualidades e jogou de igual no primeiro set. Depois, Thomas Bellucci se sentiu mais à vontade, no primeiro ainda estava tateando, soltou o jogo e se impôs pelo maior tênis.
O jogo de Marcos Daniel não deu nem para esquentar.
As duas fáceis vitórias sobre o Uruguai mostram que o adversário sentiu a ausência, ainda não bem explicada, de seu melhor tenista, Pablo Cuevas, irmão do que veio e que foi eliminado hoje nas quartas-de-final no Estoril.
Talvez pela fragilidade dos companheiros, Cuevas achou melhor não vir. O fato é que o time que veio não deu nem para o cheiro.
Amanhã tem a dupla, onde Mello e Soares devem fazer o terceiro ponto e encerrar a fatura. O Uruguai, parece, morreu na véspera, algo que eu sempre digo que não acontece.
O pessoal já está pensando na repescagem e com qual dos oito times o sorteio vai nos deparar: Estados Unidos, Israel, Alemanha, Suécia, Índia, Suíça, Equador e Austrália.
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Autor: paulocleto Tags: Marcos Daniel, thomas bellucciO técnico João Zwetsch fez sua primeira convocação como capitão da equipe da Copa Davis e mostrou sua inclinação. Trouxe dois singlistas e uma dupla formada, o que para mim é a formação ideal para a equipe.
No entanto, essa formação tem um calcanhar de Aquiles que pode derrubar um time. No caso de contusão de um dos singlistas o time fica mais manco que cão de três patas. Além de que a possibilidade de mudanças estratégicas no terceiro dia deixa de existir. Isso porque com certos duplistas é possível pensar em colocá-los nas simples, com outros é totalmente inócuo.
Lembro que quando eu utilizava dessa formação eu tive a disposição tenistas como Jaime Oncins, Cássio Motta, Fernando Roese a até Gustavo Kuerten; todos, na ocasião, vieram para jogar duplas, mas podiam se virar bem em uma simples. Esta não é o caso com a dupla Marcelo Mello e Bruno Soares.
João elegeu deixar Ricardo Mello de fora, preferindo Marcos Daniel. Não sei suas razões, mas pode-se argumentar que Ricardo tenha mais mental para a competição, pelo menos se olharmos o que ambos nela apresentaram. Ricardo tem um retrospecto de 4×1 contra Pablo Cuevas, #1 adversário, enquanto Daniel empata com o uruguaio 2×2. Além disso, Ricardo o bateu esta temporada, enquanto Daniel por ele foi derrotado. O retrospecto é importante porque essa partida, que acontece no primeiro dia do confronto, pode sacramentar a vitória brasileira, já que, imaginamos, Bellucci bate o segundo uruguaio, ou levar a decisão para o terceiro dia.
Uma diferença na cabeça do treinador pode estar na apresentação que Marcos fez em Porto Alegre contra os equatorianos, quando, finalmente, pareceu encontrar a sintonia ideal para jogar a Davis. Por outro lado, Ricardo vem tendo uma temporada mais sólida do que Marcos, mas o gaúcho venceu a semana retrasada no saibro de Blumenau, o que, suspeito, avaliou a escolha. Talvez João tenha sofrido para escolher, talvez tivesse a cabeça feita a respeito. Duvido que ele vá explicar.
Não chega a ser uma surpresa deixar o experiente Andre Sá de fora para não mexer na dupla atual de Mello e Soares. Isso já vinha sendo feito – respeitar a dupla formada. No entanto, Sá e Mello passavam por um ótimo momento, que Mello e Soares não estão conseguindo reproduzir. Talvez não tenha sido por acaso que Andre Sá e Franco Ferreiro se emparceiraram para vencer o Torneio de Blumenau. Talvez não seja uma surpresa se a partir de agora Mello/Soares começarem a jogar melhor e vencer.

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Autor: paulocleto Tags: joão zwetsch, Marcos Daniel, ricardo mello, thomaz bellucciMais um post enviado por um dos leitores presente em um torneio. Desta vez é o Rodrigo Pereira, de Curitiba, que, como verdadeiro fã, acompanhou o Torneio de Curitiba, cuja final acontece neste Domingo entre Ricardo Mello e o alemão Dominik Meffert, e nos brinda com uma das melhores contribuições para o “O leitor no Torneio”.
Acabo de chegar do Clube Graciosa, ou como os curitibanos costumam chamar, Graciosa Country Club. O Graciosa é um clube muito bonito e com uma boa estrutura para esse tipo de evento. Quadras com recuo oficial, arquibancadas confortáveis e dois bons restaurantes. Imagino que os tenistas gostem de vir pra Curitiba, pois talvez não haja no Brasil lugar ao qual eles possam ficar mais a vontade. Digo isso porque os curitibanos tem a “fama” de serem reservados, reservados até demais. Até existe aquela piadinha sobre nós, que diz que um curitibano chegou em casa e pegou a esposa com outro na cama. Sabem o que ele falou pro sujeito? Nada, pois curitibanos não falam com estranhos!
Sendo assim, é um evento no qual os tenistas ficam livremente perambulando por tudo. Você está almoçando na sua mesa e, na mesa ao lado, Marcos Daniel está com sua esposa e seu filho, recém nascido, em cima da mesa abrindo os olhos uma vez a cada 15 minutos. Duas mesas a frente, Thiago Alves, a namorada e seu técnico observam atentamente o jogo de seu próximo adversário, jogo que pode ser visto de “camarote” deste restaurante. Logo ali do lado esquerdo dividem uma mesa André Sá, o paraguaio Delgado, Caio Zampieri e Ricardo Hocevar. Nela conversam sobre tudo, inclusive tênis, enquanto apertam suas pernas no meio de tantas raqueteiras. Mais ao canto, como já é esperado, Larri Passos não para de falar com Tiago Fernandes, que dá um bochecho a cada 2 minutos. Deve estar cansado, talvez esgotado. Ricardo Mello nunca pára, está sempre de passagem, porém sempre sorrindo. E, nesse ambiente, ao final de um almoço, quero tomar um café e peço licença a Nicholas Massu, que está em frente ao copinho com os saches de açucar.
Nesse cenário, todos esses tenistas ficam a vontade e diluídos no meio do povo. Povo que os admira como todo o resto do pessoal que gosta e entende de tênis, porém sabe o valor do espaço de cada um… Bem, com essa turma, eu sou diferente e não perco tempo pra pedir licença e pedir pra tirar uma foto. Como é algo raro por aqui, todos me atendem com muita simpatia e tranquilidade. “Vê se ficou boa, se não tiramos mais uma!”.
Durante a semana os jogos foram muito bons e francos, como é previsível em quadras de saibro quando umidade, temperatura e vento estão em sintonia perfeita. No entanto, ontem esses três fatores brigaram feio e aparentemente decidiram cada um ir pra um lado. Venta muito, chove mas não molha e o frio é de lascar. Pra piorar, a temperatura caiu 10 graus de um dia pro outro.
Como resultado, os jogos também “esfriaram” e atrasaram, resultando no fato das quartas e semis terem que ser jogadas no mesmo dia. Thiago Alvez fez um jogo difícil de quartas, em 3 sets, 6-2; 1-6; 6-4. Quadra pesando uma tonelada e linhas que pareciam gilletes. Some aí vento de tudo quanto é lado. Ricardo Mello passeou contra Zampieri. Mas ali acredito que foi mais pelo respeito de um pelo outro do que por qualquer outra questão, 6×1; 6×2.
Marcos Daniel venceu seu jogo na experiência. Venceu o primeiro set no tie break, depois de sacar em 5×3 e ver seu adversário quebrá-lo pela primeira vez. O espanhol Alcaide é bom de bola, bate tudo de cima pra baixo e saca feito um monstro. Lá fora, no vento e na chuva, a partida tinha tudo pra ser de Marcos, que tinha recursos pra enrolá-lo o quanto desse e fosse necessário. Venceu o primeiro assim e abriu 3×0 no segundo. Viu o espanhol encostar no 3×3 e quando o espanhol babava pra bater na bola, interromperam a partida por falta de condições climáticas. Vamos pra quadra coberta. Pronto, era tudo que o espanhol queria. Marcos Daniel bufava de raiva, pois sabia que la na coberta a bola ia voar e sair fazendo faísca da raquete de Alcaide. O que ele fez? Simplesmente se atrasou 10 minutos pra entrar na quadra, deixando o espanhol esfriando, pensando na vida e acumuladno raiva dele enquanto pulava de um lado pro outro. Entrou calmo, mas não passivo. Segurou as pontas e venceu em mais um tie. Ta jogando um monte!!!
Tive que sair e, se não chover, amanhã assisto a final. As semis serão jogadas hoje, sabado, as 19 hrs, mas não assistirei porque meu alvará venceu com esposa e filhas. Mas amanhã, se não chover, assisto a final. Mando algumas fotos pra que todas possam apreciar.
Um grande abraço
Rodrigo P.
Nas fotos abaixo, Rodrigo com André Sá, Hocevar e Feijão, T. Fernandes, Berloq e Rodrigo c/ Mauro Araujo.
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Autor: paulocleto Tags: Marcos Daniel, torneio de curitibaFiquei curioso, após escrever sobre os 12 títulos do Marcos Daniel, e mandei uma mensagem para minha amiga Cristina Yoshizawa, uma brasileira gente finíssima que trabalha no escritório da ATP em Londres, que encontrou o Greg Sharke, um dos mais antigos na ATP, que me preparou a tabela abaixo, com os maiores vencedores de Torneios Challengers na história recente da ATP. Não deixa de ser interessante passar os olhos pela tabela e descobrir algumas curiosidades, a começar pelo maior vencedor de Challengers, um tenista que imagino a maioria aqui nunca ouviu falar. No post seguinte publicarei a lista dos vencedores de duplas. Divirtam-se.
Takao Suzuki – já ouviu falar?
| Jogadores | Títulos de Challengers em Simples | |
| Suzuki, Takao JPN | 16 | |
| El Aynaoui, Younes MAR | 15 | |
| Norman, Dick BEL | 13 | |
| Lee, Hyung-Taik KOR | 13 | |
| Luczak, Peter AUS | 12 | |
| Goldstein, Paul USA | 12 | |
| Daniel, Marcos BRA | 12 | |
| Russell, Michael USA | 12 | |
| Ruud, Christian NOR | 12 | |
| Tabara, Michal CZE | 11 | |
| Lu, Yen-Hsun TPE | 11 | |
| Mello, Ricardo BRA | 11 | |
| Pozzi, Gianluca ITA | 11 | |
| Sa, Andre BRA | 11 | |
| Canas, Guillermo ARG | 11 | |
| Paes, Leander IND | 11 | |
| van Scheppingen, Dennis NED | 11 | |
| Greul, Simon GER | 11 | |
| Vanek, Jiri CZE | 11 | |
| Sanguinetti, Davide ITA | 10 | |
| Tipsarevic, Janko SRB | 10 | |
| Sluiter, Raemon NED | 10 | |
| Hernandez, Oscar ESP | 10 | |
| Roitman, Sergio ARG | 10 | |
| Puerta, Mariano ARG | 10 | |
| Skoff, Horst AUT | 10 | |
| Eschauer, Werner AUT | 10 | |
| Gross, Oliver GER | 10 | |
| Fromberg, Richard AUS | 10 | |
| Hadad, Mauricio COL | 10 | |
| Gimelstob, Justin USA | 9 | |
| Delgado, Ramon PAR | 9 | |
| Bogdanovic, Alex GBR | 9 | |
| Mattar, Luiz BRA | 9 | |
| Nieminen, Jarkko FIN | 9 | |
| Labadze, Irakli GEO | 9 | |
| Odizor, Nduka NGR | 9 | |
| Santoro, Fabrice FRA | 9 | |
| Mayer, Florian GER | 9 | |
| Vliegen, Kristof BEL | 9 | |
| Kim, Kevin USA | 9 | |
| Chela, Juan Ignacio ARG | 9 | |
| Devilder, Nicolas FRA | 9 | |
| Pescariu, Dinu ROU | 9 | |
| Calleri, Agustin ARG | 9 | |
| Patience, Olivier FRA | 9 | |
| Kendrick, Robert USA | 9 | |
| Starace, Potito ITA | 9 | |
| Gaudenzi, Andrea ITA | 9 | |
| Massu, Nicolas CHI | 8 | |
| Kirmayr, Carlos BRA | 8 | |
| Berrer, Michael GER | 8 | |
| Beck, Karol SVK | 8 | |
| Vicente, Fernando ESP | 8 | |
| Schaller, Gilbert AUT | 8 | |
| Vassallo Arguello, Martin ARG | 8 | |
| Van Herck, Johan BEL | 8 | |
| Lapentti, Giovanni ECU | 8 | |
| Spadea, Vincent USA | 8 | |
| Dupuis, Antony FRA | 8 | |
| Voltchkov, Vladimir BLR | 8 | |
| Udomchoke, Danai THA | 8 | |
| Agenor, Ronald USA | 8 | |
| Tursunov, Dmitry RUS | 8 | |
| Tsonga, Jo-Wilfried FRA | 8 | |
| Pashanski, Boris SRB | 8 | |
| Portas, Albert ESP | 8 | |
| Fleurian, Jean-Philippe FRA | 8 | |
| Oncins, Jaime BRA | 8 | |
| Ascione, Thierry FRA | 8 | |
| Costa, Carlos ESP | 7 | |
| Saretta, Flavio BRA | 7 | |
| Gasquet, Richard FRA | 7 | |
| Youl, Simon AUS | 7 | |
| Lareau, Sebastien CAN | 7 | |
| Hernych, Jan CZE | 7 | |
| Giraldo, Santiago COL | 7 | |
| Sela, Dudi ISR | 7 | |
| Ondruska, Marcos RSA | 7 | |
| Gonzalez, Maximo ARG | 7 | |
| Behrend, Tomas GER | 7 | |
| Filippini, Marcelo URU | 7 | |
| Meligeni, Fernando BRA | 7 | |
| Hajek, Jan CZE | 7 | |
| Mamiit, Cecil PHI | 7 | |
| Mutis, Olivier FRA | 7 | |
| Caratti, Cristiano ITA | 7 | |
| Berasategui, Alberto ESP | 7 | |
| Nydahl, Tomas SWE | 7 | |
| Kucera, Karol SVK | 7 | |
| Schwank, Eduardo ARG | 7 | |
| Niemeyer, Frederic CAN | 7 | |
| Mahut, Nicolas FRA | 7 | |
| Golmard, Jerome FRA | 7 | |
| Volandri, Filippo ITA | 7 | |
| Pescosolido, Stefano ITA | 7 | |
| Zib, Tomas CZE | 7 | |
| Horna, Luis PER | 6 | |
| Lapentti, Nicolas ECU | 6 | |
| Hrbaty, Dominik SVK | 6 | |
| Zeballos, Horacio ARG | 6 | |
| Herrera, Luis MEX | 6 | |
| Lavalle, Leonardo MEX | 6 | |
| Ulihrach, Bohdan CZE | 6 | |
| Koellerer, Daniel AUT | 6 | |
| Popp, Alexander GER | 6 | |
| Pretzsch, Axel GER | 6 | |
| Arraya, Pablo PER | 6 | |
| Gumy, Hernan ARG | 6 | |
| Schukin, Yuri KAZ | 6 | |
| Pernfors, Mikael SWE | 6 | |
| Coria, Guillermo ARG | 6 | |
| Savolt, Attila HUN | 6 | |
| Elsner, Daniel GER | 6 | |
| Luna, Fernando ESP | 6 | |
| Arrese, Jordi ESP | 6 | |
| Vik, Robin CZE | 6 | |
| Falla, Alejandro COL | 6 | |
| Gaudio, Gaston ARG | 6 | |
| Mazarakis, Vasilis GRE | 6 | |
| Blake, James USA | 6 | |
| Ramirez Hidalgo, Ruben ESP | 6 | |
| Di Mauro, Alessio ITA | 6 | |
| Minar, Ivo CZE | 6 | |
| Mronz, Alexander GER | 6 | |
| Motta, Cassio BRA | 6 | |
| Rebolledo, Pedro CHI | 6 | |
| Reynolds, Bobby USA | 6 | |
| Baghdatis, Marcos CYP | 6 | |
| Bogomolov Jr., Alex USA | 6 | |
| Berlocq, Carlos ARG | 6 | |
| Wessels, Peter NED | 6 | |
| Novak, Jiri CZE | 6 | |
| Rochus, Olivier BEL | 6 | |
| Soeda, Go JPN | 6 | |
| Holm, Henrik SWE | 6 | |
| Bellucci, Thomaz BRA | 6 | |
| Raoux, Guillaume FRA | 6 |
| Duplas | ||
| Player | Challenger Doubles Titles | |
| De Voest, Rik RSA | 28 | |
| Prieto, Sebastian ARG | 27 | |
| Vanhoudt, Tom BEL | 27 | |
| Galimberti, Giorgio ITA | 25 | |
| Cunha-Silva, Joao POR | 24 | |
| Qureshi, Aisam-Ul-Haq PAK | 24 | |
| Sa, Andre BRA | 24 | |
| Levinsky, Jaroslav CZE | 23 | |
| Peya, Alexander AUT | 23 | |
| Roitman, Sergio ARG | 23 | |
| Ventura, Santiago ESP | 22 | |
| Zovko, Lovro CRO | 22 | |
| Hood, Mariano ARG | 21 | |
| Kohlmann, Michael GER | 21 | |
| Behrend, Tomas GER | 20 | |
| Merklein, Mark BAH | 20 | |
| Ram, Rajeev USA | 20 | |
| Albano, Pablo ARG | 19 | |
| Arnold Ker, Lucas ARG | 19 | |
| Fisher, Ashley AUS | 19 | |
| Kas, Christopher GER | 19 | |
| Marques, Nuno POR | 19 | |
| Wassen, Rogier NED | 19 | |
| Bracciali, Daniele ITA | 18 | |
| Kubot, Lukasz POL | 18 | |
| Levy, Harel ISR | 18 | |
| Reynolds, Bobby USA | 18 | |
| Ratiwatana, Sanchai THA | 18 | |
| Ratiwatana, Sonchat THA | 18 | |
| Skoch, David CZE | 18 | |
| Azzaro, Leonardo ITA | 17 | |
| Coetzee, Jeff RSA | 17 | |
| Erlich, Jonathan ISR | 17 | |
| Gonzalez, Santiago MEX | 17 | |
| Knowle, Julian AUT | 17 | |
| Kerr, Jordan AUS | 17 | |
| Paes, Leander IND | 17 | |
| Fukarek, Ota CZE | 16 | |
| Granollers, Marcel ESP | 16 | |
| Huss, Stephen AUS | 16 | |
| Lopez Moron, Alex ESP | 16 | |
| Mahut, Nicolas FRA | 16 | |
| Waite, Jack USA | 16 | |
| Braasch, Karsten GER | 15 | |
| Hernandez, Alejandro MEX | 15 | |
| Lipsky, Scott USA | 15 | |
| Marach, Oliver AUT | 15 | |
| Phillips, Tripp USA | 15 | |
| Petzschner, Philipp GER | 15 | |
| Ruah, Maurice VEN | 15 | |
| Thomas, Jim USA | 15 | |
| Ullyett, Kevin ZIM | 15 | |
| Waske, Alexander GER | 15 | |
| Aerts, Nelson BRA | 14 | |
| Artoni, Enzo ITA | 14 | |
| Behr, Noam ISR | 14 | |
| Carrasco, Juan Ignacio ESP | 14 | |
| Cipolla, Flavio ITA | 14 | |
| Dabul, Brian ARG | 14 | |
| Humphries, Scott USA | 14 | |
| Knippschild, Jens GER | 14 | |
| Schukin, Yuri KAZ | 14 | |
| Trifu, Gabriel ROU | 14 | |
| Trujillo-Soler, Gabriel ESP | 14 | |
| Vemic, Dusan SRB | 14 | |
| Anzari , Tomas CZE | 14 | |
| Benfele Alvarez, Emilio ESP | 13 | |
| Allegro, Yves SUI | 13 | |
| Beck, Karol SVK | 13 | |
| Cibulec, Tomas CZE | 13 | |
| Marrero, David ESP | 13 | |
| Odizor, Nduka NGR | 13 | |
| Ondruska, Marcos RSA | 13 | |
| Ram, Andy ISR | 13 | |
| Wakefield, Myles RSA | 13 | |
| Zeballos, Horacio ARG | 13 | |
| Armando, Hugo USA | 12 | |
| Barbosa, Givaldo BRA | 12 | |
| Brandi, Cristian ITA | 12 | |
| Bertolini, Massimo ITA | 12 | |
| Bhupathi, Mahesh IND | 12 | |
| Brzezicki, Juan Pablo ARG | 12 | |
| Butorac, Eric USA | 12 | |
| Cermak, Frantisek CZE | 12 | |
| Del Rio, Diego ARG | 12 | |
| Etlis, Gaston ARG | 12 | |
| Frana, Javier ARG | 12 | |
| Groen, Sander NED | 12 | |
| Goldstein, Paul USA | 12 | |
| Gimelstob, Justin USA | 12 | |
| Hadad, Amir ISR | 12 | |
| Johnson, Donald USA | 12 | |
| Kitinov, Aleksandar MKD | 12 | |
| Martin, David USA | 12 | |
| Portas, Albert ESP | 12 | |
| Parrott, Travis USA | 12 | |
| Rikl, David CZE | 12 | |
| Ramirez Hidalgo, Ruben ESP | 12 | |
| Rettenmaier, Travis USA | 12 | |
| Soares, Bruno BRA | 12 | |
| Wahlgren, Lars-Anders SWE | 12 | |
| Bathman, Ronnie SWE | 11 | |
| Bopanna, Rohan IND | 11 | |
| Cihak, Josef CZE | 11 | |
| Coupe, Brandon USA | 11 | |
| Cuevas, Pablo URU | 11 | |
| Fleurian, Jean-Philippe FRA | 11 | |
| Godwin, Neville RSA | 11 | |
| Ketola, Tuomas FIN | 11 | |
| Luxa, Petr CZE | 11 | |
| Lopez, Marc ESP | 11 | |
| Lu, Yen-Hsun TPE | 11 | |
| Motta, Cassio BRA | 11 | |
| Montana, Francisco USA | 11 | |
| MacPhie, Brian USA | 11 | |
| Matkowski, Marcin POL | 11 | |
| Melo, Marcelo BRA | 11 | |
| Marx, Philipp GER | 11 | |
| Marray, Jonathan GBR | 11 | |
| Oncins, Jaime BRA | 11 | |
| Rodriguez, Martin ARG | 11 | |
| Rosner, Paul RSA | 11 | |
| Rojer, Jean-Julien AHO | 11 | |
| Sell, Michael USA | 11 | |
| Tillstrom, Mikael SWE | 11 | |
| Tereshchuk, Orest UKR | 11 | |
| Weiner, Glenn USA | 11 | |
| Browne, Federico ARG | 10 | |
| Ball, Carsten AUS | 10 | |
| Fulwood, Nick GBR | 10 | |
| Fyrstenberg, Mariusz POL | 10 | |
| Grant, Geoff USA | 10 | |
| Garcia, Martin ARG | 10 | |
| Hill, Michael AUS | 10 | |
| Schneiter, Andres ARG | 10 | |
| Healey, Nathan AUS | 10 | |
| Nielsen, Frederik DEN | 10 | |
| Orsanic, Daniel ARG | 10 | |
| Puentes, German ESP | 10 | |
| Ran, Eyal ISR | 10 | |
| Suk, Cyril CZE | 10 | |
| Snobel, Pavel CZE | 10 | |
| Zelenay, Igor SVK | 10 | |
| Apell, Jan SWE | 9 | |
| Benneteau, Julien FRA | 9 | |
| Brunstrom, Johan SWE | 9 | |
| Crichton, Tim AUS | 9 | |
| DeVries, Steve USA | 9 | |
| Dilucia, David USA | 9 | |
| Dlouhy, Lukas CZE | 9 | |
| Ferreiro, Franco BRA | 9 | |
| Galvani, Stefano ITA | 9 | |
| Gonzalez, Maximo ARG | 9 | |
| Kirmayr, Carlos BRA | 9 |
Notas relacionadas:
Autor: paulocleto Tags: Challenger, Marcos Daniel, Takao SuzukiÉ algo difícil de dizer o porque, no entanto é algo que marcou a carreira do gaúcho Marcos Daniel. Marcos encontrou seu nicho nos torneios Challengers, onde teve um sucesso enorme, ao mesmo tempo em que teve dificuldades em reproduzi-lo nos torneios ATP.
Pode se conjeturar de mais de uma forma, especialmente negativa, o que é a mais fácil e rasteira, geralmente feita por pessoas que tem dificuldades até em colocar um saque em quadra, quanto mais em ganhar um jogo de 4a classe.
O fato é que Marcos não pode ser considerado um mero tenista de Challengers, porque ele não foi só um participante nesses eventos – foi um vencedor. O estranho é a proporção de títulos que aí conquistou – foram 12 – com o número de vitórias que conseguiu quando jogou uma classe acima. Sei de poucos casos iguais.
Posso lembrar de Julio Góes, um tenista de Baurú que nos anos oitenta ganhou uns 5 Challengers e alguns futures no Brasil; mas ele sequer tentou entrar no circuito dos torneios maiores; na verdade evitava sair do país. Quando foi não conseguia pedir um almoço nem marcar uma quadra e por isso voltava correndo. Sobreviveu graças ao número de torneios realizados no Brasil, na época o país que mais realizava eventos (boa época!).
Já Marcos realizou uma carreira internacional, com seus bônus e ônus, jogando, tentando, construindo e vencendo. Ganhou um bom dinheiro e quando se aposentar vai poder olhar para trás com orgulho. Esta semana venceu o Torneio de S. Catarina, colocou mais R$9 mil na conta, fora qualquer carinho extra, e volta a estar entre os 100 melhores do mundo. E os invejosos que se mordam.
Notas relacionadas:
Autor: paulocleto Tags: Marcos DanielUma festa brasileira em Indian Wells, um dos mais chiques torneios do circuito, com quatro dos nossos na chave principal. Alguns se dando bem outros nem tanto.
Uma bela vitória foi a de Ricardo Mello ao bater o argentino Horacio Zeballos, um dos heróis da vitória Argentina na Suécia. Ricardo entrou em nova fase da carreira, motivado pelo casamento no final do ano passado. Ao que parece a nova responsabilidade lhe fez bem. Porque o amor é antigo, já que o casal namora desde a adolescência.
Ricardo enfrenta o espanhol Montañes na próxima rodada e eu não apostaria contra. A quadra dura é a favorita do brasileiro e o saibro do adversário. Com a vitória o brasileiro voltaria a estar entre os top 100 e a entrar na chave principal de Roland Garros, seu dois objetivos imediatos.
Quem não conseguiu aproveitar a nova motivação foi Marcos Daniel, que recém foi papai novamente. Ele foi parado pelo holandês Thiemo de Baker, um jovem que vem surgindo, em dois sets. Com a derrota, Marco sai dos 100 melhores e vê sua chance de entrar em R.Garros direto ameaçada.
Thiago Alves também foi eliminado na 1ª rodada, pelo alemão Rainer Schutler, um veterano que faz mágica do seu tênis.
Na última rodada de hoje – a Califórnia está 5 horas atrás no fuso – Thomaz Bellucci enfrenta outro veterano, este com um tênis bem mais encorpado. Carlos Moya é um tenista que pode ser um incomodo para qualquer adversário em qualquer piso. De qualquer maneira, pelo momento da carreira, eu diria que é mais um jogo que o brasileiro deveria ganhar, apesar de ser na quadra dura. Como sempre insisto, acredito que pelo seu arsenal o paulista pode/deve se dar bem nesse piso.
Notas relacionadas:
Autor: paulocleto Tags: Marcos Daniel, ricardo melo, thiago alves, thomaz bellucci