Ana Ivanovic | Paulo Cleto - Part 2

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segunda-feira, 18 de outubro de 2010 Tênis Feminino | 23:27

Magia em Linz

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A melhor notícia da semana, aparte da que Andy Murray pode vir desabrochar ainda mais em seu potencial tenistico, foram as pazes de Aninha Ivanovic com a vitória ao conquistar o Torneio de Linz na Áustria.

A sérvia não vencia um torneio há exatos dois anos. Foi preciso todo o esforço que a moça vem fazendo para tirar a sua vaquinha do brejo e, talvez mais importante, uma boa dose daqueles componentes mágicos que os deuses ofertam para escrever histórias de sucesso.

O último torneio que Aninha havia vencido foi o mesmo torneio de Linz. Geralmente tenistas gostam de voltar aonde vencem, mas essa não era a idéia da serva, que não se inscreveu. Vai entender, já que a moça está precisando, desesperadamente, de boas memórias e bons fluídos. Mas os deuses não haviam desistido de seus intuitos com tão divina criatura.

Serena Williams ligou para os organizadores do evento no sábado, dois dias antes do inicio do torneio, avisando que não iria jogar. Com uma maleta de dinheiro mais pesada e sem um grande nome para os compradores de ingressos, os austríacos foram atrás de uma tenista que compensasse a ausência da americana.

Quando ligaram para Ana, já no Domingo, disseram que a moça tinha que resolver de bate pronto – a urgência urgia. Ela diz que foi fácil de resolver, já que algum Apolo deve ter-lhe cochichado algo em sua orelhinha. A moça aceitou o convite.

Sorte dela. É verdade que não encontrou muitas tenistas perigosas pelo caminho, mas também não perdeu um único set no torneio. Inclusive batendo a suíça Pat Schnider na final por 6/1 6/2, após estar vencendo por 6/1 5/0 30/0 e começar a derrapar na dúvida.

A conquista não é marcante pelo resultado, mas importantíssima para uma tenista que vem tentando fazer as pazes com a vitória e com ela mesma. Ivanovic é uma das mais talentosas do circuito, o que um olhar mais atento ao seu estilo e resultados passados evidenciam. Felizmente deixou os técnicos-fantasmas de lado e contratou Heinz Gunthardt, ex-técnico de Graf para colocar ordem em sua vida, já que a moça andou achando que teria sucesso na mesma medida em que posasse para fotos sensuais. Não tem sido fácil, mas com a vitória em Linz uma luz se acendeu o fim do túnel.

Aninha – a moça é mesmo uma graça.

Notas relacionadas:

  1. Frágil princesa
  2. Vogue
  3. Votos
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quinta-feira, 12 de agosto de 2010 Light, Tênis Feminino, Tênis Masculino | 12:17

Fashion

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Tenho até receio do que aquele “deliquente” do Marcos K pode fazer com a informação abaixo. Mas, às vezes graças a Deus e outras, com certeza nem tanto, foram-se os tempos do branco e mesmo do “predominantemente branco”, como os ingleses gostam de exigir, nas quadras de tênis.

Desde os tempos em que Andre Agassi começou a investir em vestimentas audaciosas e de extremo gosto duvidoso, os tenistas têm enfrentado o desafio de encontrar e vestir “outfits” que alegrem e embelezem as quadras. Tanto nas chaves femininas como masculinas. Geralmente deixo essas avaliações para minha colega Bê, do site Meninas Vodka, de onde pesquei a foto da Jelena, mas não custa dar uns pitacos.

Quando começa o circuito norte-americano é hora das fábricas de roupas mostrarem o que seus desenhistas, às vezes “ajudados” pelo duvidoso gosto de seus contratados, na maioria dos casos mulheres, desenharam para o agressivo mercado americano.

A Nike, que geralmente gosta de inovar para as meninas, e para Rafael Nadal, desta vez foi audaz com a camisa “perfect pink” e shorts marrom de seu tenista Roger Federer. Como o suíço é todo “fashion”, presumo que ele saiba exatamente o que está fazendo e vestindo. Quanto a mim, que tendo a ser mais conservador e natural no meu bom gosto, elejo uma volta à simplicidade do todo branco recheado com uma bem correta morenice por debaixo.

 

Agassi de peruca e shorts dinin.

Jelena veste a camisa.

 

 

 

 

 

A elegancia pink de Federer e beleza alva bronzeada da Aninha.

Notas relacionadas:

  1. Uniformes
  2. O parâmetro
  3. Mordomia
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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010 Light, Tênis Feminino | 14:58

Votos

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Aninha Ivanovic está mais perdidinha do que cego em tiroteio. Não sabe se treina ou posa para algum fotografo famoso. Não sabe se seu futuro é o de uma Graf ou o de uma Kournikova. Faz as contas no fim do dia e descobre que ganha mais com contratos do que com jogos – o pior é que quem faz as contas dela deve ser algum manager que só ganha porcentagem de contratos e não de prêmios.

Seguindo a tradição futebolista, e não tão rara também no tênis, Aninha vai trocando de técnico, porque a culpa só pode mesmo estar em alguém mais, porque todo tenista é perfeito – a Aninha um pouco mais. Mas está chegando a hora de dar um jeito na vida, porque senão o pessoal vai começar a escolher outras para fotografar e pagar. Uma coisa é a primeira do mundo bonitinha e gostosinha. Outra é a #23. Dessas tem várias.

Depois de inúmeras tentativas, algumas verdadeiras piadas, a sérvia elegeu o suíço Heinz Gunthardt, que foi um bom tenista, especialmente nas duplas, para lhe dizer qual é o seu problema. O rapaz treinou Steffi e Jennifer Capriati. A primeira deixaria qualquer técnico com fama de bom, a segunda, quando tentou enquadrá-la não funcionou.

Já ficam os meus votos que a parceria possa salvar a carreira dessa excelente e jovem tenista que já foi #1 do mundo e agora, em poucos meses, perdeu o foco e a confiança e viu seu ranking despencar para para #23. O tênis, como um todo, agradeceria.

ana-ivanovic-relaxAninha treinando.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

gunta                                                                                                                                      Gunthardt e sua Kneissl, o salvador??

Notas relacionadas:

  1. Frágil princesa
  2. Vogue
  3. Forbes
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sexta-feira, 9 de outubro de 2009 Light, Tênis Feminino, Tênis Masculino | 19:45

Forbes

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Não que seja uma grande novidade, mas fica cada vez mais claro porque as meninas fazem tanta questão de sair nas capas de revistas, sensuais em quadra e fora delas, e nem tanta questão de vencer torneios.

Quem ganha dinheiro mesmo entre as mulheres, são as bonitonas, as gostosas, as sensuais. Se ganharem alguma coisa em quadra melhor. Pernas de pau, dragões e jurubeba estão fora. Essa é a Verdade Kournikova, que se instalou de vez no tênis feminino e acabou com a Verdade Navratilova, para o desespero de suas coleguinhas do calção masculino.

Maria Sharapova, que ficou boa parte da temporada longe das competições, foi a tenista que mais ganhou dinheiro em 2008, segundo a Revista Forbes, a pietisa da grana global. A russa ganhou U$22.5 milhões, sendo U$22 em contratos, o que exemplifica bem o que digo. Foi seguida por Serena com U$14 e Vênus $13 e Aninha com U$8 . As americanas têm o nicho Black no mercado americano. A sérvia, que em seu país não ganha nem bom-dia, têm que se virar com mais esforço para agradar globalmente, por isso as inúmeras fotos e reportagens, fazendo o tipo boa-menina/menina-boa por onde der.

Os jornais brasileiros, principalmente O Estadão, adoram publicar fotos enormes da Maria nas suas páginas de esporte e até mesmo na 1ª página. Quando eu entro na ESPN para comentar os jogos nos GS, os marmanjos que cruzam meu caminho perguntam uníssonos; a Maria joga hoje? A razão por detrás dessa paixão é a mesma que faz com que a russa receba rios de dinheiros de empresas como Canon, Colgate, Sony, Tiffanys e Motorola.

1.85m de altura, cabelos loiros e corpo da amazona nórdica também ajudam bastante nos contratos, além do inglês impecável da moça, que faz todos os seus contratos nos EUA e zero na Rússia. Os rublos devem ficar para a Safina e a Kusnetsova que – desmentindo Vinicius e boa parte do resto da humanidade – desenvolve a lógica da mulher feia, dizendo que o foco de suas carreiras é na quadra e que beleza não importa. Ahh, se a Eleninha vencesse um Wimbledon…

O campeão da grana é o suíço Roger Federer que faturou U$ 36 milhões. A grana entra de todos os lados – sendo que a participação em torneios é só uma pequena fatia financeira, mas a que alavanca o resto. A personalidade, a categoria, o carisma, os recordes ajudam bastante. Nike, Rolex, Jura, Gillette, Mercedes ajudam mais ainda. Só a Nike joga uns U$10 M nas mãos do rapaz.

Nadal vem em terceiro (Roddick está junto com as irmãs), com $20 M, mas poderia estar ganhando ainda mais se não fosse o receio de algumas empresas apostarem mais no futuro do tenista, por conta das contusões. Boa parte de seus ganhos também vem da Nike e de empresas espanholas, onde o rapaz é deus e o esporte é muito considerado. Por isso, meus leitores, se vocês não gostam da camisa verde e do calção xadrez do rapaz, aposto que ele adora.

maria-sharapova-sony-ericsson

roger-federer-et-rolex1

kuznetsova_262 Vou subgelendar o que?

Notas relacionadas:

  1. Durona
  2. Bem vinda
  3. Ombros e pernas
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segunda-feira, 5 de outubro de 2009 Tênis Feminino, Tênis Masculino | 17:42

Saco de gatas

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Não é a toa que não levo o tênis feminino tão a sério como o masculino. Preconceito? Não, só mesmo uma outra dimensão, uma outra qualidade. Tem lá seus encantos, suas emoções, mas é um mundo, um espetáculo diferente.

Atualmente está mesmo um saco de gatas. As melhores tenistas não conseguem se manter, vencer os grandes eventos, nem administrar seus emocionais.

Qual a tenista numero 1 do mundo? Não me perguntem, porque dependendo do critério é uma, e a semana que vem pode ser outra, e se o critério for outra então! Se depender do ranking da WTA – que segundo a Serena Williams não vale o saiote rosa que ele usa achando que é um objeto de desejo e de alta-costura, e na verdade é só mais uma ofensa ao bom gosto – é a Dinara Safina. Será que é mesmo?

De qualquer maneira, já faz algum tempo que o circuito feminino não tem nem pé nem cabeça – talvez tenha outras coisas. Ou alguém se convence  que faz algum sentindo a Kim Cljister abandonar a carreira, ser mãe, voltar após mais de dois anos, jogar uns três torneios e vencer um Grand Slam?

Agora, a Aninha Ivanovic, que eu já chamei de Ivanisevic, talvez tentando passar alguma boa vibração para aquele serviçinho empurradinho, perde mais uma primeira rodada e diz, novamente, que deu para ela esta temporada. Estamos em Outubro e a moça já largou duas vezes.

A Safina perdeu na 2ª rodada em Pequim – número 1 do mundo perder na 2ª rodada não é exatamente normal – desta vez para uma convidada dos chineses e #226 do ranking. Isso, após perder, na semana passada, na 2ª rodada para uma qualifier de Taiwan cujo ranking é melhor nem saber. Para não ficar devendo, Venus Williams também se foi na 2ª rodada, perdendo para uma russa, Anastasia Pavliuchenkova.

Para não ficar só nas tristezas, Maria Sharapova, que vai jogar aqui em São Paulo ainda este ano, venceu um torneio após um jejum de 1 ½ ano. A russa bateu a sérvia Jankovic, que abandonou com dores no braço ainda no 1º set. Maria já foi a 1ª do mundo, perdeu quase todos os pontos e está de volta ao 15º lugar.

Para movimentar mais um pouco o circuito, se Serena Williams vencer sua próxima partida em Pequim, contra a russa Ekaterina Makarova, volta a liderar o ranking da WTA, o que talvez seja a melhor coisa para a Safina, já que a irmã caçula do maluco/beleza carregou esse título como se fosse uma cruz e debaixo do chicote.

Isso eu tenho que reconhecer na Serena. Ela pode ser uma mala sem alça, mascarada no “urtimo”, arrogante como ela só, de um mau gosto de dar dó, mas ela carrega a faixa de “número um” com muito mais confiança do que as outras.

SERENA_WILLIAMS_BIG_BLACK_BOOTY                 

Serena de pinky e Dinara sofrendo.

     Dinara-Safina

 

Notas relacionadas:

  1. A final feminina
  2. Desculpas e sinceridade.
  3. Chega.
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sexta-feira, 17 de julho de 2009 Light, Tênis Feminino | 13:04

Vogue

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Este post é só para aqueles que apreciam a beleza feminina, independente dos resultados tenisticos. Voces podem insinuar que a Aninha está encontrando dificuldades em sua carreira porque perdeu o foco nas raquetes, mas moça continua a fazer o maior sucesso com os editores de revistas, jogadores de golfe e apreciadores da intrínsica beleza feminina. Abaixo umas fotos da Vogue americana de agosto.

Palavras para que?


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  1. Frágil princesa
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quarta-feira, 17 de junho de 2009 Tênis Feminino | 20:19

Frágil princesa

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No quesito “quanto importante é o mental no tênis”, lembro aqui da carreira recente da numero 1 do mundo mais bonitinha dos últimos tempos. Uhmm, acho que toquei na ferida do caso.

Aninha Ivanovic tinha tudo para ser a princesinha do tênis por um tempo indeterminado, pelo congraçamento de talento, habilidades e beleza física que traz às quadras. Porque se tem alguém aqui que não acredita que a beleza feminina conta pontos – não os do ranking – na hora dos fãs elegerem suas favoritas e a imprensa publicar fotos nas páginas dos jornais, vocês só podem ser fãs incondicionais da magnífica Justine Henin, que até hoje deixa saudades, sem ser necessariamente uma beldade, muito menos um “mulherão”.

Duvido que alguém duvide que o recente fracasso de Ivanovic tenha muito a ver com as expectativas criadas e, principalmente, pelo fato da moça ter perdido o foco tenistico, em pró de um foco mais fashion. Já faz um tempo que vejo Aninha mais nas capas das revistas de moda, que adoram sua formosura muito bem distribuída pelos seus 1.85m de altura, do que nas de tênis.

À parte disso, a moça é um espécime um tanto frágil. É só acompanhar como ela vai de um excesso de confiança para um dramático aniquilamento de sua auto-estima em minutos. Cheguei a conhecê-la, à distância, nos tempos em que fazia sua transição de juvenil para profissional. A moça era extremamente tímida, falava baixo e como menininha, desviava os olhos embaraçadamente e tinha até um insinuante buço, que deve ter aprendido como lidar nos últimos tempos, o que não ameaçava sua beleza juvenil residente em corpo de mulherão.

Sei lá quem são os responsáveis pela sua carreira; ouço falar que é um suíço, Dan Holzmann, que bancou o início de sua carreira, quando a moça não tinha como se sustentar em Basel, terra de Federer, porque na Sérvia era impossível viver e treinar, colocando U$500 mil na parada, que recebeu de volta quando a moça venceu Roland Garros.

Seja lá quem for o pessoal teve uma visão curta e talvez um pouco gananciosa, colocando a carreira da moça em perigo. Ivanovic tem somente 21 anos e está em um momento crucial da carreira: apesar de ser uma tenista ainda em formação, já venceu um GS, já foi a 1ª do ranking, graças a seu enorme talento, e vive um momento delicado, perdendo com freqüência e para tenistas mais fracas.

Hoje em dia ela dá muitas declarações sobre moda e outros assuntos similares, e sobre tênis o máximo que tem ofertado são cada vez mais desculpas para suas derrotas. No torneio de Eastborne, um preparatório para Wimbledon, após ser precocemente eliminada em Roland Garros, foi derrotada por Nádia Petrova, outra talentosa com tremulações mentais. Ana vencia o 3º set por 4×1 e perdeu por 6/4.

Cada dia mais essas derrocadas emocionais prejudicam a sérvia. Ela já era frágil – lembram da primeira final em RG? – mas atualmente está ainda pior. Seu ranking despencou de 1 para 13, atrás de Bartoli, Petrova e outras. Não sei onde vai parar, mas que a moça precisa de cuidados – mais emocionais e mentais do que técnicos – precisa.

Para piorar, desde que as coisas começaram a ficar ruins, a moça entrou na roda viva de contratar e despedir técnicos, o que é típico de quem não quer encarar seus problemas. O último dançou após Paris. Soube, por aí, que um brasileiro chegou a ser sondado para treiná-la, mas a coisa não foi adiante – não era o técnico do Kuerten. Os próximos meses vão ser cruciais. Ou ela acerta as prioridades, a cabeça e as emoções, se não for tarde demais, e volta a brigar para ser a melhor do mundo, talento ela tem para isso, ou vai passar pelo inferno de ver esse mesmo talento se desvanecer pelas capas das vogues da vida e então pelas caras da vida e então no esquecimento. É muito talento e formosura para esse triste fim.

Aninha, candura em Wimbledon.

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