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terça-feira, 12 de julho de 2011 Tênis Masculino | 20:02

Happy Birthday

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Não tenho muito o hábito de celebrar aniversários. Talvez em função de tantos anos na estrada e/ou longe de casa, acabou sendo assim.

Este ano fui um pouco mais audaz. Jantar em casa, só para a família, que já não é tão pequena. O vinho vai rolar, uma bela massa não vai faltar e, o principal, boas conversas e aquele ótimo astral que só os familiares nos oferecem, por nos fazer sentir totalmente à vontade.

Então ergo o cálice, mordo a macadamia e sorrio para o meu sobrinho que está aqui ao lado sem entender muito bem porque eu estou no computador se a festa começou. Simples, para agradecer a todos voces que tiveram a gentileza de passar por aqui e deixar as palavras carinhosas que leio e me emociono. Abraços e obrigado.

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Light, Tênis Masculino | 19:47

Saltim banco

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O pintor saltimbanco francês Jean Pierre Blanchard foi comissionado pelo Banco Credit Suisse para uma pintura-happening de Roger Federer que é porta-voz do banco suíço.

Eu já tinha vista flash-pinturas como a realizada, mas é sempre espetacular acompanhar um artista pegar um canvas e transformá-la em obra de arte em quatro minutos. Aliás, aos dois minutos já estava de bom tamanho. Fora o rebolado do Jean Pierre que como todo artista performático não se limita a passar pincel.

O vídeo, que coloco abaixo, me deu uma luz sobre outro assunto. Tenho lido que o delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz está namorando Roberta Luchsinger, que a nossa imprensa diz ser a principal herdeira do banco suíço e vive por aqui. Bem que a moça poderia usar de sua musculatura empresarial e carinho pelo país e determinar que o Roger realizasse uma de suas obrigações com o patrocinador por aqui.

Notas relacionadas:

  1. Quarta-feira em Roland Garros
  2. Tudo tem seu preço.
  3. Charutos não
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Grand Slam, Masters 1000, Tênis Brasileiro, Tênis Masculino | 00:08

Longe do conforto

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Eu estava olhando o calendário e, mais uma vez, percebo a mão de Larri Passos no traçado da carreira de Thomaz Bellucci e a estratégia de tornar este em um tenista all around e mais completo. Se será um sucesso é outro assunto, que se descobrirá com o tempo. Mas, antes de se chegar lá é necessário desenhar uma estratégia que vise os grandes momentos e isso o tenista começa a fazer, após passar algum tempo de sua carreira investindo no óbvio.

Eu sempre escrevi que Thomaz poderia se dar bem nas quadras duras, algo que ele ainda não conseguiu e, pelo jeito, não se convenceu. Sua decisão de abrir mão do restante da temporada das quadras de saibro, seu feijão com arroz, e abrir mão de sua zona de conforto, especialmente o torneio de Gstaad, onde já venceu, e em condições, o saibro na altitude, onde sempre se dá bem, lembrem-se de Santiago, mostra que ele tem em mente um bom resultado no último Grand Slam do ano que é a hora da onça beber água.

Agora é acompanhar esse que será, talvez, a sua ultima chance de se enfiar entre os 20 do mundo esta temporada, e um divisor de águas na parceria com o técnico gaúcho. Lembrando que o paulista atingiu seu melhor ranking em Julho do ano passado, e a expectativa de ambos seria uma melhora dessa platafoma no fim desta temporada. Ele joga a partir do dia 25 em Los Angeles, depois vai a Washington e ainda joga os dois Masters 1000, Cincinnatti e Montreal. Termina a gira americana em Nova York, no final de Agosto.

Bellucci e Gstaad – história do passado.

Notas relacionadas:

  1. O destino
  2. Decisões
  3. Fazendo contas
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segunda-feira, 11 de julho de 2011 Copa Davis, Tênis Masculino | 00:02

Em casa não

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Se não houve muitas emoções em Montevidéu ou Bucareste, elas não faltaram em Austin, cidade do coração de Andy Roddick, que abraçou o evento na cidade e, mais uma vez, fez questão de defender o time. Os americanos, que tinham dois top 10 no time, além da melhor dupla do mundo, tentaram armar para cima dos espanhóis, escolhendo uma quadra que os ibéricos contestaram, foram à FIT tentar barrar o piso e fracassaram, o que os deixou bravissimos. O piso era rápido, o que, teoricamente, favorecia Roddick e, talvez, outros americanos.

Dançaram, porque os espanhóis, mordidos, vieram de Deliciano Lopez, que bateu Mardi Fish, e o incansável David Ferrer, que venceu tanto Roddick, que já confessou sua admiração pelo espanhol, e o Peixe, que vai demorar a se recuperar emocionalmente das duas derrotas.

Os jogos foram no melhor estilo Davis, com o publico participando, e os tenistas tentando apresentar o seu melhor tênis, tropeçando no emocional, mas nunca na garra e na vontade.

Os espanhóis venceram as duas partidas no sábado, o que não estava na conta americana, venceram as duplas, o que estava nas contas de todos, e os espanhóis não deixaram Roddick entrar em quadra para tentar se vingar. Os dois times têm cinco vitórias cada na Davis, mas foi a primeira vê que os espanhóis ganharam na casa dos adversários.

Os espanhóis recebem os franceses em uma das semis, enquanto os sérvios recebem os argentinos.

David Ferrer – barba e cabelo em Austin.

Notas relacionadas:

  1. Os degraus
  2. Começa em Londres
  3. Alma e ritmo
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domingo, 10 de julho de 2011 Copa Davis, Tênis Brasileiro, Tênis Masculino | 23:16

Direitinho

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Não há muito a escrever sobre a vitória brasileira em Montevideu. Depois que Pablo Cuevas sequer entrou em quadra, por conta de uma contusão no joelho, o confronto foi definido antes mesmo de começar. Afinal, o Brasil tem um tenista entre os 30 melhores do mundo e o Uruguai, sem Pablo, não tem ninguém. E o Brasil tem ainda três excelentes duplistas para sobrar e escolher.

Os brasileiros fizeram tudo direitinho, do começo ao fim. Lidaram com a ausência de Ricardo Melo que, ao que ouço, e que um dos meus leitores comentou en passant e com autoridade, foi jogar o torneio inter cidades nos EUA. Ricardo havia assinado um contrato com o time no ano passado e com a mudança das datas da Copa Davis não conseguiu sair do compromisso.
 
O capitão também assumiu a responsabilidade de não levar uma dupla formada e ficar com as opções táticas, tanto para as simples como para as duplas, o que funcionou. Mas, como escrevi, com o abandono de Cuevas tudo ficou bonito e fácil.

Adorei ver a foto de todo o time em quadra, sorrindo e celebrando, dentro do tradicional Carrasco, local onde, como capitão, vencemos o Uruguai, quando este tinha um time forte, em um dos mais dramáticos confronto da minha carreira. Mas isso fica para outra oportunidade. Hoje é celebrar Brasil 5 x Uruguai 0 e torcer por um bom sorteio na terça-feira para definir o adversário, e o local, da repescagem.

Possíveis adversários: Austria, Chile, Croácia, Rep. Checa, India, Russia, Suíça e Israel.

Notas relacionadas:

  1. Todos em Baurú
  2. Copa Davis
  3. Sem entender
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sexta-feira, 8 de julho de 2011 Copa Davis, Tênis Masculino | 11:43

Djoko fora

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Novak Djokovic não joga a primeira partida pela Copa Davis contra a Suécia. É bem provável que a decisão existisse há dias, mas foi guardada a sete chaves. Ontem mesmo ele fez declarações enaltecendo a competição e de como gosta de defender seu país.

Hoje, na hora de entrar em quadra, avisou que não jogaria por conta de uma contusão no joelho. No seu lugar entra o Tipsarevic.

Duvido um pouco que a contusão se agravou de ultima hora. É mais provável que já houvesse a decisão no ambiente do time, até porque o time sueco não traz nenhum perigo – o seu adversário, Ervin Eleskovic, é o #355 no ranking e o outro titular sueco, Ryderstedt, é o #297. Ou seja, se a Suécia fosse nosso adversário já estariamos na próxima rodada.

Por conta disso, posso crer que o Djoko aproveitou seus dias de festas, enalteceu a Davis, venderam milhares de ingressos, os fãs adoraram, e ele, que seria um tiro de canhão para matar moscas, deixou seus colegas de equipe serem protagonistas no fim de semana.

Notas relacionadas:

  1. Milongas
  2. Dividendo
  3. Djoko, panquecas e coca light.
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quinta-feira, 7 de julho de 2011 Copa Davis, Tênis Masculino | 22:35

Bonito

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Agora ficou bonito. Maravilhoso, para falar a verdade. Com o abandono de Pablo Cuevas, por conta de problemas no joelho as chances uruguais despencam. Rogerio Silva que tinha uma encrenca pela frente, agora enfrenta Marcel Felder, que apesar de brigador está a muitas luas de distância do titular. E o adversário de Thomas Bellucci, o #2 dos platinos, Martin Cuevas, está ainda mais distante do irmão original.

Do lado brasileiro, a mudança maior é que agora passa a existir uma expectativa de vitória sobre Silva que, com uma vitória, entrega a Bellucci a enorme possibilidade de o Brasil abrir 2×0 logo de cara. Aí é só correr para o abraço na Sábado, dia das duplas e, provavelmente, dia da decisão.

Ficou bonito para o brasileiro.

Notas relacionadas:

  1. Todos em Baurú
  2. Copa Davis
  3. Sem entender
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Copa Davis, Tênis Brasileiro, Tênis Masculino | 11:41

Sem entender

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Acho que o atual capitão do time brasileiro na Copa Davis, João Swetsch, ficou um tanto ressabiado na última edição da Copa Davis. Além disso, mais do que acho, há coisas na escalação do time que enfrenta o Uruguai, em Montevidéu, que não ficaram claras e que não sou eu que vou tentar explicar.

Digo que ficou ressabiado porque decidiu que queria ter um terceiro singlista no time, que pudesse também jogar duplas, abrindo mão de uma dupla formada e aí ficando sem um terceiro singlista para uma eventualidade.

No ultimo confronto, contra a Índia, ficou claro que Thomas Bellucci entrou em quadra para sua segunda partida, que acabou abandonando sem condições, físicas ou emocionais, escolham. A decisão do técnico de colocar o tenista em quadra não tinha o aval do jogador, o que terminou por gerar um estresse entre ambos que deu no que deu. Desta vez, João decidiu que quer ter uma opção tática, já que João Sousa pode jogar simples e duplas, assim como Bellucci e, óbvio, o bom mineiro Bruno Soares que seria sempre o homem fixo das duplas.

O que eu não sei explicar é o porque Ricardo Mello, de longe o mais experiente dos atuais tenistas brasileiros, e o que mais mostrou, até agora, captar o espírito da competição, ficou de fora. Especialmente lá pelo La Plata, onde o bicho pega. Li algo no sentido que ele poderia voltar ao time e que este confronto não era bem o caso, mas nada que explicasse.

Com a ausencia de Ricardo aumenta a responsabilidade de Thomas e Rogério Silva é colocado em quadra para levar o seu tênis combativo a importunar o adversário. Ele joga o primeiro jogo contra o Pablo Cuevas que é o melhor tenista uruguaio e um perigo até para Bellucci, mas que está sem jogar desde Paris por conta de problemas no joelho – sua condição física é uma incógnita. De qualquer maneira, se Rogério conseguir afinar seu emocional pode incomodar, e por que não ganhar, já que não há expectativas e pressão de vitória nessa partida.

Notas relacionadas:

  1. Todos em Baurú
  2. Ironia do destino
  3. Sem bombar
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quarta-feira, 6 de julho de 2011 Tênis Masculino | 14:15

Maiores prêmios

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A ATP informa que nos próximos três anos haverá aumento na premiação de seus eventos – que não inclui os Grand Slams. O total distribuído passará os U$90 milhões em 2014. Só os Masters 1000 terão um ajuste de 9% no período. Os outros, menos.
No entanto, ATP Tour Finals receberá 30% de aumento até 2014, indo de um total de U$5m para U46.5m, mostrando que eles pretendem dar um turbo no evento que agora é jogado em uma arena condizente para um publico idem. Por enquanto chega de aventuras chinesas, que, eplo jeito, teve seu valor quando aconteceu.

A ATP, como não poderia deixar de ser, vende a decisão como uma grande conquista. Ela perdeu o patrocínio de 12 anos da Mercedes, mas trouxe o da Corona, estendeu o da Ricoh e trouxe o da Fedex. Porém, se considerarmos a inflação o assunto não é tão assim um sucesso. Mas não deixa de ser positivo para o esporte. Como sempre, há muita coisa por detrás, inclusive o recente anuncio que o presidente da ATP Adam Helfant deixará o cargo no fim do ano. Ele chegou há dois anos, e sua estadia é bem menor do que o normal e o esperado.

Informes não oficiais dizem que o problema da não renovação foi salarial. A ATP fez uma oferta que não foi aceita por Helfant. Nesses casos, quando há uma vontade mútua, negocia-se, o que não aconteceu. Mas, como é quase sempre o caso, a realidade não é divulgada.

Notas relacionadas:

  1. Jupiter e Marte
  2. Jack
  3. Charutos não
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Curtinhas, Grand Slam, Tênis Masculino | 12:07

Rei da Sérvia

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Quem quiser saber como foi a recepção a Novak Djokovic em Belgrado é só dar uma olhadinha no vídeo abaixo. Dizem que havia mais de 100 mil pessoas no local. Uma bela maneira de recepcionar o grande herói da hora de um país que necessita deles. Especialmente se considerarmos o fato de que um de seus generais está sendo julgado em Haia por crimes contra a humanidade, em um assunto, como tantos outros, que tem mais de uma maneira de se analisar.

De qualquer maneira, Novak é um ídolo carismático, quase uma unanimidade nos vestiários, tanto no masculino como no feminino. É um ótimo ídolo, que deve fazer ainda mais pelo tênis sérvio, que tanto sucesso tem, também no masculino e no feminino.

Um detalhe interessante, e que fala alto sobre sua personalidade; Novak fez questão de dividir o palco com todas as pessoas que de alguma maneira são importante em sua vida.

Pelo que vemos no vídeo abaixo, onde Novak faz sua impersonação do Silvio Santos, seu impacto na Sérvia será bem mais amplo do que a diferença que fará no tênis local. Além do tênis como um todo.

Notas relacionadas:

  1. Eterno conflito
  2. WO nas duplas
  3. Chove chuva.
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  1. Primeira
  2. 10
  3. 20
  4. 28
  5. 29
  6. 30
  7. 31
  8. 32
  9. 40
  10. 50
  11. 60
  12. Última