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quarta-feira, 9 de novembro de 2011 Masters, Masters 1000, Tênis Masculino | 13:37

Dramas em Paris

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Se eu fosse pegar tudo que fanáticos escrevem ou querem eu estava perdido. No entanto, ontem fui dormir com a pauta do dia na cabeça e não é que a fanática pelo Djoko teve a mesma sugestão?!

A grande pauta extra quadra do Torneio de Paris é a decisão das três vagas que faltam ser completadas para o Masters de Londres, o evento final da temporada.

A dança das cadeiras se resume a três vagas disputadas por sete tenistas.

Como sempre acontece, chega nessa hora alguns piram e tremem e outros crescem.

Não é só o fato de ir a Londres. O evento, além de distribuir uma boa grana, implica em prestígio, o que implica em garantias melhores para a temporada seguinte, e melhores bonificações vindas de seus respectivos patrocinadores. Abrem muitas portas subjetivas também que os tenistas sabem bem a diferença que fazem. É a carteirinha do Clube dos Big Dogs.

Os tenistas, pela ordem de pontos, são Berdich, que a ATP em descuido chegou a anunciar como confirmado na chave só para desmentir horas depois, Tsonga, Fish, Almagro, Tipsarevic, Simon e Monfils. Enquanto escrevo, todos ainda têm chances.

Os com melhores chances são os três primeiros, que só ficam fora se fizerem bobagem e se algum dos outros barbarizar. Estes têm que pensar em termos de final e ainda torcer por tropeços dos primeiros.

De qualquer maneira, será interessante acompanhar o dia a dia dos jogos para ver como cada um deles reage a essa pressão extra. Os jogos com uma pimentinha a mais são sempre mais dramáticos e interessantes.

Aliás, em falando em chances e dramas parisienses, os mineiros Soares/Melo ainda têm chances de chegar a Londres. São remotas, não dependem só deles, mas existem. Torcemos!

PS: No fim do dia 09/11 os resultados confirmaram Berdich, Tsonga e Fish se confirmaram nas três vagas restantes. Ou talvez os outros quatro não conseguiram lidar com a pressão.

Thomaz Berdich – a ATP lhe puxou o tapete, mas deve ir a Londres

Notas relacionadas:

  1. State of the art.
  2. Escolha
  3. Até daria
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terça-feira, 8 de novembro de 2011 Tênis Masculino | 01:37

Legal!

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Foi legal ver Roger Federer ganhar em casa. Primeiro porque fazia tempo que ele não ganhava nada – 10 meses. Acho que não deve ser nada bom para a mente de um ubber-campeão passar por essas privações. Além disso é legal o vendo fazer questão de ganhar em casa. Campeão que é campeão ganha em qualquer lugar – mas acima de tudo em casa. E pela quinta vez!

Mais legal ainda foi a vitória do espanhol Marcel Granoller, também em casa, em Valencia. É o 3º de sua carreira, o 2º nesta temporada (Gstaad), sendo que no ano passado já tinha batido na trave em Valencia. Granollers é um mágico que vem se transformando em um esforçado e, finalmente, um tenista. A sua melhora tem sido gritante. Uns 3 anos atrás eu não dava dois tostões furados por ele e menos ainda para o seu revés que “não tinha ninguém em casa”. Direita ele sempre teve – era o seu ganha-pão. Melhorou barbaridade seu ponto fraco, continuou jogando bem as duplas e melhorando seus voleios – ele sacava e ficava atrás nas duplas! Hoje ele se vira muito bem junto à rede, surpreendendo seus adversários atrás de sua direitaça. Adoro ver um tenista sair de sua zona de conforto, explorar seus limites, melhorar e surpreender os adversários. Aos 25 anos Granollers ainda tem mais para apresentar, apesar de suas limitações técnicas.

Estava no Clube quando acompanhei a “derrota” de Djokovic para o Nishikori. Duas coisas: o japonês vem melhorando a olhos vistos – sua maior confiança está visível. Deve estar “a faturando horrores no Japão – sua off season será bem busy off court.

A segunda: como dizem, maus hábitos são duros de esconder. Depois de tantas vitórias, em um ano que se tornou histórico, o velho Djoko mostra que ainda não esqueceu como se milonga uma partida quando vê que vai perder. Aquele 3ª set contra o japa foi uma coisa feia. Está machucado sai da quadra. Se permanece, que não fique usando isso como desculpa. Perder um jogo e ficar contando pra todo mundo que está dodói e na semana seguinte voltar para a quadra é uma tendência que apareceu no tênis atual e que os tenistas de antigamente prefeririam morrer a fazer.

Notas relacionadas:

  1. O Robô campeão.
  2. Diploma
  3. Artista e sofredor
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segunda-feira, 7 de novembro de 2011 Copa Davis, Masters 1000, Tênis Masculino | 12:32

Até daria

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Se Rafael Nadal saiu de Paris por conta da Copa Davis, Juan Del Potro não deixou por menos. Se não houvesse a reedição da final contra a Espanha – uma derrota atravessado na garganta dos hermanos – com certeza Delpo não teria se retirado no ultimo Master 1000 da temporada por conta de uma dor no ombro que o vem incomodando.

Nas ultimas duas semanas ele chegou à final de Viena e à semi de Valencia, o que deve solidificar seu ranking entre os 10 primeiros para a temporada, que foi um sucesso. No inicio do ano, após o Aberto Austrália, estava como #485 do ranking!

Matematicamente o argentino ainda podia se classificar para o Master de Londres, por isso não se pode dizer que foi uma decisão fácil. Mas, como eu já disse antes, o seu não comprometimento total com a final de 2008, pelo menos no ponto de vista de seu companheiro de equipe Nalbandian, deve ter pesado ainda mais na decisão. Ele deixou claro que a dor no ombro existe, mas até daria para jogar Paris em uma situação normal. Mas com certeza ele não quis correr o risco de piorar e depois ter que ouvir insinuações a respeito de quem quer que fosse.

Com isso, Delpo deve voltar à Argentina para se colocar a disposição do técnico Tito Vasquez, esquecer as quadras duras temporariamente e focar nas quadras de saibro que, se não é o seu forte, é onde será decidida a Copa Davis.

Notas relacionadas:

  1. Hay jogo
  2. Apagar das luzes
  3. Escolha
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domingo, 6 de novembro de 2011 Grand Slam, Tênis Feminino | 12:14

Parabens!

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O torneio não era lá o maior deles, mas era o fechamento da temporada feminina e um evento que a WTA coloca uma certa importância e dá uma boa ênfase. Por isso, o meu lado torcedor, que é pequeno mas grande o bastante para acomodar o 1.86m de Aninha Ivanovic, ficou feliz em saber que a sérvia está fazendo as pazes com a vitória.

Na pior das hipóteses isso asseguraria sua presença mais tempo nos torneios o que nos daria a chance de vê-la com maior frequência, mesmo que na telinha. E não sejamos unidimensionais – a moça tem muito talento e seu tênis é um dos mais interessantes de se acompanhar.

Aninha venceu o torneio de Bali batendo a espanhola Medina-Garigues, o que não é lá nenhum feito para alguém com seu arsenal. Mas venceu o evento, que tinha ainda Bartoli, Lisicki, Pheng, Hantuchova, Petrova e Vinci.

Além do título e da confiança que vai levar para a próxima temporada, Aninha ganhou U$210 mil que dará para as comprinhas de fim de ano e mais um monte de presentes do pessoal de Bali que, não sei porque, a adora. Talvez porque seja bicampeã do evento. Tudo isso no dia de seu 24 aniversário.

A moça deve melhorar seu atual ranking de #26 e investir no início da temporada, quando terá poucos pontos a defender. Ela já foi #1 do mundo, e o foi após vencer um GS, em Paris, o que nos dias de hoje na WTA não é para qualquer uma. Já foi finalista também em Paris e Melbourne.

Nas ultimas temporadas a moçoila perdeu o foco, a confiança, muito mais partidas do que deveria e viu seu ranking despencar. Desde 2009 vem tentando um retorno à antiga forma sem o sucesso que todos, ela primeiro, gostariam. Desde a final na Austrália não chega sequer a uma quarta de final em um GS. A torcida é que a moça consiga, algum dia, equilibrar positivamente as duas que movem o tênis da WTA – a capacidade de gerar resultados em quadra e a de ser uma força de marketing fora delas.

Aninha Ivanisovic – dá ou não dá vontade de levar pra casa?

Notas relacionadas:

  1. Magia em Linz
  2. Ela voltou
  3. Dos mares do sul
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sexta-feira, 4 de novembro de 2011 Masters, Masters 1000, Tênis Masculino | 16:13

Escolha

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Rafa Nadal mandou um au revoir para os franceses e avisou que não joga o Aberto de Paris na próxima semana. Os Masters 1000 são obrigatórios para os tenistas que para eles se classificam, a não ser que contundidos – algo que não é o caso do espanhol. Ele mesmo nos informa no seu facebook que não joga Paris porque quer se preparar para o restante da temporada: o Masters de Londres e a final da Copa Davis. Ele avisa também que tem treinado bastante nas ultimas duas semanas com um juvenil chamado Frederico, o que deixa evidente que machucado não está.

O Aberto de Paris, jogado na semana que vem, é jogado sobre um piso rápido, o qual Rafa nunca venceu e que não deve fazer parte de sua lista de favoritos. Fatos que provavelmente têm algo a ver com a sua estratégia. Londres é jogado duas semanas depois e a final da Davis imediatamente na semana seguinte. O primeiro é jogado em piso duro indoors e a Davis em saibro coberto.

O assunto todo é uma sinuca de bico – eu me refiro à final Copa Davis, um evento capital e tão tarde na temporada. Esse é bem o caso do Calendário não amigável que os tenistas tanto reclamam. Nadal decidiu priorizar o Masters e a Davis, o que deixa evidente, mais uma vez, onde está seu coração. Lembro que esse assunto foi a razão principal da desavença entre Nabandian e Del Potro na final da Davis jogada em Mar Del Plata.

Os cachorrões estão jogando esta semana, jogam Paris e Londres, o que comprova que o foco deles é Paris e, mais ainda, Londres (só Federer que tem suas razões especiais para jogar, e ganhar, em Basel).

O ultimo torneio jogado por Nadal foi Xangai, na 2ª semana de outubro, duas semanas atrás, derrotado precocemente na 2ª rodada pelo alemão Mayer. Obedecendo as contas que os cachorrões fazem, Nadal até poderia jogar Paris, já que descansa também esta semana. Como no Masters lhe é assegurado jogar no mínimo três partidas, ele deve então adquirir algum ritmo para o evento e a semana seguinte. Mas é a final da Davis que deve ter falado mais alto, mais uma razão para os espanhóis tirarem o chapéu para seu ídolo.

Nadal e a Copa – gosta tanto que se pudesse comeria.

Notas relacionadas:

  1. Programão
  2. Alma e ritmo
  3. Mudanças
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Light, Tênis Feminino, Tênis Masculino | 12:53

Halloween

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O dia das bruxas, mais conhecido por Halloween, é uma festa para crianças que os adultos adotaram para si. Para os americanos é uma oportunidade de se fantasiarem, algo que sempre mexeu com a criatividade e o subconsciente das pessoas.

Como o Blog é de tênis, pelo menos teoricamente, coloco abaixo duas fotos de tenistas brincando com suas fantasias. Uma delas é ubber-campeã Steffi Graff com uma fantasia de Smurf – agora, fala sério, o que é aquilo na cabeça da moça??

Uma cocada para quem matar de cara que é na outra foto. A fantasia é de Mr. T, vocês lembram dele? A escolha da fantasia fez algum sucesso mesmo onde não se esperava, já que causou polêmica a divulgação da foto. Tem muito jornalista nos EUA que acha ser “ignorante” e de “mau gosto” usar pintura preta no corpo – e viva os tempos do “politicamente correto” e da ignorância desvairada.

Notas relacionadas:

  1. Nostradamus de Las Vegas
  2. Queda de braço
  3. O bicho pegou
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Curtinhas, Light, Tênis Feminino | 09:49

Panic Room

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Tempos atrás Nadal e Murray reclamaram bastante dos procedimentos do pessoal do antidoping. Parece que eles apareciam a qualquer hora exigindo um xixi imediato. Esses dois não reclamaram mais, por isso não sei dizer se aceitaram a realidade ou os caras adotaram outras medidas. Lembro que os belgas Malisse e a Wickmayer também tiveram seus problemas com horários e procedimentos, foram suspensos e liberados, em um incidente que mexeu bastante com a cabeça da tenista que ameaçava ser top 10 em breve a acabou perdendo o caminho.

Quem teve seu probleminha agora foi a Serena Williams. A americana foi acordada na semana passada às 6h da matina por um barulho na sua casa. A moça reagiu se trancando no Quarto do Pânico, que não tem nada a ver com os malucos da TV, e chamou a polícia.

Quando os prestativos chegaram – lá não é como aqui que você chama e pode acontecer qualquer coisa – descobriram na varanda o rapaz com o vasilhame na mão e exigindo o xixi da moça. Não é que o cara desistiu – acertou o pé e lá ficou, com polícia e tudo. À tenista não restou alternativa senão se desculpar aos envolvidos e se trancar novamente, desta vez no banheiro, até apresentar a prova do crime, ou da sua inocência.

Agora, tudo bem, é profissional, é antidoping, mas 6h da manhã é sacanagem.

Notas relacionadas:

  1. Culpa
  2. Embolia
  3. Cinderelas
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quarta-feira, 2 de novembro de 2011 Masters 1000, Tênis Brasileiro, Tênis Masculino | 22:18

Limites

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Com certeza o segundo semestre da temporada 2011 não será algo que trará boas memórias a Thomaz Bellucci e seus fãs. Ele fez uma aposta, consciente e, mais do que provável, sob a orientação de seu técnico, Larry Passos, mas não se pode dizer que teve o sucesso esperado.

A estratégia de Bellucci era dar o pulo do gato com sua carreira e estender seus limites. Numero 21 do ranking ele já foi, o projeto era quebrar a barreira dos top 20 e testar a barreira dos top 10. Não foi nesta temporada, o que não quer dizer que não vá ser em outra.

A escolha de seus torneios, assim como foi a escolha do técnico, espelha a ambição do tenista brasileiro, algo saudável em um esportista. Se o tenista não almeja crescer na carreira com certeza começa, e merece, cair.

No entanto, não basta planejar bem, tem que executar bem. E foi aí que Thomaz fracassou, pelo menos se levarmos em consideração sua estratégia e ambição. Neste segundo semestre, o brasileiro apostou em grandes eventos, não se escondendo nos torneios menores.

Jogou todos os Masters 1000, viajou mais cedo para a América do Norte, começando em Los Angeles, se guardou na semana anterior aos Grand Slams, foi à Ásia, onde jogou os torneios maiores e mais difíceis, voltou ao Brasil, e voltou à Europa por duas semanas. Tudo como deveria.

Alguns exigem que deveria ter feito diferente. Poderia, mas não seria um calendário melhor. Para jogar Estocolmo ou Moscou teria que ir direto da Ásia – onde jogou dois eventos – jogar na semana seguinte em St Petesburgo ou Viena e depois Basel/Valencia, Paris, um Master 1000. Seria uma viagem de seis semanas por dois continentes e vários fusos, além de ter que voltar e jogar em São Paulo. Infelizmente o tenista atual, por diferentes razões, não está mais acostumado a fazer isso. E nem é bom fazê-lo. É pensar pequeno e pensar só em ganhar dinheiro.

O plano ideal é fazer pequenas intervenções – só que a ideia é conseguir resultados positivos nessas oportunidades. Se não se consegue ganhar, qualquer estratégia vai por água abaixo.

Critica-se Bellucci por jogar alguns torneios com a mesma tranquilidade que o criticam por jogar um outro torneio. Falam que ele deveria jogar torneios menores como St Petesburgo ou Viena, ao mesmo tempo em que deveria ficar longe de Basel. Infelizmente são críticas de sofasistas que enxergam e criticam uma mesa já posta. Só que o calendário é escrito na melhor das hipóteses 42 dias antes, e muitas vezes bem antes disso, obedecendo uma estratégia maior.

Muito mais vital para a carreira de Thomaz do que acertar suas prioridades de calendário, será ele aprender, ou conseguir, ganhar jogos apertados. É aí que o bicho está pegando para o brasileiro. Desde Los Angeles, Bellucci venceu três partidas e perdeu oito – sem contar a Davis. Nas que perdeu, só tomou um cacete em uma – para Gasquet. Em todas as outras o jogo foi equilibrado. Um tenista com confiança e de sucesso vence essas partidas.

Na Davis, onde foi elogiado, deixou escapar uma partida que poderia ter mudado o seu destino, assim como o do time brasileiro. Ele jogou bem? Jogou. Lutou? Sim. Mas não venceu e o tênis é cruel. Assim como a vida, os adversários e os torcedores. Essa é a realidade de um profissional de um esporte altamente competitivo. Se não gostar e lidar com pressão não sobrevive.

Por isso, discutir e criticar o calendário do tenista é pueril, até porque, como eu já disse, ele não errou. Pecou na execução, o que é outro assunto. Talvez se possa criticá-lo por sonhar alto, algo que eu não faria. Prefiro esse perfil ao de alguém que se esconde, onde quer que seja e pela razão que for, para não enfrentar grandes desafios, onde estão os grandes riscos e as grandes conquistas.

Seus pontos atuais devem mantê-lo nos grandes torneios durante pelo menos no primeiro semestre. Dependendo dos resultados, talvez Bellucci tenha que reavaliar sua estratégia. Mais uma vez a diferença estará na execução e não na escolha dos torneios. Só espero que ele mantenha a coragem fora das quadras e consiga se encontrar dentro delas.

Talvez um dia Thomaz seja obrigado a aceitar suas limitações. Talvez ele consiga crescer como jogador e derrotá-las. Só tenho a certeza que ele se sentirá melhor, pelo resto de sua vida, se souber que tentou ser o melhor que pode ser e não se curvou às forças de uma realidade que tentam impor a ele. Adversários, fãs e sofasistas.

Notas relacionadas:

  1. Decisões
  2. Progresso
  3. Valeu
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segunda-feira, 31 de outubro de 2011 Tênis Masculino | 22:51

Ignara

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Todo mundo sabe que torcedor de futebol é ignorante. Não sei dizer se um torcedor montenegrino é mais ignorante do que os outros. Mas também não fiquei surpreso com o vídeo que me enviaram da vitória da Suíça sobre Montenegro pelas eliminatórias da Euro Copa 2012, onde um bando de montenegrinos decidiu que a melhor maneira de encher o saco da torcida local, o jogo foi em Basel, era ofendendo o cidadão #1 da cidade. Veja no vídeo abaixo.

Notas relacionadas:

  1. Possibilidade remota
  2. O parâmetro
  3. Mudanças
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Masters 1000, Tênis Brasileiro, Tênis Feminino, Tênis Masculino | 15:05

Tá acabando

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Enquanto as mulheres encerram sua temporada – só falta aquele torneio em Bali que eu sinceramente não entendo a sua existência – os homens ainda tem muito chão pela frente. Talvez os rapazes tenham um ponto na sua argumentação sobre o calendário ser extenso demais.

O torneio de Bali me parece mais um prêmio de compensação do que qualquer outra coisa. O critério são as oito melhores tenistas que venceram um evento da WTA, mas não se classificaram para o Masters de Istambul. Parece um tanto forçado, mas as mulheres, ao contrário dos homens, devem achar que o seu calendário está curto. Por outro lado, ir a Bali, jogar tênis no fim de semana e ainda ganhar uma grana não dá para reclamar.

O evento feminino deve ter Bartoli, Hantuchova, Lisicki, Vinci, Garrigues, Petrova e mais duas. A WTA ainda não enviou a lista completa – o evento é jogado de quinta-feira a domingo.

Enquanto isso, 37 dos top 40 tenistas do mundo estarão jogando em Basel e Valencia. É um numero impressionante. Só lembrando, após esta semana teremos Paris, o ultimo Masters 1000 do ano. É o fim da temporada e ninguém quer ficar de fora. Talvez isso deixe mais claro, mas eu duvido, a razão da arquitetura do calendário do Bellucci para os seus críticos.

Para acabar, o World Tour Finals em Londres reunindo os oito cachorrões da temporada onde, vale lembrar, três vagas ainda estão abertas.

Tanto Basel como Valencia são ATP 500, indoors e piso duro. A diferença, eu presumo, é que os suíços devem estar com mais bala para gastar do que os espanhóis.

Na Basiléia estarão Djoko, Murray e Federer, bien sure, Berdich e Fish, todos top 10. O ultimo a entrar direto na chave foi Giraldo #52.

Em Valencia estarão Ferrer, Tsonga, Monfils, Almagro, Simon, Delpo, Dolgopolov e Feliciano – três tpo 10 e mais cinco top 20. O último Andujar 43.

Bellucci decidiu falar alemão esta semana. No primeiro jogo enfrenta o finlandês Jarko Niemenem, um dos tenistas mais regulares do circuito – a gente nunca vê ganhar de ninguém e é o #75 do mundo. Quem ganhar encara o Roger.

Entre a fria Basel e a quente Bali miquei com a chuvosa São Paulo.

Notas relacionadas:

  1. Rápidas.
  2. Caminha pra um…
  3. Iscas
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  1. Primeira
  2. 10
  3. 18
  4. 19
  5. 20
  6. 21
  7. 22
  8. 30
  9. 40
  10. 50
  11. Última