Publicidade

Arquivo da Categoria Tênis Masculino

sexta-feira, 3 de julho de 2009 Tênis Masculino | 12:11

Clássico

Compartilhe: Twitter

FederAir no Match Point e na final

Como é legal voltar a assistir um jogo de tênis envolvendo saque/voleio, idas à rede, bons voleios, grandes devoluções e passadas de esquerda, bolas de ataque decisivas de direita, tudo aliado a uma grande dose de categoria, habilidade, finesse e elegância na execução. Isso foi o que nos foi ofertado na semifinal entre Federer e Haas. Se não foi um espetáculo em termos de emoções, o foi em termos de resgatar o tênis clássico, um estilo preciosamente plástico que, aos poucos, vem perdendo espaço para o tênis força.

Notas relacionadas:

  1. Duas bolas
  2. Eterno conflito
  3. Caça e caçador
Autor: paulocleto Tags: ,

quarta-feira, 1 de julho de 2009 Copa Davis, Grand Slam, Light, Tênis Masculino | 16:12

Vem aí.

Compartilhe: Twitter

Vem ai as semifinais masculinas. E da próxima vez que alguem quiser entrar em bolão, façam antes uma consultoria com o Cleto. Mais tarde colocarei meus posts sobre Wimbledon.

enfrenta

E

Encara

Autor: paulocleto Tags:

terça-feira, 30 de junho de 2009 Grand Slam, Tênis Masculino | 14:40

As quartas-de-final masculinas

Compartilhe: Twitter

Estar entre os oito últimos tenistas de um GS, onde jogam 128, é um feito na carreira de qualquer um, independente do que alguns fãs – que só se distinguem por levantar do sofá para pegar uma cerveja e descer a lenha naqueles que estão na telinha – podem achar.

Nesta quarta-feira se joga as quartas masculinas e temos todo o direito em esperar bons confrontos. Os tenistas já estão ambientados na grama, estão confiantes pelas vitórias conquistadas e ainda não é uma semifinal ou final, sempre momentos mais tensos.

Lleyton Hewitt e Andy Roddick voltam a jogar bem no seu melhor piso, até porque sabem que a grama é a hora para mostrarem serviço. Hewitt é um ótimo contra-atacador e devolvedor, enquanto seu adversário é um excelente sacador. Como a idade deve valer para algo mais do que dores constantes, ambos vem acrescentando outros valores a seus estilos. Hewitt vem melhorando seus voleios, e Roddick sua movimentação e aquela esquerdinha marruda. O ultimo confronto entre eles aconteceu em Queen’s, com a vitória do americano em dois tie-breakers. Se for para arriscar, fico com o americano, pelo momento.

Murray volta à quadra para enfrentar o convidado de luxo de sua federação, o espanhol Ferrero, que abandona as quadras no fim desta temporada e por isso o convite. Apesar da determinação ibérica e de sua direitaça, duvido que Ferrero vá cometer a desfaçatez de cuspir no prato que o alimentou. Murray está cada vez mais à vontade com seu estilo na grama, mas continua sendo uma mala sem alça para os seus fãs, que estão prontos para engolir qualquer abacaxi para acabar com os 73 anos de jejum. Após a vibrante vitória sobre Wawrinka, o cara que o entrevistou em quadra, para o publico presente e a TV, tentou duas vezes levantar a bola para ele agradecer a participação do público em sua vitória. Nas duas o escocês se fez de rogado. Mas é o favorito.

Tommy Hass e Djokovic é a partida. Os dois fizeram a final de Halle, com vitória do primeiro, logo antes de Wimbledon, e vem dali a recém adquirida, apesar de suspeitamente tênue, confiança do alemão. Haas é mais tenista, pelo menos na grama, mas Djoko é mais forte mentalmente. Resta saber qual das duas qualidades vai falar mais alto. Vai ser interessante também acompanhar as mudanças táticas que ambos trarãoapós tão recente confronto. Não acredito em favorito aqui.

A última partida é entre Federer e Karlovic. Pelo menos aqui, todos estão cientes da força e da qualidade de Federer. Além disso, faz algum tempo que não vejo o suíço tão bem em quadra. Está confiante, e por isso indo para suas bolas, inclusive aquelas mais bonitas, que sempre atingem a confiança do oponente. Além disso, não vem dando aquelas viajadas que o marcaram no ultimo ano.

Seu adversário, pode-se até chamar de freguês, já que está 8×1, é o sacador e novo homem Ivo Karlovic. Tive a oportunidade de acompanhar a vitória do croata sobre o então campeão, Hewitt, na 1ª rodada de 2003. Logo após a partida, assisti o croata na sala de entrevista; o rapaz , de tão tímido, não conseguia sequer falar. Ele gaguejava, colocava a mão em cima da boca e ninguém ouvia ou entendia o que ele falava. Foi uma das cenas mais constrangedoras que presenciei. Atualmente, quando vence, fica ali, no meio da quadra, soltinho, sorridente e fazendo uma manivela com seu braço em direção a seu camarote. Não sei o quanto sua nova personalidade vai mudar o retrospecto com Federer, mas como tem uma capacidade única de levar as partidas para o tie-breaker, é bom o suíço ficar esperto.

Ivo e sua manivela e Andy e sua bola.

Notas relacionadas:

  1. Rápidas.
  2. A final masculina
  3. Saindo pelo ladrão
Autor: paulocleto Tags: , ,

sábado, 27 de junho de 2009 Tênis Masculino | 20:46

Queijo com banana.

Compartilhe: Twitter

Poucos sabem que o Brasil já teve o seu campeão de Wimbledon. Em 1948, ano em que nasci, Robert Falkenburg, um novaiorquino um tanto excêntrico, venceu o evento de simples do mais famoso torneio do mundo.

Falkemburg era personagem único e excêntrico, além de jogador inveterado – apostando em tudo e em qualquer coisa. Se o carro à sua frente viraria à direita ou à esquerda, se o seu amigo tinha um numero par ou impar de moedas no bolso – qualquer coisa.

Seu estilo agressivo em quadra também obedecia estratégias não muito ortodoxas, do tipo – se seu adversário abrisse dois pontos de vantagem no game (30×0 ou 40×15) ele simplesmente abandonava o game para não se cansar.

No início dos anos 50 Falkenburg veio jogar uma exibição no Clube Caiçaras, na Lagoa Rodrigo de Freitas no Rio de Janeiro, e se apaixonou pela filha do milionário Mayrink Veiga, que imediatamente vetou o namoro, mas não conseguiu impedir o casamento. Como o sogrão não lhe dava bola e a sociedade local lhe execrava, resolveu ir à luta e se tornar milionário.

Já fora do tênis – antes chegou a defender o Brasil na Copa Davis – inaugurou o primeiro fast food do Brasil, em 1954 – o McDonalds só seria inventado em 1964. A lanchonete vendia hamburgues, os primeiros milk-shakes do país, incluindo o com Ovomaltine (ainda existe? eu adorava tomá-lo ali na fábrica, à beira da Via Dutra) e usando a primeira máquina de sorvete soft que ele mandou construir, ham/eggs, atum frio e o popular queijo com banana, o grande favorito.

Bob vendeu, por uma boa grana, o negócio – então com 40 lanchonetes – nos anos setenta (ainda ajudou financeiramente o decadente sogrão), negócio que hoje tem mais de 600 lanchonetes. Como não era homem de ficar parado, tornou-se campeão mundial de golfe amador e perdeu muita grana nas mesas de poker. Dizem por aí que perdeu, e, uma mesa de poker, a lanchonete original, a da Praça da Paz, em Ipanema, para um dos maiores banqueiros e fãs de esporte do Brasil. Após a venda voltou definitivamente aos EUA, onde ainda vive, aos 83 anos.

Bob ganhando em Wimbledon.

A famosa loja da Visc. de Piraja com Garcia D`Ávila, onde eu ia comer com meu pai nos anos 60.

Autor: paulocleto Tags:

sexta-feira, 26 de junho de 2009 Light, Tênis Masculino | 15:51

Jarbas

Compartilhe: Twitter

Um detalhe nas transmissões da SporTV tem chamado minha atenção e não é o fato de cada vez que as câmeras mostraram Sir Bobby Charlton, um dos convidados especiais da Royal Box hoje, fica aquele silêncio do tipo “quem é esse?

O que pegou minha imaginação acontece no intervalo dos games. Dois comerciais, com visões antagônicas da mulher. No primeiro, um casal na cozinha e a mulher colocando na mesa o assunto de que é hora de investir no futuro. O rapaz continua seus afazeres, fazendo colocações oblíquas com bom humor. A moça, aos poucos mostra sua frustração e irritação com as desviadas do amado, até fazer uma cara horrível quando ele diz que vai investir em ouro. A cara da moça, por conta de ver suas insinuações não encontrarem eco, é de sair correndo. Finalmente, o rapaz abre uma caixinha de chá e mostra que o ouro é o das alianças que a moça, que já mostra algumas rugas gritantes, tanto almeja.

A outra mulher está também à mesa, só que acompanhada de outros marmanjos, em um “bussiness lunch”, e pergunta a um deles onde ele se vê em cinco anos. Aí vemos que o sonho do rapaz é estar guiando um carrão com a fulaninha ao seu lado. De volta à realidade, ele pergunta; e você? Aí descobrimos que o sonho da moça também é estar no carrão, só que no banco de trás, lendo um jornal de negócios e o bonitão lá na frente fazendo o papel do Jarbas.

São duas visões distintas e até conflitantes da mulher atual. Confesso que a primeira me irrita cada vez que assisto, a segunda me diverte pela audácia da idéia e pela postura de ambos os personagens. Fico imaginando se os sonhos dessas grandes tenistas, todas elas praticamente independentes, pelo menos financeiramente, ainda passa por colocar um homem contra parede por um par de alianças e/ou arrumar um bonitão para lhe servir de, entre outras coisas, chofer. O mundo mudou, senhoras e senhores, a grande pergunta é saber para onde.


Versão longa do comercial da “poderosa.

Autor: paulocleto Tags:

quinta-feira, 25 de junho de 2009 Grand Slam, Tênis Masculino | 18:29

Shaw

Compartilhe: Twitter

Tenho visto por aqui alguns comentários rotulando o Torneio de Wimbledon de “ruim”, imagino que vindo de torcedores e por conta da ausência de Rafael Nadal. A mim parece muito mais dor de cotovelo ou algo pior. Se uma reedição entre Federer e Nadal seria muito bem recebida, o tênis atual é maior do que a rivalidade entre os dois. E o Torneio de Wimbledon, com 132 anos de história, é maior do que qualquer tenista – aí morando seu charme, tradição e riqueza. Ignorar isso é ignorar o tênis.

Se alguns anos atrás, o tênis praticado por alguns tenistas, pela força das circunstâncias de então, foram ruins para o tênis, e até por isso as circunstâncias foram modificadas, os comentários na linha dos citados não agregam em nada a um blog de fãs do tênis.

O torneio é na grama, o que é extremamente peculiar e, muito por isso, difícil, para os envolvidos, no entanto, essa mesma peculiaridade oferece uma série de elementos que diferenciam o evento. Como tudo na vida, é necessário um tanto de conhecimento, que abrange desde o conhecimento da história e o envolvimento com o esporte, até a das circunstâncias que rodeiam o torneio, para se apreciar com o bom gosto inerente dos amantes do tênis. Esperando iluminar um pouco mais o assunto, reproduzo, abaixo, uma parte de uma coluna minha de alguns anos atrás, já que minhas escritas e, com certeza, o Torneio de Wimbledon, não se iniciaram na semana passada. Divirtam-se.

“O dramaturgo irlandês George Bernard Shaw tinha uma visão do mundo, e das pessoas, no mínimo peculiar. O cinismo e a irreverência, aliados a uma mente ágil e uma pena ferina, produziram frases de efeito e, muitas vezes, uma verdade oblíqua. Em “Máximas para Revolucionários” escreveu: “O homem sensato adapta-se ao mundo. O homem insensato insiste em tentar adaptar o mundo a si. Sendo assim, todo progresso depende do homem insensato”.

No final dos anos setenta e começo dos oitenta, quando a maioria – incluindo aí os tenistas – das pessoas do mundo do tênis pressionava as cabeças brancas que mandavam no The All England Lawn Tennis and Croquet Club a trocarem o exótico piso de grama por qualquer outra coisa, foram, todas elas, mandadas catarem coquinhos em outras paragens. Os “gentlemen” ingleses assimilaram o raciocínio do escritor, já que boa parte deles foi contemporânea do Prêmio Nobel irlandês que morreu de velho em 1950. Na época foram malhados por todas as partes e acusados de retrógrados – uma definição que a maioria deles deve abraçar de bom grado. Hoje, eles, o clube dos velhinhos, tem o evento mais famoso e diferenciado do planeta tênis.

Se o tênis jogado na grama é o mais difícil de jogar, com certeza é o que oferece o prazer estético mais recompensador, especialmente para quem acompanha “in loco”. A maravilhosa grama verde é mantida como em um “green” de golfe e com um carinho maior do que boa parte dos seres humanos recebe em toda a sua vida. É nesse tapete natural, escorregadio quando úmido e esburacado quando maltratado pelos inquietos pés dos tenistas, que estes têm que se virar para oferecer um bom espetáculo. O estilo do jogo é para “connaisseurs”.

Desde de que Bjorn Borg entrar pela primeira vez em uma quadra de grama – e com seu pragmatismo sueco aceitar o fato que sacando e voleando ele não ganharia do pegador de bola de sua quadra, e suas eventuais cinco vitórias seguidas em Wimbledon – que o tradicional estilo de saque e rede vem sendo contestado. Depois que Pete Sampras, o maior dos sacadores-voleadores, descobriu que existe mais na vida do que bater em bolinha de tênis, o estilo quase que saiu de moda. A esmagadora maioria segue a cartilha das boas devoluções, velocidade, movimentos compactos, subidas esporádicas à rede com pitadas de voleios razoáveis e muito de fechar os olhos e enfiar a mão na bola como se não houvesse amanhã. Tudo isso com a premissa de que é necessário, senão uma obrigação, sacar forte para complicar a vida adversária. Nem que fosse só por essa razão, a presença de tenistas como Roger Federer segue sendo um colírio para os olhos, assim como a de tenista que insistem , apesar do bom senso afirmar que não, em fazer das idas à rede uma opção.”

Notas relacionadas:

  1. Testando o teto.
  2. Tumbleweed
Autor: paulocleto Tags:

quarta-feira, 24 de junho de 2009 Copa Davis, Light, O Leitor no Torneio, Tênis Masculino | 23:12

O Jardineiro

Compartilhe: Twitter

Já que temos comentado bastante sobre o personagem recentemente, em função de toda a conversa sobre quem foi o melhor da história, vejam abaixo o comercial onde quatro coleguinhas das raquetes mostram seu respeito pelo “jardineiro”. Alias, quem é o quarto?

Notas relacionadas:

  1. Tem que ser em Paris
Autor: paulocleto Tags: , ,

Tênis Masculino | 23:03

Atropelamento

Compartilhe: Twitter

Que a quadra de grama escorrega demais da conta, como dizem lá no planalto central, todo mundo sabe. Que isso pode causar certos acidentes e mesmo contusões também não é novidade. É só acompanhar os primeiros dias de Wimbledon que presenciamos vários tenistas com a bunda no chão.

No entanto, para fazer o estrago que foi feito, atropelando a cadeira do árbitro, nocauteando a boleira e, em função disso, ainda ter que abandonar a partida, tinha que ser o malucão Michael Llodra.

O francês foi atendido pelo fisio, duas vezes, mas sentiu dores nos quadris e não pode continuar. Como o jogo era o último do dia na Quadra 1 e o público ficou a ver navios, o adversário, Tommy Haas, ainda ficou em quadra batendo uma bolinha com a boleira atropelada e um outro colega. Para quem não viu o acidente, veja abaixo.

Notas relacionadas:

  1. Duas bolas
  2. Eterno conflito
  3. Caça e caçador
Autor: paulocleto Tags: ,

segunda-feira, 22 de junho de 2009 Grand Slam, Tênis Masculino | 18:47

Saindo pelo ladrão

Compartilhe: Twitter

Feder Air voleando, visão cada dia mais rara.

Quando os dirigentes, especialmente os ingleses, começaram a pensar duas vezes em mudar algumas sutilezas no tênis, foi porque ninguém mais aguentava assistir uma partida de tênis em Wimbledon. Eu inclusive.

Os tenistas estavam fazendo tantos aces e forçando tantos erros com seus saques que não saia mais jogo. Era campeonato de saque, algo tão excitante quanto campeonato de enterradas da NBA.

Ivanisevic foi o símbolo dessa era, na qual Pete Sampras deitou e rolou. Talvez alguns de vocês não acompanhassem o tênis na época, mas garanto que era mais chato do que o programa do Jô Soares, inspirado, ou desfile de roupas masculinas.

Depois de muitas confabulações e bem na surdina, como é hábito por lá, deixaram a grama crescer alguns milímetros e pediram à Slangenzer, fornecedora de bolas há décadas, para modificar a borracha e o feltro. Mal sabiam onde estavam se metendo.

Com uma mudança aqui e outra ali – sem falar na revolução liderada pelo Alex Corretja na ATP, mas isso é outra conversa – e com a cada dia mais comprovada teoria da seleção natural – aliás, este ano celebram-se dois centenários do nascimento do velho Charles – o tênis foi mudando para algo que nem o mais desvairado cartola previu. Hoje os caras ganham do fundo da quadra, jogando como as mulheres jogavam já há algum tempo – é a época dos devolvedores, contra-atacadores, corredores.

O cenário saltou aos olhos no início desta década. Em 2000, Sampras venceu, sacando e voleando. Em 2001, Ivanisevic, venceu sacando. Em 2002, Lleyton Hewitt venceu devolvendo e contra-atacando. Em três anos Wimbledon foi da água para o vinho, ou do vinho para a água? Era o começo da revolução. Só não ficou mais gritante porque em 2003 começou a era o Federer, que sabe misturar ambas as culturas. Ufa; e ainda tem gente que o critica – alôôôô!

Os sacadores, que já imperaram nas quadras do All England, ainda fazem uma diferença, mas não são mais os matadores que um dia foram. Karlovic saca 6.96 aces por set (320 no total em Wimbledon), mas não passa da primeira rodada há quatro anos. Ancic saca 4.05 aces por set (336) e Roddick 4.36 (527), mas nunca levaram o título.

Ninguém sabe exatamente onde tudo isso vai dar. O grande confronto de estilos na grama ficou adiado por conta de desistência de Nadal. Outros candidatos surgirão, tanto no estilo contra-atacador como, mais difícil, no estilo mais agressivo. O primeiro grupo tem membros saindo pelo ladrão, o segundo me parece em extinção, se algo não for feito a respeito.

Tirem o suíço e mais alguns desses insistentes e sou obrigado assistir o Djoko vencer o Benetteau em quatro sets indo em direção à rede só para trocar de lado. Vou me fantasiar de garotinha e ir à Quadra 4 gritar e torcer pelo Galã de Praga.

Radek – ele é o cara. Voleador e matador.

Notas relacionadas:

  1. Raro e triste
  2. Engano?
  3. Os números do Tubarão
Autor: paulocleto Tags: , ,

Grand Slam, Tênis Masculino | 01:18

Previsões?!

Compartilhe: Twitter

Previsões na chave masculina?

Primeiro ¼ – Del Potro herdou o lugar na chave e com ele as responsabilidades e dificuldades. Na 2ª rodada enfrenta o hoje manso Hewitt, o homem que um dia foi o bad boy do circuito – o que um casamento não faz pelo homem. Apesar da experiência e o título, acho que o argentino progride. O Tursonov estava quase fora de Eastborne na 2ª rodada e ganhou o torneio. Cheio de confiança pode pegar o Potro na 3ª rodada. O Galã de Praga pode ir até as oitavas e encontrar o argentino – sacando, voleando e eu torcendo. A chave do Roddick é uma baba, a não ser pela primeira rodada contra o sacador Chardy, que é uma incógnita.

Segundo ¼ – O Murray enfrenta o talentoso/perigoso/inconstante/sacador/ Gulbis na 2ª rodada – huumm! Depois mais ninguém, até as semis.

Quarto ¼ – O Federer vai treinar até encarar o Soderling na 4ª rodada, que precisa passar pelo Muller e o Feliciano, dois sacadores. Como será que o Tsonga vai jogar na grama? Sacar ele saca. Volear ele voleia. Responder mais ou menos e gosta de definir rápido. Será que ele coloca tudo isso junto? Se conseguir é um perigo. Karlovic também está solto por ali. Essa chave, que tem o Verdasco como principal cabeça-de-chave é o mamão com açúcar da chave masculina.

Terceiro ¼ – Djokovic, que não é um grande perigo na grama, pode encontrar o Fish na 3ª rodada. Por ali o Querry enfrenta o Ljubic na 1ª rodada e quem vencer encara o Cilic. Só sacadores. O Haas encara o Llodra na 2ª rodada e o Blake é o cabeça por ali. Chave intrigante. Qualquer um dos mencionados pode sobreviver essa chave que não tem dono.

Semifinais? Roddick x Murray e Federer x Haas. Final – Murray x Federer.

Na verdade, eu não acredito, odeio previsões e sou o primeiro a desconfiar das minhas. Mas é só para provocar – vocês.

Autor: paulocleto Tags:

  1. Primeira
  2. 50
  3. 60
  4. 70
  5. 80
  6. 81
  7. 82
  8. 83
  9. 84
  10. 90
  11. Última