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Arquivo da Categoria Tênis Masculino

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012 Tênis Brasileiro, Tênis Masculino | 18:17

Coréia

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Pouco tempo atrás li um artigo extenso sobre a Coréia do Sul. Duas coisas, entre várias interessantes, me chamaram a atenção no calhamaço.

A determinação e a importância dos estudos no país. Aquela velha história. Enquanto em muitos países o pessoal se dedica às baladas, eles se dedicam aos estudos de uma maneira quase inimaginável para nossos jovens.

A segunda tem mais a ver com o assunto do Post.

A maioria dos coreanos não tem ambições empreendedoras, o que me pareceu surpreendente pela primeira. Eles querem mesmo é arrumar um bom emprego, com salário decente, e deixar a vida passar. Isso se nenhum maluco mais ao norte não decidir acabar com seus planos. O que talvez explique a segunda – lembrando, 50 anos atrás, após a Guerra da Coréia, o país era um dos mais miseráveis do planeta.

E o que isso tem a ver com o que? Essa discussão, que já encheu os tamancos, sobre o calendário do Sr. Bellucci em 2011.

Quem critica o calendário ou não entende patavina do assunto, o que nem sempre é o caso, mas tem certeza que entende, o que não é nenhuma novidade, ou tem um pezinho na Coréia.

Para acabar com o assunto, pelo menos da minha parte:

O Bello fez as escolhas corretas para quem traçou os objetivos que traçou.

Poderia sim, como querem os coreanos, e pelo jeito alguns leitores, manter seu “empreguinho”, garantir seu “salário”, jogar no vermelho ou no preto.

No entanto, ele tentou “empreender”, “crescer”, talvez até fazer um IPO, quebrar a banca jogando seco no 32; só que não deu certo. Talvez ele não tenha o cacife para isso, o que é totalmente outro assunto. Eu pessoalmente até acho que tem. Mas que lhe falta algo, tremendamente importante, e parece que ele ainda não descobriu, isso falta.

Então, agora, como se vocês fossem todos ginasiais > uma coisa é fazer a estratégia correta ou não, que no caso foi apostar no seu próprio taco e tentar “arrebentar” no grandes torneios, com a ajuda de um técnico de um ex #1 do mundo, dando seus pitacos nos menores.

Outra coisa é fracassar na hora de realizar a estratégia, pelas inúmeras variáveis possíveis que não são o assunto aqui.

Sim, o Bellucci fracassou em sua tentativa de sair de top 20 para top 10 e acabou como top 50. Espero, para o bem dele, e nossa torcida, que tenha apreendido algumas lições, a principal delas que o problema é interno e não externo, e que no futuro consiga realizar seus planos e ambições, no que faz muito bem em ter. Senão, mais triste ainda, que aceite “Coréia” tenistica, como vários antes dele. Alias, pessoalmente, acho mais digno, mil vezes, ainda mais para um jovem atleta, fracassar tentando explorar limites do que “vencer” jogando no seguro, no que tem que se tirar o chapéu para o rapaz.

O resto é sofá!

Jovens coreanos. Estudar muito para a ambição de ter um bom emprego – nada errado também.

Notas relacionadas:

  1. Pollyana
  2. Longe do conforto
  3. O resto
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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012 Tênis Masculino | 12:41

Aproveitadores e Petrodólares

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Não foi só os espanhóis que se aproveitaram da ausência dos cachorrões. O canadense Raonic volta a jogar bem exatamente na mesma época que começou a colocar as manguinhas de fora na temporada passada. Venceu  Não por acaso a temporada de quadras cobertas, cenário ideal para seu estilo sacador. Cenário ideal para seu estilo sacador. Nas 5 finais que jogou, ele disputou 12 sets, 11 desses foram longos e 9 no tie-break, o que dá uma dimensão exata do estilo que compartilha com Isner e Karlovic.

Mas seu saque não foi o bastante para derrotar o MalaMelzer, um dos meus tenistas favoritos de se assistir. Ele é totalmente “out of the box”, um alívio nos dias de hoje. O austríaco, que já havia se metido entre os Top10 teve um ano conturbado e horrível em 2011, mesmo aos 30 anos encontrou forças, já que o talento e habilidade não o abandonaram, para ir dentro da casa dos gringos – o Torneio de Memphis é um típico evento americano – e levar a taça.

Del Potro fez a lição de casa. Colocou 73% de seus 1ºs serviços em quadra, e se você não sabe a importância disso contra um tenista como Michael Llodra é melhor levantar do sofá, e venceu o evento realizado na sempre densa Marseille. É o primeiro título indoors do argentino, algo que me remete àquela final da Davis na Argentina. Mesmo assim, os franceses fizeram bom uso da semana. Llodra, que só joga com empenho quando lhe dá na telha, fez um belo torneio, sendo derrotado na final. Até lá nos lembrou do quanto emocionante e plástico é o estilo saque/voleio. Tsonga, mesmo derrotado por Delpo na semifinal, melhorou seu ranking para colocá-lo como o 5º do mundo, o seu melhor, nada mal em tempos de Fab4.

Uma semaninha bem democrática, que ajudou muita gente. Só não ajudou quem não quis ou não precisa. Mas esta semana, os petrodólares tiram todos os cachorrões, menos Nadal, da toca e os colocam no Dubai.

Delpo – levou a taça em Marselha.

Notas relacionadas:

  1. Bien venido
  2. Delpovolta
  3. Mala suerte
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Tênis Masculino | 12:00

A hora santa e os pecados

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Enquanto os torneios maiores não começam e os Fab4 não dão as caras, outros cachorrões aproveitam para fazer a festa e melhorar seus rankings. É uma estratégia bem batida e usada e nem por isso desatualizada – e assim sempre será.

Os espanhóis adoram o circuito latino americano exatamente por conta disso. Os sul-americanos também, mas com menos unanimidade. Delpo não quer saber da terra vermelha e foi vencer esta semana na costa do Mediterrâneo. Os colombianos tão pouco. Os outros argentinos não são mais os mesmos – a geração que deu tanto o que falar vai se dissipando e não se renovando na mesma escala. Sobram os espanhóis, que mesmo não enviando a totalidade de seu arsenal continuam, como fizeram durante séculos, levando o ouro dos locais. Esta semana foi a vez do operário Ferrer, com Almagro como coadjuvante.

Almagro aprendeu que esta é uma hora santa dentro de sua temporada e que uma boa parte de seu ranking é por aqui adquirida; o talentoso rapaz é hoje Top10. Essa é uma estratégia que eu gostaria que Thomaz Bellucci compreendesse, adquirisse, incorporasse ao mesmo tempo em que agradecesse aos céus por existir.

Semifinais como São Paulo, onde poderia ter-se dado a oportunidade de jogar uma final com 10 mil pessoas torcendo despudoradamente por ele, o que não vai acontecer com muita frequência em sua vida, deveriam ser padrão para o brasileiro quando jogasse em seu continente. A derrota para Volandri, independente de qualquer razão, é mais um dos pecados de sua carreira, em um evento que onde poderia ter se consagrado. Na hora da onça beber água os campeões encontram uma maneira, os outros encontram desculpas. E os pecados, dizem, uma hora batem à sua porta para recolher suas dívidas.

Almagro – faz bonito na América Latina

Notas relacionadas:

  1. Aprendendo
  2. A chave de Roland Garros
  3. Merecendo
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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012 Copa Davis, Tênis Brasileiro, Tênis Masculino | 17:51

A próxima Copa Davis

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A CBT divulgou hoje que irá sediar a próxima etapa da Copa Davis, contra a Colômbia, no Harmonia Tênis Clube em São José do Rio Preto, cidade de 500 mil habitantes a 450km de São Paulo.

O clube é um ótimo local, tendo sediado eventos no passado. Tem 11 quadras, sendo 10 de saibro, obedecendo à cultura tenistica brasileira. É um daqueles clubes do interior paulista muito bem cuidado que se torna o orgulho dos locais. O interessante é que esses clubes são invariavelmente clubes de tênis. O Harmonia tem suas piscinas, seu salão social, seu restaurante, seu salão de jogos, mas deixa claro que sua origem é o tênis.

A CBT fala que influenciaram na escolha a infra do local e a altitude da cidade – 500m. É mais ou menos igual a São Paulo. Não vejo isso sendo uma questão, já que, apesar de Thomaz adorar uma altitude, os colombianos são os tenistas mais habituados a esse cenário no mundo junto com os mexicanos – faz tempo que o pessoal de La Paz não produz tenistas. Mas 500m não chega a ser “altitude”, mas é melhor do que o nível do mar. Melhor ainda que a CBT mostre essa preocupação. Eles não mencionam, mas a infra da cidade também deve ter ajudado.

O evento acontece de 6 a 8 de Abril e o capitão segue sendo João Zwetsch. Será interessante ver se Bellucci e Ricardo Mello seguirão titulares ou se Feijão já terá um lugar nas simples, assim como se a dupla seguirá sendo Soares e Melo, apesar da separação, ou se Sá, o mais experiente, volta ao time. Sinuquinha para o Joãosinho. Mas o problema de excesso é sempre mais agradável do que o da falta.

Não custa lembrar que a Colômbia tem um time encardido no papel – Falla e Giraldo e Farah e Cabal, estes dois bons duplistas – que não consegue resultados esperados.

Um assunto à parte. Interessante o fato dos franceses escolherem Monte Carlo para enfrentarem os americanos pela próxima rodada. Seria interessante entender, de uma vez, se aquilo é um principado, se é autônomo ou se faz parte da França como muitas vezes parece. Oficialmente o nome do local é Monte Carlo Country Club – onde é jogado um dos mais tradicionais torneios de tênis do mundo – o Aberto de Monte Carlo. Só que, e não me perguntem detalhes, o local, que fica a poucos metros do mar, é só ver as fotos da encosta, é dentro do território da França. Ou seja, o Aberto de Monte Carlo é na França, e a Copa Davis é na França, apesar do clube ser Monte Carlo C. C.

As quadras do Harmonia em São José do Rio Preto, local de Brasil x Colômbia.

A quadras do MCCC, local de França x EUA.

Notas relacionadas:

  1. O time brasileiro na Davis
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História, Light, Tênis Brasileiro, Tênis Masculino | 12:57

O Foot-Fault

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Não tinha como deixar passar. Um dos meus leitores deixou sua participação/comentário no ultimo Post. Não só tinha a ver com o assunto, como adorei a história e a maneira como foi contada. Repleta de informações relevantes e de um personalismo ímpar sem receio de se expor. O melhor, passa muito do que vivem esses apaixonados do tênis nas mãos dos tenistas.
Por isso, abaixo reproduzo o comentário do Walter:
Muito bom seu post, Cleto!
Pouco valor se dá aos juízes de linha ou árbitros de cadeira. Talvez confundidos com o mal hábito de execrarmos juízes de futebol, os juízes de linha tem missão ímpar, importante, de imensa responsabilidade. Nos tempos de juvenil, há vinte anos atrás, trabalhei como juíz de linha. Havia um forte treinamento, pressão para não errar nos jogos. Quadras de saibro são um “terror” para os juízes de linha, pois a marca fica lá, para execrar sua marcação ou não.
Talvez muitos não notem, mas nas primeiras rodadas, pelo grande número de jogos, muitas vezes o juíz de linha acaba tendo que “cobrir” uma área maior. Juíz da linha lateral, por vezes, tem que cobrir a linha do outro lado da rede, o que é bastante complicado. Talvez hoje não seja mais assim, mas era uma realidade naquela época… qualifing então, era regra!
Tenho marcado na minha “testa” até hoje por parentes e amigos uma marcação de foot-fault, que tomarei a liberdade de contar aqui. Era primeira rodada, brasileiro (não vou colocar o nome aqui por motivos que levariam a xingá-lo, como o xinguei internamente naquele momento, mas que hoje me fazem refletir melhor… explicarei) contra um argentino, em torneio em Campinas. O Cleto estava lá com o Mattar, Oncins, Júlio Goes, Ivan Kley, e vários outros brasileiros (não foi nenhum deles, ok!?). Eu era juiz de base, e o brasileiro teimava em fazer foot-fault para sacar. Marcação de foot-fault é uma coisa que deixa os jogadores loucos da vida (Serena Williams que o diga!).

O cara ia sacando e invariavelmente fazia foot-fault. A consciência me dizia: ‘putz, não dá para deixar de marcar, o cara pisa meio pé para sacar o segundo saque, pô!”. A torcida ia pegar no pé, mas não tinha jeito, havia sido treinado para ser imparcial…. “A próxima vou marcar, não pisa na linha por favor!”, pensava.
O brasileiro errou o primeiro, já fiquei atento para a invasão, e não deu outra, sacou e fui lá gritar com todo ar nos pulmões: “FOOT FAULT!!!”… Aquele silêncio na quadra, todo mundo da arquibancada olha para você, e o brazuca te fuzila: “Foot fault? Tá louco? Qual pé?”, esbravejava… Mostrei a perna esquerda, seu pé de apoio na hora de sacar… aquele burburinho… o arbitro de cadeira olhou para mim, deu um sinal de positivo, e marcação aceita (não tem como voltar atrás)… Pois bem… seguiu o jogo, e o cara não aprendeu!… “Não acredito! Pára de pisar na linha, caralh*, que a próxima vou ter que marcar de novo!” Foot fault é a marcação que nenhum juiz de linha gosta de dar… segundo saque, pisou na linha, vamos lá: “FOOT FAULT”… o cara veio na minha direção, falou um moooonte, e, como instruído, tem que fazer cara de paisagem, manter-se petrificado, estátua, impassível… Dois foot fault num jogo é muito, eu sei, mas se o cara não ajuda…


Vamos para a melhor parte (ou pior parte, depende do ponto de vista) e desfecho da história… coisa de adolescente, empolgação pelo sinal de “jóinha” do árbitro de cadeira, vou pegar no seu pé (literalmente) brazuca filho da mãe que me xingou até a última geração… segundo saque… pinga a bolinha muito mais vezes do que estava acostumado, antes mesmo de levantar e soltar a bolinha o cara agora invade quase que o pé inteiro, câmera lenta, faz o toss, arma o saque, e aí meu erro: o cara quase batendo a raquete na bolinha para sacar, aquele pé esquerdo quase que inteiro dentro da quadra, não exitei, e gritei “FOOT FAULT”!!!… e o cara furou o saque de propósito… caixão, abriu-se um buraco direto para o inferno embaixo dos meus pés, o cara olha pra mim e diz: “te peguei!”… não existe foot fault se a bola não está em jogo, por questão de milionésimos de segundo me adiantei, um dos maiores erros da minha vida tenho que admitir. Na arquibancada, como era primeira rodada, um jogo não muito interessante, quase vazia, só tinha gente do clube e amigos meus, por isso, não fui vaiado… as pessoas não acreditavam que havia sido vítima de uma pegadinha, e que também havia me precipitado… difícil manter a concentração para o resto da partida… fui apoiado, pelo menos da boca para fora, “apitei” a linha em mais algumas rodadas, mas fui cortado da final (que é a cereja do bolo para os juízes de linha, pois depois de quase 10 dias, você não quer assistir da arquibancada se tem a chance de ver a final in loco, de dentro da cancha…”)… a casa caiu, fiquei triste, p* da vida com o brazuca, jurei que não apitava mais, fui convidado no ano seguinte para apitar novamente o mesmo torneio, mas estava já morando fora, início de faculdade, boa desculpa para não voltar mais para a quadra… hoje, bem mais velho e maduro, reconheço e aprendi a lição com essa história, a não me precipitar mesmo com as condições mais “favoráveis” possíveis. Isso é um exemplo que carrego para o resto da minha vida. Aprendi a lição… por isso, obrigado tenista brazuca, seu fd*! Hehehe… não agüentei, mas valeu a lição!
Abraços!

Notas relacionadas:

  1. Os juizes de linha
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sábado, 18 de fevereiro de 2012 Tênis Masculino | 14:31

Ontem

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Enquanto não escrevo, dois comentarios sobre o jogo do Bellucci. O primeiro do Marcos que teve a sensibilidade de pegar o momento de mudança de postura da torcida. Vi que muitos que acompanharam somente pela TV, ou mesmo presentes, não viram ou perceberam como o argentino, ingenuamente, quis confrontar a torcida. Quando a coisa desandou se desesperou e dançou.

O segundo do Bruxo, que não é nenhum sofasista e já mostrou que entende do riscado. Por ultimo, a unica coisa que a torcida fez que eu não concordo e não deve ser feito, e não acontece lá fora ,e se manifestar entre o primeiro e o segundo serviço. O resto está dentro da normalidade e é só frequentar torneios lá fora onde a torcida se empolga com seus tenistas. Um dos leitores comentou o jogo do Guga x Sampras em Miami, onde o clima estva igual, com a grande diferença que nossos juizes não garfam. O resto é o um pesssoal querendo ser mais real do que a realeza. Não vi, porque estava nas arquibancadas, mas pelo que contam o que o pessoal da Sportv fez eu não vejo nada de errado. Inclusive o comentário de que o argentino tentou medir forças com o publico. Ele não soube administra a situacao e na primeira hora que o MArvos menciona eu virei para minha mulher e o Dalcim en avisei que ele iria pagar caro por aquilo.

Divirtam-se:

Mr. Marcos: Aí teve um momento chave – um cara da platéia começou a gritar “tempo” na hora de um serviço do mayer. PQue ele estava extrapolando o tempo e o Bellu reclamou. Não sei se a sporttv mostrou . A partir dali teve umas milongas dele e ele desconcentrou um pouco. E o BEllu conseguiu entrar no jogo mais ainda. Aí, noutro serviço, teve um engraçado atrás do argentino que realmente falou umas m para ele do camarote, bem baixinho e aí ele foi reclamar com o juiz. Depois de um tempo deu para ver duas pessoas da organização falar com os rapazes no camarote e colocou 2 guardas perto deles. Enfim, o desfecho todo mundo viu e foi legal a vitória do bellu para dar um up na tempoarada dele, com pelo menos mais uma semi no currículo. O Mayer não tava dando chance não… ao vivo é mais fácil de ver. A gente pode achar que o Bellu desperdiçava devoluções de 2 saque mas é porque tavam vindo com muito efeito…

Bruxo:

Grande vitória do Bellucci. Sim, do Bellucci. E explico porque:

A idéia obvia para o Bellucci era sentar a mão na peluda para o Mayer não ter tempo de armar a manivela (trocadilho um tanto quanto propício a esses tempos da festa profana que chamamos de carnaval). Porém o Mayer começou o jogo com um peso de bola absurdo e batendo todas as portas na cara do Bellucci, que não aguentava o rojão.

Nesses jogos onde o cara bota ele na parede, o Bellucci de outrora colocaria o queixo em contato com seu osso esterno (esse bem no meio do peito) e aguardaria a inevitável eliminação.

Mas não. Em vários momentos que ele estava atrás ele vibrou, correu e chamou a torcida, que tacou um caldeirão de óleo quente na cabeça do Mayer, fritando os miolos do argentino (no melhor estilo Hannibal Lecter) até perder o jogo.

A pachequice que TODO brasileiro tem (em maior ou menor grau), serviu para que o Bellucci continuasse persistindo e sobrevivesse num jogo que poderia terminar feio pro lado dele.

Sem a torcida o Bellucci perderia o jogo? Provavelmente. Mas o melhor da situação dessa madrugada é que um jogador tido como calado, frio e introspectivo, soube envolver uma torcida e virar a mesa. A torcida só abraçou a causa porque lá havia uma causa. E o Bellucci soube muito bem ser essa causa

Tomara mesmo que o Thomaz tenha entendido o fato de que há um caminho certo para achar as forças que fazem um tenista buscar jogos desfavoráveis a ele. Hoje, a fagulha de guerreiro dele incendiou um ginásio, e daí vieram as forças. Ele só terá esse tipo de força quando jogar por aqui, então agora cabe a ele descobrir dentro dele um reservatório de forças que faça o serviço que a torcida prestou a ele. O caminho certo pra isso é o mesmo que ele trilhou hoje: sobreviver, acreditar, não deixar seu adversário desgarrar no placar e dar um jeito de botar uma bomba de efeito retardado dentro da cabeça de seu oponente (bomba essa que explode na hora de definição do jogo, como foi o caso hoje).

Tática envolve sentir uma situação e intuir uma solução para um conflito. O uso perfeito das condições externas determinou a vitória do Thomaz. E esse mérito é 100% dele.

Esses jogos podem transformar carreiras, para ambos os lados:

Do lado nosso, o Thomaz teve uma prova cabal de que ele tem como ser muito intenso em quadra. E a imensa maioria desses jogos duros é vencido pelo cara mais intenso. E são esses jogos que podem fazer um tenista empacado em um certo limite de ranking ir além.

Depois de desembarcar em Ezeiza, provavelmente o Mayer precisará de terapia por conta desse jogo. O tênis do argentino é bastante eficiente para o saibro e ele pode incomodar gente bem mais ranqueada que ele na terra batida. Mas faltou a ele frieza pra continuar com o pé no acelerador, resolver o jogo e sair logo da entrada do inferno para onde ele foi sendo tragado no decorrer da contenda. Se ele aprender a se desligar do mundo exterior nessas horas, ele progredirá na carreira. Caso ele não aprenda, sempre existe a saída “Musteriana” para essas situações: sair correndo da quadra, durante ou imediatamente após o jogo acabar.

Para finalizar, duas considerações:

1. Os cérebros de Volandri e principalmente do Almagro são muito bons para fritura…
2. O diabo vai dormir orgulhoso com suas criações: o tênis e o carnaval. Como Bruxos tem um pezinho no submundo, vou aproveitar os dois!

Abraços!

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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012 O Leitor no Torneio, Tênis Brasileiro, Tênis Masculino | 11:57

Pipocas

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Cheguei mais cedo ontem no Ibirapuera. Aproveitei que o dia foi interrompido por um almoço com o amigo Carlos Kirmayr para enforcar o resto da tarde. Em São Paulo o público diurno ainda é menor do que o noturno. Sempre me questionei em como os franceses enchiam as arquibancadas de Roland Garros às 3h da tarde. Os meus primeiros pensamentos eram que é um povo rico, e pode se dar ao luxo, acrescentado ao fato que sabem colocar suas prioridades em ordem. É incrível como as pessoas permitem que o trabalho atrapalhe o seu tênis.

Aproveitei para dar uma volta nos stands externos, onde vi o pessoal deixando o braço para ver quem saca mais rápido – parece que cada um dos patrocinadores colocou uma dessas gaiolas com um radar para o pessoal se comparar ao Karlovic. A falta de imaginação continua assolando o planeta. Vários deles uniformizados, o que me faz pensar que são tenistas fanáticos, algo que o Ibira está cheio, o que é ótimo para o evento – “more power to tennis players end less to sofasistas!”

Orientado pelo inconfundível cheiro de pipoca entrei no stand do Banco do Brasil, onde, dentro de uma gaiola de vidro, vi uma moça, uma mesa e as pipocas. Enquanto marchava para lá, outra moça, atrás de um balcão, se desesperava me perguntando “posso ajudar, posso ajudar?” Eu sabia o que ela queria e ela não tinha nada do que eu precisava. Perguntei para a de dentro se podia pegar um saquinho, enquanto esticava a mão cheia de dedos e desejo, ao que ela me respondeu que a pipoca era para quem se habilitava para um cartão de crédito. Enquanto saboreava as primeiras, que nem tão quentinhas estavam, instiguei a nissei que me questionava a falar sobre a oferta. Ela começou a me dar aquele malho treinado, enquanto eu fazia comentários interesados e divagava o meu olhar para fora em busca de novos interesses. Com toda a simpatia, perguntei se poderia ir lá fora dar uns saques, enquanto engolia mais alguns milhos explodidos e deixava a claustrofóbica salinha. Já desarmada e provavelmente contemplando a iminente possibilidade de se encontrar mais uma vez a sós na gaiola, ainda tentou me lançar com o pedido de uma doação ao Instituto Kuerten, o que achei generoso da parte dela, para com ele, mas a minha atenção já fora desviada pela curiosidade do preço de um saquinho de pipoca e os esforços necessários por consegui-lo.

Logo depois encontrei o leitor Flávio “Barão”, acompanhando de sua fraunlein, que me avisa que no sábado será o proprietário de um camarote junto com a musa Maysa. Conversamos um pouco enquanto eu aguardava o Pedra, pai de Andre Sá para rápida conversa, que me contou sobre as vantagens e desvantagens de morar em uma fazendo sem internet. Em seguida fiz rápida visita à área reservada da organização e dos tenistas. A conversa mais longa foi com Dani Orsanic, treinador argentino de Thomaz Bellucci. Conversamos sobre o jogo maluco do dia anterior e sobre o que vem pela frente no seu trabalho. Na devida hora falarei mais sobre o assunto.

Ainda eram quase 5 da tarde e David Nalbandian estava sentado, uniformizado, comendo uma manga, conversando com amigos argentinos – mal sabia ele que ainda teria que esperar mais de 6h para entrar em quadra. Não foi à toa que poucas vezes vi o ex-pança – ele me pareceu bem mais magro, inclusive no rosto, o que ressalta a sua riqueza nasal – tão focado em partida. Ele acabou com o francês Simon, cujo técnico, o ex-top 10 Tulasne foi um dos meus interlocutores no local, antes que entrássemos irremediavelmente pela madrugada, que era o que se temia. Mesmo assim, um bom público ficou acordado para ver o talentoso Hermano eliminar o cabeça #2 por 6/2 6/3 fora o baile.

Fui questionado pela ordem dos jogos por algumas pessoas, que assumem que o Diretor do Torneio é algum idiota. Conversei com ele, Luiz Felipe Tavares, e lembramos que 40 anos atrás realizamos os primeiros grandes torneios de tênis no Brasil, o WCT, naquele mesmo ginásio, onde estiveram, entre muitos outros, Laver, Emerson, Borg, Ashe.

O organizador me contou que a feitura da ordem dos jogos é um cabo de guerra diário. Desde sempre, a ATP cede para alguns diretores de torneios que tem força e influencia nas Américas e Europa e desconta para cima dos outros. Para cá a força da lei, para lá o olhar condescendente dos pares geográficos. Só para se ter uma ideia, a realização da ordem de hoje exigiu toda a habilidade de negociação por parte do diretor do torneio, para podermos ter Bellucci no horário nobre, o segundo jogo da noite. Mesmo assim, corre-se o risco de termos o cenário de ontem, quando o horário nobre foi dominado pelo sonolento confronto entre Chardi e Mayer após o Verdasco alongar seu jogo ao extremo. Mas, pelo menos, amanhã é sabadão e o publico não tem que acordar cedo.

Tavares também me contou que para ontem alugou containers para amenizar o problema das bilheterias, algo que os leitores aqui no Blog alertaram e que foi levado a ele. A infraestrutura do Ibirapuera é extremamente carente e precária em vários pontos, a maioria longe dos olhos do público. Mas um deles, o das bilheterias, atinge o publico pagante em cheio. É mesmo desagradável, e desrespeitoso, ficar um tempão para se comprar o direito de se acompanhar um espetáculo. Ele me assegurou que isso já foi amenizado. É algo também que o governo do Estado, dono do complexo e parceiro do evento, deve ser priorizar em eventos que buscam acolher um público numeroso e bem pagante.

Nalba – correndo para não entrar na madrugada.

Notas relacionadas:

  1. Durante a chuva
  2. O sono dos justos
  3. Gregos e troianos
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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012 Light, Tênis Feminino, Tênis Masculino | 16:38

Era Lipton

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Uma curiosidade. A Sony anunciou hoje que comprou hoje a participação da empresa sueca na sua parceria com a Ericsson. Com isso, acaba a Sony Ericsson, que passa a ser  Sony Mobile Communications.

Imagino que meus leitores devem estar perguntando – e o tênis com isso? O nome oficial do Aberto de Miami é Sony Ericsson Open – como é que isso vai ficar? Eles vão mudar o nome a um mês do início do evento? Vão deixar e promover um nome que não existe mais?

Vale lembrar, pelo menos para auqeles que acompanham o tênis “AG” (antes do Guga) que esse torneio já teve a marca mais valiosa do tênis, quando o torneio era conhecido simplesmente por “Lipton”, marca de um chá que fez a enorme bobagem de abrir mão do nome e. lógico, nunca mais fez nada daquele porte.

Vamos ver como os gênios do marketing resolvem a questão.

Notas relacionadas:

  1. Golfinhos
  2. Curling?!
  3. Chave de Miami
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Tênis Brasileiro, Tênis Masculino | 11:20

Psique

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O MestreMalaMurray tem seus colegas de complexidades na profissão. Alguns até mais velhos que ele, como nosso velho conhecido David Nalbandian. Outros mais jovens, como o nosso também já velho conhecido Thomaz Bellucci. Todos eles adeptos do tênis-bipolar.

Ontem, com o congraçamento de um jogando em seguida do outro, ficou um tanto mais evidente do que se trata esse estilo que enlouquece as arquibancadas com suas emoções e, imagino, maltrata, pelo menos um pouquinho, a psique dos envolvidos.

Na verdade, acho que maltrata mais a do nosso caro Bellucci, que ainda tem poucos anos de estrada e um baú enorme de expectativas para carregar. Já o argentino é velho de guerra, sabe o que pode ou não fazer e não me parece que sofre muito com o que acontece ou não em uma quadra de tênis. Aliás, se sofresse mais e se importasse mais teria tido ainda mais bons resultados do que teve. Porém, lembremos, um homem deve saber seus limites e suas ambições na palma da mão para manter a paz e conquistar o sucesso pessoal que é a paz constante. O sucesso para os outros sempre será uma possível infinita fonte de frustrações.

Bellucci ainda é um tenista tentando se firmar e se afirmar nos corações de seus torcedores e conterrâneos. Apesar das dificuldades entre os envolvidos, ontem no Ibirapuera me pareceu que a torcida estava torcendo para ver o instável Bellucci conseguir desenvolver o seu melhor. Ao meu lado, um torcedor comentava como seria o tenista hibrido com a cabeça do Ricardo e o jogo do Thomaz. É um pensamento, mas se é para se imaginar híbridos… Mas a realidade é que tivemos azar em termos nossos dois tenistas se enfrentado tão cedo na chave.

Já no estacionamento, meu sobrinho e minha irmã, que não é sofasista, pois foi campeã sul-americana aos 15 anos, o que faz tempo que não acontece por aqui, teciam suas impressões e assombro sobre o peso de bola de Bellucci. Realmente, o cara pega pesado e faz a peludinha andar barbaridades. Talvez mais do que o Nadal?!

Os primeiros seis games de ambos os jogos foram de outra dimensão. Nalba enfiou 5×1 e quase perdeu o set, ganho só no tie-break. Mas naqueles primeiros games deu para ver do que é capaz esse talentoso e sólido argentino, quando quer.

Thomaz enfiou um 6/0 no 1º set em Melo que não sabia mais para que lado correr – e não dá para dizer que ele estava jogando mal. Aí veio aquele surto que já vimos antes. Perda de concentração e foco, erros não forçados e confiança abalada. No segundo set, brigou com seu tênis, mostrando o quanto pode ser instável técnicamente quando quer acertar.

O terceiro foi pau a pau até Thomaz voltar aos seus instintos e a soltar o braço, após alguns games de bolas com mais spin e mais seguras. Quando viu suas bolas de ataque entrarem, fez as pazes com a confiança e foi embora.

Ainda tivemos – mais uma vez – uma bola que poderia ter mudado o jogo e que, no entanto, acabou por sacramentar a vitória do rapaz de Tietê. No 4×2, 0×15, Ricardo colocou Thomaz para correr e esteve prestes a conseguir um 0×30, em um jogo que ainda estava tenso e indefinido. Quando a bola ficou curta, com o adversário pregado no fundo, Ricardo foi para a curtinha e não deve ter acreditado na recuperação daquele. Thomaz, que havia abandonado algumas curtinhas, sabendo da importância do ponto, ligou o turbo, chegou e fez um contra ataque cruzadinho, para a surpresa do campineiro, que esqueceu de sair do mata-burro e cobrir a rede. O publico urrou; olhei para minha mulher e decretei: acabou! Bellucci ganhou oito pontos seguidos até o fim do jogo.

Notas relacionadas:

  1. Pegada.
  2. Jack
  3. Os degraus
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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012 Tênis Brasileiro, Tênis Masculino | 11:33

Ibira

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Fiquei na duvida se ia de moto ou de carro. Como o transito em São Paulo é difícil, fui de moto mesmo. Só que o estacionamento, dentro do complexo, é $30,00 moto ou carro. Porrada igual.

Já dentro do ginásio, o próprio organizador me dizia que os “guardadores de carro” de rua cobram os mesmos $30,00 – e não há nada a se fazer. Só mesmo a prefeitura ou a polícia – nenhuma delas atuando, pelo menos nessa área. E se você não paga só Deus sabe em que condições encontrará o veículo. Enquanto isso o alcaide Kassab nos assegura que tudo está em ordem na cidade. Autoridades estacionam dentro do ginásio e não pagam. Sei!

O local está bem legal. Vários stands fora do ginásio coberto e uma vez lá dentro o ginásio melhorou bastante dos últimos anos. Mas o mais impressionante é ver aquela quadrona de saibro lá embaixo. Vale lembrar que por debaixo do saibro está o cimentão do ginásio, o que deixa a quadra mais rápida do que o normal.

São bastantes lugares para convidados, ainda bem. Há convidados dos patrocinadores, que são quem paga as contas, e dos organizadores, que é quem paga o pato. Há também uma boa bancada para a imprensa, que tenho minhas duvidas acomodará a todos os credenciados.

Na sala de convidados é difícil ficar tranquilo. São muitos os conhecidos. Amigos e conhecidos. Entre os amigos encontrei Carlos Kirmayr, que logo me passou um pendrive com fotos das antigas. Se vocês se comportarem uma hora mostro algumas. Depois disso, a demanda por conversas era tão grande que fiquei segurando uma mini-pizza um tempão antes de conseguir comê-la. Logo fui para a quadra acompanhar o jogo do João Feijão.

O rapaz, infelizmente, não conseguiu fazer o seu melhor jogo como gostaria. Como saiu perdendo o saque logo de cara, o adversário, o romeno “sorrisinho” Hanescu, não largou mais o osso. Uma bela partida mental desse tenista que nem sempre consegue manter o foco e o padrão – mandou do começo ao fim e não abriu a porta. Quanto a Feijão, ele ainda tem que encontrar a maneira de jogar no mesmo padrão em tempo integral entre os seus novos adversários, o pessoal do ranking entre 50 e 100. Jogou bem no Chile e queria, por razões óbvias, jogar bem aqui. Mas está trabalhando e progredindo. Perguntado, respondeu que irá investir em perder peso, ficar mais rápido e errar menos. A final do Aberto da Austrália fazendo seus efeitos.

Uma pena que perdi a maior parte da entrevista do Fernando Gonzalez. Só o ouvi explicando que vai até Miami porque lá tem uma tremenda torcida chilena e ele acha que será um bom local para o adeus final. Eu queria fazer duas perguntas a ele – mas não vou falar quais, vai que eu ainda consiga perguntar.

Quem estava todo feliz pela vitória era o mineiro Marcelo Melo, sempre acompanhado do irmão/técnico. Ele jogou com Bellucci e derrotaram os espanhóis Mantanes e Ramos. Seus próximos adversários serão Bruno Soares e Eric Butorac, um confronto entre ex-parceiros, o que sempre acrescenta algo.

Hoje devo voltar. Teremos Nalbandian em quadra e Bellucci x Melo, um clássico que promete ser interessante. Se conseguir me entender com o meu novo celular, prometo umas fotos diferentes.

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