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Arquivo da Categoria Tênis Feminino

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012 Tênis Brasileiro, Tênis Feminino | 15:32

Fibra

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Estava dando uma olhada nos meus posts anteriores e cabe aqui um pequeno mea culpa no Post “Feds e Davis”.
Uma das partidas da equipe brasileira, e que foi televisionada, vale ser ressaltada, por uma razão bem clara. A vitória de Vivian Segnini sobre a colombiana Castano por 6/3 5/7 7/6, em partida longíssima, onde salvou dois match-points.
Uma coisa que sempre respeitei, e ressaltei por aqui, é o fato de um tenista ganhar em casa, especialmente defendendo seu país. É óbvio que cada uma faz o que pode dentro de suas limitações técnicas. Porem, como cada um estende seus limites emocionais e mentais para conquistar uma vitória é algo bem diferente que mostra muito sobre o caráter do atleta.
Vencer uma partida dessas, contra uma adversária mais encorpada e mais experiente, é uma conquista que não pode nem deve passar despercebida. Parabéns à Vivian, que mostrou, mais uma vez, a fibra que outros tenistas mostraram defendendo o Brasil no passado, ou mesmo jogando perante seus torcedores, e que poderia voltar a ser padrão em nosso tênis.
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História, Light, Tênis Feminino, Tênis Masculino | 13:24

Laureus

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O prêmio Laureus foi fundado e lançado em 1999 pelas empresas Richemont, empresa suíça de produtos de luxo (Dunhill, Baume et Macier, Carier etc) e a alemã Daimler (carros Mercedes-Benz).

O prêmio vem tentando colocar a marca “Oscar” ao lado de sua premiação como uma forma de marcar e combater a sua curta história. Segundo o site, que não é muito “amigável” e transparente, não dá para saber muito. Pesquisando, descobre-se que uma lista de jornalistas globais, das quais não se conhece os nomes, produz uma lista, que é enviada a um painel de 46 ex-grandes atletas, de lista conhecida e divulgada, que faz a definição final dos vencedores. Entre estes alguns tenistas; McEnroe, Nastase, Becker, Seles, Navratilova e um brasileiro, Fittipaldi.

Este ano, o título de “Melhor Atleta” ficou com Novak Djokovic – e quem é que vai contestar tal escolha?! O cara só não fez chover em Roland Garros e no Masters. O resto foi dele, o que não é pouco.

É interessante como o tênis tem tido extraordinário sucesso na premiação, o que comprova a “Época Dourada” do esporte branco. Nos primeiros anos da premiação, Tiger, Schumaker e Armstrong lideraram. A partir de 2005, Federer venceu quatro vezes, Bolt duas, Nadal uma e agora Djoko. Capriati, Serena (duas vezes) e Henin também ganharam. É o esporte que mais ganhou, seguido do atletismo. Futebol? Nenhum, Messi ficou em terceiro este ano.

Com estes títulos, confirma-se, mais uma vez, o alcance do esporte tênis, ainda tão desprezado pela nossa mídia e, por que não?, pelo nosso público, ainda acostumado com o mais fácil.

Entre as diferentes categorias premiadas, uma não pode ficar sem nossa lembrança e menção e a de “Esporte pelo Bem”, com a vitória de Raí e seus projetos sociais. Não deixa de ser uma bela vitória de nosso esporte.

Notas relacionadas:

  1. A diferença
  2. 1000!! e sem surpresas
  3. Titãs
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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012 Copa Davis, Tênis Brasileiro, Tênis Feminino, Tênis Masculino | 21:36

Feds e Davis

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A semana passada foi de Fed Cup, o evento feminino criado pela FIT para as mulheres terem sua competição por equipes. O Brasil está em um grupo regional americano e, infelizmente, longe de ter algum sucesso nos últimos anos.

Pelo o que li, a equipe brasileira feminina tem hoje condições extremamente superiores que a maioria das equipes de Copa Davis que participei. Enquanto fui obrigado a correr o mundo e enfrentar com somente a participação dos jogadores na maioria dos eventos, as meninas tiveram uma encorpada equipe para lhes dar o respaldo necessário, exatamente como deve ser.

Vamos deixar claro que nos últimos anos consegui que a CBT permitisse, e pagasse, a montagem de uma estrutura que serviu de modelo para as equipes atuais da Copa Davis e agora da Fed Cup. Ali estavam o técnico e comissão técnica, fisioterapeutas, preparador físico, chefe de equipe e até assessores imprensa e fotógrafos. No entanto, não foi o bastante para passarmos do quinto lugar na competição, que foi jogada nas quadras do Graciosa Clube, em Curitiba, um dos mais charmosos de nosso país.

Esta semana será da Copa Davis mundo afora. O Brasil, também na chave zonal, está adiantado e só joga em Abril, contra o vencedor de Equador e Colômbia, que se enfrentam esta semana.

Quem estará em quadra este fim de semana, defendendo a Suíça, será Federer que, talvez, encare defender seu país nesta temporada. Ele joga em casa e, junto com Wawrinka, recebe os americanos Fish e Isner – Roddick ficou em casa.

Os espanhóis, sem Nadal, recebem os cazaques, os austríacos recebem os russos, os franceses visitam os canadenses, e os italianos vão a Rep. Checa, os sérvios, sem Djokovic, encaram os suecos em casa, os croatas vão a Tóquio, e, no único confronto envolvendo sul-americanos, a Argentina, sem Delpo, invade a Alemanha.

E, a partir do fim de semana, enquanto massacram as bolinhas Copa Davis afora, começará o qualy do Aberto do Brasil, no Ibirapuera, em São Paulo, programa imperdível para tenistas e sofasistas. Só não vale ficar fora.

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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012 Tênis Feminino, Tênis Masculino | 18:41

Pais e tenistas

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Não é de hoje que o relacionamento entre tenistas, pais e técnicos é para lá de delicado. No masculino, normalmente, os pais acompanham e ajudam até terem segurança de que o filho está em boas mãos, a maior parte das vezes ainda no juvenil. Depois aparecem para bater palmas, até porque a maioria trabalha.

Há alguns, talvez por falta do que fazer, ou porque querem gozar com a raquete alheia, querem se manter como técnicos, mesmo que colocado em perigo o papel de pai e a carreira do filho. Estes, eventualmente levam um chega pra lá do filho. Estou aqui pensando se tivemos algum pai que se manteve como técnico mesmo depois da hora de passar o bastão? Não que me lembre. Por agora temos o Tomic, mas ele ainda é um garotão, apesar do pai ser um entrão – a ver.

Entre as mulheres o assunto muda. Os pais, e às vezes as mães, querem ficar bem mais envolvidos. Às vezes como pai e mãe de jogadora, que são aqueles que viajam para cima e para baixo com a filhota, o que não é um mau negócio, de novo, para quem não tem o que fazer. É até bem compreensível, já que os perigos que rondam o circuito feminino são mais sutis e marcantes. Por exemplo, o pai, e o irmão da Sabatine viajavam para cima e para baixo com a moça, palpitavam na carreira, mas não na parte de quadra. O da Graf tinha o mesmo perfil. O problema é quando o pai inventa de querer ser o técnico também. De repente, do nada, passam a ser “entendidos” no assunto. Algumas mães também se metem a técnicas, mas é mais raro.

Algumas filhas conseguem se libertar das amarras. Outras carregam a mala pelo resto da carreira. A bem da verdade, às vezes o relacionamento é bom para a filhota – eu achava legal a mãe da Dementieva nas arquibancadas, mesmo sem saber dos detalhes, mas nunca soube que ali havia problemas. Mas Eleninha, que teve ótima formação técnica ficou devendo em resultados por conta de sua fragilidade emocional na hora da onça beber água.

Agora, a Cruzadinha Wosniacki, que tem um relacionamento marcante com o pai/técnico, que manda na filha de manhã, de tarde e de noite, acharam por bem contratar um técnico depois de mais de 1 anos liderando o ranking sem vencer um GS. O espanhol Ricardo Sanches, que já deveria ter aprendido sua lição de casa quando foi despedido pela Jankovic, preferiu acreditar em Papai Noel.

Dançou depois de dois meses, o que evidencia como funciona a cabeça do pai, e agora sai se lamuriando que nem criança pela mídia. Oras, achou que tinha se metido aonde? Que o papai Wosniacki iria entregar de mão beijada a sua criança para o primeiro espanhol que aparecesse?

Abaixo, uma listinha de tenistas que tiveram os pais como figuras marcantes na carreira. Você lembra, ou sabe, como eram/são esses relacionamentos?

Graf, Sabatini, Cris Evert, Seles, Sanchez, Sharapova, Dokic, Pierce, Bartoli, as Williams, Jankovic, Lisicki, Andre Agassi, Chang, Connors, Murray só para lembrar alguns poucos.

Pai e filha Wozniacki

Notas relacionadas:

  1. Desleixo
  2. Viking em saia justa
  3. Como você fez?
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sábado, 28 de janeiro de 2012 Grand Slam, Tênis Feminino | 11:29

Forja

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Quem acompanhou meus comentários na TV, internet e aqui nas ultimas duas temporadas ouviu e leu, mais de uma vez, meus comentários sobre a inevitável subida ao topo do ranking da intensa Azarenka. Veja um deles em: http://colunistas.ig.com.br/paulocleto/2011/04/02/as-pernas-da-vitoria/

Era uma questão de tempo e amadurecimento – ela invadia a área da ansiedade extrema em momentos importantes. Aos poucos foi administrando o problema, crescendo dentro do circuito e chegou à Melbourne, após conquistar Sidney, respaldada pelo #3 no ranking mundial.

Victoria deu um cacete na Sharapova. Sem piedade nem dó. A russa deve ter sentido vergonha, especialmente no 2º set, quando levou um banho de realidade que poucas vezes deve ter levado na carreira. Ambas possuem, razoavelmente, o mesmo estilo, com a diferença de a garota ser muito bem mais veloz, o que faz diferença na velocidade que a bola feminina está andando, e ter um pouco mais de margem de erro (spin) nos golpes.

A questão era se Azarenka manteria as emoções sob controle, já que se perdesse a precisão dos golpes seu jogo iria para a cucuia. E, convenhamos, a moça não sabe, e não ganha de ninguém, se tiver que “empurrar” a bola.

A bielorrussa tem qualidades e personalidade para brigar pelo topo do ranking e conquistar outros GS carreira afora. Vai ter a companhia de Kvitova, outro talento que já ganhou seu Slam, mas ainda está longe de ter chegado ao seu melhor tênis. Se os deuses ajudar terão a companhia de novos valores e, eventualmente, de alguma das várias tenistas que, em dado momento, podem surpreender qualquer outra.

O tênis feminino atravessa um momento interessante, rico e, principalmente, com profundidade de valores. Victoria Azarenka é um desses nomes, que hoje mostrou uma maravilhosa capacidade de aliar intensidade, força, velocidade, técnica, postura e coragem, uma aliança que forja campeões.

Notas relacionadas:

  1. O anjo da Victoria
  2. As pernas da vitória
  3. A estratégia turca
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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012 Grand Slam, Tênis Feminino, Tênis Masculino | 12:27

1000!! e sem surpresas

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Os meus leitores são um capítulo à parte no meu Blog. Logo que resumo meu trabalho na ESPN e ligo para minha mulher, ela me avisa que o Blog está bombando e que o pessoal está excitado com a aproximação dos 1000 comentários.

Como marquei hora com meu colega Romeu para bater umas bolinhas no Clube, mesmo debaixo do sol que ferve São Paulo, mesmo que só para tirar a inhaca, não vou poder postergar muito este meu post, que não será o definitivo do dia – adivinhem qual será o tema deste!? Será que será antes do milésimo – eu e o Federer flertando com esse numero redondo!

O fato é que o tema de outro recente post – “Fabulous Four” – acabou sendo profético sobre o Aberto da Austrália. Os quatro melhores do mundo chegam às semifinais, provando que eles estão um degrau acima do resto.

Um colega meu de ESPN me pergunta se isso não mostra um momento menor do circuito. É a história do meio copo d´água. Eu vejo como um momento diferenciado, só que pelo melhor. São quatro excelentes tenistas e qualquer um deles pode ficar com o título que não seria nenhuma surpresa.

Desses quatro, Djoko, Nadal, Federer e Murray, só este não tem um título. Por isso, e só por isso, a minha “torcida” pelo Mala. Aí nos próximos, incluindo as Olimpíadas, teríamos realmente quatro tenistas em igualdade de condições. MalaMurray precisa de um título para tirar esse urubu dos ombros e poder explorar seus limites.

Na chave das mulheres uma interessante ambiguidade. Três tenistas – Kvitova, Sharapova e Azarenka – com chances de terminar a quinzena como #1 do mundo, algo muito difícil de acontecer e que acrescenta no drama do torneio – CruzadinhaWozniacki não poderá, pelo menos por enquanto, levantar seu dedinho indicador mundo afora.

No entanto, a favorita ao título, o que também não quer dizer muito, ainda é Kim Clijsters, que, e aí a ambiguidade, está fora dessa corrida. Ela tem jogado menos e seus pontos não são o suficiente para a colocar na “briga”. A belga de 28 anos tem mais experiência do que todas e quatro títulos de GS. Ela e Sharapova já foram #1 do mundo e ambas já venceram em Melbourne. Kvitova nunca foi #1, mas ganhou Wimbledon. Por fora, a intensa Azarenka, que nunca foi #1 nem ganhou um GS. Mas aí também a vitória de qualquer uma delas não será uma surpresa.

Uma homenagem aos leitores deste Blog. Abss

Notas relacionadas:

  1. Clareza
  2. As semifinais.
  3. Surpresas
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domingo, 22 de janeiro de 2012 Grand Slam, Tênis Feminino, Tênis Masculino | 12:49

Campanha

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O meu colega de transmissões, Ari Aguiar, lança a campanha, “Dá um slice, Wozniacki!”, campanha que só teria menos resultados do que seu eu lançasse a campanha “Um saque e voleio, please, Caroline”.

A moça, dona de um tênis unidimensional, seria um porre de assistir se não fosse por um quesito. Ela é extremamente disciplinada, o que é, e sempre será, uma qualidade, dentro e fora das quadras. Imagino que os fãs da escandinava sejam os mesmos do ibérico Nadal. Será que a minha mulher também acha ela uma “fofa”?

Após as partidas de hoje, Ari me perguntou se eu não acho que o arsenal de habilidades de um tenista como o do australiano “Neymar Atômico” não lhe confunde a cabeça. Um bom ponto e uma pena que ele não tenha perguntado durante a partida – eu adoro essas pautas durante a transmissão.

É um fato que, especialmente no início das carreiras, os mais talentosos e habilidosos se confundam com a variedade até estabelecer o seu “modus operandis” e mesmo assim há controversas – Murray acha que estabeleceu o seu MO, enquanto seus críticos acham que deveria continuar procurando. Até mesmo o Federer passou por esse momento, não vejo porque com o australiano seria diferente. Que ele vai jogar muito é um fato – ele tem o espírito competidor, além da “mão”. Resta ver o quanto de espírito estamos falando.

Hoje, Tomic tentou enrolar o suíço Federer com seus slices. Federer não se apertou – não lhe falta arsenal para enfrentar quem quer que seja. Mas, depois de uma dupla falta no 30×30, 4×4, 1º set, Tomic abriu as pernas. É verdade que houveram também várias bolas espetaculares do campeão para lhe ajudar na decisão – mas isso não é novidade, especialmente quando o suíço começa a viajar na confiança. Aliás, até com ele se pode lançar uma campanha – “Aposentar pra que, Federer?”.

Caroline – tentando sair da caixa.

Roger – já fora da caixa.

Notas relacionadas:

  1. As portas do inferno
  2. E a chuva chegou
  3. Turkish delights
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terça-feira, 17 de janeiro de 2012 Grand Slam, Tênis Feminino, Tênis Masculino | 19:44

Segundo dia.

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Não chega a ser uma grande surpresa, mas é incrível o quanto o pessoal sofre com a responsabilidade de jogar bem, e vencer, em casa. O que talvez fala alto sobre aqueles que conseguiram se dar bem nos Slams de suas casas – algo que na história recente só mesmo os americanos conseguiram e há tres décadas o francês Yannick Noah. Escrevo isso por conta de derrota precoce da australiana Samantha Stosur, eliminada na 1ª rodada pela romena Cirstea.

Essa história de revolução, boicote, união e desacordos está mesmo dando pano para muita manga – e o assunto está longe de resolvido. Esta semana mesmo o novo presidente da ATP deve se manifestar, fora o que vem pela frente.

As outras moças devem ter tremido na base com a apresentação de Serena na 1ª rodada. Passou por cima da Paszek.

Dos Fabolous Four, só Murray não passou por cima do adversário na 1ª rodada. Os outros liquidaram. O que pode, ou não, dizer alguma coisa.

Uma boa vitória de Bellucci. Não é fácil vir de duas derrotas para um advers´rio e encontrar uma maneira de vencer em sets seguidos. Thomaz ainda patinou, especialmente no início dos sets, mas teve personalidade para vencer.

Tanto ele como Ricardo Mello, que passou por um qualy espanhol, enfrentam franceses – e indigestos. Mas assim mesmo, Bellucci tem mais chances bater Monfils do que Mello de bater Tsonga.

Parabéns ao Feijão Sousa em ter entrado na chave. Mas tem alguns conceitos básicos do tênis que já passou da hora do rapaz aprender – ou ensinarem a ele.

Aninha Ivanovic passou para a próxima rodada, sempre uma boa notícia.

Esse Marc Granollers é um tremendo casca de ferida e um lutador.

Chela bateu Michael Russel. Já imaginou assistir três sets desses?

Llodra e Gulbis na 1ª rodada. Podia ter um confronto mais xarope? Ah, o Gulbis perdeu!

Golubev bateu o Youzhni em 5 sets e eu não vi nada.

Tipsarevic bateu Torsunov no 4º set lá na quadra 18. Esse pessoal não sabe o que é um bom jogo.

O Ferrero abriu 2×0 no Troicki, teve MP no 3º set e não conseguiu vencer a partida. Também na Q18!

Agora, a Bartoli bateu a Razzano na Q3. E eu não vi. Também sou filho de Deus!

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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012 Grand Slam, Tênis Feminino | 12:17

Maldição?

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Esse assunto de #1 do mundo pega bem mais do que imaginamos na cabeça dos envolvidos. Especialmente entre as mulheres – ahh as mulheres, serão elas realmente mais frágeis? O tênis não tão raro insinua que sim, apesar de eu ter cá minhas sinceras e mais fortes duvidas sobre o assunto no dia a dia.

Caroline Wozniacki é a #1 do mundo há bastante tempo e mesmo assim não recebeu o reconhecimento que gostaria, muito por conta de nunca ter vencido um Grand Slam, o que mancha o seu ranking. Até mesmo em casa ela é acuada pela mídia, como ela mesma choraminga. Isso sempre mexeu com a cabeça da moça, que vem focando em passar a imagem de uma sorridente e bem humorada garota. O que é provavelmente verdade, a não ser quando está disputando um Grand Slam – aí o bicho pega.

Agora o bicho vai pegar tambem em outras paragens também. A simplória checa Petra Kvitova está às portas de destronar Caroline e começou a sentir “La pressione”. Petra perdeu ontem para a chinesa Na Li – outra que pirou após vencer um GS e que recentemente disse que o maridão como técnico era um ótimo marido – e assim perdeu a chance de chegar a Melbourne como “el numero 1”. Fato que, imagino, seria mais benéfico à Caroline do que à Kvitova. Caroline, no fundo de sua alma, bem que gostaria de jogar este GS correndo atrás e não na frente. A derrota da checa não deixou. Vai sofrer mais uma vez.

Fico imaginando como será esse evento feminino na Austrália. Talvez melhor não imaginar. De qualquer maneira, o assunto está em aberto, com as irmãs Williams cada vez mais longe das quadras e dos títulos, o que deixa um vácuo estelar no ranking feminino. Isso sem falar nas outras que já tentaram casar GS com #1, fracassaram, algumas abandonaram as quadras e outras ainda estão por aí tentando se acertar. Quem tiver mais sangue frio sobreviverá e ficará com o título e, talvez, com a posição de #1. O que, entre as mulheres, atualmente, tem sido mais uma maldição do que uma benção.

Caroline – ainda se agarrando à posição de #1 do mundo.

Notas relacionadas:

  1. Perfume
  2. Carta fora do baralho
  3. As 10 mais do Forbes
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terça-feira, 10 de janeiro de 2012 Tênis Brasileiro, Tênis Feminino, Tênis Masculino | 01:12

Saudades

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Thomaz Bellucci venceu sua primeira partida da temporada batendo o português Rui Machado em Auckland. Não é uma vitória para se empolgar, mas é uma vitória em uma primeira rodada em um primeiro torneio da temporada, o que é de bom tamanho.

Machado não é exatamente um tenista de quadras duras, mas nem Thomaz pensa ser, o que eu continuo achando um erro estratégico do paulista.

Além disso, jogar em Auckland é sempre um feito per si, já que aquele lugar é um inferno para os tenistas – venta mais do que em Fortaleza, outro inferno tenistico. Pior do que Auckland só Wellington, pelo menos na Nova Zelandia.

Venus Williams divulga que não joga em Melbourne. Nunca se sabe exatamente as razões das irmãs Williams, mas Venus vem anunciando sofrer de uma doença de autoimune para a qual não há cura e que causa fatiga e dores. Ela havia anunciado jogar esta semana e no AO – não jogará nem um dos dois. Ela jura que volta – a balzaquiana tem 31 anos.

Todos sabem que Marat Safin se elegeu deputado na Rússia, com ou sem maracutaia nas eleições, como acusa a oposição. Poucos lembram que a outra candidata tenista – esta derrotada – era Anna Chakvetadze, que acabou não sendo eleita.

Como a moça não é de ficar parada, decidiu voltar à carreira que havia desistido, pelo menos temporariamente – lembram dos desmaios em quadra? Anninha venceu a cabeça #3, Monica Nicolescu, uma tremenda surpresa, em torneio disputado em Hobart, Austrália, esta semana. Parece que estava com saudades.

Chakvetadge – já que não foi eleita deputada, posso publicar sua foto com as bolinhas. Sorry aos fãs do Thomaz.

Notas relacionadas:

  1. Mãozinha.
  2. Pegada.
  3. Manso
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  1. Primeira
  2. 1
  3. 2
  4. 3
  5. 4
  6. 5
  7. 10
  8. 20
  9. Última