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quarta-feira, 18 de junho de 2008 Sem uma categoria | 15:48

casando com o tênis

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Enquanto que a assinatura do patrocínio do Correios com a CBT é algo a ser celebrado por todo o tênis brasileiro, a celebração da assinatura do patrocínio do Banco do Brasil com Gustavo Kuerten fica restrita à champagne na casa do tri-campeão de RG.

O quanto o patrocínio do Correios irá ajudar, de fato, depende de como a CBT vai usar o dinheiro. A CBT fala em generalidades tipo “preparação dos tenistas brasileiros, eventos nacionais e internacionais e a presença na Copa Davis”, mas não apresentou como serão feitos, de fato, os investimentos. Como a negociação demorou um ano, houve de tempo de sobra para fazer o planejamento. Se houver a tão anunciada transparência do início da gestão Jorge Rosa, que de fato nunca se tornou uma realidade, ficará mais fácil de avaliar.

É preciso aguardar para se ver como os cerca de R$320.000,00 mensais – R$3.840.000, 00 p/ ano – serão gastos e investidos. É um belo dinheiro, que pode fazer uma bela diferença no esporte. Idéias não faltam, infelizmente as decisões na CBT ainda são feitas às portas fechadas e por um numero reduzido de pessoas, longe da também tão anunciada “democracia”.

Não sei se é viável ficar ouvindo muita gente para se fazer decisões, mas que então deixem isso claro. Isso já foi o problema de gestões passadas. É preciso também aguardar se o presidente Rosa vai manter a palavra empenhada de “abrir” a CBT ou se a entidade continuará hermética, não transparente e para amigos do rei. Ultimamente, Rosa, que se afastou do promotor de eventos Nelson Aertz, que tinha agenda própria e mandava e desmandava na CBT, tem procurado um dialogo mais amplo do que Aertz permitia ou queria.

Uma coisa é certa. Há que se parabenizar a gestão Rosa por ter ido atrás e conquistado o patrocínio de uma empresa como Correios. A tarefa não deve ter sido fácil. A tradição da empresa é de “casar” com o esporte – vide a natação. Isso, junto com uma boa administração da verba, pode assegurar o patrocínio no longo prazo, que é o que realmente faria a diferença. O tênis agradece. E aguarda.

Autor: paulocleto Tags:

terça-feira, 17 de junho de 2008 Sem uma categoria | 12:25

nó górdio

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Não vou entrar nos detalhes, que são muitos, complicados e conflitantes, mas neste sábado o tênis masculino pode ingressar em uma nova era. Pela primeira vez, os três melhores tenistas do ranking mundial tentam se eleger para o Conselho da ATP, por estarem descontentes da maneira que a entidade está sendo administrada. Até hoje, os melhores do ranking ficavam longe da política do circuito e concentravam seus esforços em suas carreiras. As dois atividades são consideradas conflitantes, pela demanda de tempo e energia dos affairs do Conselho. Mas eles se cansaram de ver suas colocações ignoradas pelo presidente da ATP e vão à luta.

Federer, Nadal e Djokovic são candidatos, porém os três talvez não possam ser eleitos devido a restrições geográficas no Conselho. Se eleitos, vão descobrir com quantos paus se faz uma canoa na hora de lidar com o estabilishment do tênis profissional. E não estou dizendo que os pontos de vistas dos tenistas estão certos ou errados. Mas sempre foi uma característica dos tenistas pensarem no que beneficia a própria carreira, e não no tênis como um todo, e em dirigentes esquecerem para o que realmente foram eleitos. Outros candidatos, especialmente americanos, vão à luta também.

Mas não será a eleição dos três que colocará o tênis em uma nova era. A candidatura é uma reação ao que pode realmente colocar a ATP em estado de caos e, de fato, em uma nova era. O Torneio de Hamburgo, em que Nadal bateu Federer na final este ano, foi à justiça americana contra a ATP e está pedindo U$76.5 milhões em perdas e danos, por perder o seu status de Super Series. A ATP já tem uma conta de U$7 milhões em advogados por conta da ação.

O caso começa ser julgado em Julho e uma decisão deve sair no início de Agosto. Se perder a ATP quebra. Boom! Deixa de existir, vai à falência, mia! Lógico que uma perda em primeira instância permitirá apelações. De qualquer maneira, a ATP não tem esse dinheiro, nem de longe, e muitas cabeças e cargos vão rolar, assim como acertos e concessões serão feitos. Aí entra a importância de que lidera a ATP.

Se eleitos, Federer, Nadal e Djokovic devem pressionar pela saída do Presidente De Villiers, e tentar um acordo. Um acordo que não deve ter o aval dos tenistas americanos, já que o nó górdio de discórdia é justamente o equilíbrio do número de eventos entre a Europa e os EUA. Essa é a história – uma outra, e sempre presente, história.


alexandre ensinou que, às vezes, é preciso um pouco de firmeza para resolver

Autor: paulocleto Tags:

Sem uma categoria | 12:25

nó górdio

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Não vou entrar nos detalhes, que são muitos, complicados e conflitantes, mas neste sábado o tênis masculino pode ingressar em uma nova era. Pela primeira vez, os três melhores tenistas do ranking mundial tentam se eleger para o Conselho da ATP, por estarem descontentes da maneira que a entidade está sendo administrada. Até hoje, os melhores do ranking ficavam longe da política do circuito e concentravam seus esforços em suas carreiras. As dois atividades são consideradas conflitantes, pela demanda de tempo e energia dos affairs do Conselho. Mas eles se cansaram de ver suas colocações ignoradas pelo presidente da ATP e vão à luta.

Federer, Nadal e Djokovic são candidatos, porém os três talvez não possam ser eleitos devido a restrições geográficas no Conselho. Se eleitos, vão descobrir com quantos paus se faz uma canoa na hora de lidar com o estabilishment do tênis profissional. E não estou dizendo que os pontos de vistas dos tenistas estão certos ou errados. Mas sempre foi uma característica dos tenistas pensarem no que beneficia a própria carreira, e não no tênis como um todo, e em dirigentes esquecerem para o que realmente foram eleitos. Outros candidatos, especialmente americanos, vão à luta também.

Mas não será a eleição dos três que colocará o tênis em uma nova era. A candidatura é uma reação ao que pode realmente colocar a ATP em estado de caos e, de fato, em uma nova era. O Torneio de Hamburgo, em que Nadal bateu Federer na final este ano, foi à justiça americana contra a ATP e está pedindo U$76.5 milhões em perdas e danos, por perder o seu status de Super Series. A ATP já tem uma conta de U$7 milhões em advogados por conta da ação.

O caso começa ser julgado em Julho e uma decisão deve sair no início de Agosto. Se perder a ATP quebra. Boom! Deixa de existir, vai à falência, mia! Lógico que uma perda em primeira instância permitirá apelações. De qualquer maneira, a ATP não tem esse dinheiro, nem de longe, e muitas cabeças e cargos vão rolar, assim como acertos e concessões serão feitos. Aí entra a importância de que lidera a ATP.

Se eleitos, Federer, Nadal e Djokovic devem pressionar pela saída do Presidente De Villiers, e tentar um acordo. Um acordo que não deve ter o aval dos tenistas americanos, já que o nó górdio de discórdia é justamente o equilíbrio do número de eventos entre a Europa e os EUA. Essa é a história – uma outra, e sempre presente, história.



alexandre ensinou que, às vezes, é preciso um pouco de firmeza para resolver

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domingo, 15 de junho de 2008 Sem uma categoria | 16:34

estado de graça

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Assim como outros grandes tenistas anteriormente, Rafael Nadal é, no momento, o melhor do mundo graças, acima de tudo, a sua força mental e confiança. Tenistas passam por essa fase, onde se sentem acima do bem e do mal, confiantes o bastante para bater qualquer adversário em qualquer quadra. É um estado de graça onde a habilidade técnica atinge seu esplendor, impulsionada pela confiança, produto de vitórias consecutivas e suadas. Em certos casos, isso tudo é produto de uma determinação acima da média de todos os outros mortais.

A vitória de Nadal no Torneio de Queen´s, um esnobe e centenário clube do lado oeste de Londres, deixou isso, mais uma vez, evidente. É o 1º tenista a ganhar Roland Garros e, na semana seguinte Queen’s, na grama, desde Ilie Nastase em 1973. O que não é pouco nem fácil.

Novak Djokovic mostrou suas qualidades e força técnica. Teve suas chances, no 1º e no 2º set. Mas não conseguiu cacifar. A porta lhe foi fechada severamente pelo Animal Nadal, um tenista com uma capacidade de elevar seu padrão de forma intimidante nos momentos importantes.

Novak chegou a sacar para fechar no tie break do 1º set. Nesse ponto o sérvio jogou burocraticamente, apesar da qualidade, enquanto Nadal procurou, corajosamente, a definição do início ao fim do ponto. Após longa troca de bolas, e tiveram várias magníficas durante a partidaça, Nadal imperou. O ponto foi significativo e iluminou o resto do caminho da partida.

A esta altura, Nadal é melhor tenista do que Djokovic, e mesmo Federer, por virtude de sua força mental. E, para aqueles para quem o tênis é só um belo esporte a se seguir, e não tem a sorte e o prazer de jogá-lo competitivamente, acreditem; o tênis é, acima de tudo, um esporte mental. Só equiparado, talvez, pelo golfe. Verdadeiramente diabólico.

Considerando a vitória em Halle de Roger Federer, agora a 59 partidas invicto sobre a grama, a promessa de um espetacular Torneio de Wimbledon se confirma. E, desta vez, com as altas expectativas de que os protagonistas não nos desapontem.


nadal – voando baixo

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Sem uma categoria | 16:34

estado de graça

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Assim como outros grandes tenistas anteriormente, Rafael Nadal é, no momento, o melhor do mundo graças, acima de tudo, a sua força mental e confiança. Tenistas passam por essa fase, onde se sentem acima do bem e do mal, confiantes o bastante para bater qualquer adversário em qualquer quadra. É um estado de graça onde a habilidade técnica atinge seu esplendor, impulsionada pela confiança, produto de vitórias consecutivas e suadas. Em certos casos, isso tudo é produto de uma determinação acima da média de todos os outros mortais.

A vitória de Nadal no Torneio de Queen´s, um esnobe e centenário clube do lado oeste de Londres, deixou isso, mais uma vez, evidente. É o 1º tenista a ganhar Roland Garros e, na semana seguinte Queen’s, na grama, desde Ilie Nastase em 1973. O que não é pouco nem fácil.

Novak Djokovic mostrou suas qualidades e força técnica. Teve suas chances, no 1º e no 2º set. Mas não conseguiu cacifar. A porta lhe foi fechada severamente pelo Animal Nadal, um tenista com uma capacidade de elevar seu padrão de forma intimidante nos momentos importantes.

Novak chegou a sacar para fechar no tie break do 1º set. Nesse ponto o sérvio jogou burocraticamente, apesar da qualidade, enquanto Nadal procurou, corajosamente, a definição do início ao fim do ponto. Após longa troca de bolas, e tiveram várias magníficas durante a partidaça, Nadal imperou. O ponto foi significativo e iluminou o resto do caminho da partida.

A esta altura, Nadal é melhor tenista do que Djokovic, e mesmo Federer, por virtude de sua força mental. E, para aqueles para quem o tênis é só um belo esporte a se seguir, e não tem a sorte e o prazer de jogá-lo competitivamente, acreditem; o tênis é, acima de tudo, um esporte mental. Só equiparado, talvez, pelo golfe. Verdadeiramente diabólico.

Considerando a vitória em Halle de Roger Federer, agora a 59 partidas invicto sobre a grama, a promessa de um espetacular Torneio de Wimbledon se confirma. E, desta vez, com as altas expectativas de que os protagonistas não nos desapontem.



nadal – voando baixo

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sexta-feira, 13 de junho de 2008 Sem uma categoria | 22:50

elena e seu oscar

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Assistindo in loco uma partida de Elena Bovina em Paris, pensei que a russa estivesse tendo orgasmos múltiplos durante uma singela partida de duplas mistas. A moça, de 1.90m de altura, gemia em tal volume, volúpia e intensidade que fazia a platéia, especialmente a feminina, se entreolhar e disfarçar nervosas risadas. Nunca vi tantos homens assistir uma partida de tênis de olhos fechados.

Já achei que era coisa da minha cabeça, mas agora o ubber-campeão Boris Becker, que nunca foi de esconder suas cartas e falas, confirma a mesma linha de pensamento. Ele diz que os gritos e gemidos das mulheres – e cita Serena Williams e Maria Sharapova, que já teve seus grunhidos medidos em mais de 100 decibéis – é mais sexual do que atlético e as moças deveriam salvar tais demonstrações vocais para locais mais apropriados.

Becker jura que tal berreiro não ajuda em nada a parte atlética e levanta a polêmica, que circula há tempos no circuito, que certos técnicos e pais induzem suas tenistas aos gritos e gemidos com a intenção de atrapalharem suas adversárias. Talvez algumas estejam confundindo as bolas. De qualquer maneira, o alemão acredita que as moças do circuito atualmente são muito passivas e que deveriam reclamar com mais veemência quando a sonoplastia começasse.

Talvez seja uma experiência que a maioria dos leitores não teve. Para tal é preciso assistir jogos ao vivo, de preferência a beira da quadra. Como a maioria dos fãs está restrita a partidas pela TV, os amigos terão que acreditar na minha palavra ou aumentar o volume de seus aparelhos na próxima oportunidade.

O fato é que algumas mulheres gritam e gemem demais em quadra. Não vamos ser injustos, alguns homens também. Após tantos anos de convivência com Gustavo Kuerten, talvez tenhamos nos acostumados com seus gemidos, que estão longe de ser o padrão do tênis masculino. Como os lamentos de Kuerten eram algo que vinha mais do âmago de seu ser, e me passavam um que de esforço e sofrimento, tinha a tendência a ignorá-los.

Mônica Seles era pior do que uma serraria em épocas de construção. Sharapova me faz pensar que seu ex-namorado dedo-duro é um mentiroso descarado ou um total incapaz. Mas Elena Bovina estava em outra, e incontestável, categoria. A moça fica com o Oscar do melhor soundtrack erótico/tenístico da história.


elena – trilha proibida

Autor: paulocleto Tags:

Sem uma categoria | 22:50

elena e seu oscar

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Assistindo in loco uma partida de Elena Bovina em Paris, pensei que a russa estivesse tendo orgasmos múltiplos durante uma singela partida de duplas mistas. A moça, de 1.90m de altura, gemia em tal volume, volúpia e intensidade que fazia a platéia, especialmente a feminina, se entreolhar e disfarçar nervosas risadas. Nunca vi tantos homens assistir uma partida de tênis de olhos fechados.

Já achei que era coisa da minha cabeça, mas agora o ubber-campeão Boris Becker, que nunca foi de esconder suas cartas e falas, confirma a mesma linha de pensamento. Ele diz que os gritos e gemidos das mulheres – e cita Serena Williams e Maria Sharapova, que já teve seus grunhidos medidos em mais de 100 decibéis – é mais sexual do que atlético e as moças deveriam salvar tais demonstrações vocais para locais mais apropriados.

Becker jura que tal berreiro não ajuda em nada a parte atlética e levanta a polêmica, que circula há tempos no circuito, que certos técnicos e pais induzem suas tenistas aos gritos e gemidos com a intenção de atrapalharem suas adversárias. Talvez algumas estejam confundindo as bolas. De qualquer maneira, o alemão acredita que as moças do circuito atualmente são muito passivas e que deveriam reclamar com mais veemência quando a sonoplastia começasse.

Talvez seja uma experiência que a maioria dos leitores não teve. Para tal é preciso assistir jogos ao vivo, de preferência a beira da quadra. Como a maioria dos fãs está restrita a partidas pela TV, os amigos terão que acreditar na minha palavra ou aumentar o volume de seus aparelhos na próxima oportunidade.

O fato é que algumas mulheres gritam e gemem demais em quadra. Não vamos ser injustos, alguns homens também. Após tantos anos de convivência com Gustavo Kuerten, talvez tenhamos nos acostumados com seus gemidos, que estão longe de ser o padrão do tênis masculino. Como os lamentos de Kuerten eram algo que vinha mais do âmago de seu ser, e me passavam um que de esforço e sofrimento, tinha a tendência a ignorá-los.

Mônica Seles era pior do que uma serraria em épocas de construção. Sharapova me faz pensar que seu ex-namorado dedo-duro é um mentiroso descarado ou um total incapaz. Mas Elena Bovina estava em outra, e incontestável, categoria. A moça fica com o Oscar do melhor soundtrack erótico/tenístico da história.



elena – trilha proibida

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quinta-feira, 12 de junho de 2008 Sem uma categoria | 20:18

mineirinhos na grama da rainha

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E não é que os mineirinhos, Andre Sá e Marcelo Mello, bateram os irmãos Bryan na grama de Queen’s. O jogo foi 6/4 1/6 10/7, lembrando que as duplas na ATP são decididas em um tiebrekão. Os garotos voltam às quadras no sábado, contra os vencedores de Mirnyi/Murray x Burotac/Ram.

Se as simples na grama os jogos são rápidos, nas duplas é quase tudo no instinto e na reação. Não dá para pensar muito. Aliás, se pensar é pior. Tem que se armar de coragem, deixar as cordas da raquete um pouco mais duras e enfiar a mão nas devoluções. Como o André tem quartas de final em Wimbledon, e direito ao fechado “Clube dos Últimos Oito”, não é muito segredo como jogar. É só uma questão de confiança e determinação.

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mineirinhos na grama da rainha

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E não é que os mineirinhos, Andre Sá e Marcelo Mello, bateram os irmãos Bryan na grama de Queen’s. O jogo foi 6/4 1/6 10/7, lembrando que as duplas na ATP são decididas em um tiebrekão. Os garotos voltam às quadras no sábado, contra os vencedores de Mirnyi/Murray x Burotac/Ram.

Se as simples na grama os jogos são rápidos, nas duplas é quase tudo no instinto e na reação. Não dá para pensar muito. Aliás, se pensar é pior. Tem que se armar de coragem, deixar as cordas da raquete um pouco mais duras e enfiar a mão nas devoluções. Como o André tem quartas de final em Wimbledon, e direito ao fechado “Clube dos Últimos Oito”, não é muito segredo como jogar. É só uma questão de confiança e determinação.

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Sem uma categoria | 16:31

começou a temporada na grama

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