Light | Paulo Cleto

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sexta-feira, 7 de dezembro de 2012 Light, Tênis Brasileiro, Tênis Masculino | 13:21

De bom tamanho

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Teve gente que gostou outras que nem tanto. Nenhuma novidade. Mas o primeiro dia de exibições foi de primeira linha, pelo o que se propõe.

A dupla entre os mineiros Melo/Soares x Bryan Bros seguiu o roteiro; um set para cada dupla e vamos decidir no 3º set. Como havia tempo de sobra até as 21.30h, horário do jogo principal, deu para jogar um set normal e não um tiebreacão, padrão da ATP. Os Bryan ganharam. Tivemos algumas boas trocas de bolas, deu para ver aquilo que não se vê nos clubes, e nem nas TVs, excelentes voleios de reflexos, muita movimentação, intervenção, lobs, devoluções nos pés etc. Para quem gosta de tênis, um bom prato.

A simples veio logo a seguir, anunciada em quadra pelo mestre de cerimônias, o meu colega de transmissões Marco A. Rodrigues. Havia um frisson no estádio, que se encheu após as duplas, quando Marco Antonio chamou os tenistas. Alguns leitores escrevem que não estava cheio. Estava. Praticamente lotado. Existem locais que não são vendidos por conta da localização e a falta de vista para a quadra; como atrás das câmeras de TV fica um retângulo amarelo de assentos livres. Nas primeiras filas dos assentos laterais também não dá para ver nada e por isso não são vendidas. A área do governo, aquelas poltronas escuras em um recinto fechado na lateral tinha muito lugar sobrando. Fora disso só mesmo um ou outro que não foi apesar de ter os bilhetes nas mãos, por conta dos imprevistos – conheço alguns.

A simples foi acima das minhas expectativas. Um set para cada um e vamos decidir na negra. O Federer sentiu o calor e perdeu o foco uns 3 games no set decisivo. O Belo ainda vacilou, mas administrou e levou. Por trás disso, o fato que ainda acho que essa partida deveria ter sido deixada para o domingo. Ontem o jogo foi mais frio do que eu esperava e com certeza do que o Federer esperava. Acho que ele ficou surpreso com o publico frio, apesar do Ibira ester um forno em uma noite de pleno verão.

Mas o que poderia o publico fazer? Torcer para o suíço contra o brasileiro? Não vai rolar. Atrás de mim um sofasista insano e agitado profetizava antes do jogo que o brasileiro levaria uma entubada e apostava que não fazia quatro games. Me senti tentado em tirar uma grana dele. Torcer para o brasileiro contra o Mestre? Também não iria rolar. Imaginou a Ibira lotado torcendo insanamente pelo Belo? O suíço iria embora no primeiro avião. O público mostrou educação e respeitou. Só foi ao delírio em uma ocasião, após longuíssima troca de bola, o que não é o padrão de nenhum dos dois. O resto do tempo foi de aplausos tranquilos, gritos abafados e um clima de respeito que se traduziu mais em um clima de um espetáculo de mestres da música do que um show de madonas.

Os dois tenistas nos brindaram com um jogo disputado e sério na medida correta. Thomaz parecia deixar claro que sua postura seria de “você ganha o milhão que eu vou atrás da vitória”. Federer entendeu e manteve as brincadeiras ao mínimo, tentou uma homenagem ao nosso futebol com umas embaixadas fracassadas, e nos brindou com alguns toques e contra pés. Mas abusou, para nosso prazer, de direitas de ataques magistrais, o que serviu de aula para quem se ligou, muitas mais idas à rede do que normalmente faz, esbanjando seus voleios vorazes.

Ficou claro que se nas exibições falta o elemento competitivo, o que tira aquele ansiedade do ar, enquanto possibilita certas firulas técnicas que não vemos nos torneios. Quem souber aproveitar uma e não sentir falta da outra ficou feliz, porque ,em termos de exibições, foi um belo espetáculo e os tenistas souberam fazer a sua parte e, muito importante, respeitar o público. E este soube fazer, e muito bem, a sua parte.

Notas relacionadas:

  1. Pegada.
  2. Festa no deserto
  3. Clint
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quarta-feira, 28 de novembro de 2012 Light, Tênis Masculino | 10:39

Federer brasileiro

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Dizem por aí que Roger Federer vai ganhar Euro 1.5 milhão por partida na sua tour da América do Sul. Só no Brasil serão uns R$8 milhões. Imaginem o quanto vai custar aquela festa com todas aquelas estrelas, que incluem Serena Williams, Maria Sharapova e Vic Azarenka (#1 do rankig). Será o maior evento tenistico do país por muito tempo, algo que vai agitar não só o mundo do tênis, mas a cidade como um todo.

Pelos 8 milhões o Federer tem que fazer muito – espero que tambem dentro da quadra, sem as frescuras que por vezes cercam as exibições – e com muita intensidade. Um espetáculo de técnica, plástica e qualidade, sua marca registrada e o que aprendemos a respeitar e amar. Até porque essa é a nossa grande e única chance de ver o Mestre ao vivo. A não ser que ele dure até o Rio olímpico.

Fora da quadra o comprometimento comercial com o evento, e o patrocinador, está sendo enorme, condizente com a grana envolvida, o tamanho do espetáculo e a expectativa brasileira. Chequem só o video abaixo realizado pela Gillete, patrocinador dele e do evento. Fizeram até o cara falar português. Com um sotaque estranhíssimo, misturando uma ginga brasileira, com a qual ele não tem problema, e uma sonoridade estranha, e um humor federesco. Melhor ainda foram as cortadas e os gols, tudo de voleio. Adorei a idéia e o conjunto da obra.

PS: para quem não sabe, David Ferrer não vem mais e no seu lugar entra Tommy Hass, uma opção interessante.

Notas relacionadas:

  1. Chora Federer.
  2. Federer x Nadal
  3. Mais um dia de Federer
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sexta-feira, 5 de outubro de 2012 Light | 00:31

Tênis para saibro/dura

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Um Post sobre o comentário da leitora Maysa sobre os sapatos-tênis feitos para uso em quadras de saibro, serem extremamente danosos ao joelho quando usados em quadras duras. Huuummm.

A diferença básica entre um e o outro está no solado; no desenho do solado. Os tênis para quadras de saibro têm desenhos para evitar o escorregar em demasia, agarrando na terra, enquanto que os para quadras duras propiciam o deslizar controlado sem o escorregar involuntário.

Quanto à proteção para o corpo, é mais para o pé, calcanhar e um pouco da perna, nem tanto para o joelho, depende mais da qualidade do produto, do material utilizado e a tecnologia disponibilizada.

Para amenizar o impacto vale mais a tecnologia do acolchoado do tênis, independente para qual piso. O uso de palmilhas também ajuda. É óbvio que se o tênis agarra demais o impacto é maior. Uma das coisas que pode ir na direção do mencionado pela Maysa é que os tênis para saibro tendem a ser um pouco mais leve do que os para as duras, até porque estes precisam ser “encorpados” – quem conhece o Barricade da Adidas sabe o que estou falando. Mas essa característica é mais por conta do desgaste do tênis do que por conta das juntas. Eu pessoalmente prefiro um pouco mais leve, como os Asics e outros, apesar de usar o Barricade também pela firmeza. Um que eu adorava era o Lotto antigos. Mas faz anos que não os vejo nem uso.

De cima para baixo, Adidas Barricade, Asics Gel Dedicate, Lotto Raptor

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quinta-feira, 4 de outubro de 2012 Curtinhas, Light | 11:55

Bolinho estragado

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Os rumores de ameaças à vida de Roger Federer em Xangai parecem ser mais uma bobagem decorrente de uma idiotice na internet. Começou quando em um fórum de tênis um dos participantes escreveu que iria matar o suíço durante o evento que começa no Domingo.

A mim me parece mais um fã do Nadal de mau humor com a ausência do ídolo, e sem a devida sensibilidade pelo talento do  Mestre ou, na pior das hipóteses, um chinês que comeu um bolinha primavera estragado e ficou danado com alguma provocação. Os frequentadores do fórum entraram em contato com os organizadores do torneio e o efeito dominó tomou conta. Por conta disso Roger estará cercado de seguranças na sua estadia chinesa. Mas duvido, e espero, que não passe disso.

Notas relacionadas:

  1. Almoço familiar
  2. Fundação Nadal x Federer
  3. 2a semifinal em Dubai
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terça-feira, 4 de setembro de 2012 Light, Olimpíadas | 23:41

Inspiração

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Como não tivemos jogos à noite em New York, por conta das chuvas e a inexistencia de uma quadra coberta no local, coloco um video sobre tênis de mesa – de uma partida recém disputada no Paralimpicos em Londres – que necessariamente é jogado indoors. Talvez até sirva de inspiração para alguns.

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terça-feira, 21 de agosto de 2012 Light, Tênis Feminino | 10:20

Sugarpova

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Agora todo mundo vai poder comer Sugarpova. Pelo menos os americanos. A tenista lançou esta semana a sua linha de gostosuras e pretende com isso começar a alavancar sua carreira como empresária pós tênis.

A russa é a melhor das marqueteiras entre as tenistas, quiçá entre qualquer atleta, sendo a mais bem paga de todas, via patrocinios. A moça é bem falante, tem bom gosto, ao contrário de boa parte das tenistas que tem um pezinho na cafonice, sabe o que quer e não tem a menos cerimônia em correr atrás.

Desta vez ela não foi contratada para endossar. Colocou grana sua e veio com a ideia do que queria e procurou as pessoas para tornar possível. Ela decidiu que sua primeira aventura como entrepeneur seria ter a sua própria linha de balas finas, coisas estilo jujubas etc. Tudo nos trinques, da embalagem ao produto. Pelo menos as embalagens são interessantes, os doces, que são feitos na Espanha, ainda vou ter que experimentar. A moça jura que adora candies desde pequenina e que a decisão foi uma consequência. Sei lá se é verdade, até porque ela diria, como sempre, o que acreditasse ser a melhor estratégia de marketing, e também porque pouco importa.

O lançamento oficial foi na loja Henri Bedel em New York, que as leitoras mais patricinhas, e os maridões que preferem não ter discussões nas suas viagens, com certeza conhecem. É “a loja” de acessórias da cidade, localizada na 5ª Avenida, rua favorita das fashion girls como Maria.

Os tenistas aproveitam a semana anterior ao US Open para fazer as ações de marketing que seus patrocinadores demandam. É uma semana de descanso, treinos e marketing.

Fiquei imaginando se Maria vai distribuir as gostosuras nos vestiários e no lounge dos tenistas durante o U.S. Open. Seria, vamos dizer, uma atitude simpática com colegas, já que todo mundo gosta de um docinho. São 11 produtos distintos, inclusive uma balinha que reproduz exatamente uma bala com o formato de uma bola de tênis. Não vi nenhuma bala com o formato da tenista, o que poderia ser mais um atrativo para os gulosos.

Notas relacionadas:

  1. 102.7 decibéis
  2. As 10 mais do Forbes
  3. 1000!! e sem surpresas
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domingo, 15 de julho de 2012 História, Light, Tênis Brasileiro | 00:43

No Hall of Fame

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Enquanto Thomaz Bellucci fazia seus esforços na Alemanha para chegar a mais uma final de um ATP Tour, esforços que infelizmente se provaram infrutíferos, ao ser derrotado na semifinal pelo sérvio Tipsarevic no 3º set, Gustavo Kuerten, apesar da quase década longe das conquistas, foi receber os louros da imortalidade em um país que sabe respeitar e homenagear as glórias do passado.

Homenageado pelo Hall of Fame do Tênis, instituição que segue a ampla tradição dos americanos de homenagearam os melhores, de roqueiros a atletas, Kuerten só ouviu falar do local e da homenagem quando foi sondado sobre esta. Como nunca quis saber de colocar os pés no tradicional evento de Newport – em um maravilhoso e tradicional clube, e local da instituição, na costa leste americana, por ser um torneio menor e jogado sobre a grama – para ele bastava ter que jogar Wimbledon sobre esse piso – Gustavo desconhecia o peso da homenagem, mas foi facilmente convencido e seduzido quando informado da tradição envolvida.

Aliás, nada mais justo, já que foi numero 1 do mundo, com três títulos de Grand Slam, o que pode parecer pouco em dias em que os melhores ganham muitos, mas merecido também pela personalidade e carisma. A homenagem também faz, de alguma forma, reparos a maneira como o público americano tratava Kuerten durante sua carreira, com uma certa ausência de respeito pelo o que ele conquistou.

Kuerten aproveitou a homenagem para bater umas bolinhas na grama de Newport, onde neste Domingo Isner e Hewitt fazem a final do ATP Tour local.

Veja mais fotos na página do Blog no Facebook: https://www.facebook.com/BlogDoPauloCletoTenisnet

Notas relacionadas:

  1. Expandindo 2
  2. 10 anos
  3. Hall of Fame
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quinta-feira, 12 de julho de 2012 Light, Tênis Feminino | 12:34

Peladonas

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Tem gosto para tudo, mas o pessoal da revista ESPN americana tem uma quedinha pelo extremo. Desde 2009 eles publicam anualmente uma edição chamada Body onde publicam fotos de atletas profissionais nus – peladinhos. Lógico que uns mais interessantes do que outros. Estou usando o masculino, porque não vou escrever “atletos” só para imitar e confrontar nossa Presidenta, mas, na verdade, esses eu passou rapidinho, antes de algum incomodo maior me afligir, e me concentro nos corpos femininos. Mas as edições são imperdíveis, em vendem como água, porque as fotos, e os corpos, na maior parte das vezes, são espetaculares.

De volta ao radicalismo da revista. Em 2009 eles publicaram fotos da Serena, que ficou mais do que feliz em mostrar toda a sua opulência. Em 2010 eles convidaram a cadeirante Esther Verger, em 2011 Vera Zvonareva, que era #2 do mundo e sempre me pareceu bem recatada (adorei o fato de ela não ter dado aquela encolhida na barriga como tantas), e que de lá para cá, infelizmente, não ganhou mais nem par ou impar, e agora convidaram a Hantuchova, a anoréxica das quadras que acredita ser a coisa mais incrível que já bateu em uma bolinha.

Salta aos olhos o fato de que, ao que tudo indica, nenhum tenista aceitou posar peladão para a revista, ou tem lá na editoria alguém que não quer saber de um pelado com a raquete na mão. Vale lembrar que são vários os peladões dos outros esportes. Alguns tenistas até já tiraram a roupa, como Tsonga, Robredo, Feliciano e Verdasco, mas sempre por razões beneficientes. Quem será o primeiro a ser convidado pela ESPN, e aceitar, entre os machos alfas tenistas?

Notas relacionadas:

  1. Uniformes
  2. Protegida
  3. As 10 mais do Forbes
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segunda-feira, 28 de maio de 2012 Curtinhas, Light, Tênis Brasileiro, Tênis Feminino, Tênis Masculino | 14:51

14.50h

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O mais curioso da derrota de Thomaz Bellucci para Victor Troicki foi a última bola após 3.50hs. Uma devolução do sérvio que iria para o corredor, bate no pau de rede, sobe, bate na fita e chora para o lado do brasileiro. É verdade que se não fosse ali o sérvio iria ganhar mais à frente, já que o placar mostrava 5×1.

Não vou escrever sobre a derrota do Bellucci porque eu vou bater uma bolinha, o que será mais producente. Mas o rapaz jogou bem o 3º, abriu 2×1 em sets, e aí deu aquela viajada Padrão Belo. Foi se aborrecer com a juíza, no que pode ter sido um erro dela, em Paris não há Desafios, e arrumou uma razão para perder o jogo por 4/6 6/3 5/7 6/3 6/2.

Rogerinho teve menos chances com o gigante Isner. Não conseguiu quebrar o serviço do adversário e perdeu por 6/3 6/4 6/4.

Giraldo bateu Falla no clássico colombiano em 4 sets.

O Gulbis perdeu para o Kukushkin. Pensei em contar uma novidade.

Tomic bateu Davydenko em 3 sets. O novo e o velho.

A Cibulkova é ótima de assistir. Deste tamanhozinho, um coração de leoa e jatos nos pés.

A Sloane Stephens, negra americana, surpreendeu a Makarova e a Penetta passou para a segunda rodada.

O Haas entra em quadra para enfrentar o Volandri, mas eu, já disse, vou bater umas bolinhas. O Harrisson sacou para abrir 2×0 em sets e agora está 1×2 abaixo.

E para quem eu tiro o chapéu?! Para o Arnaud Clement, 34 anos!, que venceu a partida mais longa de RG, em 2004 sobre o Santoro, bateu o mala Bogomolov também na bacia das almas. O russo abandonou quando perdia o 5º set por 4×5 em um momento raro no tênis. Sentia cãibras, errou o 1º saque, sentiu mais cãibras, se alongou, mas acabou desistindo – nocaute! Clement, um exemplo para muita gente que não tem pernas para jogar 5 sets!

A reação do Bellucci após o match point.

A carinha do Troicki após o match point.

Abaixo o russo/americano sofrendo na rede antes abandonar. Acima, Clement festeja a vitória.

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Curtinhas, Light, Tênis Feminino, Tênis Masculino | 11:38

12.27h

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Nem vai ser fácil para o Djoko como diziam, nem será curto como poderia se esperar para Bellucci. Djoko teve que usar do seu estatus para vencer o 1o set no TB. Bellucci administrou bem o 1o set, mas bobeou logo no início do 2o e acabou o perdendo – e agora foi para o 3o, mas vai longe.

Nalbandian perdeu para o hungaro Ungur e 4 sets. O argentino está tentando, do jeito dele, uma sobrevida. Sei não. Vai comer uns churros lá na Mouffetard para tirar o gosto amargo da derrota precoce.

Primeiro “jogão” do torneio. O sacador Kevin Anderson bate o portuga Rui Machado 11/9 no 5o set.

Outro decadent sans elegance, Lleyton Hewitt, também está fora. Ganhou um convite e perdeu para Kavicic (quem?) em 4 sets.

Thomaz encontrou forças para virar o 3o set que perdia por 2/5. O Troicki adotou a tática “maos esperar para ver o que vai dar” e descobriu do pior jeito – mais um. No fim do set o sérvio arrepiou a raquete – multa nele.

Ahh – o Djoko ganhou em 3 setinhos; 7/6 6/3 6/1. Depois do 1o set foi que nem quiabo.

Notas relacionadas:

  1. A chave de Roland Garros
  2. Começou
  3. Keaton
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  1. Primeira
  2. 1
  3. 2
  4. 3
  5. 4
  6. 5
  7. 10
  8. Última