O mais curioso da derrota de Thomaz Bellucci para Victor Troicki foi a última bola após 3.50hs. Uma devolução do sérvio que iria para o corredor, bate no pau de rede, sobe, bate na fita e chora para o lado do brasileiro. É verdade que se não fosse ali o sérvio iria ganhar mais à frente, já que o placar mostrava 5×1.
Não vou escrever sobre a derrota do Bellucci porque eu vou bater uma bolinha, o que será mais producente. Mas o rapaz jogou bem o 3º, abriu 2×1 em sets, e aí deu aquela viajada Padrão Belo. Foi se aborrecer com a juíza, no que pode ter sido um erro dela, em Paris não há Desafios, e arrumou uma razão para perder o jogo por 4/6 6/3 5/7 6/3 6/2.
Rogerinho teve menos chances com o gigante Isner. Não conseguiu quebrar o serviço do adversário e perdeu por 6/3 6/4 6/4.
Giraldo bateu Falla no clássico colombiano em 4 sets.
O Gulbis perdeu para o Kukushkin. Pensei em contar uma novidade.
Tomic bateu Davydenko em 3 sets. O novo e o velho.
A Cibulkova é ótima de assistir. Deste tamanhozinho, um coração de leoa e jatos nos pés.
A Sloane Stephens, negra americana, surpreendeu a Makarova e a Penetta passou para a segunda rodada.
O Haas entra em quadra para enfrentar o Volandri, mas eu, já disse, vou bater umas bolinhas. O Harrisson sacou para abrir 2×0 em sets e agora está 1×2 abaixo.
E para quem eu tiro o chapéu?! Para o Arnaud Clement, 34 anos!, que venceu a partida mais longa de RG, em 2004 sobre o Santoro, bateu o mala Bogomolov também na bacia das almas. O russo abandonou quando perdia o 5º set por 4×5 em um momento raro no tênis. Sentia cãibras, errou o 1º saque, sentiu mais cãibras, se alongou, mas acabou desistindo – nocaute! Clement, um exemplo para muita gente que não tem pernas para jogar 5 sets!

A reação do Bellucci após o match point.

A carinha do Troicki após o match point.

Abaixo o russo/americano sofrendo na rede antes abandonar. Acima, Clement festeja a vitória.
