Ouro para Murray
Já escrevi tanta coisa neste Blog, e em outras publicaçõe,s que já nem sei mais quando estou sendo repetitivo.
Já escrevi que no passado os tenistas demoravam mais anos para chegarem à sua melhor forma; se não física, com certeza mental e emocional. Murray tem 25 anos, bem mais do que outros precoces do tênis profissional ao conquistar seus primeiros grandes título, mas jovem o bastante para muito ainda conquistar.
Já escrevi, para a angústia de vários, que Andy Murray é um tenista diferenciado, repleto de talento e habilidades, capaz de se transformar em até o melhor do mundo, porque um dos melhores já é há algum tempo.
Já escrevi, para a indignação de alguns sofasistas, que o tênis pode, e muitas vezes o é, decidido em alguns poucos pontos.
A vitória de Andy Murray teve seus momentos cruciais, alguns já ressaltados por tenistas que frequentam o Blog, tal como o Santos Dumont. O primeiro game, quando Federer teve 2 break points e não cacifou, o que poderia ter levado a partida por outro caminho.
O game do 2×0 no 2º set acabou sendo o real divisor de águas. Para ambos. A partir dali, Murray soube que venceria e Federer duvidou que conquistaria o ouro. Dois sentimentos impares para ambos, quando se defrontam em um palco tão importante. Foi o game mais longo e emocionante da final, com uns oito BP para o suíço, que, para sua frustração, não conseguiu a quebra. Não existe pior sentimento que não poder quebrar o oponente nos games importantes após ter as chances de fazê-lo. Não custa lembrar que, em cenário quase idêntico, na última final de Wimbledon, o resultado do game, e da partida, foi o inverso.
Não vou discorrer, novamente, sobre os talentos e habilidades escocesas. Basta dizer que, à distância, o que transparecia era que seu tempo não chegara. Talvez Lendl tenha algo a ver com isso, mas, com certeza, não só. Até porque o técnico sequer estava presente no momento máximo do pupilo.
Em algum momento Murray decidiu que o seu velho jeito de ser não era bom o suficiente. Muito sofrimento e pouco arrojo em quadra não é uma simbiose para campeões. Não assisti todas suas partidas olímpicas, mas quase cai da cadeira quando acompanhei sua vitória sobre Djokovic. Confesso que me surpreendi também com a total ausência de comentários sobre a partida aqui no Blog, em especial das diferenças apresentadas no jogo do escocês.
Foi a primeira vez que vi Murray jogar, do início ao fim, com agressividade, se impondo nos pontos, indo para as bolas vencedoras de ambos os lados. Foi a primeira vez que o vi abandonar a tática conservadora de, ao trocar a direção da bola, ao invés de simplesmente mudar a direção. Ao invés, foi para ganhar os pontos, algo que fez com consciência e qualidade, com bolas retas e rápidas como se deve, inclusive causando inúmeros contrapés no adversário, o que muito raramente fazia. Tanto com a direita como com a esquerda.
Na final, Murray não jogou no mesmo padrão, algo compreensível por se tratar de uma final. Mas foi sólido, técnica e emocionalmente, o bastante para bater um tenista que já mostrou, inúmeras vezes, o quanto é perigoso na grama, o que diz muito sobre o padrão apresentado. Se Federer não jogou hoje no seu gabarito, foi porque o outro não deixou.
O que essa magnífica e importante vitória irá fazer pela carreira de Murray é para se esperar e ver. Pode ser o elo que lhe faltou até hoje para conseguir explorar e jogar no seu potencial. Talvez lhe traga a confiança necessária para jogar mais próximo do limite, e não somente naquela zona de conforto a que se impôs e se acostumou para desespero de seus fãs – algo que ele mesmo ressaltou após a conquista.
Dentro dessa nova linha, o escocês ainda tem muito que pode acrescentar a seu jogo; mais do que muitos tenistas – Djokovic, por exemplo – podem acrescentar a seus arsenais.
É uma porta que se abre, para a alegria e satisfação dos reais fãs do tênis, ao mesmo tempo em que, infelizmente, mesmo sendo ainda somente uma não tão certa possibilidade, a incerteza se avizinha das carreiras das duas maiores figuras da década. Federer pela idade e Nadal pelas contusões. Federer disse hoje que sua presença no Rio é uma possibilidade – aesar de dizer que pode aposentar e voltar. Nadal é um atleta que já mostrou que tem uma determinação ímpar. Mas, hoje, Murray acenou que pode deixar de ser coadjuvantes dessas estrelas.
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49 comentários | Comentar
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49 Sheila Gratz 06/08/2012 13:21
Parabéns Cleto, excelentes posts, parabéns Bet@, Cambuí, e aos outros fãs do Murray.
césar cambuí 06/08/2012 13:59
Obrigado, Sheila.
Bet@ 06/08/2012 13:46
Sheilinha, o pessoal da Romi fica muito Gratz pelos seus claps …
48 Sawyer 06/08/2012 14:37
As Alemãs não tem muita Sorte não….Goerges enfrenta a Paszek, e se vencer enfrenta a Azarenka….Barthel enfrenta uma Qualy, se passar enfrenta Radwanska……Lisicki está na chave da Azarenka…..Decadência
47 Sawyer 06/08/2012 16:23
http://www.rogerscup.com/women/french/singlesDraw.php
Eis a chave feminina…Podemos ter Azarenka vs Sharapova nas Semis….Wozniacki já pode encarar de frente a Petrova….Lembrando que Serena não joga o premier de Montreal
46 Sheila Gratz 06/08/2012 16:29
Fica nao Gustavo, o mestre já nos deu muitas alegrias e com certeza ainda nos dará. Abraços.
45 wilians ferreira 06/08/2012 16:41
e o haas heim.
perdeu pro dog dog a final do washington, e de virada 6/7 6/4 e 6/1.
com o resultado os dois avançaram bem na tabela de classificação da atp
dolgopolov subiu 9 posições no ranking, e ocupa a 16 posição, e haas ganhou 11 posições e ocupa a 25 lugar.
bellucci ganhou 3 posições, e ta na 39 posição.
vai ai o novo rankig desta segundona.
http://www.atpworldtour.com/Rankings/Singles.aspx
Sawyer 06/08/2012 16:53
Ontem perdeu porque abriu o bico…mas mesmo assim a recuperação que o Alemão vem conseguindo é fantástica
44 Amigo 06/08/2012 18:59
Parabéns ao Cleto pelo belo Post!
Parabéns principamente a Romi do Murray!
Quanto ao jogo, cantei ainda no primeiro set: Murray 3X0 Federer. O suíço, como já foi dito, mentalmente arrasado britânico voando baixo = OURO OLÍMPICO! E não se enganem, o mestre, eu acho, trocaria a medalha pelo W!
Quanto ao futuro, revendo declarações outrora do mestre, que jogaria até que suas belas gêmeas pudessem ver e entender o feito do pai, imagina-se que ele poderia estar no Rio 2016, a depender dos resultados ano a ano, torneio a torneio, principalmente os SLAMs ( se faturasse mais um 2 ou 3 nem pensar nos JO) e com um detalhe, acho eu: Se o piso não fosse SAIBRO!
Acho difícil analisar se o sérvio trocou a marca italiana de roupa, como patrocinador, pela asiática, unicamente pelos U$ ou €! Acho que o DJOKOVIC já está um pouco satisfeito com o que ganhou até agora e com o tênis que joga e a posição que ocupa! Devemos nos lembrar que uma de suas declarações na era hegemônica de FEDERER X NADAL, foi que ele tinha nascido na era ERRADA, porque jamais iria conseguir bater os dois e chegar a ser # 1. Já aconteceu!
Quanto ao NADAL, esquecido, não sabemos ao certo o futuro próximo. Acho que se o joelho voltar, com a garra e determinação que tem, sem dúvidas vai brigar pelo topo. Quanto ao USO talvez não tenha muita chance!
Agora o MURRAY, blogueiros, segurem que o homem, acho eu, vai estar ” tinindo ” nos próximos torneios. A ATITUDE mudou completamente. Como muitos disseram é o segundo em talento. Se a cabeça continuar boa a coisa vai pegar!
O DELPO tem jogo e garra dos hermanos e pode surpreender até o fim do ano. Ainda tem muita lenha para queimar!
O futuro deste esporte tão maravilhoso tem muitas emoções a nos proporcionar!!
Abraços
43 Edu 06/08/2012 19:15
Cada um tem uma opinião e respeito.
Na minha opinião o resultado do jogo não seria diferente caso o Federer tivesse quebrado o saque do Murray no início do 2º set.
Percebi o Federer abaixo fisicamente, reflexos do jogo contra o Delpo, apesar que mentalmente penso que ele estava inteiro,
Murray mereceu e torço para que este seja o turning point da carreira (torço demais para que ele vença um GS o quanto antes)
Coloco uma pergunta apenas para incentivar e talvez colocar uma nova perspectiva, quando temos a tendência de emitir opiniões a mais de 5 mil kms e achar que estas estão certas…
Quantas duplas faltas já foram cometidas e serem confundidas pelos narradores, expectadores, como sendo que o jogador sentiu a pressão…
Porém se o cara acertar vão comentar o quanto o jogador foi audacioso e corajoso…
Ps: Escrevendo um pouco rápido não pude trabalhar melhor o exemplo (mas enfim para bom entendedor…)
Abs,
Edu
42 césar cambuí 06/08/2012 20:48
Não acho bom o Murray jogar Toronto.
Vai ter muita gente que não tem nada a perder jogando solta.
E quando esta turma joga solta, fica perigoso para quem tem o que perder.
Marcão 07/08/2012 8:04
Cambs, tenho para mim que Murray não vai jogar Toronto. Nem Cincinnati. Deixará a trupe brincar à vontade. Dr. Jekyll, Macunaíma, Golyadkin, Pastor Andy e companhia se banquetearão. Voltará a ser Andy Murray somente no US Open.
césar cambuí 07/08/2012 5:58
Não, acho que Murray, neste momento, deve privilegiar Torneios que tenham os TOP3.
A hora é de partir prá cima deles.
Murray não precisa de pontos neste momento, precisa mostrar aos Top3 que ele é tão Cachorrão quanto eles.
E jogar este Toronto esvaziado não vai ajudar em nada neste objetivo.
EU 06/08/2012 20:59
….mas é exatamente por isso que ele tem jogar….hehehe…e mostrar que “mudou” no mental e na tática de seu jogo…hehehe…
41 Joana c 06/08/2012 21:23
O Murray nem sabe que eu existo mas eu me senti na obrigação de usar o mesmo espaço onde diversas vezes o chamei de Andy “suflê de chuchu” Murray para reverenciá-lo.
Eu que sempre fiz críticas ao rapaz pela sua performance em quadra na hora da “onça beber água” como diz o proprietário do blog.
Sim, Andy (olha como agora estou íntima!) ganhou porque mereceu e muito essa medalha. Não interessa se ele não é (era?!) o mais carismático, o mais mais raçudo ou o mais engraçado. Eu me rendo. O rapaz é talentoso e agora um campeão e isso basta. Logo chegará um Slam, e se não for nesse US Open (e eu acho que ele tem chances enormes) será em breve.
Marcão 07/08/2012 8:21
Joana, não se deve desprezar o chuchu. Excelente fonte de fibras, como se pode ver no domingo. O suflê também fica bom. Guardo com carinho uma ótima receita de suflê de chuchu transmitida pela avô da minha avô. Talvez eu a coloque aqui após o US Open. Adianto uma dica: o segredo está na consistência!
40 Matteoni 06/08/2012 22:03
Acabo de ouvir e ver na SporTV do Gavião Bueno que: “o atleta fulano de tal teve um choro convulsivo”!!!
.
Vou tomar o meu Haldol…
39 Alberto Santos Dumont 06/08/2012 22:13
Cleto, grato.
A despeito dos momentos cruciais e decisivos da partida, Murray repetiu muitas coisas que deram certo na decisão de Wimbledon. Apresentou-se muito consistente e contou com o alinhamento dos astros. O dia era dele. Contou até com a sorte. Pude contar 5 bolas batendo na fita e pingando do outro lado, seguindo-se seus pedidos de desculpas, aquelas, dos protocolos reais. Mas quando Murray cada vez apontava para Federer sua mão espalmada demonstrando sua escusa, me parecia um sinal intrínseco, quase irônico, para mim, que Federer apenas se contentasse e se divertisse, pois o dia e a medalha de ouro não seriam dele. O conhecido “me aguarde”.
Não sei se vocês perceberam, mas diferentemente da final de Wimbledon, os ataques ao amedrontador forehand de Federer fluiram. Em vez de concentrar-se somente em explorar o backhand suíço, Murray usou e abusou das direitas anguladas, que para mim são seu melhor golpe. Em diversos momentos forçou o suíço a sempre bater na corrida. Deslocou legal. Era uma bola funda na esquerdinha e outra anguladona na direita. E sempre funda. Incrível! Federer em muito poucas vezes conseguiu atacar com boa margem. Estava sempre batendo na corrida. Isso é um martírio, pois o risco do erro é muito maior. E foram. 31 no total.
Não sei se o ouro no peito do rapaz agregará, de agora em diante, esse jogo corajoso, agressivo e consistente para os próximos torneios. Não sei se Lendl tem algo a ver com isso. Não sei. Só sei que o torneio olímpico é uma coisa e Grand Slam é outra. Já chegou em finais em alguns desse último citado. Pelo menos ele pôde vencer uma final em cinco sets e experimentou o gosto. Torço demais para que chegue lá. Só peço que não esqueça os slices. E que o cozinheiro não esqueça a panela no fogo.
Abs.
Bet@ 07/08/2012 8:18
Dumont
Pra mim, um dos pontos decisivos foi exatamente esse que você apontou e, por coincidência de óculos, eu tinha grafado lá pra cima.
A direita angulada, após uma sequência de esquerdas, costuma fazer bons estragos em qualquer partida, mas nessa final foi executada com tanta maestria que ficou escancarado o seu peso no jogo.
E olha que o Federico ainda conseguiu reverter algumas, mas boa parte resultou em pontos do escocês britânico.
Alberto Santos Dumont 07/08/2012 0:12
Glads, saudade.
Sorte? Só eles conhecem, aqueles.
Só sei que, por aqui, moderação é certeza de texto bom…
Azar nosso é ver passar livre por ela toda sorte de nada ao quadrado…
No aguardo do Guardião, que sempre paga fiança à dita cuja.
Não nos abandone.
Abraçasso!
Glads 06/08/2012 23:36
14 Triz
Lido coment!
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Mas não se esqueça, nunca, que a sorte é um privilégio dos vencedores, e deles.
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Abraço.
38 Glads 06/08/2012 23:32
Irmão Paulo
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Já te disse vezes…
Se quiser derramar tênis ou arte, nunca será, aqui, bem entendido e recebido.
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Ironia!
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O Blog é seu, um Blog de tênis como deve ser! Mais nunca na outra ponta da linha.
Os calos no seu lombo atestam.
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Mas vá Irmão, mundão é assim!
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Lindíssimo post, mais um.
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Braçasso.
37 Glads 06/08/2012 23:38
Já pensaram o Phelps ou Bolt sempre na moderação?
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Pai!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
36 Matteoni 06/08/2012 23:41
E por fim, depois de derrotar Federer em 3 sets em Wimbledon, a pergunta que fica é:
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Murray já é um Big Dog?
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http://olimpiadas.ig.com.br/2012-08-06/cachorros-de-murray-ganham-medalhas-e-fazem-sucesso-no-twitter.html
35 Roberto 07/08/2012 0:02
Paulo:
É a primeira vez que comento por aqui. Há muitos anos não vejo uma partida sequer de tênis, confesso. Mas gosto muito de seu blog, seus textos são cativantes. Gosto do bom humor (pena que não entendo a maioria dos apelidos, mas acho que para isso eu teria de ver alguns jogos, pelo menos…) e, principalmente, de suas análises humanas e do coração, como o deste post. Parabéns pelos textos, é sempre um prazer ler seus escritos. Mesmo que o assunto seja tênis.
Abraço,
34 Amigo 07/08/2012 7:18
Bom dia
Haldol não, gardenal!
Matteoni 07/08/2012 8:13
Pensei que eu tava alucinando…
33 Bet@ 07/08/2012 8:21
Entrevista final com Murray após o ouro em casa:
- What about your performance this Sunday, Andy?
- Well, I think I did my Romiwork …
paulocleto 07/08/2012 9:11
Bet@a – essa foi fenomenal…
32 Bet@ 07/08/2012 8:32
Edu
Sobre o seu coment ali pra cima sobre o exemplo das duplas faltas, concordo que muitas vezes se faz uma análise simplista. Quando o cara segura o braço, fica bem evidente, basta se ter um mínimo de conhecimento do jogo para você ver o que aconteceu.
Porém, muitas vezes a dupla falta vem porque o devolvedor tá sentando a pua no serviço do cara e o obriga a forçar o segundo serviço para não levar um winner na orelha. São muitas variáveis para se analisar, mas normalmente o pessoal simplifica e vai no comentário mais fácil, que é o da cor do Sol … rsss
Aproveitando o espaço Olímpico …
Gostei de ver a declaração da campeã americana do salto com vara sobre a desistência da Fabiana Murer. Ela disse que realmente, no momento do salto final da brasileira, o vento estava muito forte, o risco de um acidente era bem grande e que a Fabiana poderia ter sofrido uma lesão grave se saltasse naquelas condições.
A americana ainda complementou dizendo que a brasileira tomou a decisão correta e que, se fosse ela com aquele vento, também não saltaria.
Ao que parece, mais uma pra gente a aprender que é bom verificar direito o que ocorreu antes de falar em amarelos! E gostaria muito que o Galvão lê-se a entrevista da medalhista de ouro e parasse de repetir suas pataquadas contra a Fabiana toda santa noite em que ele aparecesse para nos brindar com seu talento no programa do final do dia.
Bet@ 07/08/2012 22:19
Aproveitando para corrigir: “lesse” e não “lê-se” …
Rui Viotti Filho 07/08/2012 11:35
Galvão é um Pacheco Olímpico. Mas o que o autor do texto linkado abaixo não sabe é que também existem os Pachecos Tenísticos.
http://trivela.uol.com.br/blog/menon/fabina-murer-escolheu-sair-de-forma-errada-e-pachecos-olimpicos-aproveitam
31 Cristiano Antonini 07/08/2012 13:29
para que joga tenis esta frase diz muito, parabéns Cleto… “a tática conservadora de, ao trocar a direção da bola, ao invés de simplesmente mudar a direção.”
30 Marcello 08/08/2012 20:40
Sou Federista. Há anos. Mas o jogo do Murray me salta aos olhos já há um bom tempo, alguns anos. Seu jogo é melhor do mundo. Faltava só a cabeça dele acreditar nisso, o que parece que aconteceu nas Olimpíadas.
Gustavo dos Anjos 06/08/2012 19:38
Cuma?
Sheila Gratz 06/08/2012 16:32
Gustavo,o comentário caiu lá em baixo.