Psique
O MestreMalaMurray tem seus colegas de complexidades na profissão. Alguns até mais velhos que ele, como nosso velho conhecido David Nalbandian. Outros mais jovens, como o nosso também já velho conhecido Thomaz Bellucci. Todos eles adeptos do tênis-bipolar.
Ontem, com o congraçamento de um jogando em seguida do outro, ficou um tanto mais evidente do que se trata esse estilo que enlouquece as arquibancadas com suas emoções e, imagino, maltrata, pelo menos um pouquinho, a psique dos envolvidos.
Na verdade, acho que maltrata mais a do nosso caro Bellucci, que ainda tem poucos anos de estrada e um baú enorme de expectativas para carregar. Já o argentino é velho de guerra, sabe o que pode ou não fazer e não me parece que sofre muito com o que acontece ou não em uma quadra de tênis. Aliás, se sofresse mais e se importasse mais teria tido ainda mais bons resultados do que teve. Porém, lembremos, um homem deve saber seus limites e suas ambições na palma da mão para manter a paz e conquistar o sucesso pessoal que é a paz constante. O sucesso para os outros sempre será uma possível infinita fonte de frustrações.
Bellucci ainda é um tenista tentando se firmar e se afirmar nos corações de seus torcedores e conterrâneos. Apesar das dificuldades entre os envolvidos, ontem no Ibirapuera me pareceu que a torcida estava torcendo para ver o instável Bellucci conseguir desenvolver o seu melhor. Ao meu lado, um torcedor comentava como seria o tenista hibrido com a cabeça do Ricardo e o jogo do Thomaz. É um pensamento, mas se é para se imaginar híbridos… Mas a realidade é que tivemos azar em termos nossos dois tenistas se enfrentado tão cedo na chave.
Já no estacionamento, meu sobrinho e minha irmã, que não é sofasista, pois foi campeã sul-americana aos 15 anos, o que faz tempo que não acontece por aqui, teciam suas impressões e assombro sobre o peso de bola de Bellucci. Realmente, o cara pega pesado e faz a peludinha andar barbaridades. Talvez mais do que o Nadal?!
Os primeiros seis games de ambos os jogos foram de outra dimensão. Nalba enfiou 5×1 e quase perdeu o set, ganho só no tie-break. Mas naqueles primeiros games deu para ver do que é capaz esse talentoso e sólido argentino, quando quer.
Thomaz enfiou um 6/0 no 1º set em Melo que não sabia mais para que lado correr – e não dá para dizer que ele estava jogando mal. Aí veio aquele surto que já vimos antes. Perda de concentração e foco, erros não forçados e confiança abalada. No segundo set, brigou com seu tênis, mostrando o quanto pode ser instável técnicamente quando quer acertar.
O terceiro foi pau a pau até Thomaz voltar aos seus instintos e a soltar o braço, após alguns games de bolas com mais spin e mais seguras. Quando viu suas bolas de ataque entrarem, fez as pazes com a confiança e foi embora.
Ainda tivemos – mais uma vez – uma bola que poderia ter mudado o jogo e que, no entanto, acabou por sacramentar a vitória do rapaz de Tietê. No 4×2, 0×15, Ricardo colocou Thomaz para correr e esteve prestes a conseguir um 0×30, em um jogo que ainda estava tenso e indefinido. Quando a bola ficou curta, com o adversário pregado no fundo, Ricardo foi para a curtinha e não deve ter acreditado na recuperação daquele. Thomaz, que havia abandonado algumas curtinhas, sabendo da importância do ponto, ligou o turbo, chegou e fez um contra ataque cruzadinho, para a surpresa do campineiro, que esqueceu de sair do mata-burro e cobrir a rede. O publico urrou; olhei para minha mulher e decretei: acabou! Bellucci ganhou oito pontos seguidos até o fim do jogo.
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21 Marcos Pessoa 16/02/2012 11:51
Caro Paulo, para mim foi um prazer inenarrável tê-lo encontrado ontem no Ibira e ter assistido ao jogo do Nalbadian. Não pude ficar para o jogo seguinte, mas lendo seu post é como se eu estivesse ainda lá. A tônica, o cerne, a emoção, os detalhes, o principal do jogo estão lá descritos e narrados.
Fiz também um texto sobre ontem que publico no meu bloguinho (www.marcopessoa.zip.net) e abaixo. Novamente obrigado e espero não estar abusando na divulgação do endereço.
16/02/2012
O TRABALHO, O NALBA e O PATRÃO
Ser o mais qualificado profissional do escritório não era garantia de emprego. Os sócios não gostavam de faltas. Dizer então que faltaria na quarta-feira para ir assistir aos jogos de tênis do Brasil Open , no Ginásio do Ibirapuera definitivamente não agradaria ninguém. Despiciendo também dizer que lá estariam o Nalbadian, o Giles Simon, Chardy, o Thomas Belucci, Juan Carlos Ferrero, e o número 11, Nicolas Almagro, ambos da armada espanhola, entre outros.
Evidentemente não disse, mas pensei em dizer que iria encontrar o Paulo Cleto lá. Mas como justificar uma falta ao trabalho no meio da semana para ir ver tênis.
Na segunda-feira, os sócio principal não comparece ao escritório. Na primeira reunião do dia seguinte, no café da manhã, comuniquei-lhe os resultados das audiências no Fórum e do acordo com a doutora Mônica.
Cliente inicial. Petições. Audiência no Fórum. Petição inicial e, no fim da tarde, nova reunião, na qual deveria comunicar a falta injustificada.
- “Escute, amanhã não vou poder vir.”
- “Você tem algum prazo?”
- “Não”
- E a audiência da tarde?
- É inicial. O Pietro pode ir. Tudo bem?
-Tá bom
- Depois eu compenso.
Assim, no início da tarde de quarta-feira, depois de ir ao Fórum de Santo Amaro, por volta de 14h30min, cheguei ao ginásio do Ibira. Bem no final do jogo entre o Potito Starece e o chileno Paul Capdeville, com vitória do primeiro.
Não me interessei muito pelo jogo seguinte entre Santiago Giraldo e Albert Ramos. Mas o Giraldo ganhou os dois primeiros games e perdeu os outros seis. Só vi esse set.
Com a pulseira fosca no braço, sai do ginásio principal e fui até o ginásio onde estavam as quadras 2 e 3. Tem que se andar uma distância de uns duzentos e cinqüenta metros. Ao lado do grande ginásio, o estádio e a pista de atletismo do complexo esportivo estavam em reformas. Passa-se ainda ao lado de três quadras de saibro que pertenciam à antiga CBT e onde agora funciona a Secretaria Estadual de Esporte, Juventude e Lazer.
O ginásio Mauro Pinheiro é um quadrado com as arquibancadas em cima e embaixo as quadras de saibro. As empoeiradas arquibancadas de madeiras nobres laterais estavam fechadas, mas o público podia ver os jogos de dupla francesa Simon/ Chardy e a dupla luso-hispánica Rui Machado/ Hidalgo Ramos das arquibancadas do fundo. Assisti a esse jogo ao lado do meu xará o médico-tenista Drº Marcos Courhy. O jogo foi 6×4 e 6×3 para os franceses. Ele achou que foi mais pelo saque do Chardy. Mas o Simon joga muito. Os dois são muito leves. Magros. Rápidos. O Rui também jogou bem.
Quando ainda estava 4×4 do 1º set, na quadra ao lado, começou o jogo do Rogério Silva e a jovem promessa Bruno Santana contra a dupla italiana Potito Starece e Fulano de tal
Pudemos acompanhar os jogos simultaneamente. O Rogério jogou muito tênis e estava com muita vontade. Mas o Bruno Santana nos pontos importantes entregava a rapadura. Até comentei com o Marcão. “Olha o seu parceiro Chiquinho aí, afundando o time.” Perderam o 1º set.
Terminado o jogo do Simon e do Chardy, voltei ao ginásio principal e tomei mais um sorvete. Nas quadras da antiga CBT, que atualmente está sediada no Clube de Regatas Tietê, estavam o Jaime Oncins e seu pupilo Gastão Elias e mais alguns tenistas treinando.
No ginásio principal, acontecia o jogo entre o ex numero 1 Juan Carlos Ferreiro, atual 50º,e o argentino Leonardo Mayer, que ganhou o jogo por 7×6 e 6×2.
Exibição do André Sá e um participante de uma premiação da Asics de melhor frase disputando um game.
Ainda haveria os jogos entre David Nalbadian e o francês e depois Thomaz Belucci e Ricardo Mello.
E não demorou muito, eis que entra em quadra o favorito Nalbadian, com uniforme branco da Yonex e bandana também branca na cabeça, parecendo um tuarege.
Era tudo que o público e os amantes de tênis queriam. Ver jogos com qualidade. Pontos bem disputados. A bola viajando de modo diferenciado. Bonito. Variedade de jogadas. Deixadinhas. Devolução no quadrado. Lobs.
Houve um game, quando o armênio estava para quebrar o serviço do francês e fazer 4×1, em que este se auto raquetou na devolução do Davi. Quem joga sabe como isso dói. Nesse mesmo game, depois de uma intensa disputa pelo ponto, o francês correu para a rede para volear e tomou um lob. Voltou correndo para devolver, mas não dava mais. Caiu e sujou a camisa de saibro.
O Nalbadian tem um jogo clássico e bonito de se ver. Joga para vencer. Gosta de ganhar os pontos como se fossem moedas de ouro. Perder um ponto então é como se alguém estive enfiando-lhe a mão no bolso.
Mas se se pode complicar para que facilitar. Fez 5×2 e não fechou. O garotão francês, de 22 anos e 1,94, foi para cima e teve até uma bola para fechar o set em 6×5. Mas foram para o tiebreik, no qual o Nalbadian ganhou fácil por 7×2.
Já um pouco cansado devido à tarde quente,pensava em ir embora, afinal eram já 20h30min e eu já pressentia que seria um set fácil para o Nalba. Decidi ficar ainda para ver o 2ª set.
Esse jogo eu estava assistindo do alto anel inferior, na terceira fileira. Olhei para trás e vi passando na primeira fileira, em direção a um dos portões de saída,com uma bonita camisa azul com listras, o Paulo Cleto.
Na virada do 1º game fui ao banheiro e na volta, ali em um dos portões de acesso ao setor, encontrei-o.
- Oi, Paulo Cleto. Cumprimentei. Marcos Pessoa.
- Marcos..
- E ai, tudo bem? Assistindo aos jogos e trabalhando. Disse-lhe.
-É isso mesmo, me divertindo e trabalhando. Fui até a sala de imprensa pegar algo. E você, chegou do trabalho agora? perguntou.
- Não. Estou aqui desde as duas e meia. Assisti à umas duplinhas, mas não vou ficar para o jogo do Belucci. Cansa um pouco. Olhei para ele e fiquei muito contente em revê-lo. Ali, em pessoa, na minha frente, todo educado, sereno, simpático, cortês e atencioso. Mas acho que fui muito efusivo ao demonstrar meu contentamento, dando-lhe uns dois tapinhas no ombro.
- Você vai entrar. Ele perguntou
- Sim, eu vou entrar.
- Eu vou até ali.
- Prazer em revê-lo. E fiquei ali, ao lado da moça morena e bonita de cabelos negros anelados, que acabara de chegar junto com uma loira e depois ficara assistindo sentada ao meu lado ao final da bela partida vencida pelo David Nalbadian.
Marcos Pessoa 17/02/2012 9:19
Eu bem que desconfiava, mas não fui verificar. Obrigado Renatão
RenatoZ 16/02/2012 19:19
Marcos,
Estava lá e não te vi, mas só uma correção. As quadras e a sede eram da FPT e não da CBT.
Abração
RenatoZ
20 Inacio 16/02/2012 11:55
`Mas se for pra falar de hibridos“, hein, Paulo?… Federer, com a mentalidade de Nadal ou de Djoko. Que achas?
Quanto ao Thomaz, imagino que vai achar seu caminho para o topo, logo logo.
19 Marcos Pessoa 16/02/2012 12:00
Comentário sobre os jogos do Brasil Open de ontem quarta-feira aguardando moderação, mas que já pode ser visto no blog do Pessoa (www.marcopessoa.zip.net) com o título O TRABALHO, O NALBA e O PATRÃO, narrativa em que assisto ao jogo do Nalbadian e, no fim, encontro o grande Paulo Cleto no ginásio do Ibira .
18 joana c 16/02/2012 13:19
amei o post…pena q estou sem teclado p fazer considerações ja q tempo está sobrando no engarrafamento onde estou presa!
17 Cleto Nadalzete 16/02/2012 13:33
Ai… Como seria MA-RA-VI-LHO-SO se o Nadal tivesse no Brasil Open e eu me encontrasse com ele nos corredores do Ibira… Ai, que tudo…… O Djokovic eu não queria ver por lá porque ele judia muito do meu Rafa……. Nem o Federer, porque ele é muito “blasé, esnobe e “o melhor da história” “…… Só o Rafinha mesmo, porque ele é lindo e perfeito!!!!!!!!!!!!!!
16 Matteoni 16/02/2012 13:37
Engraçado que eu tive a sensação que a torcida torceu muito mais pelo Mello do que pelo BelluSid.
15 RenatoZ 16/02/2012 13:37
Olá pessoal,
Também estive no Ibirapuera com uns amigos meus e para minha satisfação, tinha analisado de maneira muito semelhante com meus amigos o que o Cleto postou.
Só acrescentaria duas colocações a mais, uma para cada jogo. Quanto ao Nalbadian, acho que ele ficou meio irritado quando o francês devolveu dois saques com deixadinhas e perdeu a concentração, quando sacava em 5/2. O Nalbadian deu uma relaxada monstro.
Quanto ao Bellucci, o cara jogou muito no primeiro set, o Mello não jogou não, inclusive o set point do primeiro set, foi um tiro de backhand na paralela que lembrou o Djokovic.
Também falei para os meus amigos, após a deixadinha do Mello que o jogo já era, mas acho que o Mello escolheu mal o golpe, é fácil falar de fora, mas o Bellucci saiu correndo muito antes.
Outro ponto curioso do terceiro set, foi no gane que o Bellucci quebrou o saque do Mello. Mello sacava 15/0, deu um Slice defensivo em que a bola ceio lenta, o Belluci fugiu para bater de forehand
14 RenatoZ 16/02/2012 13:42
Terminando o ponto, fugiu para bater de forehand e não sei se a bola quicou errado ou se ele perdeu o timing, mas ele furou a bola e fez um erro ridículo ficando 30/0..
Mas, ao contrario do que normalmente acontece com ele, ele jogou muito os 4 pontos seguintes e quebrou o saque.
Um dos meus amigos comentou, acho que o Bellucci pensou, cheguei num fundo do poço, vamos voltar para o jogo.
Abraços a todos
RenatoZ
13 Daniel Martins 16/02/2012 13:46
Cleto,
Eu leio todos os posts do seu blog, apesar de não comentar quase nunca. Leio porque acho que é o melhor no gênero, pelo menos no Brasil. Além de conhecer mais que os outros sobre o esporte, escreve também muito melhor.
Já li várias postagens fantásticas, essa hoje, apesar de muito boa, não está no topo do ranking. Entretanto, tem um momento que fala algo de uma profundidade muito grande e algo que eu acho muito importante que se tenha ciência na vida:
“Porém, lembremos, um homem deve saber seus limites e suas ambições na palma da mão para manter a paz e conquistar o sucesso pessoal que é a paz constante. O sucesso para os outros sempre será uma possível infinita fonte de frustrações.”
Quem entende isso, é mais feliz na vida.
Parabéns!
12 RenatoZ 16/02/2012 13:51
Matts,
A torcida estava dividida, mas tinha mais gente torcendo pelo Mello sim. Chegaram a vibrar com dupla falta do Bellucci.
Depois que o Bellucci voltou para o jogo, acabou conquistando um pouco mais da torcida.
Queria fazer uma menção ao Carlos Bernardes, que eu o conheci há uns 25 anos atrás como Carlinhos jogando torneios da federação. Devia fazer uns 10 anos que não mos víamos e quando me viu, veio me cumprimentar e conversamos como se o tempo não tivesse passado.
Foi bem legal, fora que um monte de gente pede para tirar foto com ele, e sempre simpático, atendeu a todos. Achei curioso, mas ele me disse que acontece bastante aqui no Brasil.
Abraços a todos
RenatoZ
Só queria fazer uma menção
Matteoni 16/02/2012 14:53
Zorro,
.
Eu concordo plenamente com os dois temas desse seu post.
.
O Bernardes é um cara legal mesmo, conheci-o em algum RG aí e ele é bem solícito sim.
.
Até no face ele é um cara legal, posta fotos bem legais de todo país que visita (a trabalho!) e ainda responde a gente, em dúvidas e lances polêmicos de arbitragem.
.
Abçs
Marcos Pessoa 16/02/2012 14:44
É verdade, esse Carlos Bernardes, é uma simpatia de pessoa. Gentil, educado e calmo com todos. Passei do lado dele e havia um monte de gente tirando fotos com ele, supersolícito sorridente, dando autógrafos, além de ser um dos melhores juízes da ATP. Valeu Renatão. E o ATPanguinha da terça-feira gorda, vai participar. Grande abraço.
11 Ramalho 16/02/2012 14:01
Pela primeira vez jogar o Feijão. É um talento natural, ou melhor, é extremamente talentoso. Contudo tem dois problemas: um é a falta de preparo físico e o outro a falta de autoconfiança. Uma das maneiras de se avaliar comparativamente o preparo físico de duas pessoas, é ver quem delas transpira mais. Quanto maior o suor, menor o preparo físico. No jogo que vi, enquanto Feijão estava ensopado, seu adversário estava completamente seco. A diferença de preparo entre um e outro era brutal. Outro sinal de fraqueza física é a falta de músculos nos braços de Feijão. Além da falta de preparo, há, ainda, a total insegurança. Parecia que Feijão estava constrangido e intimidado na quadra. Não estava a vontade. É uma pena, pois tem muito talento. Feijão deveria procurar uma boa equipe de preparação fisica (incluído um bom nutricionista) e uma boa equipe de preparção psicológica e mental. Torço para que encontre, pois, se bem orientado, pode trazer muitas alegrias ao tênis brasileiro.
10 Ramalho 16/02/2012 14:07
Só vi o primeiro set de Melo e Bellucci e o início do segundo. Que banho. Só Bellucci jogou, tanto quando ganhou, como quando perdeu (no início do segundo set). Quando ganhou, acabou com Melo, Quando perdeu, perdeu dele mesmo. Bellucci é um grande jogador, e suas bolas profundas e pesadas me fizeram lembrar de Guga. Que tenha boa sorte.
9 Matteoni 16/02/2012 14:54
E vamos a Almagro vs Hanescu.
Matteoni 16/02/2012 14:59
É impressionante como as arquibancadas estão vazias.
.
Atrás de onde o Hanescu sacou seu 1o game de saque não há 1 só alma viva por ali…
8 Renato RT 16/02/2012 15:11
Acho que o Bellucci poe a bola pra andar mais que o Nadal,que é canhoto tb, mas o problema é justamente esse. Enquanto o espanhol faz a bola passar sobre a rede bem mais alta,com uma margem de segurança enorme, o paulista vai sempre pras bolas jogando mais no risco , daí o número de erros não forçados bem maior.E é claro,isso abala a confiança dele,pq tem que viver quase sempre no limite.
Acho que se ele,canhoto como o espanhol,deveria ” imitar” os ganchos do Nadal mesclando com seu jogo agressivo. Daria menos erros não forçados.
7 Renato RT 16/02/2012 15:14
É lamentável mesmo Matteoni,fico muito triste de ver que o tenis ainda está longe de ser um esporte “mais popular”. Infelizmente so tem espaço pra futeborrr no brasil.
kiki 16/02/2012 16:36
Eu acho normal para uma quinta-feira a tarde em que muita gente trabalha. ATP’s 250 só lotam nas semis mesmo. E o Ibirapuera é enorme, para encher aquilo tem que ter umas 10 mil pessoas. Ontem fui ao ginásio e fiquei uma hora e meia na fila e alguém, acho que foi o Cossenza, divulgou que o público foi 6.600 pessoas. Acho bastante.
6 Renato RT 16/02/2012 15:17
Amanhã to lá se Deus quiser o dia inteiro. Só tenis!!!
5 Renato RT 16/02/2012 15:34
Professor Paulão Cleto, amanhã to lá no ibirapuera, se eu te ver lá vou te atazanar pedindo um autógrafo ein? Mas antes,deixo vc comer o pedaço de pizza ainda quentinho ok?rsrsrs
Abração!
4 ANDRE 16/02/2012 15:52
Infelizmente não estou podendo acompanhar de perto os jogos. Mas me parece estar muito bom e fazendo muito bem ao Cleto, com excelentes posts…
3 Pedro 16/02/2012 17:11
Desorganizção total.
Um dos grandes motivos que o Brasil Open veio para São Paulo foi o publico, certo? Precisa cuidar muito melhor!
Tentei fazer a compra do ingressos na terça feira de noite, o site não finalizou, quando fui comprar novamente, já não tinha ingressos disponíveis nas cadeiras inferiores.
Até ai não acho que tem muito problema, pois não me organizei o suficiente, e a maioria das cadeiras inferiores são para os patrocinadores.
Comprei 6 cadeiras superiores e paguei alem do ingresso, R$8,00 pela taxa de conveniência para retirar na bilheteria.
A partir desse momento desorganização total.
Demorei 40 minutos para fazer essa retirado pois só tinha 1 guichê aberto.
Em paralelo a minha fila, presenciei a fila de pessoas querendo comprar ingressos. Tinha apenas 3 guichês para uma fila que dava volta na quadra e o Ibirapuera tem um enorme quarteirão.
Muitas pessoas desistindo principalmente pela falta de organização, muitas pessoas cortando a fila, sem seguranças suficientes ou o apoio de grades para auxílio da montagem da fila.
Com certeza a organização não estava esperando o volume de pessoas, e perdeu muitos fans!
Outro ponto, fila de mais de 30 minutos para comida.
Oq me preocupa é que isso foi na quarta, e vi o tanto de cadeiras que tinha vazia… imagina isso na sexta ou domingo.
Tácito Albuquerque 16/02/2012 18:26
O público tem me surpreendido, confesso que não esperava tanta gente nestes dias iniciais. O que não pode é ocorrer isso que o Pedro descreve, uma pena, isso quer dizer que ontem teríamos muito mais gente do que o presente.
Como nas semis e nas finais me parece que não existem mais ingressos, a Koch Tavares foi muito feliz em transferir da Bahia para São Paulo, eu particularmente estava receoso do sucesso desta transferência, ainda bem, estava equivocado.
Que os problemas surgidos sirvam de exemplos para que não se repitam nestes dias restantes e muito menos no próximo ano. Parabéns aos paulistas e demais que prestigiaram ao Brasil Open.
Ignacio 16/02/2012 18:01
infelizmente esse é o fator “custo Brasil” que atrapalha o desenvolvimento do nosso país.
mas tenho esperança que para 2014 (copa) as coisas melhorem.
2 Alexandre Costa 17/02/2012 2:25
Paulo Cleto.
Foi um prazer enorme conhece-lo pessoalmente e até pedir um autografo seu no jogo do Belucci x Melo. Saber que uma pessoa que fez tanto pelo esporte Brasileiro e ainda faz, esta sentado la do nosso lado na torcida e ainda com a esposa, assim como eu com a minha namorada foi uma sensacao muito boa. Assistir a uma partida de tenis profissional ao lado de quem eu sempre vejo e escuto narrando tenis foi sensacional. Eh como ganhar uma promocao para ir aos estudios da ESPN em uma cobertura de tenis!! e quanta simpatia e paciencia para responder algumas perguntas de um curioso fã!
Obrigado mais uma vez pela paciencia e parabens pelo Blog e pela cobertura de mais uma competicao.
Abracos
Sawyer 16/02/2012 11:55
Então, as Semi-finais poderiam ser
Federer vs Gasquet
Berdych vs Del Potro
Eu, acho que o Federer, leva essa caneco, pois me parece motivado, pra vencer o Torneio, acho que a Atmosfera de Rotterdam, lhe fez bem….a Superficie ajuda, os Adversários são complicados, mas nada que Assuste o Federer em um bom dia,Ontem ele me pareceu bem a vontade, completamente diferente no dia da Davis